TRILHA 1

⚡ Superpowers — Desenvolvimento com Agentes de IA

Domine a metodologia completa para trabalhar com agentes de IA de forma estruturada, previsível e profissional. Do brainstorming ao merge, sem improvisar.

📦

Módulos

10

📋

Tópicos

60

⏱️

Duração

~5h

🎯

Nível

Intermediário

Navegação Rápida

1.1

🧠 Fundamentos

1.2

💡 Brainstorming

1.3

📋 Planejamento

1.4

🔴 TDD

1.5

🤖 Execução

1.6

🐛 Debugging

1.7

👀 Revisão

1.8

🌿 Worktrees

1.9

⚡ Paralelos

1.10

🧩 Skills

Conteúdo Detalhado
1.1 ~25 min

🧠 Fundamentos: Por que agentes falham sem método

Entenda por que pedir "só escreve o código" é a raiz de todos os problemas e como a metodologia Superpowers resolve isso.

O que é:

O anti-padrão de pedir ao agente para implementar funcionalidades sem especificação, contexto ou plano. O resultado é código que funciona tecnicamente mas resolve o problema errado.

Por que aprender:

Sem entender esse anti-padrão, você continuará repetindo o ciclo de reescrever código várias vezes, desperdiçando horas de sessão e tokens.

Conceitos-chave:

Ambiguidade de requisitos, especificação implícita, custo de retrabalho, garbage in / garbage out.

O que é:

Skills são arquivos SKILL.md que injetam comportamentos no agente via contexto de sistema. Eles moldam como o agente responde a gatilhos específicos.

Por que aprender:

Entender a arquitetura de skills permite customizar o comportamento do agente para o seu workflow específico e criar skills próprias.

Conceitos-chave:

Frontmatter YAML, gatilhos de skill, injeção de contexto, comportamento emergente, skills core vs. plugins.

O que é:

O processo de instalar o Superpowers em diferentes plataformas de agente de IA, adaptando a configuração para cada harness.

Por que aprender:

Cada plataforma tem suas particularidades. Instalar corretamente garante que as skills sejam carregadas e os hooks sejam executados.

Conceitos-chave:

Harness, settings.json, diretório .claude, sync script, configuração por projeto vs. global.

O que é:

Hooks são scripts que o harness executa automaticamente em momentos específicos da sessão — antes de uma mensagem, após uma ferramenta, ao encerrar.

Por que aprender:

Hooks permitem automações que o agente não consegue fazer sozinho: injetar contexto, validar outputs, registrar ações.

Conceitos-chave:

PreToolUse, PostToolUse, Stop hooks, stdin/stdout, exit codes, permissões de hook.

O que é:

O pipeline completo de desenvolvimento com agentes: brainstorm → spec → plano → TDD → execução → revisão → merge.

Por que aprender:

Seguir o fluxo completo garante que cada fase valide a anterior, eliminando erros acumulados e retrabalho.

Conceitos-chave:

Pipeline de desenvolvimento, gates de validação, handoff entre fases, contexto acumulado.

O que é:

Verificação prática de que a instalação está correta: skills carregadas, hooks ativos, agente respondendo aos gatilhos esperados.

Por que aprender:

Uma instalação silenciosamente incorreta desperdiça horas. Verificar logo no início poupa problemas futuros.

Conceitos-chave:

Smoke test, verificação de skills ativas, teste de gatilho, diagnóstico de instalação.

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1.2 ~30 min

💡 Brainstorming antes do código

Aprenda a extrair uma especificação real de uma conversa vaga e validá-la antes de escrever uma linha de código.

O que é:

A skill de brainstorming instrui o agente a fazer perguntas direcionadas antes de qualquer implementação, usando o método socrático para revelar requisitos implícitos.

Por que aprender:

Perguntas certas antes do código economizam horas de refatoração. Um agente que age sem perguntar está adivinhando — e adivinhações são caras.

