TRILHA 2

πŸ› οΈ Construcao e Operacao de Sistemas Agentic

A trilha 2 tira o aluno da camada introdutoria e leva para engenharia real: arquitetura, integracoes, MCP, evals, seguranca, deploy e operacao observavel.

8
Modulos
48
Aulas
8
Laboratorios
Core
Nivel

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Detalhamento

Cards completos dos modulos

Modulo 2.1 β€’ ~45 min

πŸ—οΈ Arquitetura de sistemas agentic

Organizar runtime, componentes, estados e fronteiras entre partes deterministicas e agenticas.

O que e:

mapa do sistema com runtime, orquestracao, agente, tools e armazenamento.

Por que aprender:

sem arquitetura clara, bugs viram misterio e manutencao vira improviso.

Conceitos-chave:

runtime, orchestrator, storage e execution boundary.

O que e:

sequencia operacional que transforma gatilho em resultado entregue.

Por que aprender:

permite definir onde validar, medir e interromper o fluxo.

Conceitos-chave:

input, stage, output e checkpoint.

O que e:

locais em que o sistema escolhe proxima acao, fonte ou estrategia.

Por que aprender:

distribuir autonomia certo e mais importante que ter mais autonomia.

Conceitos-chave:

branching, confidence, policy e escalation.

O que e:

camadas que sustentam reprocessamento, retomada e escalabilidade do fluxo.

Por que aprender:

sem estado e fila o sistema colapsa em cenarios assincronos ou falhas intermediarias.

Conceitos-chave:

queue, state store, retry queue e resume.

O que e:

criterio para decidir o que fica em codigo fixo e o que entra como decisao do agente.

Por que aprender:

essa fronteira define custo, risco, previsibilidade e depurabilidade.

Conceitos-chave:

determinism, flexibility, risk budget e policy.

O que e:

desenhar um caso com runtime, fases, estado e pontos de decisao.

Por que aprender:

e o passo necessario para sair de scripts isolados e entrar em sistemas operaveis.

Conceitos-chave:

diagram, boundary, stage e ownership.

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Modulo 2.2 β€’ ~40 min

🧭 Design de workflows confiaveis

Checkpoints, fallback, retry, controles humanos e recuperacao de falha.

O que e:

quebrar o fluxo em partes pequenas com criterio local de aceite.

Por que aprender:

torna debug e regressao muito mais controlaveis.

Conceitos-chave:

phasing, gate e local validation.

O que e:

marcos intermediarios que registram o estado util do fluxo.

Por que aprender:

checkpoints evitam recomeco total e melhoram confiabilidade operacional.

Conceitos-chave:

persist, checkpoint, resume e validation point.

O que e:

estrategias para nova tentativa ou rota alternativa diante de erro.

Por que aprender:

boa parte da operacao real depende mais de recovery que de β€œhappy path”.

Conceitos-chave:

retry policy, backoff, fallback path e terminal failure.

O que e:

gate humano para aprovar, corrigir ou encerrar a execucao em momentos criticos.

Por que aprender:

reduz risco, melhora seguranca e aumenta confianca de operacao.

Conceitos-chave:

approval, override, manual review e escalation.

O que e:

conjunto de acoes para diagnosticar, isolar e corrigir um erro sem quebrar o restante do sistema.

Por que aprender:

o sistema so e confiavel se conseguir falhar bem e retomar com clareza.

Conceitos-chave:

rollback, retry window, isolate e recover.

O que e:

desenhar um fluxo com rotas de falha e retomada explicitas.

Por que aprender:

torna o aluno responsavel por confiabilidade, nao so por β€œfuncionar uma vez”.

Conceitos-chave:

robustness, checkpoint e fallback tree.

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Modulo 2.3 β€’ ~45 min

πŸ”— Integracoes reais

Conectar arquivos, APIs, banco, email e pesquisa em uma pipeline coerente.

O que e:

manipulacao de arquivos locais ou remotos como parte da execucao.

Por que aprender:

muitos workflows vivem de artefatos e precisam de persistencia padronizada.

Conceitos-chave:

blob, path, artifact e versioning.

O que e:

uso de APIs externas considerando limites, auth e qualidade de resposta.

Por que aprender:

rate limit mal tratado vira falha recorrente e custo desnecessario.

Conceitos-chave:

quota, backoff, batching e circuit breaker.

O que e:

gravar estado, historico, saida parcial ou resultado final em armazenamento estruturado.

Por que aprender:

sem persistencia organizada o sistema perde rastreabilidade e reprocessamento.

