MODULO 1.2

🩺 A call de diagnóstico: ler a sala e sinais de alerta

A conversa que decide tudo — como abrir, o que perguntar, como classificar a empresa e quando recusar. Ao fim deste módulo você entra numa call sabendo exatamente o que ouvir e o que fazer com o que ouviu.

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🩺 Médico, não vendedor de remédio

Ninguém entra num consultório e sai com a receita antes do exame. Na consultoria de IA, porém, é exatamente isso que acontece: o cliente diz uma dor nos dois primeiros minutos e o consultor já responde com a solução mais impressionante que ele sabe montar. A ordem certa tem três tempos — diagnosticar, dar o prognóstico e só então prescrever.

Novo aqui? Prognóstico é a parte que quase todo mundo pula: dizer, em voz alta, o que acontece com a empresa se nada mudar nos próximos seis ou doze meses. É o que transforma um incômodo em urgência sem você precisar exagerar nada.

Quem vende rápido lucra no curto prazo: fecha um projeto pequeno, entrega o que foi pedido e some. Quem diagnostica demora mais para fechar a primeira venda — e sai da call com um mapa da empresa inteira, que é o que sustenta um contrato grande e a renovação dele.

Vendedor de remédio ouve a primeira dor propõe o mais bonito entrega em 2 semanas contrato pequeno, fim Médico diagnostica a empresa dá o prognóstico prescreve o mínimo contrato grande e renovação natural

O que olhar: os dois caminhos começam na mesma call. O que muda o final é o segundo passo — prescrever cedo demais fecha a porta para tudo o que viria depois.

✓ Postura de diagnóstico

  • Segura a solução até entender porte, ferramentas e onde os dados moram.
  • Pergunta "o que acontece se nada mudar?" e deixa o cliente responder.
  • Sai da call com um mapa, não com uma proposta improvisada.

✗ Postura de balcão

  • Responde a primeira dor com a demonstração que ele já tinha pronta.
  • Fala 70% do tempo e chama isso de "alinhamento".
  • Descobre o tamanho real do problema só depois de assinar.
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🎬 Como abrir a call

Quase sempre alguém abre com "e aí, como você costuma conduzir isso?". Essa pergunta parece inocente e é o momento mais importante da conversa: a resposta define se você é o especialista da sala ou mais um fornecedor esperando o briefing. Tenha uma resposta pronta e curta.

🗣️ A abertura em três movimentos

  • 1.Diga o objetivo, e que ele é deles: "meu objetivo aqui é entender a dor que vocês querem resolver, ou a meta que vocês querem atingir. O que eu proponho depois sai daí."
  • 2.Mostre preparo sem se gabar: "eu li o material que vocês preencheram no agendamento e pesquisei a empresa antes de entrar."
  • 3.Devolva a palavra: "mesmo assim, queria ouvir com as suas palavras quais são as dores do dia a dia de vocês."

Três frases e você já se posicionou como preparado, focado no problema e diagnóstico — sem ter vendido nada.

💡 A regra da call paga

Se a pessoa gastou dez minutos desabafando sobre o caos interno, estenda a call em dez minutos. Aqueles foram minutos de desabafo, não de solução — e ela vai perceber a diferença. Não seja mesquinho com o tempo de quem acabou de te contratar: você está construindo uma relação longa, não fechando um pacote de sessenta minutos.

🎯 Copie e rode: pesquisa pré-call

Objetivo: chegar na call sabendo como a empresa ganha dinheiro e com hipóteses de dor já formuladas, para escutar melhor em vez de improvisar.

Você é consultor de IA preparando uma call de diagnóstico.

Empresa: <nome do setor e o que ela vende>
Porte aproximado: <nº de funcionários>
Quem marcou a call: <cargo e área>
O que ela escreveu no agendamento: """<cole aqui>"""

Entregue, nesta ordem:
1. O modelo de negócio em 3 linhas: de onde vem a receita e o que
   custa caro nessa operação.
2. Três hipóteses de dor operacional prováveis para esse setor e porte,
   da mais provável para a menos provável.
3. Para CADA hipótese, duas perguntas abertas que eu faço na call para
   confirmar ou descartar — sem sugerir solução dentro da pergunta.

Não proponha ferramentas. Não use jargão de tecnologia.

Como verificar: nenhuma das seis perguntas pode conter o nome de uma ferramenta ou a palavra "automatizar". Se contiver, a pergunta já embutiu a resposta — devolva pedindo perguntas neutras.

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📏 Pergunta 1: escala

"Quantos funcionários vocês têm?" é a pergunta mais barata da call e a que mais informação devolve. O número não interessa por vaidade: cada faixa de porte tem uma forma própria de decidir, de aprovar orçamento e de resistir a mudança. Guarde as faixas abaixo de cor.

