Quando robôs entram na operação, o impacto não é só técnico. Muda cargo, fluxo, responsabilidade, risco, cultura e gestão. Este curso prepara pessoas e organizações para essa transição.
De fundamentos a estratégia. Cada trilha é independente, mas a sequência constrói competência completa.
O cenário mundial, normas ISO, mercado de cobots, psicologia da mudança e o gap de requalificação.
Supervisão de sistemas autônomos, segurança HRC, simuladores VR e treinamento por função.
Business case, gestão da mudança, certificações, formação de formadores e modelo de negócio.
O WEF projeta 170 milhões de novos empregos e 92 milhões deslocados. O saldo é positivo, mas a velocidade de requalificação não acompanha.
Média global: 151. Coreia: 1.012. O Brasil cresce 52% ao ano em robotização, mas sem programa sistêmico de requalificação.
Não por tecnologia. Por fator humano: resistência, medo, falta de preparo da liderança, métricas erradas.
A maior revisão em 14 anos. "Cobots" não existem mais como categoria. Colaboração agora é aplicação. Novos requisitos de validação, certificação e cibersegurança.
"Treinamento tradicional perde valor quando a tecnologia fica autônoma. Mas treinamento para adaptação humana em ambientes autônomos ganha valor."
A questão é sair de "capacitar para executar tarefas" e ir para "capacitar para conviver, supervisionar e decidir em sistemas automatizados".