TRILHA 3

πŸ‘Ύ 9 Workflows do Claude Code

Os 9 fluxos de trabalho mais comuns no dia a dia com Claude Code. De corrigir bugs a criar PRs, cada workflow e um passo a passo completo que voce pode seguir imediatamente.

9
Modulos
54
Topicos
~3h
Duracao
Intermediario
Nivel
3.1

πŸ› Corrigir um Bug

3.2

πŸ—οΈ Construir Feature Nova

3.3

♻️ Refatorar Codigo

3.4

πŸ—ΊοΈ Entender um Codebase Novo

3.5

πŸ§ͺ Escrever Testes

3.6

πŸ” Code Review

3.7

πŸš€ Criar Pull Request

3.8

πŸͺ΅ Debug com Logs e Erros

3.9

πŸ”€ Refatoracao Multi-arquivo

Conteudo Detalhado
3.1 ~20 min

πŸ› Corrigir um Bug

O workflow completo para encontrar, diagnosticar e corrigir bugs usando o Claude Code. Do contexto inicial ao commit final.

O que e:

O primeiro passo do workflow de bug fix: dar ao Claude Code todo o contexto necessario. Inclua a mensagem de erro, o comportamento esperado vs atual, e os arquivos relevantes.

Por que aprender:

Sem contexto adequado, o Claude vai chutar solucoes genericas. Com contexto rico - stack trace, logs, arquivo onde o bug acontece - ele investiga de forma cirurgica e acerta de primeira.

Conceitos-chave:

Cole o erro completo (stack trace, mensagem, codigo de status). Descreva: "esperava X, recebi Y". Mencione arquivos relevantes. Exemplo: "O endpoint /api/users retorna 500. Stack trace: [cole aqui]. O handler esta em src/routes/users.ts".

O que e:

Pedir explicitamente ao Claude para investigar a causa raiz antes de propor qualquer solucao. Use frases como "investigue primeiro, nao corrija ainda" ou "me explique a causa raiz antes de mudar codigo".

Por que aprender:

O instinto do Claude e resolver rapido. Mas bugs complexos precisam de diagnostico correto primeiro. Forcar investigacao evita que ele aplique band-aids que mascaram o problema real.

Conceitos-chave:

Prompt: "Investigue este bug sem aplicar nenhuma correcao. Leia os arquivos relevantes, trace o fluxo de dados e me diga qual e a causa raiz." O Claude vai ler codigo, seguir imports e mapear o problema.

O que e:

Avaliar a analise que o Claude apresentou antes de seguir para a correcao. Confirme se a causa raiz identificada faz sentido e se ele entendeu o fluxo corretamente.

Por que aprender:

O Claude pode errar no diagnostico. Revisar antes de aplicar a correcao evita que voce introduza novas regressoes. E o checkpoint de seguranca entre investigacao e acao.

Conceitos-chave:

Pergunte: "Voce tem certeza que a causa e X e nao Y?". Valide se ele leu os arquivos certos. Se o diagnostico nao convence, peca para investigar mais a fundo antes de continuar.

O que e:

Agora sim, pedir ao Claude para aplicar a correcao baseada no diagnostico validado. Ele vai editar os arquivos necessarios e fazer as mudancas minimas para resolver o problema.

Por que aprender:

Depois de investigar e validar, a correcao tende a ser cirurgica. Voce evita mudancas desnecessarias e mantem o diff pequeno, facilitando code review e reduzindo risco de regressao.

Conceitos-chave:

Prompt: "Agora aplique a correcao. Faca a mudanca minima necessaria." Revise o diff com git diff. Rode os testes. Se algo nao funcionar, volte ao passo de investigacao.

O que e:

Usar o Claude para gerar o commit da correcao com mensagem descritiva. O /commit analisa o diff e cria uma mensagem que explica o que foi corrigido e por que.

Por que aprender:

Um bom commit de bug fix documenta o problema e a solucao. Quando alguem faz git blame meses depois, a mensagem de commit explica o contexto completo da correcao.

Conceitos-chave:

Use /commit ou peca: "faca o commit desta correcao com mensagem descritiva". O Claude gera algo como "fix: resolve null pointer in user auth by adding null check before token validation".

O que e:

Tecnicas avancadas para bug fixing com Claude: usar git bisect com Claude, pedir testes de regressao junto com o fix, e patterns para bugs recorrentes.

Por que aprender:

Operadores experientes nao so corrigem bugs - eles previnem reincidencia. Pedir teste de regressao junto com o fix garante que o mesmo bug nunca mais volta.