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5 a 20 pessoas

Hierarquia plana e quase nenhum processo escrito. Quem decide está na call. Vantagem: velocidade. Risco: tudo depende de uma cabeça só, e essa cabeça muda de ideia rápido.

2

21 a 50 pessoas

Surgem as primeiras políticas internas e os primeiros gestores. Começa a existir um "não pode" que ninguém sabe explicar de onde veio. É o porte em que documentar processo vira urgente.

3

51 a 100 pessoas

Estrutura real: áreas com nome, responsáveis com metas, alguma padronização. Aqui um piloto bem feito consegue virar padrão da empresa inteira em poucos meses.

4

100 a 500 pessoas

Departamentos definidos e política interna aparecendo com força: quem patrocina o seu projeto tem rivais internos. A partir daqui, mapear aliados vale tanto quanto mapear sistemas.

5

500 a 1000 pessoas

Governança formal, comitês, possivelmente capital aberto. Cada decisão passa por jurídico e segurança. Prazos dobram e o preço precisa acomodar o tempo de reunião.

6

1000 a 5000 e acima de 10000

Burocracia máxima. Nada entra no sistema principal sem meses de avaliação. O trabalho viável é aquele que vive na borda da empresa e prova valor sem tocar no núcleo.

Novo aqui? Uma empresa com investidor externo (alguém de fora colocou dinheiro esperando retorno) costuma ter verba reservada para eficiência e decide mais rápido, porque precisa mostrar números. Uma empresa que cresce só com recursos próprios decide devagar e compra menos — não por desinteresse, mas porque cada real sai do caixa da operação.

4

🧩 Pergunta 2: stack

"Quais ferramentas vocês usam?" precisa ser feita por categoria, senão a pessoa lista três e esquece nove. São nove categorias a mapear, e você percorre todas na mesma pergunta: comunicação; documentos e conhecimento; CRM; gestão de projetos; dados e relatórios; design; ferramentas de desenvolvimento; banco de dados; e notas de reunião.

stack da empresa tem porta de integração? 1. comunicação 2. documentos e conhecimento 3. CRM 4. gestão de projetos 5. dados e relatórios 6. design 7. desenvolvimento 8. banco de dados 9. notas de reunião

O que olhar: as nove caixas não são para você decorar ferramentas, e sim para não sair da call com um buraco no mapa. Cada linha que chega ao centro é uma pergunta: dá para conectar?

Novo aqui? API é a porta de entrada que um sistema abre para outro programa conversar com ele. Se a ferramenta tem API, dá para ligá-la a outras sem digitação manual. Se não tem, alguém vai copiar e colar — e o projeto inteiro fica mais caro. Enquanto a pessoa fala, sua cabeça está checando exatamente isso, ferramenta por ferramenta.

✓ Sinais de stack fácil

  • Ecossistema de um grande provedor de e-mail e documentos: costuma integrar rápido e com pouca fricção.
  • Poucas ferramentas, todas na nuvem, todas com API pública.
  • Existe alguém interno que já conectou dois sistemas antes.

✗ Sinais de stack cara

  • Ecossistema corporativo pesado: quase sempre exige apoio do TI interno por causa de permissões.
  • Sistema instalado no servidor da empresa, sem porta de integração documentada.
  • Ninguém sabe dizer quem tem a senha de administrador.

⚠️ Aviso sobre CRM

Esses sistemas valem o que vale a disciplina de quem os alimenta. Numa distribuidora, o time de marketing tinha campanhas cadastradas como "001_semana", "001_semana(1)" e "001_semana(2)" — três registros para a mesma campanha, sem ninguém saber qual era a boa.

O roteiro do desastre é sempre igual: você assina o contrato, recebe a primeira parcela, entra no sistema e descobre que o trabalho é o triplo do que foi orçado. Peça para ver a tela do CRM durante a call, nem que sejam dois minutos de compartilhamento.

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🗄️ Pergunta 3: conhecimento

"Onde os dados de vocês moram?" Existem três respostas possíveis, e cada uma muda completamente o que você propõe em seguida.

A. Repositório único

Tudo num lugar só, com estrutura. É raro e é o cenário ideal.

Aqui você já pode falar de implementação com prazo curto.

B. Disperso, mas organizado

Vários sistemas, cada um arrumado por dentro. Dá trabalho, mas é previsível.

O projeto ganha uma etapa de consolidação antes de qualquer IA.

C. Completamente espalhado

Planilhas soltas, pastas pessoais, mensagens. Alerta ligado.

Não venda automação aqui. Venda a arrumação da casa.

🧭 A frase para o cenário C

"O primeiro exercício não vai ser uma automação nem um aplicativo. O primeiro exercício é colocar a casa em ordem para vocês ficarem elegíveis a se beneficiar de IA." Dita assim, com calma, ela costuma ser recebida com alívio — porque todo mundo lá dentro já desconfiava disso.

