Áreas INEMA v6.2 · 3 módulos · 9 aulas de uns 15 minutos
O eventos.inema.pro organiza o estudo em nove áreas. Em cada aula você entende uma delas, vê para quem ela serve e faz o primeiro passo no seu próprio trabalho. No fim de cada aula há o material completo da área para quem quer ir mais fundo.

Gestão de IA, AGI-ready e IA Cultivada: o trabalho passa a ser dirigir, delegar e cultivar agentes.
Claude → Codex, Codex + Claude e OSWork: onde os agentes trabalham e como não ficar preso a um só.
RSI, JEV e WebMCP: melhorar com teste, decidir com critério e preparar o seu site para agentes.
Áreas INEMA v6.2
Os termos técnicos do curso em palavras simples. Cada termo leva às aulas em que aparece.
uma IA que recebe uma responsabilidade e faz o trabalho com ferramentas, em vez de só responder uma pergunta. Exemplo: responder as dúvidas de férias dos funcionários com base na política da empresa.
uma IA que recebe uma responsabilidade e faz o trabalho com ferramentas, em vez de só responder uma pergunta. Exemplo: responder as dúvidas de férias dos funcionários com base na política da empresa.
a ferramenta da Anthropic em que o Claude trabalha direto nos arquivos de um projeto, lendo, escrevendo e executando tarefas, em vez de só conversar.
a ferramenta da OpenAI que faz o mesmo papel do Claude Code: um agente que trabalha nos arquivos de um projeto com os modelos da OpenAI.
testes que dizem se o resultado de uma IA atende ao critério de sucesso definido antes. Exemplo: conferir se o comunicado cita só coberturas que estão no contrato.
Aparece em: Aula 2
a passagem de bastão entre uma sessão de trabalho e a próxima: um texto com decisões, pendências e próximos passos que a sessão seguinte lê antes de agir.
ficar preso a um fornecedor porque sair dele custa caro. Exemplo: não conseguir trocar de ferramenta porque as suas regras só existem dentro dela.
Aparece em: Aula 4
o ciclo de melhoria que a área usa: executar, observar, criticar, propor, experimentar, validar, promover e repetir. Cada mudança que melhora vira a nova versão do processo; a que piora volta atrás.
o programa que faz a IA funcionar no dia a dia e guarda as instruções, a memória e o histórico dela. O Claude Code e o Codex são exemplos.
Aparece em: Aula 4
o conjunto de cuidados que fazem um site ser encontrado e bem entendido por buscadores, como título, descrição e textos claros. Agentes de IA também leem essas informações.
Aparece em: Aula 9
um manual reutilizável que o agente carrega: instruções, modelos, listas de conferência e exemplos de como a sua organização costuma fazer uma tarefa.
a janela de texto do computador onde você digita comandos em vez de clicar em botões.
a unidade em que os modelos de IA contam o texto que leem e escrevem. O preço de uso costuma ser cobrado por quantidade de tokens.
Aparece em: Aula 1
uma forma de a própria página descrever para agentes de IA o que ela sabe fazer, com nome, descrição e o que cada ação pede e devolve. Assim o agente chama a ação certa em vez de adivinhar onde clicar. Ainda é experimental.
Aparece em: Aula 9
Aula 1 de 9 · Gestão de IA

Você consegue dizer em uma frase o que a área Gestão de IA resolve e montar a ficha de gestão de um agente para um processo seu.
Montar um assistente de IA virou coisa de uma tarde. O problema aparece depois: ninguém sabe quem aprova o que ele faz, até onde ele pode ir e quanto ele custa. Esta área trata exatamente disso.
Em 1 minuto
Um agente é uma IA que recebe uma tarefa e a executa. Ele pode ler documentos, preencher uma planilha ou responder mensagens.
A área Gestão de IA parte de uma constatação. Criar agentes ficou fácil. O que trava a empresa vem depois: quem responde pelo resultado, o que o agente pode fazer sozinho e como saber se ele está indo bem.
Diego descobriu que o RH já usa três assistentes, cada um montado por uma pessoa diferente. Quando um deles respondeu errado sobre férias, ninguém sabia de quem era.
A página da área diz que a lógica é a mesma da velha gestão de pessoas, com mais medida. Uma pessoa tem cargo, responsabilidade, ferramentas, limites e avaliação. Um agente tem papel, objetivo, contexto, ferramentas, autonomia e avaliação.
Há duas novidades. O agente precisa de contexto escrito, porque não aprende no cafezinho. E a autonomia dele é graduada: ele recebe uma alçada, um limite do que decide sozinho.
Sônia pegou a descrição da vendedora que atende o WhatsApp da loja de calçados. Em vinte minutos ela virou a ficha de um agente de atendimento.
Cargo: atendimento no WhatsApp.
Limite: desconto só com a gerente.
Avaliação: conversa com a gerente no fim do mês.
Papel: tirar dúvidas de tamanho, troca e horário.
Contexto: tabela de numeração e política de trocas coladas.
Alçada: nunca oferece desconto.
Avaliação: Sônia lê dez conversas por semana.
A página usa regras que a empresa já conhece. No contábil, quem lança não aprova. No jurídico, o agente prepara e o advogado decide e assina.
Para cada agente, separe o trabalho em três grupos: o que ele faz sozinho, o que ele confirma antes e o que ele jamais executa.
Diego pediu ajuda a um chat de IA para separar as tarefas do assistente de férias.
VocêO que o meu assistente de férias pode fazer?
IAEle pode tirar dúvidas, analisar os pedidos e aprovar os que estiverem dentro da regra…
Sem limite escrito, "aprovar" entrou na lista. Uma decisão de pessoa foi parar no agente.
VocêTenho um assistente que responde dúvidas de férias dos funcionários, com a política de férias colada abaixo. Separe o que ele pode fazer em três grupos: faz sozinho, confirma com o RH antes, jamais executa. [política de férias colada aqui]
IAFaz sozinho: explicar a regra, informar como pedir. Confirma com o RH antes: responder casos fora da regra. Jamais executa: aprovar ou negar férias; alterar a folha.
A decisão sobre as férias continua com uma pessoa. O agente vai até a porta, nunca além.
Se travou aqui, é normalÀs vezes você não sabe em qual grupo pôr uma tarefa. Na dúvida, ponha em "confirma antes". Depois de algumas semanas lendo as respostas, você decide se ela pode subir para "faz sozinho".
A decisão mais dura da página é esta: não pôr agentes para executar processos antigos mais rápido. Muitas etapas só existem porque antes não havia outro jeito. Acelerar essas etapas entrega o erro mais depressa.
A pergunta da área é simples. Se eu tivesse pessoas, agentes e automações hoje, esse processo ainda existiria desse jeito?
Sônia ia pôr um agente para copiar os pedidos do WhatsApp numa planilha, como a vendedora fazia à mão. Parou antes e perguntou se a planilha ainda era necessária.
O agente copia cada pedido do WhatsApp para a planilha, que a vendedora confere e passa para a lista do estoque.
Três cópias da mesma informação, agora mais rápidas.
O agente anota o pedido direto na lista do estoque. A vendedora só confere os pedidos com troca.
Uma cópia só, e a pessoa fica com o caso difícil.
O LOOP-R é o ciclo que a área usa para o processo não ficar parado. Cada execução gera uma proposta de melhoria. Se a mudança melhora o resultado, ela vira a nova versão. Se piora, volta à anterior.
Teste-se
Uma equipe montou um agente numa tarde. Ele já executa o fluxo de aprovação antigo, só que mais rápido. O que a área diria?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver uma ficha com dono, alçada e três formas de medir. Cerca de 10 minutos.
Descreva o processo sem nomes de clientes nem dados pessoais. Se a resposta vier genérica, acrescente uma etapa real do seu processo e peça de novo.
Leia a página https://eventos.inema.pro/gestao-ia/ (área Gestão de IA do INEMA). Meu processo: <descreva o processo e quem faz cada etapa hoje> O agente que eu penso usar: <o que ele faria> Entregue: 1) Se esse processo ainda deveria existir desse jeito, e o que eu cortaria. 2) O que o agente faz sozinho, o que confirma antes e o que jamais executa. 3) Quem deve aprovar o resultado dele. 4) Três formas de medir se ele está indo bem. Não invente dados do meu processo: onde faltar informação, pergunte.