Conceitos-chave:

Sempre peca: "alem do fix, escreva um teste que falha sem a correcao e passa com ela". Use git bisect + Claude para rastrear quando o bug foi introduzido. Documente patterns de bugs recorrentes no CLAUDE.md.

Ver Completo
3.2 ~20 min

πŸ—οΈ Construir Feature Nova

O workflow completo para planejar, implementar e entregar uma nova funcionalidade do zero usando plan mode e execucao incremental.

O que e:

Iniciar o desenvolvimento de uma feature usando Shift+Tab para ativar plan mode. O Claude analisa o codebase e cria um plano detalhado sem escrever nenhum codigo ainda.

Por que aprender:

Features construidas sem planejamento resultam em codigo desorganizado e refatoracoes constantes. Plan mode forca uma arquitetura pensada antes da implementacao.

Conceitos-chave:

Ative plan mode com Shift+Tab. Descreva a feature: requisitos, comportamento esperado, restricoes. O Claude vai mapear arquivos afetados, interfaces necessarias e ordem de implementacao.

O que e:

Revisar criticamente o plano gerado pelo Claude antes de implementar. Verificar se ele considerou edge cases, se a arquitetura faz sentido e se nao falta nenhum componente.

Por que aprender:

O plano e sua ultima chance de fazer correcoes de curso baratas. Mudar um plano custa zero. Mudar codigo implementado custa horas. Revise agora, economize depois.

Conceitos-chave:

Pergunte: "E se o usuario fizer X?", "Voce considerou autenticacao/validacao?", "Qual o impacto em performance?". Ajuste o plano ate ficar satisfeito antes de prosseguir.

O que e:

Executar o plano passo a passo, pedindo ao Claude para implementar um componente por vez. Nao tente implementar tudo de uma vez - va incrementalmente.

Por que aprender:

Implementacao incremental permite validar cada parte antes de seguir. Se algo der errado, voce sabe exatamente onde o problema esta. O diff fica pequeno e facil de revisar.

Conceitos-chave:

Prompt: "Implemente o passo 1 do plano: criar o modelo de dados." Revise. "Agora o passo 2: criar o endpoint." Revise. Cada passo e um checkpoint validado antes do proximo.

O que e:

Pedir ao Claude para rodar todos os testes existentes e escrever novos testes para a feature implementada. Verificar que nada quebrou e que a feature funciona como esperado.

Por que aprender:

Feature sem teste e bomba-relogio. O Claude pode escrever testes unitarios, de integracao e edge cases em segundos. Nao ha desculpa para entregar codigo sem cobertura.

Conceitos-chave:

Prompt: "Rode os testes existentes e escreva testes para a nova feature cobrindo happy path e edge cases." O Claude roda npm test / pytest, analisa falhas e cria testes complementares.

O que e:

Pedir ao Claude para revisar todo o codigo da feature, limpar TODOs, melhorar nomes de variaveis, adicionar comentarios onde necessario e garantir que segue os padroes do projeto.

Por que aprender:

Codigo funcional nao e suficiente. Codigo limpo, documentado e consistente com o resto do projeto e o que diferencia entrega profissional de prototipo. O polish e o acabamento.

Conceitos-chave:

Use /review para uma revisao automatica. Peca: "revise todo o codigo novo, verifique naming, documentacao, edge cases nao tratados e conformidade com os padroes do projeto."

O que e:

Usar /commit para gerar commits atomicos e descritivos para a feature. Se a feature e grande, divida em commits logicos: modelo, endpoint, testes, etc.

Por que aprender:

Commits atomicos facilitam code review, rollback e entendimento do historico. Um commit gigante com toda a feature e muito mais dificil de revisar e reverter parcialmente.

Conceitos-chave:

Para features grandes, faca commits incrementais: "feat: add user model", "feat: add user API endpoint", "test: add user endpoint tests". Use /commit em cada etapa ou peca ao Claude para organizar os commits.

Ver Completo
3.3 ~20 min

♻️ Refatorar Codigo

O workflow para melhorar a estrutura do codigo existente sem alterar comportamento. Refatoracao segura com Claude como par de programacao.

O que e:

Antes de refatorar, pedir ao Claude para explicar a arquitetura atual do codigo que sera modificado. Entender dependencias, acoplamentos e razoes pelas quais o codigo esta como esta.

