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TRILHA 2

🪜 Quando (e quando NÃO) usar loop

Loop não é o padrão — é uma decisão. Esta trilha te dá a escada que filtra o que vira loop, as 3 formas (Solo, Maker→Checker, Manager→Helpers) e os 4 jeitos de checar "pronto". A maioria das tarefas nem chega lá em cima — e isso é uma boa notícia.

Uma escada luminosa de decisão em azul e ciano, com dois degraus que separam o que vira loop do que não vira DECIDIU: vale loop → escolha a forma Solo Maker → Checker Manager → Helpers
3
Módulos
18
Tópicos
~2h
Duração
Base
Nível
Progresso da trilha: 0% 0 de 18

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

2.1~40 min

🪜 A escada de decisão

Antes de construir qualquer loop, passe a tarefa por uma escada de duas perguntas. A maioria não sobe — e está tudo bem.

O que é:

Antes de construir, passe a tarefa por duas perguntas; só construa loop se for SIM nos dois degraus.

Por que aprender:

Economiza horas de engenharia em tarefas que um prompt simples já resolvia.

Conceitos-chave:

Escada de decisão; SIM/SIM; one-shot.

O que é:

Se a tarefa é um passo previsível, só prompte; one-shot é mais rápido e barato.

Por que aprender:

Loop existe para terceirizar repetição, não para enfeitar uma tarefa única.

Conceitos-chave:

Repete × único; muitos passos desconhecidos.

O que é:

A IA consegue verificar que terminou (rodar testes, contar palavras)? Se não, faça você.

Por que aprender:

Sem essa checagem o loop não converge — para cedo demais ou nunca para.

Conceitos-chave:

Checagem automática; conserte o objetivo primeiro.

O que é:

Nate Herk: "a maioria das tarefas não precisa de loop"; quando faz, é pela verificação.

Por que aprender:

Te livra de construir arquitetura gigante onde um terminal + um bom prompt bastava.

Conceitos-chave:

Loop é custo; comece pequeno.

O que é:

Firecrawl: loops rendem mais em tarefas repetitivas, revisáveis e de alto valor — não em tudo.

Por que aprender:

Te dá o grid ✓/✗ para separar bom de mau candidato a loop.

Conceitos-chave:

Revisável; os três critérios juntos.

O que é:

Conserto de teste → loop; reescrever 1 e-mail → só prompt; pesquisa ampla → depende de checar.

Por que aprender:

Treina o reflexo de aplicar a escada antes de sair construindo.

Conceitos-chave:

Critério objetivo × subjetivo.

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2.2~40 min

🧩 As 3 formas de loop

Decidiu que vale? São só três formas — mudam quantos agentes entram e quem confere o trabalho de quem.

O que é:

Um agente percorre reason→act→observe e repete; o "modelo + ferramentas" da Trilha 1.

Por que aprender:

É a mais fácil de construir e depurar e cobre a maior parte do trabalho. Comece aqui.

Conceitos-chave:

Think→Act→See; menos peças, menos bugs.

O que é:

Um agente faz, um segundo (IA fresca) dá nota; quem cria não carimba o próprio trabalho.

Por que aprender:

É o beat "observe/check" com agente dedicado; suba para cá quando a qualidade importa.

Conceitos-chave:

Maker; checker; conserta até passar.

O que é:

Um líder divide o objetivo e entrega pedaços a sub-agentes que rodam em paralelo.

Por que aprender:

Serve quando o job é grande demais para um fluxo sequencial.

Conceitos-chave:

Sub-agente; fan-out; paralelismo.

O que é:

É qualquer uma das três formas deixada sem supervisão — não uma forma nova.

Por que aprender:

É a configuração que mais precisa de um STOP forte (teto de voltas, gate humano).

Conceitos-chave:

Autônomo; condição de parada; supervisão.

O que é:

Comece no Solo; suba para Maker→Checker pela qualidade; para Manager→Helpers pelo tamanho.

Por que aprender:

Complexidade extra é custo — só suba quando um agente realmente não dá conta.

Conceitos-chave:

Escalada gradual; custo por forma.

O que é:

Solo: conserto de teste; Maker→Checker: thumbnail + scorer; Manager→Helpers: auditar 45 fontes.

Por que aprender:

Fixa cada forma num caso real + um prompt colável de maker→checker.

Conceitos-chave:

Scorer dedicado; copy-run.

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2.3~40 min

🏁 Definir e checar "pronto"

Um loop é tão bom quanto a sua linha de chegada. Trave o "pronto" e escolha entre os 4 tipos de check.

O que é:

Antes de rodar, responda o que "pronto" significa (uma máquina lê) + como vai checar.

Por que aprender:

Essas duas respostas SÃO a checagem "pronto?" do loop — o motor da parada.

Conceitos-chave:

Linha de chegada; os 4 tipos de check.

O que é:

Uma máquina responde sim/não: testes passam, app roda, build compila.

Por que aprender:

É o check mais fácil e confiável — comece por ele sempre que der.

Conceitos-chave:

Verde/vermelho; checagem binária.

O que é:

Quando o resultado precisa ser VISTO para ser julgado: UI, thumbnail, layout.

Por que aprender:

A maioria dos agentes consegue olhar imagens / tirar screenshot e julgar o pixel.

Conceitos-chave:

Screenshot; ver o pixel, não o código.

O que é:

Precisa de gosto, mas dá para escrever uma rubrica; um 2º agente pontua por ela.

Por que aprender:

A armadilha "até você ficar satisfeito" é subjetiva demais — objetive ("até a métrica = Y").

Conceitos-chave:

Rubrica; objetivar o gosto.

O que é:

Irreversível ou puro gosto que nenhuma rubrica captura: o loop pausa, você aprova, e continua.

Por que aprender:

É o check certo para passos arriscados — as portas de mão única.

Conceitos-chave:

Gate humano; one-way door.

O que é:

Quanto mais objetivo o "pronto", melhor o loop: ele ganha um número para perseguir.

Por que aprender:

Exemplo real (Nate): Abbey Road em CSS, parando em score ≥ 9 OU após 8 passes (cap duro).

Conceitos-chave:

Métrica; cap de iterações; screenshot + reavaliar.

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