Meu processo: funcionário manda dúvida de férias por e-mail; uma pessoa do RH lê a política e responde em até dois dias.
O agente que eu penso usar: responder as dúvidas comuns com base na política de férias colada.
Você acabou de tratar um agente como algo a gerenciar, e não só a montar.
Cola da aula
A área abre com a frase "2026 ensinamos a criar agentes. 2027 é o ano de aprender a gerenciá-los." Gerenciar um agente é dar papel, objetivo, contexto, ferramentas, alçada e avaliação, como sempre se fez com pessoas. A página propõe redesenhar a empresa para a velocidade dos agentes, em vez de acelerar processos antigos.
A área junta a tese, as 8 competências do gestor de IA, o LOOP-R, a Formação Gestão de IA 2027 e os cursos e projetos do INEMA que já cobrem a maior parte do caminho.
A página mostra as eras da gestão. De 1980 a 2000, gestão de pessoas. De 2000 a 2020, gestão de processos. De 2020 a 2025, transformação digital. De 2025 a 2026, construção de agentes.
Em 2027, a gestão coordena pessoas, agentes, modelos, processos e orçamento computacional ao mesmo tempo. A construção do agente em si fica na área AGI-ready.
Funcionário, cargo, responsabilidade, ferramentas, limites e avaliação viram agente, papel, objetivo, contexto, ferramentas, autonomia e avaliação. Entram dois itens novos: contexto explícito e autonomia graduada.
Exemplos da página: no contábil, quem lança não aprova. No jurídico, o agente prepara e o advogado decide e assina. Na saúde, algumas decisões ficam fora da alçada do agente.
Estratégia: qual resultado queremos. Arquitetura do trabalho: o processo ainda deveria existir. Delegação: o que entregar ao agente. Orquestração: um agente ou vários, em série ou em paralelo.
Governança: o que ele faz sozinho, confirma ou jamais executa. Economia: quanto custa produzir o resultado. Avaliação: está bom, comparado a quê. Evolução: o que aprendemos nesta execução.
A página resume a conta da economia: um agente barato que erra e precisa de duas tentativas custou o dobro da tabela. Por isso ela mede custo por resultado, e não só o preço por token.
A página compara quatro gerações de processo: tradicional, automatizado, agêntico e o processo com o LOOP-R. No último, o processo vira um sistema vivo, com versões.
As regras são três: não automatize um processo ruim; pessoas dirigem, agentes executam; promover e reverter são etapas, não acidentes.
A Formação Gestão de IA 2027 tem dez módulos e um projeto final, com o curso Gestão de IA como espinha. O projeto final é o Gestoria, um simulador de gestão de empresa agêntica.
A página é honesta: a formação empacota uma tese, e entre 75% e 80% da base já existe em cursos e projetos abertos. O melhor primeiro módulo, diz a área, é um processo da sua empresa.
Fontes: Área Gestão de IA · Curso Gestão de IA · Gestoria · LOOP-R
Aula 1 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 2 de 9 · AGI-ready

Você consegue reescrever um pedido seu à IA como delegação, em cinco peças: objetivo, o que importa, limites, recursos e como saber que está bom.
Muita gente ainda usa a IA como quem dita uma receita, passo a passo. Quando um passo falta, o resultado sai errado. A área AGI-ready mostra outro jeito: dizer aonde quer chegar e deixar o caminho com a IA.
Em 1 minuto
A página lembra que, por três anos, tentamos pôr a operação inteira dentro de um pedido gigante. Hoje existem agentes que trabalham por horas ou dias. Nesse caso, você diz o destino e o agente descobre o caminho.
A mudança na sua mesa é a unidade do pedido. Uma tarefa diz o que fazer agora. Uma responsabilidade diz do que cuidar, e o agente planeja, executa e volta com o resultado.
Sônia pegou o caderno do balcão e reescreveu três pedidos que fazia à IA toda semana. A lista mudou de verbo.
Escreva uma mensagem sobre a promoção de sábado.
Faça a lista dos tênis que faltam no estoque.
Responda este cliente sobre a troca.
Cuide da divulgação das promoções no WhatsApp.
Cuide da lista de reposição do estoque.
Cuide das dúvidas de troca, dentro da política da loja.
A página não diz que o pedido acabou. Diz que acabou o pedido que tenta ensinar cada passo. O novo pedido tem cinco peças: objetivo, o que importa, o que não pode acontecer, recursos disponíveis e como você vai julgar o resultado.
Diego escrevia um pedido de doze passos para montar o comunicado de mudança no plano de saúde. Toda vez faltava um detalhe. Ele trocou os passos pelas cinco peças.
VocêObjetivo: os funcionários entenderem a mudança no plano de saúde sem precisar ligar para o RH. O que importa: linguagem simples e o que muda para cada um. O que não pode acontecer: prometer cobertura que não está no contrato. Recursos: o resumo do contrato novo, colado abaixo. Como vou julgar: uma pessoa de fora do RH lê e entende em dois minutos. Antes de escrever, me mostre um plano.
IAPlano: 1) listar o que muda, a partir do resumo; 2) separar por tipo de funcionário; 3) escrever em frases curtas; 4) marcar o que não está claro no resumo para você confirmar.
O plano vem antes do texto. Diego confere se ele respeita o limite antes de a IA escrever uma linha.
Se travou aqui, é normalA peça mais difícil costuma ser "como vou julgar". Pense em quem vai usar o resultado e escreva o que essa pessoa precisa conseguir fazer com ele.
Delegar não é soltar tudo nem travar tudo. A página propõe a matriz de confiança, com três níveis: o que o agente decide sozinho, o que ele propõe e você aprova e o que ele nunca toca. Cada nível tem um dono.
Sônia montou a matriz para a responsabilidade de reposição do estoque.
O pedido passa a dizer o que você quer agora. O jeito de fazer bem, que é sempre igual, vai para uma Skill. A dica da página: se você explicou o mesmo procedimento três vezes, transforme em Skill. No chat comum, dá para começar simples: um texto salvo nas Notas que você cola junto com o pedido.
Diego percebeu que explicava sempre as mesmas regras de escrita dos comunicados do RH. Separou o pedido em duas colunas.
O assunto do comunicado.
O documento de origem.
Para quem vai.
Tom e tamanho das frases.
Modelo de título e assinatura.
Lista de conferência antes de enviar.
A página organiza o agente em degraus: intenção (por quê), objetivo (o quê), pedido, Skill, contexto, ferramentas, memória e, no topo, permissões e evals. Quando algo dá errado, a escada mostra o degrau vazio: faltou contexto, faltou Skill ou faltou critério.
Teste-se
Seu pedido à IA tem 30 passos numerados e ainda assim o resultado sai errado quando um passo falta. O que a área AGI-ready propõe?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver um pedido seu com as cinco peças e uma matriz de confiança. Cerca de 10 minutos.
Não cole nomes de clientes nem dados pessoais. Se a resposta vier genérica, acrescente um detalhe real do seu trabalho e peça de novo.
Leia a página https://eventos.inema.pro/agi-ready/ (área AGI-ready do INEMA). Meu pedido de hoje, do jeito que eu escrevo: <cole aqui um pedido seu à IA> Meu trabalho e o que já existe: <área, ferramentas e documentos que tenho> Reescreva como delegação, com cinco peças: objetivo, o que importa, o que não pode acontecer, recursos disponíveis e como vou julgar o resultado. Depois: 1) Monte a matriz de confiança: decide sozinho | propõe e eu aprovo | nunca toca. 2) Aponte o que é sempre igual e poderia virar um manual reutilizável. Não invente informações do meu trabalho: onde faltar, pergunte.
Meu pedido de hoje: escreva uma mensagem de WhatsApp avisando os clientes da promoção de sábado.
Meu trabalho e o que já existe: loja de calçados de bairro, lista de transmissão no WhatsApp e a tabela de preços da promoção.
Você acabou de trocar uma receita por uma delegação.
Cola da aula
A área abre com a frase "A IA parou de esperar ordens. Seu trabalho vira comandar agentes."