Novo aqui? Conhecimento tácito é o que a empresa sabe mas nunca escreveu: o jeito certo de tratar um cliente difícil, a exceção que só o funcionário antigo conhece, o critério informal de aprovação. Nenhuma IA acessa isso — e é justamente esse conhecimento que sai pela porta quando a pessoa pede demissão.

✓ Casa em ordem

  • Existe um lugar oficial onde se procura antes de perguntar a alguém.
  • Documento importante tem dono e data da última revisão.
  • Um funcionário novo consegue achar o que precisa sozinho na primeira semana.

✗ Sintomas de casa espalhada

  • A resposta para "onde está isso?" é sempre o nome de uma pessoa.
  • Três versões do mesmo arquivo, e a boa é a que está no computador de alguém.
  • Cada área tem a sua planilha paralela porque não confia na oficial.
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🏢 Três arquétipos de cliente

Com escala, stack e conhecimento na mão, a empresa cai em um de três arquétipos. Cada um pede uma oferta diferente — e reconhecer o arquétipo durante a call é o que evita você propor a coisa errada com convicção.

a) Time pequeno — 5 a 20 pessoas

Todo mundo na versão gratuita de um assistente, orçamento apertado, ansiedade alta. O erro clássico é vender um pacote de várias ferramentas. Eles precisam de uma ferramenta bem feita, não de quinze mal usadas.

Faça a conta de licenças multiplicada pelo número de pessoas na frente deles, no papel. Quando o número aparece, a conversa deixa de ser sobre entusiasmo e passa a ser sobre escolha.

b) Médio — 21 a 100 pessoas

De 10 a 15 ferramentas pagas usadas a 20% do potencial, com funções que se sobrepõem. O problema não é dinheiro, é falta de direção. O objetivo aqui é um retentor pequeno para você ficar por perto enquanto a casa se organiza.

Estratégia por etapas: comece com cerca de 10 usuários de ponta em áreas ligadas a receita, rode um piloto de 2 a 3 semanas, centralize os dados e corte de 15 ferramentas para 5.

c) Corporação — 100 pessoas ou mais

Muitos sistemas redundantes, conhecimento em silos, aprovação lenta. Consertar a arquitetura leva de 6 a 12 meses — e a empresa precisa mostrar movimento agora.

Construa algo que viva fora do sistema legado: por exemplo, um repositório de conhecimento consultável, alimentado com o que já existe. Prova velocidade, quebra a resistência interna e não depende de nenhuma aprovação de arquitetura.

🌤️ A sessão de "cenário ideal"

Depois do piloto, chame quem viveu o primeiro resultado e faça uma pergunta só: "num mundo em que a IA não errasse e fosse barata, o que vocês mudariam no dia a dia?" Você não vai atender 90% dos pedidos — e não é para atender. É para ouvir ideias de quem normalmente não fala em reunião.

Depois priorize essas ideias por quatro critérios: alcance (quantas pessoas toca), impacto (quanto muda), confiança de execução (você sabe fazer?) e esforço. O que ganha em alcance e impacto com esforço baixo vira a próxima entrega.

💡 Dica prática

Nunca repita o mesmo conteúdo em duas corporações. Cada uma tem política interna, regulação e restrição própria; o material que funcionou numa vira ruído na outra e você perde a autoridade em cinco minutos. Reaproveite o método, nunca os slides.

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🧭 Escolher a plataforma e explicar o sacrifício

A escolha da plataforma não é questão de gosto: é consequência do requisito. Decida por necessidade, em três passos — escolher, explicar o sacrifício e ter um plano alternativo pronto.

REQUISITO ESCOLHA muitas integrações + trabalho em equipe análise complexa + muitos documentos já vive no ecossistema de buscas corporação com recursos e cenário claro assistente generalista assistente de raciocínio profundo assistente do ecossistema de buscas construção sob medida

O que olhar: a coluna da esquerda é sempre uma frase do cliente, nunca uma preferência sua. Construção sob medida só aparece na última linha — e só quando as três anteriores não servem.

⚖️ Passo 2: nomeie o sacrifício

Toda recomendação vem com uma perda. A apresentação vai ficar menos bonita. O time vai perder um recurso de que gostava. Alguém vai ter que aprender outra interface. Diga isso antes de o cliente descobrir sozinho — é o que separa recomendação de propaganda.

A frase do consultor honesto: "eu poderia cobrar por hora e você precisaria de mim por seis meses; prefiro te levar ao resultado no menor número de passos". Quem diz isso raramente precisa negociar preço depois.

Passo 3: plano alternativo. Se houver resistência forte da diretoria — custo, segurança ou política —, tenha as opções na ponta da língua: modelos abertos, instância própria da empresa, ou simplesmente nada de licença nova (usar melhor o que já está pago). Chegar com plano B pronto transforma um "não" em uma escolha entre dois caminhos.