Por que aprender:

Refatorar sem entender o estado atual e receita para desastre. O codigo pode ter complexidades por boas razoes (edge cases, performance, compatibilidade). Entenda antes de mudar.

Conceitos-chave:

Prompt: "Analise a arquitetura atual de [modulo]. Explique as dependencias, o fluxo de dados e quaisquer patterns utilizados. Identifique code smells e divida tecnica." O Claude mapeia tudo antes de tocar.

O que e:

Estabelecer um objetivo claro para a refatoracao: extrair funcao, renomear, simplificar logica, remover duplicacao, ou melhorar testabilidade. Refatoracao sem objetivo vira mudanca gratuita.

Por que aprender:

Objetivos claros mantΓ©m o escopo controlado. "Refatorar tudo" e impossivel de revisar. "Extrair a logica de validacao para um modulo separado" e concreto e verificavel.

Conceitos-chave:

Seja especifico: "Refatore para extrair a logica de parsing do arquivo X para um modulo separado, mantendo a mesma interface publica." Isso da ao Claude um escopo fechado e objetivo mensuravel.

O que e:

Depois que o Claude aplica a refatoracao, revisar o diff linha por linha. Verificar que o comportamento foi preservado e que apenas mudancas estruturais foram feitas.

Por que aprender:

Refatoracao por definicao nao muda comportamento. Se o diff mostra logica nova ou condicoes alteradas, algo saiu do escopo. O review do diff e seu guardiao de seguranca.

Conceitos-chave:

Rode git diff apos a refatoracao. Peca ao Claude: "revise este diff e confirme que nenhum comportamento foi alterado." Qualquer mudanca semantica e red flag e deve ser revertida ou justificada.

O que e:

Executar toda a suite de testes apos a refatoracao. Se todos os testes passam, voce tem confianca alta de que o comportamento foi preservado. Se algum falha, a refatoracao introduziu regressao.

Por que aprender:

Testes sao a rede de seguranca da refatoracao. Sem testes passando, voce nao tem como garantir que a refatoracao foi segura. Este passo e inegociavel.

Conceitos-chave:

Peca: "rode todos os testes e me diga se algum falhou." Se um teste falha, e regressao: reverta ou corrija. Se nao ha testes, peca ao Claude para escrever testes ANTES de refatorar.

O que e:

Commitar a refatoracao com mensagem clara indicando que e uma mudanca estrutural, sem alteracao de comportamento. Convencao: "refactor: [descricao da mudanca]".

Por que aprender:

Commits de refatoracao devem ser separados de commits de feature. Isso permite reverter refatoracoes independentemente e facilita o entendimento do historico do projeto.

Conceitos-chave:

Use /commit. O Claude gera algo como "refactor: extract validation logic into separate module". Nunca misture refatoracao com feature no mesmo commit - sao mudancas com propositos diferentes.

O que e:

Principios guia para refatoracao eficaz: a regra do boy scout (deixe o codigo melhor do que encontrou), refatoracao oportunistica, e quando NAO refatorar.

Por que aprender:

Nem toda refatoracao vale a pena. Codigo que funciona, tem testes e ninguem toca nao precisa ser refatorado. Saber quando parar e tao importante quanto saber quando comecar.

Conceitos-chave:

Refatore quando: vai mudar o codigo de qualquer forma, codigo duplicado causa bugs, ou testabilidade esta comprometida. NAO refatore: codigo legado estavel que ninguem toca, ou antes de prazo apertado.

Ver Completo
3.4 ~20 min

πŸ—ΊοΈ Entender um Codebase Novo

O workflow para navegar e compreender um projeto desconhecido usando o Claude como guia. De visao geral a detalhes especificos.

O que e:

Pedir ao Claude para analisar a estrutura geral do projeto: diretorios, tecnologias usadas, arquitetura, entry points e dependencias principais. O mapa de alto nivel.

Por que aprender:

Sem visao geral, voce vai se perder nos detalhes. Comece de cima: entenda o que o projeto faz, como esta organizado e quais tecnologias usa. Depois zoom in nos detalhes que importam.

Conceitos-chave:

Prompt: "Analise este projeto. Me de uma visao geral: qual o proposito, quais tecnologias usa, como esta organizado, quais sao os entry points principais e as dependencias-chave." O Claude varre o projeto inteiro.

O que e:

Depois da visao geral, fazer drill-down em areas especificas: um modulo, um servico, um fluxo de dados. Perguntar sobre partes especificas que voce precisa entender para sua tarefa.

