FORMAÇÃO 5 · FASE 4

WebMCP Expert

Leve WebMCP a produção com threat modeling, arquitetura híbrida, evals, observabilidade e governança.

Ameaça + contratoentrada observável Evals + políticascontrato explícito Produção governadaresultado verificável
4

Capítulos Expert

4

Módulos disponíveis

24

Tópicos publicados

1

Laboratório

PROGRESSO COMPARTILHADO

Sua jornada continua entre os repositórios

O mesmo identificador da Formação 1 registra lidos, dúvidas e notas. No GitHub Pages, a origem é compartilhada; JSON mantém o fallback portátil.

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Mapa da formação Expert

O topo navega por capítulos. Dentro de cada capítulo, os módulos seguem a numeração capítulo.módulo.

CAPÍTULO 2

Threat modeling aplicado

Ameaças por domínio, red team e resposta a incidentes.

Próximo
  1. 2.1Ameaças por jornada
  2. 2.2Red team de agentes
  3. 2.3Supply chain de tools
  4. 2.4Resposta a incidentes

CAPÍTULO 3

SRE de agentes

Capacidade, custo, confiabilidade e operação contínua.

Próximo
  1. 3.1SLIs e SLOs agênticos
  2. 3.2Capacidade e custos
  3. 3.3On-call e runbooks
  4. 3.4Chaos e resiliência

CAPÍTULO 4

Governança Expert

Padrões organizacionais, auditoria e projeto final.

Próximo
  1. 4.1Plataforma e padrões
  2. 4.2Governança de catálogo
  3. 4.3Auditoria e compliance
  4. 4.4Projeto final Expert

Capítulo 1 · módulos disponíveis

LABORATÓRIO TRANSVERSAL

Console de risco e evals

Cole um catálogo em JSON e examine contrato, schema, risco, confirmação, fallback e evidências operacionais antes do production readiness review.

Conteúdo detalhado

1.13h

🛡️ Segurança de agentes e tools

Modele ameaças entre conteúdo, agente, tools, usuário e backend e aplique controles proporcionais ao efeito.

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O que é:

Documento, conteúdo remoto, modelo, agente, tool e backend são componentes com níveis distintos de confiança.

Por que aprender:

O mapa mostra onde dados viram instruções e onde uma decisão pode produzir efeito.

Conceitos-chave:

trust boundary · principal · data flow · asset

O que é:

A ameaça é analisada sobre objetivo, dados, transições e efeitos, não apenas sobre endpoints isolados.

Por que aprender:

Jornadas revelam combinações como prompt injection seguida de uma mutação válida.

Conceitos-chave:

STRIDE · abuse case · attack path · impact

O que é:

Texto da página e resultados de tools são dados não confiáveis, mesmo quando parecem instruções.

Por que aprender:

Separar canais e aplicar política impede que conteúdo controle autoridade do runtime.

Conceitos-chave:

data vs instruction · provenance · allowlist · policy

O que é:

Cada tool recebe o menor escopo, duração e conjunto de recursos necessário.

Por que aprender:

Credenciais amplas transformam um erro de seleção em incidente sistêmico.

Conceitos-chave:

scope · short-lived token · resource bound · deny by default

O que é:

A confirmação registra ação, alvo, parâmetros materiais e versão do estado apresentado.

Por que aprender:

Um sim genérico não autoriza uma ação alterada depois da confirmação.

Conceitos-chave:

intent binding · state version · target · expiry

O que é:

A suíte cobre injeção, spoofing de tool, argumentos extremos, replay e escalada de privilégio.

Por que aprender:

Controles de segurança precisam de regressão automatizada como qualquer contrato.

Conceitos-chave:

red team · replay · spoofing · privilege escalation

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1.23h

🏛️ WebMCP + backend + MCP

Projete uma arquitetura híbrida que separa experiência da página, regras de domínio e integrações externas.

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O que é:

WebMCP oferece capacidades contextuais; backend guarda regras e autoridade; MCP expõe integrações ao host.

Por que aprender:

A separação evita transformar a página em backend ou duplicar integrações.

Conceitos-chave:

WebMCP UX · backend domain · MCP integration · agent host

O que é:

Proximidade da experiência, necessidade de segredo, alcance e ciclo de vida orientam a decisão.

Por que aprender:

Nem toda função visível deve ser WebMCP e nem toda integração precisa aparecer na página.

Conceitos-chave:

placement · secret · reach · lifecycle

O que é:

Clique humano, tool WebMCP e servidor MCP chamam a mesma regra de aplicação quando compartilham um caso de uso.

Por que aprender:

Uma fonte de verdade reduz divergência e auditorias contraditórias.

