π± Fundamentos Agentic
A trilha de entrada forma a base do engenheiro de agentic: especificacao, fundamentos tecnicos, arquitetura WAT, design de tools, memoria e primeiro mini projeto completo.
Mapa rapido
Cards simples clicaveis
π§ O que e Agentic AI e como pensar como engenheiro
Objetivo, contexto, restricao, qualidade e decomposicao.
π Fundamentos tecnicos para workflows
API, JSON, webhook, auth, `.env` e tratamento de erro.
π§± WAT na pratica
Workflow, agent, tools, handoffs e observabilidade.
π§° Tool design e schemas
Descricoes, schema, validacao, falhas e aprovacoes.
π§ Contexto, memoria e reutilizacao
Sessao, memoria persistente, skills e checkpoints.
π Primeiro mini projeto agentic
Fechamento da trilha com um projeto orientado a output.
Detalhamento
Cards completos dos modulos
π§ O que e Agentic AI e como pensar como engenheiro
Modulo de abertura focado em criterio, escopo e decomposicao de trabalho.
comparacao operacional entre resposta pontual, fluxo fixo e execucao orientada a objetivo.
evita vender ou construir agentic para problemas que pedem automacao deterministica.
objetivo, autonomia limitada, escopo e previsibilidade.
definicao do trabalho, informacoes disponiveis e limites de execucao.
sem isso o agente improvisa e a qualidade cai.
input, output, restricoes e criterios de aceite.
definicao objetiva do que e saida correta, incompleta ou perigosa.
sem criterio objetivo nao existe melhoria consistente.
corretude, completude, formato e seguranca.
separacao de um objetivo maior em subetapas verificaveis.
workflows bons nascem de decomposicao boa, nao de prompts maiores.
fases, checkpoints, handoffs e validacao parcial.
criterio de arquitetura para separar partes deterministicas e partes agenticas.
muitos erros surgem de autonomia mal distribuida.
risco, custo, branching e guardrails.
exercicio para transformar uma necessidade em spec operacional.
filtra curiosidade e inicia pratica de engenharia agentic.
spec, contrato, saida esperada e risco aceitavel.
π Fundamentos tecnicos para workflows
Leitura tecnica minima para integrar systems, contratos e ferramentas com seguranca basica.
comunicacao entre sistemas usando endpoint, metodo, payload e resposta.
sem entender API nao se desenha tool confiavel.
GET, POST, headers, status code e timeout.
formato de dados para mover informacao entre etapas.
saida mal estruturada quebra integracoes.
schema, campos obrigatorios, parser e serializacao.
mecanismo que dispara execucoes quando um evento acontece.
fluxos reais geralmente nascem por evento, nao por prompt manual.
trigger, assinatura, fila e idempotencia.
protecao de credenciais fora do codigo e do prompt.
agentic sem segregacao de segredos vira risco operacional.
token, escopo, rotacao e least privilege.
acordo de entradas, saidas e estados de erro aceitos.
sem contrato o agente confunde erro tecnico e de negocio.
fallback, retry, erro recuperavel e validacao.
exercicio para consumir endpoint, validar resposta e gerar output usavel.
faz o aluno sair da teoria e lidar com integracao real.
request, parse, erro e output padronizado.
π§± WAT na pratica
Separar workflow, agent e tools para evitar sistemas confusos e pouco auditaveis.
camada que define fases, transicoes e validacoes locais.
sem workflow explicito o debug piora muito.
fases, transicao, checkpoint e gate.
camada que interpreta objetivo e escolhe a proxima acao.
ajuda a dar autonomia so onde existe valor.
planejamento, escolha de tool e contexto.
funcoes especializadas para ler, escrever, consultar ou transformar dados.
tools bem desenhadas reduzem improviso do modelo.
single responsibility, schema e side effect.
transicao controlada entre agentes, subtarefas ou fases.
composicao clara permite crescer sem virar prompt monolitico.
handoff, payload e ownership.
registro de etapa, decisao, input, output e erro.
sem visibilidade nao ha prova de valor nem bom debug.
trace, log e correlation id.
exercicio para desenhar workflow, decisoes agenticas e tools necessarias.
primeiro passo para sair de pecas soltas e chegar em arquitetura coerente.
mapa, fronteira, responsabilidade e dependencia.
π§° Tool design e schemas
Desenhar ferramentas pequenas, previsiveis e seguras para aumentar a qualidade do agente.
texto que explica para que a tool serve, quando usar e quando nao usar.
descricao ruim leva a chamadas erradas mesmo com boa implementacao.
intent, scope e misuse.
definicao dos campos esperados e do formato da resposta.
schema claro reduz erro e facilita validacao.
required, optional, enum e output shape.
checagem de tipo, formato e consistencia antes do side effect.
evita que input ruim vire acao errada.
parse, coercion e precondition.
classificacao de falhas em casos de retry, fallback ou interrupcao.
ajuda a conter custo e loops ruins.
retry, backoff e terminal error.
checkpoint manual antes de enviar, excluir ou alterar estado sensivel.
engenharia agentic falha quando ha autonomia demais em operacoes de risco.
approval gate, preview e human-in-the-loop.
criar ferramentas com schema, testar entradas invalidas e ajustar descricoes.
mostra que a qualidade das tools define a qualidade do agente.
schema, validation, misuse e guardrail.
π§ Contexto, memoria e reutilizacao
Controlar o que o sistema sabe, o que precisa lembrar e o que deve ser reaproveitado.
informacoes imediatas e relevantes para a execucao corrente.
contexto demais aumenta custo e ruido; de menos derruba qualidade.
window, relevance e pruning.
dados guardados para reutilizar em execucoes futuras.
sem memoria persistente o agente repete perguntas e perde estado.
history, state, cache e profile.
registro do andamento da execucao com marcos claros de pausa e retomada.
checkpoints reduzem custo de falha e facilitam reprocessamento parcial.
resume, checkpoint e partial output.
pacotes de instrucoes e padroes que reduzem repeticao e aumentam consistencia.
sem reutilizacao o agente perde padrao entre projetos.
instruction pack, defaults e configuration.
pratica de filtrar, resumir e priorizar informacao antes de enviar ao agente.
contexto sujo piora decisao e encarece execucao.
relevance, summarization e stale context.
exercicio para salvar historico minimo e retomar um fluxo.
mostra como contexto e memoria mudam confiabilidade e experiencia.
save state, restore e replay.
π Primeiro mini projeto agentic
Fechamento da trilha com um projeto guiado de pesquisa e sintese orientado a output estruturado.
escolha de um caso com objetivo claro, entradas disponiveis e saida util.
caso mal escolhido mistura dificuldade tecnica com problema mal definido.
scope, input, output e valor.
desenho das fases com pontos de decisao e saidas intermediarias.
especificacao boa diminui improviso e torna o projeto testavel.
spec, phases, gate e deliverable.
definicao de quais tools entram e em que momento cada uma sera usada.
projeto bom usa poucas ferramentas bem encaixadas.
tool chain, dependency e schema.
checagem da saida final e das etapas intermediarias contra criterios definidos.
treina a disciplina de nao confundir execucao com qualidade.
acceptance criteria, format check e completeness.
organizacao do output em formato legivel, padronizado e reaproveitavel.
boa engenharia termina em entrega utilizavel, nao so em execucao correta.
report, structured output e handoff.
apresentacao curta do fluxo, do resultado e das licoes tecnicas.
retro consolida criterio e prepara a proxima iteracao.
demo, postmortem, iteration e next step.