Por que aprender:

Voce nao precisa entender o projeto inteiro no primeiro dia. Precisa entender o suficiente para fazer sua tarefa. Zoom in no que importa agora, expanda conforme necessario.

Conceitos-chave:

Prompt: "Agora me explique em detalhes como funciona o modulo de autenticacao. Quais arquivos estao envolvidos, qual o fluxo de dados e como os tokens sao gerenciados?" Pergunte o que precisa para sua tarefa.

O que e:

Pedir ao Claude para tracar o fluxo completo de uma operacao: do input do usuario ate a resposta final. Seguir a cadeia de chamadas entre arquivos e modulos.

Por que aprender:

Entender o fluxo revela como os modulos se conectam. E a diferenca entre saber que um arquivo existe e entender como ele e usado no contexto real da aplicacao.

Conceitos-chave:

Prompt: "Trace o fluxo completo de um request POST /api/orders: do middleware ate o banco de dados e de volta ao response. Me mostre cada arquivo e funcao no caminho." O Claude segue a cadeia inteira.

O que e:

Usar /init para gerar um CLAUDE.md que documenta a arquitetura, convencoes e padroes do projeto. Isso cria uma "memoria persistente" que toda sessao futura vai carregar automaticamente.

Por que aprender:

Sem /init, cada nova sessao comeca do zero. Com o CLAUDE.md gerado, o Claude ja sabe as convencoes do projeto, estrutura de diretorios e padroes de codigo desde a primeira mensagem.

Conceitos-chave:

Rode /init apos explorar o projeto. O Claude gera um CLAUDE.md com: arquitetura, stack, convencoes de codigo, comandos de build/test e padroes de nomenclatura. Revise e ajuste conforme necessario.

O que e:

Perguntar ao Claude "por que" decisoes de arquitetura foram tomadas, nao apenas "o que" o codigo faz. Entender a intencao por tras do design e tao importante quanto entender a implementacao.

Por que aprender:

Saber que existe um cache nao e suficiente. Saber POR QUE existe um cache (performance do banco, limite de API, etc.) e o que previne voce de remover algo essencial por ignorancia.

Conceitos-chave:

Prompt: "Por que este modulo usa event sourcing em vez de CRUD direto?", "Por que existe esta camada de cache aqui?", "Qual problema este workaround resolve?" O Claude analisa o contexto e infere razoes.

O que e:

A abordagem sistematica para entrar num projeto novo: visao geral primeiro, depois fluxos criticos, depois detalhes conforme necessario. Nao tente entender tudo de uma vez.

Por que aprender:

Onboarding eficiente reduz o tempo ate a primeira contribuicao de semanas para horas. Com Claude, voce pode explorar o codebase de forma interativa em vez de ler documentacao estatica.

Conceitos-chave:

Fluxo recomendado: 1) Big picture com Claude 2) /init para gerar CLAUDE.md 3) Trace dos fluxos criticos 4) Primeira tarefa pequena para validar entendimento 5) Expandir conhecimento conforme necessario.

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3.5 ~20 min

πŸ§ͺ Escrever Testes

O workflow completo para identificar gaps de cobertura, gerar testes e adotar praticas de TDD usando Claude Code como co-piloto de testes.

O que e:

Pedir ao Claude para analisar o codigo e identificar areas sem cobertura de testes: funcoes nao testadas, branches nao cobertas, edge cases ignorados e cenarios de erro sem teste.

Por que aprender:

Voce nao pode testar o que nao sabe que falta. O Claude analisa o codigo e os testes existentes para mapear exatamente onde estao os gaps. Isso prioriza o esforco de teste.

Conceitos-chave:

Prompt: "Analise os testes existentes e o codigo em [diretorio]. Identifique funcoes sem testes, branches nao cobertos e edge cases nao testados. Priorize por risco." O Claude gera um mapa de gaps.

O que e:

Pedir ao Claude para gerar testes para os gaps identificados. Ele cria testes que seguem os patterns e framework ja usados no projeto (jest, pytest, vitest, etc.).

Por que aprender:

Escrever testes manualmente e demorado e repetitivo. O Claude gera testes em segundos, cobrindo happy paths, edge cases e cenarios de erro. Voce revisa e ajusta em vez de escrever do zero.

Conceitos-chave:

Prompt: "Escreva testes para [funcao/modulo] cobrindo: happy path, input invalido, edge cases e cenarios de erro. Siga o mesmo framework e patterns dos testes existentes." O Claude analisa testes existentes e replica o estilo.