Com agentes que trabalham por horas ou dias, você diz o destino e o agente descobre o caminho, sem programar.
A página descreve seis mudanças: três vindas dos laboratórios e três na sua mesa.
Na mesa: tarefa vira responsabilidade, confiança vira curva, e seu valor sobe para objetivo, limites e julgamento.
A página cita, como referência externa, um vídeo em inglês sobre o artigo "Alien Minds", de Jakub Pachocki, da OpenAI.
O pedido não some. Some o pedido que ensina cada passo, como se fazia entre 2023 e 2025.
Pedido é o que você quer agora; Skill é como a organização costuma fazer, com modelos e exemplos.
Intenção, objetivo, pedido, Skill, contexto, ferramentas, memória, e no topo permissões e evals.
No exemplo da página, um agente com cinco Skills recebe uma frase curta e faz muito trabalho, porque o como já está pronto.
O resumo da página: não queremos só um agente poderoso, queremos um agente controlável.
Separe tarefa de responsabilidade. Reescreva um pedido como delegação e peça um plano antes de agir.
Transforme em Skill o que explicou três vezes. Escreva a matriz de confiança.
Dê contexto antes de dar ferramentas. Defina o que é "bom" antes de rodar.
Para começar: Os Super-Agentes Chegaram, Super-Agentes na prática e Arquiteto de Trabalho com IA.
Há também projetos com guia, como o Kit do Arquiteto de Agentes, e três portas: INEMA.CLUB, INEMA.VIP e INEMA.PRO.
Fontes: Área AGI-ready · Os Super-Agentes Chegaram · Super-Agentes na prática · Kit do Arquiteto de Agentes
Aula 2 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 3 de 9 · IA Cultivada

Você consegue explicar por que a sua IA melhora pelo ambiente em volta dela e montar a ficha de um agente seu com os oito elementos do cultivo.
Muita gente reclama que "a IA não aprende". O modelo, de fato, não aprende sozinho enquanto você usa. Quem melhora é o que você escreve e ajusta em volta dele. Esta área ensina a cuidar disso.
Em 1 minuto
A área abre com uma frase: "Antes, programávamos o comportamento. Agora, programamos o processo que produz o comportamento."
A página separa dois níveis. No primeiro, o laboratório cultiva o modelo, e você não participa. No segundo, você cultiva o agente: o modelo chega pronto, e o que muda é o ambiente em volta dele. A página chama esse ambiente de jardim.
Diego e uma colega usam o mesmo chat de IA para escrever comunicados internos. Os dela saem no tom da empresa; os dele, genéricos.
Abre o chat e pede "escreva um comunicado sobre o novo horário".
Nada escrito sobre a empresa, nenhum exemplo.
Cola uma página sobre a empresa, dois comunicados antigos aprovados e três regras de tom.
Mesmo modelo, outro jardim.
Todo agente, pessoal ou de empresa, é cultivado com os mesmos oito ingredientes: função, contexto, ferramentas, regras e limites, exemplos, memória, avaliação e feedback.
Os quatro primeiros fazem o agente funcionar. Os quatro últimos fazem ele melhorar. A página observa que a maioria das pessoas para no quarto e depois reclama que a IA não aprende.
Sônia usa a IA para escrever a descrição dos calçados no site da loja. Ela marcou o que tinha por escrito.
O coração do método é o ciclo: o agente trabalha, você avalia, a falha vira ajuste no ambiente e o agente melhora. A página chama cada volta de safra.
Duas regras sustentam o ciclo. A avaliação gera linhas, não impressões: uma linha por falha, num diário. E a correção vai no arquivo, não na conversa, porque a conversa se perde. O arquivo é um texto seu, nas Notas ou num documento, que você cola no começo de cada conversa com a IA.
Diego abriu o diário de falhas do agente de comunicados, com as quatro colunas da página.
Se travou aqui, é normalNão sabe se uma falha é "instrução" (faltou dizer algo à IA) ou "infra" (a ferramenta falhou: não abriu o arquivo, caiu)? Escreva a linha assim mesmo e deixe a última coluna em branco. O que importa é registrar; na revisão da semana você decide.
A página define três níveis. No nível 1, o agente propõe e você executa. No nível 2, ele executa e você revisa. No nível 3, ele executa e reporta. Todo agente começa no nível 1; nunca no 3.
Tudo cabe em cinco arquivos de texto: a ficha do agente, o contexto, os exemplos anotados, o diário de falhas e o placar da revisão semanal, onde você decide manter, subir ou voltar de nível.
Sônia pediu a um chat de IA para dizer em que nível o agente das descrições deveria começar.
VocêMeu agente escreve a descrição dos calçados novos para o site da loja. Em qual dos três níveis ele começa: propõe e eu executo, executa e eu reviso, ou executa e reporta?
IAComeça no nível 1: ele propõe a descrição e você publica. Suba para o nível 2 só depois de algumas semanas sem falhas novas no diário.
A resposta não promete prazo nem número. Ela amarra a subida de nível ao diário.
Teste-se
Depois de um mês, você diz que "sua IA ficou melhor", mas o modelo é o mesmo. O que melhorou, segundo a área?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver uma ficha v1.0 com os oito elementos e o cabeçalho do diário de falhas. Cerca de 10 minutos.
Descreva a tarefa sem nomes de clientes nem dados pessoais. Onde a IA escrever <preencher>, tudo bem: é o sinal de que ela não inventou.
Leia a página https://eventos.inema.pro/ia-cultivada/ (área IA Cultivada do INEMA). Meu jardim: <vida pessoal ou trabalho> A única função do agente: <uma responsabilidade só> O que eu já tenho: <documentos, exemplos, ferramentas> Monte a ficha do agente com os oito elementos: função, contexto, ferramentas, regras e limites (faz sozinho, pede confirmação, nunca faz), exemplos, memória, avaliação e feedback. Coloque versão v1.0 e a data de hoje. Depois, escreva o cabeçalho do diário de falhas: data | o que quebrou | menor correção | instrução ou infra. Comece no nível 1: o agente propõe, eu executo. Onde faltar informação, escreva <preencher> em vez de inventar.
Meu jardim: trabalho.
A única função do agente: rascunhar os comunicados internos do RH.
O que eu já tenho: três comunicados antigos aprovados e o manual de tom da empresa.
Você acabou de plantar um jardim: a ficha é o ponto de partida do ciclo.
Cola da aula
Ninguém escreve linha por linha a capacidade de um grande modelo: o laboratório cria as condições e ela emerge. Esse é o nível 1.
No nível 2, você cultiva o agente. O modelo chega com os pesos congelados; o que aprende é o sistema em volta dele.
Função, um papel por vez. Contexto: uma página boa vale mais que vinte despejadas. Ferramentas, começando pela leitura. Regras e limites.
Exemplos reais anotados, inclusive os ruins. Memória entre as sessões. Avaliação: está bom, comparado a quê? Feedback: cada falha vira mudança no arquivo.
Entre uma safra e outra não muda o modelo; muda o que você anotou e ajustou no ambiente.
Exemplo da página: um agente que rascunha e-mails de cobrança fica três semanas no nível 1, sem falhas novas, antes de passar ao nível 2.
Na vida pessoal bastam três ou quatro arquivos de texto e uma revisão semanal de 20 minutos, em cinco frentes: decisões, saúde e rotina, dinheiro, estudo, escrita.
Jarvis é o nome popular do assistente pessoal que age: mexe em arquivos, calendário e mensagens. A página pede cuidado: conteúdo de fora é dado, não ordem.
Automação rígida quebra no primeiro caso imprevisto; o agente cultivado recebe papel, critérios, exemplos e limites. Um processo, um agente, um indicador.
Diagnóstico da página: "o agente alucina" é contexto ausente ou entulhado; "parou de melhorar" é feedback que não volta ao ambiente.
Ficha do agente, contexto, exemplos anotados, diário de falhas e placar semanal. Iguais no jardim pessoal e no da empresa.
A área reúne o curso IA Cultivada, os kits pessoal, Jarvis e empresa, o gerador de ficha e um diagnóstico de maturidade em oito perguntas.