Conceitos-chave:

schema, row, state table e audit trail.

O que e:

envio de comunicacao ou alerta como etapa final ou intermediaria do fluxo.

Por que aprender:

notificacao costuma ser o ponto onde o workflow sai do sistema e produz impacto real.

Conceitos-chave:

recipient, template, delivery e approval.

O que e:

coleta de dados em fontes externas estruturadas ou semiestruturadas.

Por que aprender:

pesquisa fraca contamina o resto do fluxo e derruba qualidade do output.

Conceitos-chave:

source quality, scrape, normalize e citation.

O que e:

montar um pipeline simples unindo entrada, persistencia e saida.

Por que aprender:

treina encadeamento real entre dependencias, erro e resultado.

Conceitos-chave:

pipeline, dependency, I/O e state handoff.

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Modulo 2.4 β€’ ~45 min

🧩 MCP e interoperabilidade

Aprender arquitetura MCP, resources, prompts, tools e inspecao de servidores.

O que e:

protocolo para expor recursos, prompts e tools de forma interoperavel.

Por que aprender:

MCP organiza integracoes de forma mais composavel e padronizada.

Conceitos-chave:

client, server, capability e protocol.

O que e:

tipos de elementos que um servidor MCP pode publicar para consumo do cliente.

Por que aprender:

permite decidir o que deve virar recurso, template ou acao executavel.

Conceitos-chave:

resource, prompt template, tool exposure e discoverability.

O que e:

troca de informacao inicial para declarar recursos e limites disponiveis.

Por que aprender:

reduz integracao fraca e torna comportamento mais previsivel.

Conceitos-chave:

handshake, advertised capabilities e compatibility.

O que e:

implementacao enxuta para publicar pelo menos um recurso ou tool util.

Por que aprender:

faz o aluno entender MCP como artefato concreto, nao so conceito.

Conceitos-chave:

server entrypoint, registration e transport.

O que e:

uso de ferramentas de inspecao para verificar capacidades, erros e payloads do servidor MCP.

Por que aprender:

permite diagnosticar rapidamente por que uma integracao MCP nao esta respondendo como esperado.

Conceitos-chave:

inspection, payload, capability list e error surface.

O que e:

subir uma capacidade minima via MCP e inspecionar seu comportamento.

Por que aprender:

da ao aluno base concreta para integrar MCP em projetos maiores depois.

Conceitos-chave:

registration, invocation e inspection.

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Modulo 2.5 β€’ ~45 min

πŸ§ͺ Evals, traces e depuracao

Construir qualidade mensuravel com dataset, graders, traces e controle de regressao.

O que e:

colecao de entradas representativas para validar o comportamento do sistema.

Por que aprender:

sem conjunto de teste nao existe comparacao entre versoes.

Conceitos-chave:

dataset, sample, edge case e baseline.

O que e:

mecanismo de avaliacao objetiva ou subjetiva da saida do agente.

Por que aprender:

sem grader o time volta para opiniao e β€œparece bom”.

Conceitos-chave:

rubric, score, threshold e pass/fail.

O que e:

analise das etapas, tools e decisoes registradas durante a execucao.

Por que aprender:

trace bem lido mostra se o problema foi contexto, ferramenta, policy ou modelo.

Conceitos-chave:

step trace, tool call, decision point e failure surface.

O que e:

comparar desempenho de workflow, prompt ou tool entre iteracoes.

Por que aprender:

sem controle de regressao cada melhoria local pode piorar 10 outros cenarios.

Conceitos-chave:

baseline, regression set, diff e score drift.

O que e:

iterar sobre instrucoes, tools e thresholds com base em evidencias de avaliacao.

Por que aprender:

otimizacao madura e incremental, nao chute no escuro.

Conceitos-chave:

tuning, prompt delta, tool delta e measured improvement.

O que e:

montar um mini dataset, rodar avaliacao e diagnosticar um caso de falha via trace.

Por que aprender:

essa habilidade diferencia demo de engenharia de sistema.

Conceitos-chave:

grader, trace, eval set e regression check.

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Modulo 2.6 β€’ ~40 min

πŸ›‘οΈ Seguranca e guardrails

Controlar escopo, aprovacoes, input malicioso e acoes destrutivas.

O que e:

delimitar claramente o que cada tool pode ou nao pode fazer.

Por que aprender:

o risco operacional cresce mais pelo escopo da tool do que pelo modelo em si.

Conceitos-chave:

least privilege, capability limit e role scope.

O que e:

operacoes que mudam estado de forma irreversivel ou com custo relevante.