O que e:

Rodar os testes gerados pelo Claude e verificar que todos passam. Testes que falham precisam ser corrigidos - o Claude pode ter gerado assertions incorretas ou mocks incompletos.

Por que aprender:

Testes gerados por IA podem ter erros: mocks incorretos, assertions erradas, setup incompleto. Rodar e verificar e essencial antes de considerar a tarefa completa.

Conceitos-chave:

Peca: "rode os testes que voce criou e corrija qualquer falha." O Claude executa, analisa erros e corrige. Repita ate todos os testes passarem. Verifique que testes existentes tambem continuam passando.

O que e:

Rodar o coverage report apos adicionar os novos testes e verificar se a cobertura melhorou. Identificar areas que ainda estao descobertas e decidir se precisam de mais testes.

Por que aprender:

Coverage quantifica o progresso. Sem metricas, voce nao sabe se os testes novos realmente cobriram o que faltava. O coverage report e seu comprovante de trabalho.

Conceitos-chave:

Peca: "rode os testes com coverage e me mostre o relatorio." O Claude executa npm test --coverage / pytest --cov e analisa o resultado. Se a cobertura nao e suficiente, ele sugere mais testes.

O que e:

Usar Claude Code para TDD: primeiro escrever o teste que falha, depois implementar o codigo que faz o teste passar, depois refatorar. Red-Green-Refactor com IA.

Por que aprender:

TDD com Claude e extremamente eficiente. Voce descreve o comportamento desejado, Claude escreve o teste, voce valida, e entao Claude implementa o codigo. O teste guia a implementacao.

Conceitos-chave:

Prompt: "Escreva um teste para [funcionalidade]. O teste deve falhar porque a funcao ainda nao existe." Depois: "Agora implemente a funcao para passar o teste." Depois: "Refatore mantendo os testes passando."

O que e:

Principios para testes de qualidade: testes deterministicos, isolamento, nomes descritivos, arrange-act-assert e quando usar mocks vs dados reais.

Por que aprender:

Testes ruins sao piores que nenhum teste: dao falsa confianca, quebram por motivos errados e sao dificeis de manter. Bons testes documentam o comportamento e protegem contra regressao.

Conceitos-chave:

Peca ao Claude: "revise estes testes por boas praticas." Ele verifica: testes deterministicos, sem dependencia de ordem, nomes claros, assertions especificas (nao genericas), e isolamento adequado entre testes.

Ver Completo
3.6 ~20 min

πŸ” Code Review

O workflow para usar Claude Code como reviewer. De pedir revisao a enderecar feedback e preparar codigo para merge.

O que e:

Pedir ao Claude para revisar suas mudancas antes de criar um PR. Voce pode ser especifico: "revise por seguranca", "revise por performance", ou pedir uma revisao geral completa.

Por que aprender:

Todo codigo se beneficia de um segundo par de olhos. O Claude identifica patterns problematicos, vulnerabilidades e inconsistencias que voce nao percebe quando esta imerso no codigo.

Conceitos-chave:

Prompt: "Revise minhas mudancas desde o ultimo commit. Foque em: bugs potenciais, seguranca, performance e legibilidade." Quanto mais especifico o foco, melhor a qualidade do review.

O que e:

O slash command /review faz uma revisao automatica do diff atual. Analisa todas as mudancas staged e unstaged procurando problemas de seguranca, bugs, performance e estilo.

Por que aprender:

/review e mais rapido que escrever um prompt de revisao. Um unico comando e voce tem uma revisao estruturada. Ideal para usar antes de todo /commit e todo /pr.

Conceitos-chave:

Digite /review e o Claude analisa o diff completo. Ele retorna: issues encontradas por categoria (bug, seguranca, performance, estilo), severidade e sugestoes de correcao. Use como pre-commit check.

O que e:

Resolver os problemas apontados na revisao. Voce pode pedir ao Claude para corrigir automaticamente ou decidir caso a caso quais sugestoes aceitar.

Por que aprender:

Nem todo feedback precisa ser aceito. Mas cada ponto deve ser avaliado. Aprender a triar - aceitar correcoes criticas, discutir sugestoes de estilo, descartar falsos positivos - e uma skill de review.

Conceitos-chave:

Prompt: "Corrija os issues de seguranca e os bugs. Para os problemas de estilo, aplique apenas os que fazem sentido pro padrao deste projeto." Voce direciona quais mudancas aplicar.

O que e:

Rodar /review novamente apos aplicar as correcoes. Verificar que os problemas foram resolvidos e que as correcoes nao introduziram novos issues.