Fontes: Área IA Cultivada · Curso IA Cultivada · Kits · Diagnóstico
Aula 3 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 4 de 9 · Claude → Codex

Você consegue encontrar onde o seu jeito de trabalhar com IA está preso e juntar tudo num documento que qualquer modelo lê.
Quem usa a mesma IA há meses ensinou a ela muita coisa: regras, preferências, decisões. Quase sempre isso fica guardado só dentro daquela ferramenta. No dia em que você troca, começa do zero. Esta área mostra como evitar isso.
Em 1 minuto
A área fala de duas ferramentas de programar com IA. O Claude Code é uma. O Codex é a outra.
O "cérebro" é tudo o que você acumulou num projeto: contexto, regras, decisões, tarefas e memória. A área defende guardar isso em texto simples, que qualquer IA consegue ler.
Sônia usa o mesmo chat de IA há meses para escrever as mensagens da loja. Um dia pensou em testar outro chat e percebeu que não sabia o que o primeiro "sabia".
A página diz: "O lock-in não está no modelo. Está no que você deixou dentro do runtime." Runtime é o programa em que a IA roda e guarda a memória e o histórico.
A regra da área é curta: o conteúdo dura, o formato é descartável. Misturar os dois é o que trava a troca.
Diego descobriu que a regra sobre como escrever vagas de emprego só existia na memória do chat. Ninguém mais no RH sabia dela.
A regra das vagas está na memória do chat.
Se o RH trocar de chat, a regra some e ninguém sabe por quê.
A regra está num documento do RH, em texto simples.
Qualquer chat lê o mesmo documento e segue a mesma regra.
O método da área tem quatro passos, nesta ordem. Auditar é só listar o que existe, sem mudar nada. Adaptar é separar o que serve para qualquer IA do que só funciona naquela ferramenta. Exemplo: "trocas só com nota fiscal" serve a qualquer IA; um botão ou atalho que só existe naquele aplicativo não vai junto.
Provar é abrir uma conversa nova e ver se a IA usa o documento. O último passo é o handoff: um texto com decisões, pendências e próximo passo.
Sônia colou o documento da loja num chat novo e fez uma pergunta de prova.
VocêLeia o documento abaixo antes de responder. Uma cliente quer trocar um sapato sem a nota fiscal. O que eu respondo? Diga de qual parte do documento veio a regra. [documento da loja colado aqui]
IAPela regra "Trocas só com nota fiscal", a troca não pode ser feita sem a nota. Sugestão de resposta, no tom próximo e sem gíria que o documento pede.
A IA citou a regra do documento. Essa é a prova: não basta o documento existir, a IA precisa usá-lo.
Se travou aqui, é normalVocê não precisa passar pelos quatro passos hoje. O primeiro, listar o que existe, já mostra o que você perderia numa troca. O resto pode vir depois.
A página separa a decisão em três níveis de esforço. Nível 1: importar no próprio aplicativo, com um clique, limitado ao que o outro lado aceita. Nível 2: migrar com o kit da área, um conjunto de pedidos prontos que faz a mudança sem apagar nada.
Nível 3: o conhecimento vive no projeto, e a ferramenta vira só quem executa. Segundo a página, é o único nível que sobrevive à próxima troca. Isso não é abandonar a IA que você usa hoje: você escolhe a ferramenta por tarefa.
Diego não vai trocar de chat agora. Mesmo assim, guardou as regras do RH num documento, para não depender de um só.
Um clique no aplicativo novo traz parte do que o antigo sabia.
Só vem o que o outro lado aceita.
As regras do RH ficam num documento de Diego.
Qualquer chat lê o documento; a ferramenta só executa.
Em projetos de programação, as regras ficam em arquivos de texto dentro da pasta do projeto. O CLAUDE.md é lido só pelo Claude Code; o AGENTS.md serve a vários agentes. A área sugere começar com um pedido que só lê e lista, sem mudar nada:
MODE: audit Sem alterar nenhum arquivo, faça um inventário deste projeto. Devolva só o relatório e um plano. Não implemente nada.
Teste-se
Um colega diz que trocar de IA é só copiar as instruções de um lugar para outro. O que falta nessa ideia?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver um documento com suas instruções, preferências e decisões, testado num chat novo. Cerca de 8 minutos.
Não ponha senhas, dados de clientes nem dados pessoais no documento. Ele é para regras e preferências, não para segredos.
Meu jeito de trabalhar com IA Instruções (o que a IA deve sempre fazer): - <ex.: escrever em tom próximo, sem gíria> Preferências (como eu gosto do resultado): - <ex.: respostas curtas, em tópicos> Decisões (o que já foi resolvido e não se discute de novo): - <ex.: trocas só com nota fiscal> Próximo passo: - <o que estou fazendo agora com a IA>
Instruções: tom próximo, sem gíria; nunca prometer prazo de entrega.
Preferências: mensagens curtas, que caibam numa tela de WhatsApp.
Decisões: trocas só com nota fiscal.
Próximo passo: mensagens da nova coleção.
Seu jeito de trabalhar agora é seu, e não mais só da ferramenta.
Cola da aula
O "cérebro" é o que você acumulou num projeto: contexto, regras, decisões, tarefas, handoffs e memória. Segundo a página, só CLAUDE.md e AGENTS.md estão presos ao fornecedor.
O resto é texto simples em Markdown, que qualquer IA lê. Com isso, Claude Code, Codex, Gemini ou um modelo local viram só executores. Trocar de modelo é trocar a borda, não o centro.
Quem usa um assistente há meses acumulou instruções, memória e sessões num formato que só aquele runtime lê. A dependência fica invisível até o dia da troca.
A página resume: o conteúdo é durável, o formato é descartável. O histórico de sessões guarda o trabalho, mas não é o trabalho.
Auditar, Adaptar, Provar e Handoff, nessa ordem, "nunca implementando antes de auditar". Auditar só lê e classifica. Adaptar divide o CLAUDE.md entre o que é portátil e o que é resíduo.
Provar é abrir uma sessão nova e fazer cinco perguntas: objetivo e critério de pronto, uma regra com a origem, a última decisão, a próxima ação e conflitos. Arquivo existir não é prova.
São sete lugares, cada um com um dono. O AGENTS.md traz as regras e a ordem de leitura. Há ainda contexto verificado, estado atual, fontes, decisões, tarefa atual e o handoff mais recente.
Cada informação tem um tipo: fato, preferência, hipótese ou decisão. A origem pesa mais que a data, e nada se apaga: a decisão velha só ganha a marca de substituída.
Nível 1: importar no aplicativo, com um clique e limitado. Nível 2: migrar com o kit da área. Nível 3: a camada pessoal portátil, em que a ferramenta fica intercambiável.
Ficar agnóstico, sem depender de um modelo específico, é o nível 3. A página lista quando migrar já e quando ficar agnóstico, como ao usar duas ferramentas.
O curso Claude → Codex é aberto, em português, com versões em inglês e espanhol: 3 trilhas, 18 módulos e 108 tópicos. O kit agente-claude-codex faz o trabalho sem apagar nada.
A página resume: "O melhor primeiro passo é um projeto seu, em modo audit."
Fontes: Área Claude → Codex · Curso Claude → Codex · Guia do kit agente-claude-codex · Mapa do tema
Aula 4 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 5 de 9 · Codex + Claude

Você consegue pedir que uma IA revise o que outra fez e receber os achados com a correção mínima de cada um.
Quem escreve um texto costuma aprovar o próprio texto, e com a IA acontece o mesmo. Um segundo olhar, de outro modelo, pega falhas que o autor deixa passar. Esta área ensina a montar esse segundo olhar sem complicar.
Em 1 minuto
A área Codex + Claude fala de duas IAs de empresas diferentes. O Claude é da Anthropic. O Codex é da OpenAI, a mesma empresa do ChatGPT. A página não pede para você escolher um: pede para usar os dois, cada um numa parte.
O motivo é simples. Se a mesma IA escreve e revisa, na mesma conversa, ela tende a achar tudo certo. Duas IAs concordando também não é prova. Quem decide é o teste e a sua aprovação.
Diego pediu a uma IA o texto de boas-vindas para os novos contratados. Depois perguntou, na mesma conversa, se o texto estava bom.
VocêEsse texto de boas-vindas que você escreveu está bom?