📅 Roadmap do plano A

  • 30 dias: piloto com o grupo de ponta e uma métrica combinada.
  • 60 dias: dados centralizados e primeiras ferramentas cortadas.
  • 90 dias: expansão para as áreas vizinhas, com material de apoio interno.
  • 180 dias: processo documentado e alguém interno responsável por manter.
  • 365 dias: revisão de contratos e da arquitetura, com número na mão.

🎯 Copie e rode: matriz requisito x plataforma

Objetivo: sair da call com uma tabela de decisão em que cada escolha já vem com o preço que ela cobra do cliente.

Você é consultor de IA montando a recomendação de plataforma.

Contexto da empresa:
- Porte: <nº de funcionários>
- Ferramentas atuais por categoria: <liste as 9 categorias>
- Onde os dados moram: <único / disperso organizado / espalhado>
- Restrições declaradas: <custo, segurança, regulação, política>

Monte uma tabela com as colunas:
requisito | plataforma recomendada | por que ela | O SACRIFÍCIO
(o que a empresa PERDE ao escolher essa) | plano alternativo se
a diretoria vetar

Regras: uma linha por requisito real do contexto acima; nada de
"depende"; a coluna do sacrifício nunca pode ficar vazia.
No fim, escreva o roadmap em 30, 60, 90, 180 e 365 dias em uma
frase por marco.

Como verificar: leia só a coluna do sacrifício. Se todas as linhas trouxerem perdas genéricas ("curva de aprendizado"), o contexto que você colou estava raso — acrescente as ferramentas reais e rode de novo.

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🚩 Sinais de alerta: quando pisar no freio

Quatro falas aparecem em quase toda call ruim. Nenhuma é motivo isolado para recusar — mas cada uma exige uma resposta pronta, dita na hora, sem constrangimento.

"Precisamos de agentes autônomos AGORA"

Não precisa. Mesmo nos melhores fluxos que existem hoje, o agente aparece uma ou duas vezes no processo inteiro; o resto é passo fixo. Previsibilidade é o que faz automação funcionar em empresa.

"Vi isso numa rede social"

O escopo vai inchar sem parar: toda semana chega uma novidade e o projeto muda de forma. Combine desde o começo que ideias novas entram na fila da próxima etapa, não na atual.

"Meu concorrente tem"

São empresas diferentes, com burocracias diferentes, dados diferentes e gente diferente. Copiar a solução do vizinho é herdar o problema dele sem herdar o contexto.

"Tem que ser a tecnologia mais nova"

O que acabou de sair quebra, muda de comportamento sem aviso e não tem material de apoio. Você vira suporte de um produto que nem o fabricante estabilizou.

Novo aqui? Determinismo é a propriedade de um processo que, com a mesma entrada, sempre devolve a mesma saída. Fluxo determinístico é auditável, barato de testar e fácil de explicar para a diretoria. O agente é o oposto disso — por isso ele entra pontualmente, onde o caminho realmente muda a cada execução.

✓ Sinal verde para seguir

  • Falam de um número que querem mudar, não de uma tecnologia que querem ter.
  • Aceitam começar pequeno, com um grupo e um prazo curto.
  • Quem decide está na call, ou é nomeado sem hesitação.

✗ Sinal vermelho para frear

  • Dois ou mais dos quatro sinais aparecem na mesma conversa.
  • Toda proposta sua é comparada com um vídeo que alguém viu ontem.
  • Ninguém consegue dizer que número o projeto precisa mover.

💡 A recomendação à prova de moda

Dois ou mais sinais na mesma call significam que o projeto vai custar mais em desgaste do que render em dinheiro. Se ainda assim fizer sentido seguir, ancore com esta frase: "esta é a base mínima que a empresa precisa; mesmo que pareça atrasado por um mês, no mês seguinte vocês estarão em dia — e quem correu atrás da novidade vai estar recomeçando".

Auto-verificação rápida (opcional): numa call, a empresa tem 60 pessoas, 14 ferramentas pagas e diz que os dados estão "cada um no seu lugar, mais ou menos". O que você propõe primeiro?

🎓 Resumo do Módulo

Diagnosticar antes de prescrever — a solução dita cedo demais fecha a porta do contrato grande.
Três perguntas de escopo — escala, stack e onde o conhecimento mora. Elas cabem em vinte minutos e definem tudo o que vem depois.
Três arquétipos — time pequeno, médio e corporação. Cada um pede uma oferta diferente, não uma versão menor da mesma.
Sacrifício declarado e sinais de alerta — nomeie a perda de cada escolha e freie quando dois sinais aparecerem na mesma call.

Próximo Módulo:

2.1 — Desenho de solução e preço que escala

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