Por que aprender:

essas acoes precisam de barreiras explicitas, nao confianca implΓ­cita.

Conceitos-chave:

delete, mutate, spend, publish e approval gate.

O que e:

tentativa de manipular o agente por meio de dados ou instrucoes vindas de fontes nao confiaveis.

Por que aprender:

agente que trata todo texto como confiavel abre caminho para comportamento perigoso.

Conceitos-chave:

trusted input, untrusted content, sanitization e policy override.

O que e:

tratamento de texto externo como dado a ser analisado, nao como ordem a ser obedecida.

Por que aprender:

essa separacao simples reduz muita superficie de ataque.

Conceitos-chave:

content isolation, parser, trusted boundary e sanitize.

O que e:

controles de revisao e aprovacao que interrompem ou redirecionam a execucao quando preciso.

Por que aprender:

guardrail forte combina policy automatica com julgamento humano nos pontos certos.

Conceitos-chave:

review gate, override, manual approve e escalation path.

O que e:

avaliar um fluxo e definir onde entram limite, confirmacao e isolamento.

Por que aprender:

seguranca precisa ser desenhada, nao acrescentada no final.

Conceitos-chave:

risk register, approval policy, unsafe action e trusted boundary.

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Modulo 2.7 β€’ ~40 min

🚦 Deploy e operacao

Levar o sistema para execucao agendada ou por evento com logs e metricas.

O que e:

rodar o workflow em ambiente de desenvolvimento e depois em ambiente operacional.

Por que aprender:

diferencas de ambiente costumam criar falhas que nao aparecem no build local.

Conceitos-chave:

env parity, config, deploy target e secret management.

O que e:

gatilhos por tempo ou evento que iniciam execucao automatica.

Por que aprender:

sem trigger operacional o fluxo continua sendo so uma demo manual.

Conceitos-chave:

cron, webhook, queue trigger e event-driven.

O que e:

registro e visualizacao das execucoes, falhas e pontos de gargalo do sistema.

Por que aprender:

sem monitoramento nao ha manutencao seria nem melhoria continua.

Conceitos-chave:

log, metric, alert e trace link.

O que e:

medidas operacionais que mostram se o workflow e viavel e sustentavel.

Por que aprender:

boa engenharia nao olha so para qualidade da saida, mas para custo e confiabilidade da operacao.

Conceitos-chave:

latency, failure rate, unit cost e SLA.

O que e:

roteiros simples para diagnostico, restart, rollback e escalacao em caso de incidente.

Por que aprender:

operacao madura depende de resposta padronizada a incidentes.

Conceitos-chave:

incident response, rollback, escalation e recovery procedure.

O que e:

colocar um fluxo em execucao automatica com visibilidade minima de operacao.

Por que aprender:

faz o aluno sair do build local e entrar em ambiente de operacao real.

Conceitos-chave:

deploy, scheduler, logs e health visibility.

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Modulo 2.8 β€’ ~55 min

πŸš€ Projeto principal de engenharia

Fechamento da trilha com um workflow agentic de ponta a ponta, com avaliacao, seguranca e operacao.

O que e:

escolha de um caso que justifique integracao, validacao e operacao observavel.

Por que aprender:

o projeto final precisa sintetizar a trilha e nao ser apenas uma demo bonita.

Conceitos-chave:

scope, value, risk e measurable output.

O que e:

montar runtime, workflow, tools e persistencia de acordo com a necessidade do caso.

Por que aprender:

o aluno precisa transformar desenho em sistema concreto e articulado.

Conceitos-chave:

implementation plan, flow, tool chain e storage.

O que e:

instrumentar a execucao para entender comportamento, falha e custo.

Por que aprender:

projeto final sem observabilidade ainda nao virou sistema de verdade.

Conceitos-chave:

trace link, logs, metrics e state record.

O que e:

aplicar limites, aprovacoes e politicas de risco no projeto completo.

Por que aprender:

o projeto final precisa mostrar maturidade operacional, nao so engenharia funcional.

Conceitos-chave:

policy, approval, boundary e safe execution.

O que e:

rodar evals basicos e ler traces para defender a qualidade do resultado.

Por que aprender:

sem medida o projeto final vira demonstracao subjetiva.

Conceitos-chave:

score, eval set, trace review e regression check.

O que e:

demo tecnica com arquitetura, fluxo, riscos, metricas e proximos passos.

Por que aprender:

engenheiro bom precisa explicar o sistema que construiu e defender seus tradeoffs.

Conceitos-chave:

demo, architecture review, metrics e next iteration.

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