FORMAÇÃO 2 · FASE 1

WebMCP Builder

Saia do diagnóstico e transforme um site em uma superfície de ferramentas estruturadas, visíveis e controláveis.

Site atualentrada observável Tools WebMCPcontrato explícito Agente + pessoaresultado verificável
4

Capítulos Builder

4

Módulos disponíveis

24

Tópicos publicados

2

Laboratórios

PROGRESSO COMPARTILHADO

Sua jornada continua entre os repositórios

O mesmo identificador da Formação 1 registra lidos, dúvidas e notas. No GitHub Pages, a origem é compartilhada; JSON mantém o fallback portátil.

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Mapa da formação Builder

O topo navega por capítulos. Dentro de cada capítulo, os módulos seguem a numeração capítulo.módulo.

CAPÍTULO 2

Design de ferramentas

Transforme jornadas humanas em contratos claros, pequenos e verificáveis.

Próximo
  1. 2.1Da jornada à intenção
  2. 2.2Schemas que orientam agentes
  3. 2.3Resultados, erros e recuperação
  4. 2.4Catálogos contextuais

CAPÍTULO 3

Integração com a aplicação

Conecte tools à interface, ao estado e ao backend sem duplicar regras.

Próximo
  1. 3.1Estado da UI e execução
  2. 3.2Backend, sessão e autorização
  3. 3.3Frameworks e ciclo de vida
  4. 3.4Fallback e compatibilidade

CAPÍTULO 4

Qualidade de Builder

Teste escolha, execução, segurança e experiência antes da entrega.

Próximo
  1. 4.1Ameaças e limites de confiança
  2. 4.2Evals de escolha e argumentos
  3. 4.3Observabilidade e governança
  4. 4.4Projeto final Builder

Capítulo 1 · módulos disponíveis

LABORATÓRIO TRANSVERSAL

Validador de tools e schemas

Cole um catálogo auditável em JSON e receba diagnóstico de contrato, clareza, schema, ciclo de vida, risco e exemplo de saída. O laboratório não registra nem executa ferramentas.

Conteúdo detalhado

1.13h

🧭 WebMCP, MCP e a Web agêntica

Construa o modelo mental que separa automação visual, APIs, MCP e ferramentas expostas diretamente pela página.

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O que é:

A mesma busca pode ser feita por uma pessoa, por automação visual ou por uma tool estruturada.

Por que aprender:

Comparar os três caminhos cria a imagem mental que sustenta o restante do curso.

Conceitos-chave:

objetivo humano · passos visuais · capacidade explícita · mesma interface

O que é:

Web semântica, automação do navegador, API, MCP e WebMCP resolvem problemas diferentes.

Por que aprender:

A distinção impede que nomes parecidos virem uma única abstração vaga.

Conceitos-chave:

entender · operar · chamar · descobrir

O que é:

A página registra; o navegador observa; o agente escolhe; o JavaScript executa; o resultado volta.

Por que aprender:

Entender o ciclo completo revela onde cada responsabilidade realmente vive.

Conceitos-chave:

registro · descoberta · escolha · execução

O que é:

Uma tool combina nome, descrição, schema e uma função execute.

Por que aprender:

Cada campo influencia uma decisão diferente do agente e da aplicação.

Conceitos-chave:

name identifica · description orienta · schema restringe · execute realiza

O que é:

As capacidades úteis mudam entre home, produto, carrinho e área autenticada.

Por que aprender:

Um catálogo contextual reduz ruído e evita oferecer ações impossíveis.

Conceitos-chave:

home busca · produto escolhe · carrinho altera · sessão autoriza

O que é:

O Builder precisa prever fallback, autorização, cancelamento, evidência e limites.

Por que aprender:

O projeto fecha o modelo mental com uma entrega que pode ser demonstrada e criticada.

Conceitos-chave:

fallback · segurança · evidência · projeto

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1.23h

🧪 Ambiente de desenvolvimento

Prepare um ambiente seguro, observável e compatível com a natureza experimental da especificação.

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O que é:

A interface ModelContext é definida para SecureContext; HTTPS e localhost são a base mínima do laboratório.

Por que aprender:

O teste correto separa ausência da API, configuração experimental e falha real do código.

Conceitos-chave:

HTTPS em produção · localhost no laboratório · flag pode variar · origem importa

O que é:

Vite oferece servidor local e módulos ES; Node executa a automação do projeto, não a API WebMCP do documento.

Por que aprender:

A separação permite desenvolver o site em qualquer browser e ativar WebMCP apenas por enhancement progressivo.

Conceitos-chave:

Node para tooling · Vite serve a página · API vive no Document · build não decide suporte

O que é:

Feature detection pergunta pela capacidade real no momento do uso, sem confiar em user-agent ou versão fixa.

Por que aprender:

Como o draft muda, detectar a superfície disponível é mais durável do que codificar uma lista de navegadores.

Conceitos-chave:

teste a propriedade · fallback é funcional · mensagem é honesta · sem sniffing

O que é:

DevTools, console e um inspector local ajudam a observar registro, troca de catálogo, entrada e resultado.

Por que aprender:

Sem evidência, é fácil confundir uma tool bem registrada com uma tool realmente segura e utilizável.

Conceitos-chave:

console estruturado · toolchange observável · inputs de teste · resultado capturado

O que é:

Tipos ajudam o editor e um polyfill pode simular a superfície para testes, mas nenhum deles prova suporte nativo do agente no navegador.