IASim, está claro, acolhedor e completo.
A resposta não diz nada. Quem escreveu raramente acha o próprio erro.
A regra que atravessa a área: o segundo assistente recebe o mesmo pedido que o primeiro recebeu e o texto real que ele produziu. Nada de "a outra IA fez um texto sobre férias, está bom?". Sem o original, a revisão vira palpite.
Sônia pediu a uma IA a mensagem que avisa os clientes da liquidação de inverno pelo WhatsApp. Para revisar, abriu outra IA e colou as duas coisas.
"Uma IA escreveu um aviso de liquidação para a minha loja. Está bom?"
A revisora não viu o texto nem sabe o que foi pedido.
Pedido original: aviso curto de liquidação, com horário da loja e regra de troca.
Texto feito: a mensagem inteira, colada.
Agora a revisora compara o que foi pedido com o que saiu.
Uma boa revisão não reescreve tudo. Ela lista achados: o que está errado, onde está, por que importa e qual a menor correção que resolve. Assim você decide item a item, sem perder o texto que já funcionava.
Sônia pediu achados, não um texto novo.
VocêPedido original: aviso curto de liquidação, com horário da loja e regra de troca. Texto feito por outra IA: [mensagem colada aqui] Revise só lendo. Liste os achados: o problema, por que importa e a menor correção. Não reescreva o texto todo.
IAAchado 1: falta a regra de troca, que estava no pedido. Correção mínima: acrescentar uma linha com a regra. Achado 2: falta o horário da loja. Correção mínima: incluir o horário na última frase. O resto atende ao pedido.
Dois achados, cada um com uma correção pequena. Sônia aceita, recusa ou deixa pendente.
Se travou aqui, é normalÀs vezes a revisora aponta coisas que você não acha importantes. Você não precisa aceitar tudo. Marque cada achado como resolvido, recusado com um motivo curto ou pendente.
A página põe um limite: no máximo duas rodadas. Na primeira, a revisora aponta; você corrige. Na segunda, ela confere as correções. Depois disso, a decisão é sua. Rodada infinita só gasta tempo.
O último passo é um handoff: um bilhete curto com o estado, as decisões e a próxima ação. Quem retomar amanhã, você ou outra IA, lê antes de agir.
Diego fechou a revisão do texto de boas-vindas com três linhas nas Notas: "Texto aprovado na rodada 2. Recusei o achado sobre tom formal. Falta: mandar ao gestor."
EstadoTexto aprovado na rodada 2.
DecisãoRecusei o achado sobre tom formal.
Próxima açãoMandar ao gestor.
Três linhas bastam. Quem abrir amanhã sabe onde parou sem reler a conversa.
Quem já usa o Codex e o Claude Code pode fazer a mesma revisão direto no terminal. O primeiro comando pede ao Codex que revise um plano só lendo e grave a revisão num arquivo. O segundo faz o caminho inverso, com o Claude revisando.
codex exec --sandbox read-only -c model_reasoning_effort=medium \ --output-last-message review.md \ 'Leia plan-v1.md. Aponte falhas de correção e testes faltando, com evidência, impacto e a menor correção. Não altere arquivos.' claude -p --model opus --effort medium \ 'Leia plan-v1.md e revise só lendo: falhas, suposições e testes faltando. Não altere arquivos.' > review-claude.md
Confira depois que o arquivo da revisão foi criado e que o plano original não mudou.
Teste-se
Uma IA escreveu um plano e a mesma IA, na mesma conversa, aprovou. Por que isso não basta?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver uma lista de achados com a correção mínima de cada um e sua decisão ao lado. Cerca de 8 minutos.
Use um texto sem nomes de clientes nem dados pessoais. Se a revisão vier reescrevendo tudo, repita a última linha do pedido: "só achados, não reescreva".
Você vai revisar um texto feito por outra IA. Revise só lendo. Pedido original que a outra IA recebeu: <cole aqui o que você pediu> Texto que ela entregou: <cole aqui o texto inteiro> Entregue uma lista de achados. Para cada um: 1) O problema e onde ele está. 2) Por que importa. 3) A menor correção que resolve. No fim, diga o que já atende ao pedido. Não reescreva o texto todo e não invente fatos: onde faltar informação, pergunte.
Pedido original: aviso curto de liquidação de inverno para os clientes no WhatsApp, com horário da loja e regra de troca.
Texto que ela entregou: a mensagem inteira que a primeira IA escreveu, colada sem cortes.
Você acabou de usar uma IA para conferir outra, e ficou com a decisão final.
Cola da aula
A tese da área é "Um planeja, o outro critica. Use os dois juntos." Cada IA faz uma parte e a outra confere o material real.
A página é para quem já usa as duas e não quer escolher uma só. Para trocar de uma pela outra, o caminho é a área Claude → Codex.
O kit Use Both organiza o uso conjunto em seis níveis, com pedidos prontos. Nível 1: uma escreve o plano, a outra critica, em até duas rodadas.
Nível 2, opcional: gerar imagens, conferindo antes acesso e cobrança. Nível 3: uma constrói, a outra revisa as mudanças com o resultado dos testes.
Nível 4: uso supervisionado do computador, com senha e pagamento sob seu controle. Nível 5: meta com condição de parada. Nível 6: bilhete de passagem e conferência pela próxima IA.
O cartão diz, para cada tarefa, quem faz a primeira passada, quem faz a segunda e qual é a linha de chegada.
Exemplo: para planejar, o Claude planeja e o Codex critica as premissas. A página avisa: são escolhas editoriais, não ranking medido de modelos.
O caminho da página é entender, migrar ou ficar neutro, usar as duas juntas e automatizar o debate.
O claudex é um programa: o Claude escreve o plano e o Codex critica em repetição, até aprovar ou até N rodadas. O Use Both é um método, com guia e modelos.
A página resume: são complementares. Plano grande, claudex; revisar mudanças, meta com parada e troca de sessão, Use Both.
"O melhor primeiro passo: um plano seu, revisado pelo outro." Tarefa pequena, critério de aceite, duas rodadas e bilhete antes de fechar.
A área reúne seis cursos: Claude → Codex, Codex Básico, Master Codex, iClaudeX, MakeClaudeX e DeepClaudeX. Cita um vídeo externo de Mark Kashef só como referência.
Fontes: Área Codex + Claude · Guia do Use Both · claudex · Curso Claude → Codex
Aula 5 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 6 de 9 · OSWork

Você consegue escolher a edição do OSWork certa para o seu momento, citando a frase da página que justifica a escolha.
Pedidos, revisões e bilhetes se acumulam, e cada conversa com a IA recomeça do zero. O OSWork ensina a guardar tudo isso num sistema de trabalho. O curso existe em cinco edições, e começar pela errada faz desistir no primeiro obstáculo ou se entediar com o básico.
Em 1 minuto
O OSWork se apresenta como "IA como sistema de trabalho" e "do chat ao seu ambiente de agentes". A ideia é organizar arquivos, instruções e memória para que a IA não precise ouvir tudo de novo a cada conversa.
O método tem quatro passos: definir o objetivo, escolher o contexto, executar uma tarefa pequena e conferir o resultado.
Sônia pede toda segunda-feira o texto das promoções da semana. E toda segunda explica de novo o nome da loja, o tom e as regras de troca.
Abre o chat, digita as mesmas explicações, recebe o texto, fecha.
Na semana seguinte, começa do zero.
Uma pasta da loja com as regras escritas uma vez e os textos já aprovados.
A próxima conversa já começa com o contexto certo.
A página oferece "cinco caminhos para organizar seu trabalho com IA" e pede para escolher pela experiência e pelo tempo disponível. A mesma ideia chega por caminhos de profundidade diferente.
Números e alcance tirados da página da área. A diferença entre v6 e v6.2: o v6 para nas pastas e na ficha; o v6.2 vai até o bot, como o v2.
Segundo a página, há cursos e vídeos em português, espanhol e inglês. O v6.2 e o v6 têm links próprios em inglês e espanhol.
A primeira pergunta: até onde quero chegar? O percurso completo (v2 e v6.2) vai do chat até um robô de consulta no Telegram. Termina com a operação supervisionada num computador alugado na internet. As edições para iniciantes (v6, v5 e Quick) param antes: pastas por assunto, uma ficha com as suas regras, pedidos reutilizáveis e uma rotina de conferência.
