TRILHA 2

🧩 Solução e preço

O diagnóstico já foi feito. Agora vem a pergunta que trava a maioria: como transformar o que você descobriu em um plano com preço? Esta trilha ensina o método de levantamento, os números que provam valor e a estrutura de preços que faz o cliente escolher em vez de recusar.

E ensina a segunda metade, que quase ninguém treina: auditar a sua própria conversa com critérios, corrigir um vício por semana e reconhecer, antes de aceitar o dinheiro, o trabalho que você não deveria pegar.

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Módulos
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Tópicos
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Diagnóstico o que você já descobriu 4 planilhas linha de base plano em fases escada de preços Proposta que ele consegue escolher autópsia da call — o que você corrige antes da próxima

O que olhar: a linha tracejada de volta. Sem ela, cada conversa recomeça do zero — é a autópsia que transforma quinze conversas em quinze melhorias.

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

2.1 ~75 min

🧩 Desenho de solução e preço que escala

O módulo de método: como levantar, como medir, como implantar em fases e como cobrar de um jeito que sustenta o negócio.

O que é:

A constatação de que o cliente não consegue avaliar a sua solução técnica — ele avalia o quanto você é sistemático. Método é a sequência que você repete com todos.

Por que aprender:

Você quase nunca tem certeza do resultado. Um plano em etapas destrava a decisão mesmo assim, porque a dúvida real dele é se você vai sumir no meio.

Conceitos-chave:

método repetível · confiança emprestada · etapas com entrega no prazo.

O que é:

Quatro tabelas preenchidas junto com o cliente: todas as ferramentas com número de usuários, fontes de conhecimento com volume e frequência, processos com o conhecimento tácito, e os donos de cada coisa.

Por que aprender:

O número de usuários vira munição de priorização, e o volume de documentos decide sozinho se cabe na janela de contexto ou se precisa de busca em base própria.

Conceitos-chave:

janela de contexto · busca em base própria · conhecimento tácito · dono técnico.

O que é:

Cinco medições congeladas antes de mexer em qualquer coisa — tempo, erro, custo, satisfação da equipe e do cliente — com meta, forma de medição e frequência de revisão para cada uma.

Por que aprender:

São os números que sustentam você quando a diretoria questionar. E há uma armadilha de leitura: medir dia a dia produz ruído, porque segunda e sexta distorcem tudo.

Conceitos-chave:

linha de base · indicador com forma de medição · frequência de revisão · adoção.

O que é:

Piloto de 30 a 60 dias com um grupo pequeno, escala para o departamento inteiro e otimização de 3 a 12 meses com expansão seletiva.

Por que aprender:

É no piloto que as suas suposições morrem barato. E há um alerta que quase ninguém escreve no contrato: modelos são descontinuados, e alguém precisa monitorar isso.

Conceitos-chave:

métrica de adesão · dívida técnica · descontinuação de modelo · expansão seletiva.

O que é:

Um catálogo de casos por área — vendas, atendimento, marketing e operações — com o critério de escolher primeiro onde o dinheiro entra.

Por que aprender:

Ganho pequeno em área de receita aparece no relatório de alguém. O mesmo ganho numa área de apoio some no arredondamento — e o seu contrato some junto.

Conceitos-chave:

área de receita · rascunho com revisão humana · roteamento de escalonamento.

O que é:

Acesso coletivo barato e recorrente, call avulsa com preparo, retentor mensal e projeto corporativo — com valores de referência do mercado internacional, para adaptar ao seu.

Por que aprender:

Quando você não sabe o orçamento, ter degraus é o que transforma um "vou pensar" em algum fechamento. E evita os dois erros de calibragem: mesquinhez e entrega acima do preço.

Conceitos-chave:

degrau de entrada · retentor · modelo de e-mail de dúvida · calibragem de valor.

O que é:

Seis categorias — entradas, pratos rápidos, intermediário, avançado, sobremesas e banquetes — com itens de 90 a 150 minutos, cada um com nome, duração, nível e descrição curta.