Conceitos-chave:

Requisitos implícitos, perguntas abertas vs. fechadas, clareza antes de velocidade, custo de assunções erradas.

O que é:

O processo de transformar uma conversa informal sobre uma feature em um documento de especificação estruturado e revisável.

Por que aprender:

Spec documents criam um contrato entre você e o agente. Sem isso, cada sessão parte do zero e o agente pode tomar direções diferentes.

Conceitos-chave:

Spec document, critérios de aceitação, casos de borda, dependências técnicas, escopo negativo.

O que é:

Validação seção por seção da spec antes de avançar. O agente apresenta cada parte e aguarda aprovação explícita antes de continuar.

Por que aprender:

Aprovar tudo de uma vez é uma ilusão de revisão. Aprovação incremental garante que você realmente leu e concordou com cada parte.

Conceitos-chave:

Aprovação incremental, checkpoints de validação, feedback loop curto, custo de mudança tardia.

O que é:

Uma interface visual que o agente inicia durante o brainstorming para renderizar a spec em tempo real, permitindo revisar o documento enquanto a conversa acontece.

Por que aprender:

Ler uma spec em texto puro no chat é difícil. O servidor visual muda o formato de revisão e acelera a validação.

Conceitos-chave:

Servidor local, renderização em tempo real, markdown-to-HTML, companion de design, porta 3000.

O que é:

As seções obrigatórias de uma spec bem escrita: objetivo, contexto técnico, critérios de aceitação, casos de borda, escopo negativo.

Por que aprender:

Uma spec incompleta é quase tão ruim quanto não ter spec. Saber o que deve estar presente evita lacunas que o agente vai preencher com suposições.

Conceitos-chave:

Objetivo, contexto, critérios de aceitação, casos de borda, fora de escopo, dependências, perguntas em aberto.

O que é:

Exercício prático completo: partir de uma ideia vaga, conduzir o brainstorming com o agente e chegar a uma spec aprovada pronta para planejamento.

Por que aprender:

O conceito só sedimenta quando você executa o fluxo completo. Este exercício une todos os tópicos anteriores em uma sessão real.

Conceitos-chave:

Sessão de brainstorming real, critérios de "spec aprovada", transição para planejamento.

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1.3 ~30 min

📋 Planejamento real com writing-plans

Crie planos de implementação tão detalhados que mantêm o agente no caminho por horas sem desviar.

O que é:

A distinção entre planos que realmente guiam o agente (com caminhos de arquivo, código real, verificações) e planos genéricos que apenas listam intenções.

Por que aprender:

Um plano genérico dá ao agente margem para improvisar — e improviso com agentes gera divergência. Um plano bom é uma trilha sem bifurcações.

Conceitos-chave:

Granularidade de tarefa, especificidade de caminho, verificabilidade, margem de improviso.

O que é:

O princípio de quebrar planos em tarefas pequenas o suficiente para serem executadas em 2-5 minutos cada, com verificação clara de conclusão.

Por que aprender:

Tarefas grandes criam contexto longo e perda de foco. Tarefas de 2-5 minutos permitem commits frequentes e detecção precoce de desvios.

Conceitos-chave:

Granularidade, atomic tasks, commit frequente, detecção precoce, feedback loop curto.

O que é:

Os três elementos que toda tarefa de plano deve ter: caminho exato do arquivo, trecho de código completo (não pseudocódigo) e critério de verificação.

Por que aprender:

Sem esses três pilares, o agente preenche lacunas com interpretação própria. Com eles, a tarefa é determinística.

Conceitos-chave:

Caminho absoluto, código completo vs. pseudocódigo, critério de verificação, determinismo de tarefa.

O que é:

O processo pelo qual o agente revisa o plano que acabou de escrever, verificando completude, consistência e ausência de ambiguidades antes de apresentá-lo.

Por que aprender:

Agentes cometem erros na geração de planos. A auto-revisão captura esses erros antes que eles se tornem bugs na execução.