A segunda: quanto de base técnica tenho? O v2 entra no terminal e no Codex. O v6.2 faz o mesmo caminho em aulas curtas e visuais, para quem nunca abriu um.
Diego quer, no futuro, um robô que responda consultas da equipe pelo Telegram, mas nunca usou o terminal. Ele fez as duas perguntas.
Até ondeQuero chegar ao robô de consulta no Telegram.
Base técnicaNunca usei o terminal.
EscolhaOSWork v6.2: o mesmo percurso do v2, em aulas de uns 15 minutos, com passo a passo visual e glossário.
A escolha cita o que a página diz do v6.2. Nada inventado.
Se travou aqui, é normalFicou entre duas edições? Primeiro confira se as duas chegam aonde você quer ir; descarte a que para antes. Se as duas chegam, escolha a mais curta. Dá para seguir para outra depois.
A página orienta: "Comece com uma tarefa pequena." São três passos: escolher por onde começar; criar uma pasta de treino e escrever nela, em poucas linhas, o que a tarefa deve entregar; guardar o resultado, anotar uma dúvida e seguir para a aula seguinte.
Duas respostas da seção "Antes de começar" tiram medo: dá para iniciar pelos fundamentos sem programação, e o conteúdo pode ser lido sem cadastro. Assinaturas de IA e aluguel de computador na internet são serviços separados, escolhidos por você. E o curso não promete um agente autônomo sem supervisão.
Sônia criou no computador uma pasta chamada "Treino OSWork". Dentro, guardou o texto das promoções da semana e uma dúvida.
Arquivo 1promocoes-da-semana.txt: o texto aprovado desta segunda.
Arquivo 2duvidas.txt: "Como guardo o tom da loja para não explicar de novo?"
Um resultado guardado e uma dúvida escrita: a primeira tarefa pequena está feita.
Teste-se
Uma pessoa de 45 anos, sem familiaridade com IA e com pouco tempo, quer começar. Qual edição a página indica?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver indicado uma edição para cada pessoa, com a frase da tabela da aula que justifica, e depois a sua. Cerca de 8 minutos. Anote no papel ou no bloco de notas.
São pessoas fictícias, feitas para treinar. Discordou do gabarito? Volte à tabela do passo 2 e confira edição por edição.
O caso (fictício): Uma pequena empresa quer que três pessoas façam o OSWork. Marta, 52 anos, cuida do financeiro, quase não usa IA e tem uma hora livre por semana. Paulo, 29 anos, é desenvolvedor, usa o terminal todo dia e quer montar um robô de consulta. Lia, 38 anos, é assistente de projetos, já usa o chat de IA, nunca abriu um terminal e quer chegar ao mesmo robô que Paulo, com calma.
Você acabou de escolher uma edição por experiência, tempo e objetivo, com a página como prova.
Cola da aula
O OSWork organiza arquivos, instruções, memória e ferramentas num sistema de trabalho que você consegue conferir.
Sem organização, cada conversa recomeça do zero. Com uma pasta de projeto e instruções próprias, a próxima já começa com contexto.
v2 técnico; v6.2 completo passo a passo; v6 para iniciantes, visual; v5 para iniciantes 40+; Quick direto ao ponto.
Numa equipe, o desenvolvedor segue o v2 e a coordenadora sem experiência começa pelo Quick. A lógica é a mesma.
Oito módulos: Modelos; Chat, Work e Desktop; Terminal e Codex; Pastas e segredos; AGENTS, Skills e memória; versões sem perder trabalho; Telegram; operação 24/7.
O v6.2 refaz esse percurso em 48 aulas de uns 15 minutos, com passo a passo visual e glossário.
O v6 tem sete aulas visuais de uns 15 minutos. O v5 tem sete aulas de 20 a 25 minutos, sem programação.
O Quick tem sete aulas, cerca de 77 minutos, e existe em vídeo com avatar e voz do Nei, em três idiomas.
Uma pasta de projeto, uma memória de decisões e falhas, um histórico de versões e um robô de consulta com dados fictícios.
"Seu primeiro ambiente começa com arquivos reais." O kit traz modelos prontos, como o contrato de tarefa e o registro de falhas.
Escolha o primeiro módulo, crie uma pasta de treino, adapte o contrato de tarefa e guarde o resultado com uma dúvida.
Leitura sem cadastro; serviços pagos são à parte. O curso ensina limites, verificação e recuperação, não autonomia sem supervisão.
Fontes: Área OSWork · OSWork v2 · OSWork v6.2 · Vídeos do OSWork Quick
Aula 6 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 7 de 9 · RSI

Você consegue rodar um ciclo curto de melhoria num pedido seu: uma mudança só, testada antes e depois nos mesmos exemplos, com caminho de volta.
Todo mundo já ajustou um pedido de IA "no olho" e achou que ficou melhor. A área RSI mostra como transformar essa impressão num teste que qualquer pessoa da equipe consegue conferir.
Em 1 minuto
A área RSI estuda uma pergunta prática: como um sistema de IA propõe mudanças, testa o resultado e guarda o que funciona. A página separa três níveis.
No primeiro, a IA revisa a resposta: critica e refaz o que escreveu. Isso pode melhorar uma tarefa sem alterar o modelo. No segundo, muda o sistema: a instrução, a memória ou as ferramentas do agente. No terceiro, investigar a recursão, a melhoria passa a ajudar a produzir melhorias futuras, e isso pede evidência forte.
Um vendedor ofereceu a Sônia um atendente virtual que "aprende sozinho". Ela anotou a promessa e fez uma pergunta para cada nível.
A página propõe começar pequeno. Escolha uma tarefa, como tirar as ações de uma ata de reunião. Escreva a resposta certa para três exemplos inventados.
Depois separe os exemplos em dois grupos. Dois servem para ajustar o pedido. Um fica reservado: você só usa no fim, para conferir se a mudança se sustenta.
Diego usa a IA para tirar as ações das atas da reunião semanal do RH. Às vezes ela esquece o responsável de cada ação. Antes de mexer no pedido, ele montou a folha de teste.
Proponha uma mudança no pedido. Rode a versão antiga e a nova nas mesmas atas. Anote acertos, erros e o tempo que você levou revisando cada uma.
Se você mudar três coisas de uma vez e o resultado melhorar, não vai saber qual delas ajudou. E se piorar, também não.
A mudança de Diego foi uma frase: "Se a ata não disser quem é o responsável, escreva 'sem responsável' em vez de adivinhar."
Ata A: ✓ três ações, ✓ responsáveis.
Ata B: ✗ pôs um responsável que a ata não citava.
Revisão: Diego precisou reler a ata B inteira.
Ata A: ✓ três ações, ✓ responsáveis.
Ata B: ✓ marcou "sem responsável" na ação sem nome.
Revisão: bastou olhar a linha marcada.
Se travou aqui, é normalÀs vezes as duas versões empatam. Isso também é resultado: a mudança não ajudou e o pedido antigo continua valendo. Anote e tente outra mudança outro dia.
Só agora rode a versão nova na ata reservada. Se ela acertar ali também, pode adotar. Anote quem decidiu e onde está a versão antiga.
A área chama isso de ciclo com freios. O LOOP-R, o ciclo que o projeto propõe, tem uma regra explícita: nenhuma versão pior substitui a atual por decisão do sistema.
Na ata C, a versão 2 também acertou. Diego adotou a nova versão, escreveu "aprovado por Diego" e deixou a versão 1 na mesma pasta, com a data.
VocêRodei a versão 1 e a versão 2 do meu pedido nas atas A e B, e a versão 2 na ata C, que eu tinha reservado. Meus resultados estão abaixo. Posso adotar a versão 2? Não invente resultados. [resultados colados aqui]
IAPelos resultados que você colou, a versão 2 acertou nas três atas, inclusive na reservada. Pode adotar. Antes, registre quem decidiu e guarde a versão 1 para voltar se um erro novo aparecer.
A IA só leu os resultados de Diego. Quem decide a troca é ele.