Por que aprender:

Correcoes podem introduzir novos problemas. Re-review e o loop de feedback que garante que voce nao esta jogando whack-a-mole com bugs. So prossiga quando o review esta limpo.

Conceitos-chave:

Rode /review de novo. Se limpo, prossiga. Se novos issues, corrija e repita. O ciclo review > fix > re-review garante qualidade antes do commit e elimina problemas iterativamente.

O que e:

Pedir revisoes focadas em areas especificas: seguranca (SQL injection, XSS, autenticacao), performance (N+1 queries, memory leaks, algoritmos), ou conformidade (coding standards, patterns).

Por que aprender:

Revisoes genericas pegam problemas superficiais. Revisoes focadas pegam problemas profundos. Um review de seguranca focado encontra vulnerabilidades que um review geral nao percebe.

Conceitos-chave:

Prompts: "Revise este codigo APENAS por vulnerabilidades de seguranca. Procure: injection, XSS, autenticacao bypassada, dados sensiveis expostos." Ou: "Revise por performance: N+1 queries, loops desnecessarios, allocations excessivas."

O que e:

Uma checklist mental (e do Claude) para validar antes de abrir um PR: testes passando, review limpo, sem console.logs esquecidos, sem TODOs pendentes, sem secrets commitados.

Por que aprender:

PRs que voltam com comentarios sobre erros basicos desperdicam tempo de todos. A pre-PR checklist elimina os erros mais comuns antes de pedir review humano.

Conceitos-chave:

Prompt: "Faca uma checklist pre-PR: testes passam? review limpo? console.logs removidos? TODOs resolvidos? secrets no codigo? imports nao usados? tipos corretos?" O Claude verifica cada item automaticamente.

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3.7 ~20 min

πŸš€ Criar Pull Request

O workflow para preparar commits, usar /pr e gerar pull requests completas e profissionais com descricao gerada pelo Claude.

O que e:

Antes de criar o PR, organizar os commits: squash se necessario, mensagens claras, commits atomicos. O historico de commits e parte da comunicacao do PR.

Por que aprender:

Um PR com 47 commits "wip" e "fix typo" dificulta review. Commits bem organizados contam a historia da mudanca e permitem review por commit, nao por arquivo.

Conceitos-chave:

Peca ao Claude: "revise meu historico de commits e sugira como organizar para o PR." Ele pode sugerir squash de commits WIP, reordenacao logica, ou manter como esta se ja esta bom.

O que e:

O slash command /pr cria uma pull request automaticamente: analisa todos os commits, gera titulo, descricao detalhada, e abre o PR no GitHub/GitLab diretamente do terminal.

Por que aprender:

Criar PRs manualmente exige escrever descricoes, listar mudancas, adicionar contexto. O /pr faz tudo isso automaticamente baseado nos commits e diff, economizando minutos em cada PR.

Conceitos-chave:

Digite /pr e o Claude: 1) analisa todos os commits na branch, 2) gera titulo descritivo, 3) cria descricao com contexto, mudancas e impacto, 4) abre o PR via gh cli. Tudo em um comando.

O que e:

O conteudo que o Claude gera para o PR: titulo conciso, summary das mudancas, motivacao/contexto, lista de arquivos modificados, instrucoes de teste e notas de review.

Por que aprender:

Entender o que o Claude gera permite ajustar e melhorar. Ele cria uma base excelente, mas voce pode querer adicionar screenshots, links para issues ou contexto que so voce sabe.

Conceitos-chave:

O Claude gera: titulo no padrao do repo, descricao com "What" e "Why", lista de mudancas por arquivo, breaking changes se houver, e instrucoes de como testar. E uma PR description profissional automatica.

O que e:

Revisar a descricao do PR gerada pelo Claude antes de submeter. Verificar que a descricao esta precisa, que o contexto esta correto e que nao falta informacao importante.

Por que aprender:

O Claude nao sabe sobre conversas no Slack, decisoes em reuniao ou contexto de negocio. Voce precisa adicionar esse contexto humano que torna a PR description realmente util para reviewers.

Conceitos-chave:

Verifique: o titulo reflete a mudanca? A descricao explica o "por que"? Links para issues estao corretos? Breaking changes estao documentados? Instrucoes de teste sao claras? Adicione o que falta.

O que e:

Fazer ajustes finais no PR: adicionar labels, assignees, reviewers, milestone e qualquer metadado que o /pr nao adicionou automaticamente.