Conceitos-chave:

Auto-revisão, checklist de plano, completude, consistência interna, ambiguidade.

O que é:

O ciclo de revisão do plano com feedback humano antes de iniciar a execução. O agente ajusta o plano baseado nas correções e reapresenta.

Por que aprender:

Corrigir um plano custa segundos. Corrigir código implementado errado custa horas. Iterar o plano antes de executar é o investimento mais rentável.

Conceitos-chave:

Iteração de plano, custo de mudança, feedback antes da execução, aprovação de plano.

O que é:

Exercício prático: pegar a spec do módulo anterior e criar um plano de implementação completo com todos os pilares, revisão e aprovação.

Por que aprender:

A transição spec→plano é onde mais ocorrem perdas de requisitos. Este exercício treina exatamente essa transição crítica.

Conceitos-chave:

Transição spec→plano, cobertura de requisitos, rastreabilidade, plano aprovado.

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1.4 ~35 min

🔴 TDD com agente: RED-GREEN-REFACTOR

Force o ciclo vermelho-verde-refatorar com seu agente. Nunca mais código sem teste, nunca mais teste sem falha vista.

O que é:

A fase RED do TDD: escrever o teste antes do código de produção, executá-lo e confirmar que ele falha pelo motivo certo antes de implementar.

Por que aprender:

Agentes frequentemente escrevem testes que passam sem nunca terem falhado, criando falsa segurança. Ver o RED garante que o teste realmente testa algo.

Conceitos-chave:

Red phase, falha esperada, motivo de falha correto, testes que passam sem testar, falsa segurança.

O que é:

Aplicação prática dos princípios You Ain't Gonna Need It e Don't Repeat Yourself no contexto de agentes, que tendem à super-engenharia por padrão.

Por que aprender:

Agentes adoram abstrações prematuras e generalizações desnecessárias. YAGNI e DRY são freios importantes para manter o código simples e testável.

Conceitos-chave:

YAGNI, DRY, super-engenharia, abstração prematura, código mínimo para passar o teste.

O que é:

Os antipadrões mais comuns que agentes cometem ao escrever testes: testes tautológicos, mocks excessivos, testes de implementação e não de comportamento.

Por que aprender:

Um conjunto de testes ruim é pior que nenhum — dá falsa confiança. Identificar esses antipadrões permite corrigi-los antes de confiar nos testes.

Conceitos-chave:

Teste tautológico, mock excessivo, teste de implementação vs. comportamento, falsa cobertura.

O que é:

A disciplina de fazer um commit ao final de cada ciclo RED-GREEN completo, criando um histórico granular e pontos de retorno claros.

Por que aprender:

Commits frequentes são a rede de segurança do TDD. Se algo quebrar, você sabe exatamente o que mudou desde o último estado verde.

Conceitos-chave:

Commit atômico, histórico granular, ponto de retorno, estado verde, commit message por ciclo.

O que é:

A fase REFACTOR do TDD: melhorar o código depois que os testes passam, mantendo todos os testes verdes durante todo o processo.

Por que aprender:

Refatoração sem testes é reescrita arriscada. Com testes verdes, cada passo de refatoração é verificado imediatamente.

Conceitos-chave:

Refatoração segura, invariância de comportamento, pequenos passos, cobertura como rede de segurança.

O que é:

Exercício completo: implementar uma feature pequena do zero usando TDD estrito com o agente — RED, GREEN, REFACTOR, commit.

Por que aprender:

TDD com agente é diferente de TDD solo. Este exercício treina a coordenação entre humano e agente em cada fase do ciclo.

Conceitos-chave:

TDD assistido por agente, coordenação humano-agente, ciclo completo, disciplina de processo.

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1.5 ~35 min

🤖 Execução: subagentes e planos

Deixe o agente trabalhar por horas autonomamente sem desviar do plano — com subagentes e revisão em dois estágios.

