A ideia central, em 30 segundos
Um loop = 3 coisas
Gatilho, ação e condição de parada. Por baixo de todo desenho complicado, é sempre reason → act → observe, repetindo até "pronto".
A verificação é tudo
Um loop só é tão bom quanto o jeito que ele checa "pronto". Sem verificação, ele entrega trabalho errado com confiança — e chama de feito.
Você vira o arquiteto
Em vez de digitar o próximo passo, você desenha o sistema que decide o próximo passo. Esse é o salto do "v2": Loop Engineering.
As 4 trilhas
Fundamentos: o que é um loop de agente
O esqueleto reason→act→observe, os 6 elementos invariantes e o mapa das 11 escolas que confundem todo mundo. Cada termo explicado na hora.
Quando (e quando NÃO) usar loop
A escada de decisão, as 3 formas (Solo, Maker→Checker, Manager→Helpers) e os 4 jeitos de checar "pronto". A maioria das tarefas nem precisa de loop.
Construindo seu primeiro loop
A sequência de 7 passos, loops prontos pra copiar e rodar hoje, os 8 ingredientes de um loop sólido e os 8 erros que derrubam iniciantes.
Loop Engineering (o nível "v2")
"Pare de promptar, projete loops": Ralph loop, loops agendados, estado externalizado, verificação adversarial — e os riscos reais de custo e cognitive surrender.
Como este curso foi feito (e por que isso importa)
Todo o conteúdo nasceu de um loop de verificação: agentes varreram 45 fontes (docs da Anthropic/OpenAI/Google, o paper do ReAct, blogs de praticantes, o vídeo do Nate Herk), um agente "maker" copiou a frase exata de cada fonte, e um agente "checker" separado re-buscou cada URL pra confirmar. É o mesmo padrão maker→checker que você vai aprender na Trilha 2 — o curso é, ele mesmo, a saída de um loop.
Fontes confirmadas independentemente · sem alucinação apresentada como fato.