Por que aprender:

O cliente para de negociar preço e passa a montar o próprio pacote. O rodapé com o mês da última atualização sinaliza, sem discurso, que você se mantém atual.

Conceitos-chave:

cardápio categorizado · ficha do item · pacote fechado · rodapé de atualização.

O que é:

Dor e meta, levantamento, diagnóstico e hipóteses, recomendação com contraindicação declarada, e próximos passos — com os minutos marcados.

Por que aprender:

Você nunca sai sem uma tarefa combinada para antes da próxima sessão, e assume o papel que o cliente ansioso está procurando: a calma no meio do caos.

Conceitos-chave:

bloco de tempo · conselho honesto · alternativa mais barata · tarefa de saída.

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2.2 ~65 min

🔬 Autópsia da call e aprender com a falha

O módulo de autocrítica: montar o auditor, ler o placar, corrigir um vício por semana e reconhecer o trabalho que você não deveria ter pegado.

O que é:

A distância entre a sua impressão de ter sido articulado e o que a análise mostra: dezenas de palavras de preenchimento, cliente confuso aos sete minutos e você ocupando quase toda a reunião.

Por que aprender:

Retorno humano ativa a sua defesa; retorno de máquina é neutro e por isso você absorve melhor. Sem auditoria externa você repete o mesmo erro por anos.

Conceitos-chave:

laço de melhoria · viés do próprio desempenho · retorno neutro.

O que é:

Um pedido reaproveitável com persona de especialista em comunicação e presença executiva, tarefa de análise franca focada em ação, e critérios definidos antes do material.

Por que aprender:

Sem persona você recebe elogio; sem critério, resumo. E há um limite inegociável: só material sem informação sensível do cliente e com autorização.

Conceitos-chave:

persona · exigência de evidência · anonimização · autorização.

O que é:

Clareza, entrega vocal, autoridade, postura e presença, qualidade das perguntas e da escuta, e ressonância — os seus pontos chegaram?

Por que aprender:

A nota de uma conversa isolada diz mais sobre o seu dia do que sobre você. A série de dez conversas mostra a dimensão que nunca sobe: essa merece treino.

Conceitos-chave:

presença executiva · ressonância · série de medições · dimensão travada.

O que é:

Cinco conceitos em doze segundos que fazem o interlocutor sênior desligar; palavras de preenchimento com entonação subindo no fim de frases afirmativas; e som usado para tapar a pausa.

Por que aprender:

São erros de entrega, não de conteúdo — passam despercebidos por anos. A correção é a regra de três, e o silêncio tem nuance: pausa longa demais vira brecha.

Conceitos-chave:

regra de três · palavra de preenchimento · entonação ascendente · uso da pausa.

O que é:

Olhar para a lente, inclinar levemente para a frente, reduzir o gesto — e calibrar a proporção: levantamento é 80% cliente falando; consultoria paga é 80% você.

Por que aprender:

Usar a proporção errada custa o contrato ou a renovação. E o efeito composto é real: semana 1 você identifica o vício, semana 2 ele cai pela metade, semana 8 te chamam de articulado.

Conceitos-chave:

proporção falar/ouvir · presença remota · efeito composto · um vício por vez.

O que é:

Um caso anônimo de consultoria devolvida: o aviso escrito no próprio pedido, o domínio que não era do consultor e o escopo grande demais para o tempo contratado.

Por que aprender:

O conselho dado até estava correto, mas foi entregue solto. A lição é dura: o cliente compra embalagem tanto quanto correção.

Conceitos-chave:

sinal de recusa · domínio alheio · escopo x tempo · custo de devolver.

O que é:

Reunir as melhores fontes públicas, organizar num roteiro próprio, acrescentar o que só você sabe e entregar com a sua marca e um plano de execução.

Por que aprender:

Conhecimento emprestado bem embalado ainda é serviço de alto padrão; conhecimento correto entregue solto é reembolso.

Conceitos-chave:

curadoria assumida · camada própria · plano de execução · o que não está coberto.

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