O que é:

A skill executing-plans organiza a execução em lotes de tarefas com checkpoints obrigatórios onde o humano revisa o progresso antes de continuar.

Por que aprender:

Execução sem checkpoints deixa erros se acumularem por horas. Checkpoints regulares permitem corrigir o curso cedo.

Conceitos-chave:

Lotes de tarefa, checkpoint humano, aprovação de lote, correção de curso, execução supervisionada.

O que é:

O padrão de delegar cada tarefa do plano a um subagente independente, com contexto isolado, que reporta o resultado ao agente coordenador.

Por que aprender:

Subagentes evitam contaminação de contexto entre tarefas e permitem execução de múltiplas tarefas independentes em paralelo.

Conceitos-chave:

Subagente, isolamento de contexto, agente coordenador, delegação, relatório de resultado.

O que é:

O processo de revisão em dois estágios: primeiro verificar se o código cumpre a spec, depois verificar qualidade técnica independentemente.

Por que aprender:

Misturar os dois critérios de revisão confunde prioridades. Separar garante que conformidade com spec e qualidade sejam avaliadas com o critério certo.

Conceitos-chave:

Revisão de conformidade, revisão de qualidade, critérios separados, prioridade de correção.

O que é:

O critério de decisão entre usar executing-plans (tarefas sequenciais com dependência) vs. subagents (tarefas independentes paralelizáveis).

Por que aprender:

A escolha errada desperdiça tempo ou cria conflitos. Entender quando cada abordagem se aplica maximiza velocidade e controle.

Conceitos-chave:

Dependência sequencial, independência de tarefa, overhead de coordenação, trade-off velocidade/controle.

O que é:

Técnicas para monitorar o progresso de subagentes em execução e intervir quando necessário sem perder o contexto do plano maior.

Por que aprender:

Subagentes podem desviar. Saber quando e como intervir — sem travar o fluxo — é essencial para execução de planos longos.

Conceitos-chave:

Sinal de desvio, intervenção de contexto, reconstrução de estado, interrupção controlada.

O que é:

Exercício prático: pegar o plano do módulo anterior e executá-lo com subagentes, incluindo monitoramento e revisão em dois estágios.

Por que aprender:

A execução com subagentes é o modo mais poderoso do Superpowers. Este exercício consolida todo o pipeline até agora.

Conceitos-chave:

Pipeline completo, execução com subagentes, revisão em dois estágios, resultado entregue.

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1.6 ~30 min

🐛 Debugging sistemático

Pare de atirar no escuro. O processo de 4 fases que transforma debugging de adivinhação em investigação.

O que é:

O processo estruturado em 4 fases: observar o sintoma, formular hipóteses, testar hipóteses sistematicamente, identificar a causa raiz.

Por que aprender:

Sem processo, debugging com agente é uma série de tentativas aleatórias. Com as 4 fases, cada passo elimina hipóteses e converge para a solução.

Conceitos-chave:

Sintoma vs. causa, hipótese, eliminação sistemática, causa raiz, método científico aplicado.

O que é:

O padrão de esperar por condições específicas ao invés de sleep fixo — aguardar que um serviço responda, que um arquivo exista, que um processo termine.

Por que aprender:

Sleep fixo cria testes frágeis e debugging impreciso. Condition-based waiting é determinístico e mais rápido na maioria dos casos.

Conceitos-chave:

Polling de condição, timeout com fallback, race condition, determinismo de sincronização.

O que é:

A prática de exigir evidência verificável antes de declarar que um bug foi corrigido — logs, output de teste, screenshot, não apenas "parece que está funcionando".

Por que aprender:

Agentes frequentemente declaram sucesso prematuramente. Exigir evidência real elimina a falsa conclusão de debugging.

Conceitos-chave:

Evidência verificável, prova de correção, output de teste, declaração prematura de sucesso.

O que é:

Técnicas avançadas de rastreamento: stack traces, logs estruturados, bisect de git, reprodução mínima do bug, isolamento de variáveis.