Por que aprender:

Metadata do PR facilita triagem e organizacao. Labels categorizam (bug, feature, refactor), reviewers agilizam o processo, e milestones conectam ao planejamento. O /pr cria o PR, voce personaliza.

Conceitos-chave:

Apos o /pr criar o PR, adicione: labels (tipo de mudanca, prioridade), reviewers (quem precisa aprovar), milestone (sprint/release) e linked issues (closes #123). O Claude pode ajudar via gh cli.

O que e:

Principios para PRs de qualidade: tamanho ideal (200-400 linhas), uma preocupacao por PR, descricao que conta historia, e resposta rapida a review comments.

Por que aprender:

PRs gigantes nao sao revisadas com cuidado. PRs pequenas e focadas recebem review rapido e de qualidade. O tamanho do PR afeta diretamente a qualidade do feedback que voce recebe.

Conceitos-chave:

Regras: PRs < 400 linhas, um proposito por PR, descricao com contexto e instrucoes de teste. Se a feature e grande, divida em PRs menores encadeados. Responda review comments em < 24h.

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3.8 ~20 min

πŸͺ΅ Debug com Logs e Erros

O workflow para debugar usando logs, stack traces e mensagens de erro. Cole o erro, pipe os logs e deixe o Claude tracar a causa raiz.

O que e:

A forma mais direta de debugar: copiar o erro completo (stack trace, mensagem, contexto) e colar diretamente no Claude Code. Ele analisa o erro no contexto do seu codebase.

Por que aprender:

O Claude tem acesso ao seu codebase. Quando voce cola um erro, ele nao so interpreta o stack trace mas navega ate os arquivos mencionados e entende o contexto real da falha.

Conceitos-chave:

Cole o erro completo, nao so a mensagem. Inclua: stack trace, linha do erro, tipo de excecao, e contexto de quando aconteceu. Prompt: "Este erro acontece quando [acao]. Aqui esta o stack trace: [cole tudo]."

O que e:

Usar pipe para enviar logs diretamente ao Claude: tail -f app.log | claude -p "analise estes logs". Ideal para logs longos que nao cabem em um paste manual.

Por que aprender:

Logs de producao podem ter milhares de linhas. Pipe permite filtrar e enviar apenas o relevante: tail -100 app.log | grep ERROR | claude -p "o que esta causando estes erros?".

Conceitos-chave:

Exemplos: cat error.log | claude -p "analise". tail -500 app.log | grep -A5 "Exception" | claude -p "identifique o padrao de erro". Combine grep para filtrar antes de enviar ao Claude.

O que e:

Pedir ao Claude para tracar a causa raiz partindo do erro: seguir o stack trace, analisar o fluxo de dados, identificar onde o estado ficou inconsistente e por que.

Por que aprender:

O Claude traca automaticamente: le o arquivo da linha do erro, segue a cadeia de chamadas, verifica inputs e outputs de cada funcao. E como ter um debugger que entende semantica.

Conceitos-chave:

Prompt: "Trace a causa raiz deste erro. Comece pela linha do stack trace e siga a cadeia de chamadas ate encontrar onde o dado ficou invalido." O Claude navega pelos arquivos e apresenta a cadeia causal.

O que e:

Aplicar a correcao baseada na causa raiz identificada. O Claude edita os arquivos necessarios com a mudanca minima para resolver o problema.

Por que aprender:

Depois de entender a causa raiz, a correcao deve ser cirurgica. Mudancas minimas sao mais faceis de revisar, testar e reverter se necessario. O Claude aplica exatamente o necessario.

Conceitos-chave:

Prompt: "Aplique a correcao minima para resolver a causa raiz identificada." Revise o diff. Se a correcao e mais complexa do que esperado, questione se a causa raiz esta realmente correta.

O que e:

Verificar que o fix realmente resolveu o problema: reproduzir o cenario que causava o erro e confirmar que agora funciona. Rodar testes relacionados.

Por que aprender:

Um fix que nao e verificado nao e um fix. Reproduza o erro original e confirme que nao acontece mais. Rode a suite de testes para garantir que nada mais quebrou.

Conceitos-chave:

Peca: "rode o cenario que causava o erro e confirme que esta resolvido. Depois rode todos os testes." O Claude executa o teste de verificacao e a suite completa, reportando os resultados.

O que e:

Tecnicas avancadas: adicionar logging temporario com Claude, usar breakpoints estrategicos, debugar race conditions e problemas de timing.