Teste-se
Depois de dez tentativas, a nova instrução tirou nota maior nos mesmos exemplos que você usou para ajustá-la. Isso prova que ela é melhor?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver uma folha com três exemplos, uma única mudança e os resultados das duas versões. Cerca de 10 minutos.
Use exemplos inventados, sem nomes de clientes nem dados pessoais. Se a IA preencher resultados por você, apague e peça de novo com os campos em branco.
Leia a página https://eventos.inema.pro/rsi/ (área RSI do INEMA). Quero testar UMA melhoria num pedido que uso no trabalho. Minha tarefa: <ex.: tirar as ações de uma ata de reunião> Meu pedido atual: <cole o pedido que você usa hoje> Entregue: 1) Em qual dos três níveis (revisar a resposta, melhorar o sistema, investigar a recursão) está a minha ideia. 2) Três exemplos inventados da tarefa, cada um com um espaço em branco para EU escrever a resposta certa. Marque um como reservado. 3) UMA única mudança no meu pedido. 4) Uma tabela para comparar as duas versões: acertos, erros e tempo de revisão. 5) Quem deve decidir a adoção e como voltar ao pedido antigo. Não invente resultados: deixe os campos de resultado em branco para eu preencher.
Minha tarefa: escrever a descrição de um calçado para o site da loja a partir das anotações do fornecedor.
Meu pedido atual: "Escreva uma descrição curta e simpática deste calçado com base nas anotações abaixo."
Resposta certa, escrita por ela: a descrição cita material, cor e numeração, tem até 3 linhas e não inventa nada que não esteja nas anotações.
Você acabou de trocar o "achei melhor" por um teste que outra pessoa consegue conferir.
Cola da aula
RSI é automelhoria recursiva: a IA que ajuda a melhorar a própria IA. A página trata o tema como área de estudo e acervo aberto.
Diante de uma promessa de IA que "aprende sozinha", pergunte o que exatamente melhorou e qual evidência sustenta isso.
Revisar a resposta pode melhorar uma tarefa sem alterar o modelo. Melhorar o sistema muda instruções, memória ou ferramentas e pede versões comparadas.
Investigar a recursão pede evidência forte: mais tentativas ou nota maior não demonstram crescimento ilimitado.
Defina a tarefa, a resposta certa e os limites de dados, gasto e ações. Registre a versão inicial e separe exemplos reservados.
Uma mudança por vez, mesmos critérios, e valide antes de adotar. Uma avaliação conhecida pode ser explorada.
A página descreve o LOOP-R pronto para uso no Claude Code, com nove assistentes, registro de versões, teto de custo e comando para reverter.
No curso RSI ele aparece como proposta conceitual. Há também um curso LOOP-R com cinco trilhas e 21 aulas para gestores sem base técnica.
O curso RSI v6.2 tem 18 aulas em seis módulos. O Guia RSI mapeia mecanismos, aplicações e limites. Os dois em português, inglês e espanhol.
Ressalva da página: o projeto reúne pesquisa e conteúdo educativo. Não é um sistema RSI autônomo pronto para executar.
O RSI Copiloto compara instruções, pede revisão humana e permite reverter. A demonstração pública usa exemplos programados, sem IA; a IA real fica só na versão local.
O Dream-RSI é um guia educativo independente, não afiliado ao Google; o laboratório e os oito encontros são planos futuros.
O Alerta IA 2028 trata os cenários de 2028 como hipóteses, sem calendário garantido. Referências como Self-Refine e AlphaEvolve não foram reproduzidas no projeto.
Fontes: Área RSI · Curso RSI v6.2 · Guia RSI · LOOP-R
Aula 7 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 8 de 9 · JEV

Você consegue montar uma decisão com alternativas e critério, pedir a escolha a uma IA e conferir se ela merece ser seguida.
Muita tarefa do dia a dia não pede um texto, pede uma decisão: para quem vai este e-mail, este pedido é urgente ou não. Quando a pergunta fica aberta, a resposta vem num parágrafo difícil de usar e de conferir. Esta área ensina a fechar a pergunta.
Em 1 minuto
O Jev é o modelo de decisões estruturadas da TypeSafe, a empresa que faz o Jev. O Jev Decision Lab é o projeto educacional do INEMA para aprender a formular essas perguntas. A ideia central: a IA recebe contexto e critérios e devolve uma escolha, uma probabilidade ou um nível. Quem age depois é o seu processo, não a IA.
Sônia precisa repor o estoque de tênis infantil e está em dúvida entre dois pedidos ao fornecedor. Primeiro ela perguntou do jeito de sempre.
"O que você acha que eu devo fazer com a reposição de tênis infantil?"
Volta um texto longo, com conselhos gerais, sem uma escolha clara.
Opções: pedido A ou pedido B.
Critérios: caber no caixa do mês e chegar antes da volta às aulas.
Pergunta: qual das duas atende aos critérios?
Agora a resposta é uma escolha que dá para conferir.
A página apresenta três formas. A certa depende do tipo de resposta de que você precisa. Noul é o nome da forma de pergunta de sim ou não: em vez de só "sim" ou "não", ela devolve a chance de a resposta ser sim.
Diego recebe dezenas de pedidos de funcionários por semana: troca de horário, declaração, reembolso. "Para qual fila vai este pedido?" é Choice. "Este pedido tem todos os documentos?" é Noul. "Qual a urgência, de baixa a alta?" é Score.
Escolher a forma errada dá resposta difícil de usar: uma nota quando você precisava de uma fila, ou um sim quando havia vários níveis.
Uma escolha sozinha não basta. Você também decide, antes, o que fazer com ela: quando a sugestão segue, quando a IA deve dizer "não sei" e quando o caso vai para revisão humana. A página avisa: confiança não é autorização automática.
Diego montou a pergunta de Choice para os pedidos e acrescentou a política.
VocêContexto: pedido de funcionário recebido pelo e-mail do RH. Opções: folha de pagamento, benefícios, documentos. Critério: a fila é a da equipe que resolve o assunto principal do pedido. Pedido: "Preciso de uma declaração de vínculo para o banco." Responda com uma opção e o motivo. Se o pedido tiver dois assuntos ou faltar informação, responda "revisão humana".
IAOpção: documentos. Motivo: o pedido é uma declaração de vínculo, assunto da equipe de documentos.
Uma opção da lista, um motivo e uma saída prevista para os casos duvidosos.
Se travou aqui, é normalNão sabe quando mandar para uma pessoa? Comece simples: tudo que tiver dois assuntos ou faltar dado vai para revisão humana. Com o tempo você ajusta.
Esta é a seção que torna a área confiável. Cada número vem com o que ele prova e o que não prova.
O laboratório público tem 20 casos simulados: servem para aprender a formular, não medem qualidade.
Um conjunto de regras simples acertou 20 de 24 pedidos fictícios. É resultado das regras, não do Jev.
Em 19/09/2026, os dez primeiros kits de exemplo receberam respostas reais com as classificações esperadas nos exemplos fictícios. Isso confirma que a conexão funciona, não que o Jev acerta.
Qualidade em português.
Se a confiança que o modelo informa corresponde ao acerto real.
Uso no dia a dia, com dados independentes e comparação com a decisão de uma pessoa.
Sônia gostou da escolha da IA entre os pedidos A e B. Antes de usar isso toda semana, anotou: "Já observei: a escolha bateu com a minha em um caso. Falta medir: umas dez reposições, comparando com o que eu decidiria."
Teste-se
O laboratório público mostrou respostas corretas em todos os casos que você abriu. Isso mede a qualidade do Jev?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver uma pergunta fechada, a escolha da IA conferida com a sua e uma linha de "já observado x falta medir". Cerca de 10 minutos.
Use uma decisão sem nomes de clientes nem dados pessoais. Se a IA responder com um texto longo em vez de uma opção, repita: "responda só com uma das opções e o motivo".
Quero transformar uma decisão repetitiva do meu trabalho numa decisão estruturada. Minha decisão: <descreva, ex.: para qual equipe vai cada e-mail de cliente> Opções ou níveis possíveis: <liste> Critério: <o que faz uma opção ser a certa> Caso de hoje: <cole um exemplo real, sem dados pessoais> 1) Diga se a pergunta é Choice (escolher entre opções), Noul (chance de sim) ou Score (nível numa escala), e por quê. 2) Responda o caso de hoje com uma opção só e o motivo. 3) Diga em que situações você deveria se abster e mandar para revisão humana. 4) Monte duas colunas: o que este teste já mostrou e o que falta medir antes de eu automatizar. Não trate um exemplo como prova de qualidade.