Por que aprender:

Bugs em sistemas complexos raramente são óbvios. Técnicas de rastreamento permitem encontrar origens não intuitivas sem tentar fixes aleatórios.

Conceitos-chave:

Stack trace, git bisect, reprodução mínima, isolamento de variável, log estruturado.

O que é:

Após corrigir um bug, adicionar camadas de proteção — teste de regressão, validação de input, assertion — para garantir que ele não reapareça.

Por que aprender:

Bugs sem teste de regressão voltam. Defense-in-depth garante que o próximo agente (ou próxima sessão) não desfaça a correção.

Conceitos-chave:

Teste de regressão, assertion defensiva, validação de input, camadas de proteção, bug que volta.

O que é:

Exercício com um bug real: aplicar as 4 fases, condition-based waiting, verificar evidência e adicionar proteção contra regressão.

Por que aprender:

Debugging sistemático parece lento no início mas é mais rápido no total. O exercício prático desenvolve o instinto para o processo.

Conceitos-chave:

Processo completo de debugging, disciplina de investigação, evidência de correção, proteção de regressão.

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1.7 ~25 min

👀 Revisão de código com agentes

Como pedir e receber revisões de código de forma estruturada — revisando contra o plano, não contra intuição.

O que é:

O checklist que o agente executa antes de solicitar revisão: testes passando, código limpo, sem debug logs, documentação atualizada.

Por que aprender:

Solicitar review de código sujo desperdiça o tempo do revisor. O checklist pré-revisão garante que o agente fez sua parte antes de pedir feedback.

Conceitos-chave:

Checklist pré-review, critério de pronto, código limpo, respeito ao tempo do revisor.

O que é:

O processo de receber feedback de code review com rigor: entender a issue, confirmar o motivo, propor solução e validar antes de implementar.

Por que aprender:

Agentes frequentemente implementam o feedback errado ou resolvem o sintoma sem entender a issue. Rigor no recebimento evita retrabalho.

Conceitos-chave:

Compreensão da issue, confirmação de motivo, proposta de solução, validação antes de implementar.

O que é:

O princípio de usar o plano de implementação aprovado como critério objetivo de revisão, ao invés de preferências estilísticas ou intuições do revisor.

Por que aprender:

Reviews baseados em intuição são inconsistentes e criam conflitos. O plano como critério torna a revisão objetiva e previsível.

Conceitos-chave:

Critério objetivo, plano como contrato, conformidade vs. preferência, review consistente.

O que é:

A classificação de issues de review em bloqueadores (devem ser corrigidos antes do merge) e sugestões (melhorias desejáveis mas não obrigatórias).

Por que aprender:

Tratar todas as issues com a mesma urgência paralisa o desenvolvimento. Saber o que bloqueia o merge e o que pode esperar é decisivo.

Conceitos-chave:

Bloqueador de merge, sugestão opcional, prioridade de correção, critério de severidade.

O que é:

O padrão de usar um agente separado (sem o contexto de implementação) como revisor externo, simulando a perspectiva de alguém que não escreveu o código.

Por que aprender:

O agente que implementou o código tem viés de confirmação. Um revisor sem contexto de implementação encontra issues que o implementador ignora.

Conceitos-chave:

Viés de confirmação, perspectiva externa, revisor sem contexto, objetividade de revisão.

O que é:

Exercício completo: checklist pré-review, review pelo agente externo, classificação de issues, correção e confirmação de merge.

Por que aprender:

Review é a última barreira antes do merge. Treinar o ciclo completo garante que o processo seja fluido e não um gargalo.

Conceitos-chave:

Ciclo de review completo, PR pronto para merge, confiança no processo, qualidade garantida.

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1.8 ~25 min

🌿 Git Worktrees e branches paralelos

Trabalhe em múltiplas features simultaneamente sem conflito, com workspaces isolados criados automaticamente.