Por que aprender:

Distinguir simulação de implementação impede falsos positivos no relatório de prontidão.

Conceitos-chave:

types não executam · polyfill simula · nativo é diferente · registre o modo

O que é:

A matriz registra navegador, canal, flag, contexto seguro, data e resultado do teste.

Por que aprender:

Uma API experimental exige rastreabilidade; “funciona aqui” não basta para uma equipe ou para produção.

Conceitos-chave:

data do teste · versão e canal · flag documentada · fallback verificado

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1.33h

🧾 API declarativa experimental

Entenda a proposta para transformar formulários em tools sem confundi-la com uma API normativa já consolidada.

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O que é:

Os atributos toolname e tooldescription declaram a intenção do formulário sem remover sua semântica HTML.

Por que aprender:

É o caminho de menor esforço para jornadas que já possuem campos, validação e botão de envio.

Conceitos-chave:

form continua HTML · toolname identifica · descrição orienta · progressive enhancement

O que é:

O name do controle vira a propriedade; toolparamdescription explica ao agente o significado e o formato esperado.

Por que aprender:

Labels ajudam pessoas, enquanto descrições precisas reduzem preenchimentos plausíveis porém errados.

Conceitos-chave:

name é chave · label serve pessoas · descrição serve escolha · exemplos esclarecem

O que é:

Tipos de input, required, min, max e opções contribuem para o schema sintetizado pelo navegador.

Por que aprender:

Reutilizar restrições semânticas mantém o formulário manual e a tool alinhados.

Conceitos-chave:

required vira requisito · select limita valores · min/max restringem · algoritmo ainda evolui

O que é:

Sem toolautosubmit, o agente preenche e a página devolve o foco ao usuário para revisão; com o atributo, o envio pode ocorrer automaticamente.

Por que aprender:

A escolha deve seguir o risco e o efeito da ação, não apenas a conveniência do fluxo.

Conceitos-chave:

ausente pede revisão · booleano habilita envio · risco orienta decisão · UI mostra preenchimento

O que é:

Em envio acionado por agente, agentInvoked permite identificar a origem e respondWith entrega uma Promise com o resultado estruturado.

Por que aprender:

O agente recebe um protocolo verificável sem depender de raspar a página após o envio.

Conceitos-chave:

preventDefault primeiro · teste agentInvoked · Promise como resposta · erro é estruturado

O que é:

A API declarativa e os eventos toolactivated/toolcanceled são propostas abertas; toolchange é o evento especificado no snapshot atual.

Por que aprender:

A interface precisa continuar legível quando o agente inicia, o usuário revisa ou a chamada é cancelada.

Conceitos-chave:

estado visual explícito · cancelamento limpa UI · draft pode mudar · fallback não depende disso

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1.43h

⚙️ API imperativa

Registre ferramentas JavaScript com schemas, execução assíncrona, cancelamento e resultados estruturados.

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O que é:

document.modelContext.registerTool recebe name, title opcional, description, inputSchema, execute e annotations opcionais.

Por que aprender:

A forma imperativa atende jornadas que não cabem num formulário ou dependem de lógica e estado ricos.

Conceitos-chave:

nome único · descrição não vazia · execute obrigatório · registro é Promise

O que é:

inputSchema usa JSON Schema para declarar propriedades, tipos, enums, descrições e campos obrigatórios.

Por que aprender:

O schema é parte do raciocínio de escolha e geração de argumentos; validação real ainda deve ocorrer no código.

Conceitos-chave:

type object · propriedades focadas · required coerente · valide no execute

O que é:

O callback execute pode retornar uma Promise; o valor resolvido é entregue ao agente.

Por que aprender:

Resultados pequenos, tipados por convenção e acompanhados de evidência facilitam verificação e encadeamento.

Conceitos-chave:

Promise é aceita · resultado é serializável · UI é atualizada · erros são úteis

O que é:

O signal de registerTool remove a ferramenta quando abortado; o signal recebido por execute cancela a chamada em andamento.

Por que aprender:

Esse modelo evita ferramentas obsoletas e trabalho continuando depois que o agente perdeu interesse.

Conceitos-chave:

signal de registro remove · signal de execução cancela · fetch aceita signal · cleanup é determinístico

O que é:

getTools lista ferramentas expostas ao documento e executeTool executa uma RegisteredTool com entrada estruturada.

Por que aprender:

Essas operações viabilizam agentes in-page e testes controlados sem simular um agente externo.

Conceitos-chave:

getTools é assíncrono · origem pode filtrar · execute usa RegisteredTool · cancelamento opcional

O que é:

Buscar, consultar e verificar disponibilidade formam uma sequência com responsabilidades distintas e sem tool genérica.

Por que aprender:

Um catálogo enxuto melhora a escolha do agente e cria uma base clara para a fase Integrator.

Conceitos-chave:

buscar lista · consultar detalha · disponibilidade verifica · sem sobreposição

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CONTINUIDADE DO BUILDER

Próximo: design de ferramentas

Depois dos fundamentos, a mesma formação continua nos capítulos 2, 3 e 4. Cada capítulo terá módulos próprios; nenhum deles muda o papel do aluno para Integrator, Agent ou Expert.

Ver módulos do capítulo 2