Por que aprender:

Nem todo bug tem stack trace claro. Bugs intermitentes, race conditions e problemas de state precisam de abordagens especializadas. O Claude pode sugerir e implementar estrategias de debugging avancadas.

Conceitos-chave:

Prompt: "Adicione logging temporario estrategico para rastrear o valor de [variavel] ao longo do fluxo." Ou: "Este bug e intermitente - sugira uma estrategia de debugging para race conditions." Remova logs temporarios apos resolver.

Ver Completo
3.9 ~20 min

πŸ”€ Refatoracao Multi-arquivo

O workflow para refatoracoes grandes que afetam muitos arquivos. Planejamento, execucao em batches e uso de /compact durante migracoes longas.

O que e:

Usar plan mode (Shift+Tab) para mapear TODOS os arquivos afetados pela refatoracao antes de tocar em qualquer codigo. O Claude cria um inventario completo de mudancas necessarias.

Por que aprender:

Refatoracao multi-arquivo sem plano e caos. Voce muda um arquivo e quebra 15 outros. O plano mostra todas as dependencias, ordem de execucao e riscos antes de comecar.

Conceitos-chave:

Prompt em plan mode: "Planeje a refatoracao de [X] para [Y]. Liste TODOS os arquivos afetados, a ordem de mudanca e dependencias entre eles." O Claude gera um plano de migracao completo.

O que e:

Revisar criticamente o escopo da refatoracao: quantos arquivos, quais sao criticos, qual a ordem de dependencia, e se o escopo nao cresceu alem do necessario.

Por que aprender:

Scope creep e o inimigo de refatoracoes grandes. O Claude pode incluir mudancas "nice to have" que nao sao necessarias agora. Revise e corte o escopo para o minimo viavel.

Conceitos-chave:

Pergunte: "Este arquivo realmente precisa mudar nesta fase?" e "Podemos dividir esta refatoracao em fases menores?" Priorize mudancas criticas e adie as opcionais para outro PR.

O que e:

Dividir a refatoracao em batches (lotes) de 3-5 arquivos por vez. Cada batch e uma unidade completa que pode ser testada independentemente antes de prosseguir.

Por que aprender:

Mudar 50 arquivos de uma vez e impossivel de debugar se algo quebra. Em batches de 5, voce sabe exatamente qual batch introduziu o problema. E mais seguro e controlavel.

Conceitos-chave:

Prompt: "Execute o batch 1 do plano: arquivos [lista]. Aplique as mudancas e me avise quando terminar." Teste. Commit. Proximo batch. Cada batch e um checkpoint de seguranca.

O que e:

Rodar todos os testes apos cada batch de mudancas. Se testes falham, corrigir ANTES de seguir para o proximo batch. Nunca acumular batches sem validacao.

Por que aprender:

Testar apos cada batch mantem o projeto funcional durante toda a migracao. Se voce acumula 5 batches sem testar e algo quebra, encontrar a causa em 25 arquivos e pesadelo.

Conceitos-chave:

Fluxo: batch > test > fix se necessario > commit > proximo batch. Peca: "rode todos os testes apos este batch." Se falhar: "corrija as falhas mantendo as mudancas do batch." Nunca pule testes.

O que e:

Depois de todos os batches, fazer uma varredura final: verificar que nao ficou nenhuma referencia antiga, imports quebrados, ou inconsistencias entre os arquivos migrados.

Por que aprender:

Batches podem deixar inconsistencias entre si: um arquivo usa a interface nova, outro ainda referencia a antiga. A varredura final pega esses gaps que testes individuais nao captam.

Conceitos-chave:

Prompt: "Faca uma varredura final: procure por referencias antigas a [nome antigo], imports quebrados, tipos inconsistentes e qualquer artefato da refatoracao que ficou para tras." O Claude varre todo o projeto.

O que e:

Usar /compact estrategicamente durante migracoes longas para liberar contexto sem perder o plano de migracao. Compacte preservando o status: quais batches foram feitos, quais faltam.

Por que aprender:

Migracoes longas consomem muito contexto. Sem /compact, voce atinge o limite e o Claude comeca a esquecer o plano. Com /compact estrategico, voce mantem a sessao funcional durante toda a migracao.

Conceitos-chave:

Prompt para /compact: "Compacte preservando: o plano de migracao, quais batches ja foram concluidos (1-3), quais faltam (4-7), e quaisquer decisoes importantes tomadas." O Claude compacta mantendo o contexto critico.

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