O que é:

Git worktrees permitem ter múltiplos branches do mesmo repositório abertos simultaneamente em diretórios separados, cada um com seu estado próprio.

Por que aprender:

Sem worktrees, trabalhar em múltiplas features exige stash ou commits intermediários. Worktrees eliminam esse overhead completamente.

Conceitos-chave:

Worktree, diretório isolado, estado independente, overhead de stash, branches simultâneos.

O que é:

A skill using-git-worktrees instrui o agente a criar e configurar worktrees automaticamente com os parâmetros corretos, sem intervenção manual.

Por que aprender:

Configurar worktrees manualmente é tedioso e propenso a erros. A automação via skill garante configuração correta sempre.

Conceitos-chave:

git worktree add, branch tracking, diretório de worktree, configuração automática, convenção de nomenclatura.

O que é:

O processo de finalizar uma branch de desenvolvimento: decidir entre merge direto, abrir PR ou descartar, e limpar a worktree após a decisão.

Por que aprender:

Branches abandonadas acumulam e confundem. Ter um processo claro de finalização mantém o repositório limpo e o histórico legível.

Conceitos-chave:

Critério de merge, PR workflow, branch cleanup, git worktree remove, histórico limpo.

O que é:

O padrão de manter 3-5 worktrees abertas simultaneamente, cada uma com um agente trabalhando em uma feature diferente.

Por que aprender:

Este é o modo de máxima velocidade do Superpowers. Múltiplos agentes em paralelo multiplicam o throughput de desenvolvimento.

Conceitos-chave:

Paralelismo de features, throughput, overhead de coordenação, limite prático de worktrees.

O que é:

O processo de resolver conflitos de merge quando múltiplas branches tocam nos mesmos arquivos — identificando conflitos semânticos além dos sintáticos.

Por que aprender:

Conflitos são inevitáveis em desenvolvimento paralelo. Resolvê-los com rigor evita bugs sutis que passam pela resolução automática.

Conceitos-chave:

Conflito sintático vs. semântico, resolução manual, teste pós-merge, integração contínua.

O que é:

Exercício completo: criar worktree, implementar feature, resolver conflitos e finalizar com merge ou PR.

Por que aprender:

O fluxo de worktree é novo para a maioria dos desenvolvedores. Praticar o ciclo completo uma vez remove toda a fricção futura.

Conceitos-chave:

Ciclo worktree completo, criação, desenvolvimento, merge, limpeza.

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1.9 ~20 min

⚡ Agentes paralelos

Multiplique a velocidade do desenvolvimento dividindo trabalho independente entre múltiplos agentes.

O que é:

Os critérios para decidir quando vale paralelizar trabalho entre múltiplos agentes: independência de tarefas, tamanho mínimo, overhead de coordenação.

Por que aprender:

Paralelizar tudo é tão problemático quanto não paralelizar nada. O critério certo maximiza ganho sem criar complexidade desnecessária.

Conceitos-chave:

Independência de tarefa, overhead de coordenação, tamanho mínimo, ponto de break-even.

O que é:

Padrões para coordenar múltiplos agentes trabalhando no mesmo repositório sem colisões de arquivo, conflitos de estado ou trabalho duplicado.

Por que aprender:

Agentes não se comunicam espontaneamente. Sem coordenação explícita, dois agentes podem modificar o mesmo arquivo simultaneamente.

Conceitos-chave:

Partição de trabalho, arquivos exclusivos, worktrees separadas, agente coordenador, lock implícito.

O que é:

A prática de definir interfaces (tipos, APIs, contratos) antes de paralelizar — permitindo que cada agente implemente sua parte sem esperar pelo outro.

Por que aprender:

Sem contratos de interface, agentes paralelos criam APIs incompatíveis que precisam ser refatoradas na integração. O contrato prévio elimina isso.

Conceitos-chave:

Contrato de interface, API agreement, tipagem compartilhada, independência de implementação.