Conceitos-chave:

application service · ports · adapters · single rule

O que é:

Chamadas carregam identidade verificada, delegação limitada e trace context entre as camadas.

Por que aprender:

Sem propagação, logs não explicam quem iniciou o efeito nem onde a decisão mudou.

Conceitos-chave:

actor · delegation · traceparent · correlation

O que é:

Schemas, erros e envelopes são versionados sem fingir que WebMCP, HTTP e MCP têm transportes idênticos.

Por que aprender:

O modelo de domínio pode ser comum enquanto adapters preservam semânticas próprias.

Conceitos-chave:

canonical model · adapter · versioning · error mapping

O que é:

O teste segue pedido, escolha, execução, autorização, integração, UI e resposta final.

Por que aprender:

A prova ponta a ponta encontra falhas invisíveis em testes isolados.

Conceitos-chave:

vertical slice · contract test · trace · visible effect

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1.33h

📈 Evals e observabilidade

Crie datasets, métricas, traces e gates capazes de explicar descoberta, escolha, execução e resultado.

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O que é:

Cada tarefa declara estado inicial, resultado esperado, efeitos proibidos e tolerâncias.

Por que aprender:

Sem oráculo, fluência da resposta vira substituto enganoso para conclusão real.

Conceitos-chave:

initial state · expected effect · forbidden effect · oracle

O que é:

Casos cobrem frequência, risco, ambiguidade, falhas e variação linguística real.

Por que aprender:

Uma média dominada por casos fáceis esconde regressões críticas.

Conceitos-chave:

strata · risk weighting · paraphrase · edge case

O que é:

Descoberta, escolha, argumentos, política, execução e resposta recebem métricas próprias.

Por que aprender:

A decomposição localiza a regressão e orienta a correção.

Conceitos-chave:

retrieval recall · tool accuracy · schema validity · task success

O que é:

Spans correlacionam turnos e chamadas com atributos sanitizados, versões e duração.

Por que aprender:

Observabilidade útil preserva diagnóstico sem armazenar prompts ou PII desnecessários.

Conceitos-chave:

OpenTelemetry · span · redaction · sampling

O que é:

Baselines versionadas permitem comparar modelos, prompts, catálogos e navegadores ao longo do tempo.

Por que aprender:

Mudanças aparentemente isoladas podem alterar seleção e taxa de sucesso.

Conceitos-chave:

baseline · confidence interval · drift · canary

O que é:

Critérios mínimos por risco bloqueiam publicação, enquanto alertas não críticos geram acompanhamento.

Por que aprender:

Evals passam de relatório decorativo a controle operacional.

Conceitos-chave:

quality gate · risk tier · waiver · evidence

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1.43h

🚀 Produção e governança

Planeje compatibilidade, rollout, incidentes, ownership e evolução de contratos WebMCP.

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O que é:

Suporte de navegador, API experimental, fallback, provider e versão do catálogo formam uma matriz testável.

Por que aprender:

Uma afirmação genérica de suporte não representa combinações que o usuário realmente executa.

Conceitos-chave:

browser channel · feature detect · fallback · catalog version

O que é:

Mudanças em nomes, schemas, efeitos ou erros seguem política de compatibilidade e depreciação.

Por que aprender:

O agente pode manter contexto antigo durante um rollout, exigindo transição previsível.

Conceitos-chave:

semantic change · deprecation · dual publish · migration

O que é:

Feature flags e canaries limitam exposição por jornada, tenant, risco e canal.

Por que aprender:

Pequenos lotes produzem evidência antes de ampliar o raio de impacto.

Conceitos-chave:

feature flag · canary · blast radius · rollback

O que é:

Disponibilidade, sucesso de tarefa, latência e efeitos não autorizados possuem objetivos claros.

Por que aprender:

O SLO conecta experiência agêntica à capacidade operacional da equipe.

Conceitos-chave:

SLI · SLO · error budget · alert

O que é:

Runbooks cobrem tool incorreta, loop, indisponibilidade, vazamento e alteração inesperada do draft.

Por que aprender:

A resposta precisa desativar capacidades com rapidez sem derrubar a experiência humana.

Conceitos-chave:

runbook · kill switch · containment · postmortem

O que é:

Produto, engenharia, segurança e operação compartilham decisões com responsáveis e evidências definidas.

Por que aprender:

A plataforma continua sustentável quando catálogo e políticas mudarem.

Conceitos-chave:

RACI · review cadence · exception · audit trail

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CONTINUIDADE DO EXPERT

Próximo: threat modeling aplicado

A formação continua nos capítulos 2, 3 e 4 com red team, SRE de agentes, governança organizacional e projeto final Expert.

Ver módulos do capítulo 2