Minha decisão: qual pedido de reposição fazer ao fornecedor.
Opções: pedido A ou pedido B.
Critério: caber no caixa do mês e chegar antes da volta às aulas.
Caso de hoje: os dois pedidos como vieram do fornecedor, com valor e prazo de entrega.
Você acabou de transformar uma pergunta aberta numa decisão que dá para conferir.
Cola da aula
Jev é o modelo de decisões estruturadas da TypeSafe. A resposta é uma escolha, uma probabilidade ou um nível, não um texto livre.
O Jev Decision Lab é o projeto educacional do INEMA. O modelo recebe contexto e critérios; o seu sistema responde pelas ações.
Choice escolhe entre alternativas explícitas. Noul estima a probabilidade de sim. Score avalia níveis ordenados, como baixo, médio e alto.
A forma da pergunta define como medir e qual política aplicar. Incerteza não vira autorização automática.
O laboratório abre no navegador, não pede chave e as respostas são simuladas. Cada caso traz contexto, perguntas, critérios, resposta, explicação e próximo passo.
Dá para editar perguntas, importar, exportar e abrir um relatório. Alterar um caso invalida a resposta simulada anterior.
"Jev na prática" tem três trilhas: Entender, Aplicar e Construir e avaliar. São 12 módulos, 36 aulas e 12 laboratórios com dados fictícios.
Os módulos 1 a 8 são conceituais; do 9 ao 12 usam o terminal. O projeto final aceita a conclusão "não automatizar".
Um pacote é um kit por área, com contexto, critérios, exemplo pronto para teste e instruções. São 17, de atendimento e vendas a reuniões e curadoria.
Sem a opção de consulta real, o pacote usa o exemplo simulado; com ela, pode consumir créditos. Há uma Skill para o Codex e o Claude Code.
O jev-gw fica na frente das consultas, com teto de gasto diário, e, quando algo falha, devolve o caso para revisão humana.
Simulação ensina, não mede. As regras simples acertaram 20 de 24 pedidos fictícios, resultado das regras, não do Jev.
Os dez pacotes originais funcionaram em consulta real em 19/09/2026; os sete novos só têm testes controlados. Isso confirma a conexão, não a qualidade.
O Laya, alternativa local em avaliação, acertou 13 de 16 exemplos sintéticos, o que não comprova superioridade.
Fontes: Área JEV · Laboratório JEV · Curso JEV · Guia do jev-gw
Aula 8 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO
Aula 9 de 9 · WebMCP

Você consegue dizer em uma frase o que a área WebMCP resolve, fazer o diagnóstico gratuito do site da sua loja ou empresa e escolher a primeira correção.
Cada vez mais gente pergunta a um assistente de IA em vez de procurar no site. E já há assistentes que abrem a página e preenchem o formulário no lugar da pessoa. Esta área mostra como deixar o seu site pronto para esse novo visitante.
Em 1 minuto
Um agente que visita um site hoje faz o que uma pessoa faria: procura o campo, digita, clica no botão e torce para ter dado certo. Se o layout muda, ele se perde.
WebMCP é o outro caminho. A própria página diz ao agente o que sabe fazer: cada ação tem um nome, uma descrição e o que ela pede. O agente chama a ação certa pelo nome. A página da área avisa que a tecnologia ainda é experimental, liberada em teste no navegador.
Sônia percebeu que uma cliente perguntou a um assistente se a loja tinha certo modelo. O assistente teria de abrir o site e procurar sozinho.
Abre a página, procura a caixa de busca, digita o nome do produto e clica no botão.
Se o botão mudou de lugar, a resposta sai errada ou não sai.
A página avisa: "consultar_estoque: informa se um produto tem no estoque".
O agente chama a consulta pelo nome. Nada muda na loja sem confirmação humana.
Antes de estudar, a área manda medir. O WebMCP Readiness, em webmcp.inema.pro, abre o endereço do seu site num navegador descartável e só observa. Ele não aciona nada do seu site.
Você recebe uma nota geral e quatro notas separadas: WebMCP, SEO, GEO e AEO. As duas últimas medem se o site pode aparecer e ser citado nas respostas de assistentes de IA. Depois vêm os bloqueadores e um plano de até 12 correções em ordem.
Se a nota vier baixa, é normalQuase todo site começa assim, porque o assunto é novo. A nota baixa não é um defeito seu: é o ponto de partida que você vai comparar depois.
A página lista seis correções que o dono do site faz antes de qualquer fase. Cada uma está ligada a um item que o diagnóstico confere. O método é curto: corrija, rode de novo, veja a nota subir.
Diego abriu a lista pensando no site da empresa, onde fica a página de vagas. Ele queria saber qual item pedir primeiro para a equipe que cuida do site.
A página é clara sobre o limite. O diagnóstico mostra o que dá para observar de fora. Ele não promete que o site vai subir na busca nem que uma IA vai citá-lo.
E há uma regra que atravessa a área inteira: a IA escolhe a ação, mas é o site que decide se ela pode acontecer. Quem pode ver um pedido e o que exige confirmação continuam sendo trabalho de uma pessoa conferir.
Se os arquivos públicos existem.
Se o título e a descrição estão preenchidos.
Se há ações declaradas na página.
Se só quem pode consegue usar a ação.
Se a ação faz o que a descrição promete.
Se repetir a ação não causa estrago.
Teste-se
O diagnóstico encontrou uma ação declarada para agentes no seu site. Isso garante que ela está protegida e funciona para todo visitante?
Pratique agora 0/3
Pronto quando você tiver as notas do seu site anotadas e uma correção escolhida entre as seis. Cerca de 10 minutos.
O diagnóstico só observa a página e não altera nada no seu site. Use o endereço público, o mesmo que um cliente digitaria. Se o seu negócio não tem site, use o de um fornecedor ou concorrente só para conhecer o relatório.
Sônia rodou o diagnóstico na página principal da loja e anotou as notas. O primeiro bloqueador falava dos arquivos públicos. Ela escolheu a correção 2 e anotou que quem cuida do site vai conferir robots.txt, sitemap.xml e llms.txt nesta semana.
Você acabou de medir o seu site do ponto de vista de um agente e já sabe qual é o primeiro conserto.
Cola da aula
Sem WebMCP, o agente localiza campos, clica e interpreta a tela. Com WebMCP, a página oferece ações com nome, descrição e resposta.
Há dois caminhos: um formulário que já existe ganha nome e descrição, ou o programador registra ações mais completas. Ainda é tecnologia em teste nos navegadores.
Do lado de quem visita: agentes já operam o navegador, buscar virou perguntar a um assistente, e o padrão está nascendo agora.
Do lado de quem publica: o site ganha uma lista de ações, precisa ser fácil de achar e cuida da própria segurança.
O Readiness abre o endereço num navegador descartável, só observa e devolve nota geral, quatro notas, alertas e até 12 correções priorizadas.
Ele analisa só a página informada. Não promete posição na busca nem citação por IA; os diagnósticos mais avançados ainda estão planejados.
As quatro primeiras são o site se descrevendo: ser achado, dizer o que faz, como se chama cada ação e o que acontece quando dá errado.
As quatro últimas são o site se protegendo: quem confirma, quem pode chamar, onde mora a verdade e como saber se funciona.
Medir, publicar os três arquivos públicos, arrumar o básico de SEO, responder perguntas de forma direta, mostrar autoria e escolher uma primeira ação segura.
O método da página: corrija, rode de novo, veja a nota subir.
A Formação WebMCP tem uma visão geral e quatro fases abertas, em português: Builder, Integrator, Agent Developer e Expert.
As fases pedem programação; quem não programa começa pela visão geral e pelo diagnóstico. O melhor primeiro módulo é o seu próprio site.
Fontes: Área WebMCP · WebMCP Readiness · Formação WebMCP · WebMCP Builder
Aula 9 · Áreas INEMA v6.2 · INEMA.CLUB PRO