O que é:

O processo de integrar o trabalho de múltiplos agentes paralelos: coletar resultados, resolver conflitos semânticos e verificar o sistema integrado.

Por que aprender:

A integração é onde o paralelo se torna arriscado. Um processo estruturado de integração captura incompatibilidades antes que virem bugs.

Conceitos-chave:

Coleta de resultado, conflito semântico, teste de integração, sistema integrado.

O que é:

Os cenários onde paralelizar é contraproducente: tarefas com dependência forte, contexto compartilhado essencial, overhead maior que o ganho.

Por que aprender:

O entusiasmo com paralelismo pode criar complexidade que não compensa. Reconhecer quando não dividir é tão importante quanto saber como dividir.

Conceitos-chave:

Dependência forte, contexto compartilhado, overhead de coordenação, custo-benefício do paralelo.

O que é:

Exercício completo: dividir uma feature em partes independentes, definir contratos, despachar agentes paralelos e integrar os resultados.

Por que aprender:

Paralelismo de agentes é a habilidade que separa usuários avançados do Superpowers de usuários básicos. Este exercício é o treino dessa habilidade.

Conceitos-chave:

Divisão de trabalho, contrato de interface, execução paralela, integração, velocidade multiplicada.

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1.10 ~30 min

🧩 Criando suas próprias Skills

Vá além das skills padrão e crie comportamentos customizados — testados com o mesmo rigor das skills core.

O que é:

A estrutura de um arquivo SKILL.md: frontmatter YAML com metadados, seção de gatilhos, conteúdo da skill e exemplos de uso.

Por que aprender:

Entender a anatomia completa permite criar skills que funcionam corretamente em qualquer harness suportado pelo Superpowers.

Conceitos-chave:

SKILL.md, frontmatter YAML, campo triggers, conteúdo instrucional, exemplos de ativação.

O que é:

O processo de usar a skill writing-skills para testar uma skill nova com subagentes — verificando que os gatilhos disparam e o comportamento é o esperado.

Por que aprender:

Skills não testadas geram comportamento imprevisível. Testar antes de usar em produção garante que a skill faz o que você escreveu.

Conceitos-chave:

writing-skills, teste adversarial, gatilho correto, comportamento esperado, avaliação de skill.

O que é:

A filosofia do Superpowers sobre qualidade de skills: a taxa de 94% de rejeição de PRs reflete que skills são código comportamental que exige o mesmo rigor que código de produção.

Por que aprender:

Entender a filosofia por trás da barra alta ajuda a criar skills que realmente valem a pena — ao invés de skills genéricas que não melhoram nada.

Conceitos-chave:

Rigor de skill, domínio específico vs. geral, evidência de melhoria, barra de qualidade, filosofia de contribuição.

O que é:

O critério para decidir se uma skill pertence ao core do Superpowers (beneficia todos) ou a um plugin privado (específica ao seu projeto ou domínio).

Por que aprender:

Publicar skills específicas como core polui o projeto para todos. Entender o critério mantém o core valioso e seus plugins relevantes para você.

Conceitos-chave:

Universalidade, especificidade de domínio, plugin privado, critério de core, contribuição responsável.

O que é:

O processo de empacotar skills customizadas em um plugin distribuível — com versionamento, documentação e processo de atualização.

Por que aprender:

Skills úteis para você podem ser valiosas para outros do mesmo domínio. Saber distribuí-las permite compartilhar sem comprometer o core.

Conceitos-chave:

Plugin standalone, versionamento semântico, changelog de skill, distribuição via repositório.

O que é:

Exercício final: identificar um comportamento que você quer automatizar, escrever a skill completa, testá-la com subagentes e documentá-la para uso futuro.

Por que aprender:

Criar suas próprias skills é o nível máximo de domínio do Superpowers. Este exercício fecha a trilha com a habilidade mais avançada do sistema.

Conceitos-chave:

Skill do zero, teste adversarial, documentação, skill pronta para uso, maestria do sistema.

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