TRILHA 1

🌱 Fundamentos

Setup do ambiente, primeira landing page no Claude Design, construção do seu sistema de marca e internalização da filosofia de motion graphics. A base que sustenta tudo depois.

5
Módulos
30
Tópicos
~6h30
Duração
Básico
Nível

🧭 Navegação rápida

Conteúdo Detalhado

Expanda cada tópico para ver o que será aprendido

1.1 ~30 min

🔧 Setup e Fundamentos

Instalar ambiente, rodar primeiro preview, entender a diferença entre Claude Design (estático) e Hyperframes (vídeo).

O que é:

Conjunto mínimo de ferramentas que o pipeline Hyperframes exige: Node para rodar a CLI, FFmpeg para mexer em áudio/vídeo, Chrome para o render headless.

Por que aprender:

Sem o ambiente correto nenhum comando funciona. Resolver isso uma vez no início evita 80% dos bugs "não rodou aqui".

Conceitos-chave:

Node 20+, FFmpeg no PATH, Chrome atualizado, ~5 GB de disco, 16 GB RAM para preview fluido.

O que é:

Processo de baixar o repositório e instalar as dependências Node uma única vez na raiz do workspace.

Por que aprender:

O kit é multi-projeto: node_modules fica na raiz e é compartilhado por todos os video-projects/. Instalar uma vez serve para todos.

Conceitos-chave:

git clone, npm install, monorepo de projetos, workspace compartilhado, .env.example para chaves opcionais.

O que é:

Comando da CLI que verifica se Node, FFmpeg, Chrome e Docker estão presentes e com versões corretas.

Por que aprender:

Em vez de tentar renderizar e ver o que quebra, o doctor te diz exatamente o que falta e como resolver.

Conceitos-chave:

npx hyperframes doctor, relatório de dependências, pré-voo de pipeline.

O que é:

Ambiente de autoria ao vivo — abre no navegador e recarrega automaticamente ao salvar qualquer arquivo.

Por que aprender:

Render demora minutos. Studio dá feedback em segundos. É onde 90% do trabalho de autoria acontece.

Conceitos-chave:

npx hyperframes preview, porta 3002, hot reload, scrubbing da timeline, URLs de sub-composição.

O que é:

Duas ferramentas complementares: Claude Design gera designs estáticos ship-ready; Hyperframes renderiza vídeo determinístico em HTML + GSAP.

Por que aprender:

Saber quando usar cada uma economiza horas. Design primeiro, movimento depois — o vídeo herda a decisão visual do estático.

Conceitos-chave:

claude.ai/design, landing pages, pitch decks, protótipos, vídeo determinístico, timeline GSAP, pipeline programático.

O que é:

Vocabulário básico: kinetic typography (tipografia em movimento), shaders (efeitos de transição em GPU), GSAP (biblioteca de animação), easing (curvas de aceleração).

Por que aprender:

Sem os termos certos você não consegue pedir o que quer nem entender a documentação. Este é o vocabulário mínimo.

Conceitos-chave:

Motion graphics, kinetic type, shader transitions, GSAP timeline, easing, data-attributes, render contract.

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1.2 ~40 min

🎨 Claude Design: do briefing ao render

Dominar a skill /design-designer, entender o que Claude Design pede nos bastidores e gerar sua primeira landing page com 4 variações.

O que é:

Slash command do Claude Code que estrutura um briefing em 10 perguntas e gera um prompt otimizado para colar em claude.ai/design.

Por que aprender:

Claude Design faz 10+ perguntas se você não front-loada elas. A skill antecipa tudo — você cola um prompt e já sai design real, não placeholder.

Conceitos-chave:

/design-designer, briefing estruturado, front-load de contexto, prompt copy-paste-ready.

O que é:

Lista do que Claude Design prioriza: feeling, audience, fidelity, option count, design system, UI kit, brand context.

Por que aprender:

Saber o que a ferramenta quer nos bastidores faz você escrever briefings que geram resultados melhores na primeira tentativa.

Conceitos-chave:

Feeling dominante, fidelity lo-fi vs hi-fi, context imports, design system explícito, brand hex codes.

O que é:

Arquivos de referência visual que você anexa ao prompt — Figma, repo GitHub, prints de UI existente, outros projetos do Claude Design.

Por que aprender:

"Bons designs hi-fi não nascem do zero — são enraizados em contexto existente." Sem imports, cai no default newspaper-minimalist.

Conceitos-chave:

Figma import, GitHub repo, screenshot upload, ground truth visual, DNA da marca extraído.

O que é:

Padrão de pedido de múltiplas variações indo de "by-the-book" à mais ousada, para ter range de escolha.

Por que aprender:

Uma variação só te trava na primeira ideia. 4 variações te dão comparação real para escolher com critério.

Conceitos-chave:

Variation count, progressão safe-to-wild, axis de variação (cor, tipo, motion, layout), real range.

O que é:

Recurso do Claude Design que expõe dimensões (cor acento, headline, motion) como controles toggleáveis no canvas — sem re-prompt.

Por que aprender:

Iteração visual em tempo real, sem queimar tokens. Tweaks persistem em disco, então sua versão fica salva.

Conceitos-chave:

Tweaks feature, toggleable controls, persist to disk, iteração sem re-prompt, 3-5 dimensões que importam.

O que é:

Lista de itens a explicitamente banir no prompt: lorem ipsum, ícones genéricos de startup IA, blobs degradê flutuantes, referências a concorrentes, section labels preguiçosos.

Por que aprender:

Claude Design tem biases fortes. Sem banir explicitamente, sua landing sai com cara de "AI startup" genérica.

Conceitos-chave:

No lorem ipsum, no gradient blobs, no competitor refs, no generic section labels, descritivo humano.

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1.3 ~30 min

🎯 Construindo seu Sistema de Marca

Escrever seu DESIGN.md, definir paleta, tipografia e regras de motion. Criar brand-tokens.css com custom properties CSS.

O que é:

Variáveis nomeadas que encapsulam decisões visuais (cor primária, raio de borda, espaçamento base). Um valor, um nome, usado em todo o sistema.

Por que aprender:

Muda o token, muda o sistema inteiro. Sem tokens, cada componente tem seu próprio hex hardcoded e a marca vira colcha de retalhos.

Conceitos-chave:

Cor, tipografia, espaçamento, raio, sombra, z-index. Um ponto único de verdade para cada decisão visual.

O que é:

Sua paleta reduzida a 4–6 hex codes: primária (marca), accent (destaque), neutro escuro (fundo), neutro claro (texto), warn/hot (alerta).

Por que aprender:

Claude Design precisa de hex reais, não "azul bonito". Uma paleta enxuta e clara também é um princípio do MOTION_PHILOSOPHY (≤5 cores simbólicas).

Conceitos-chave:

Primary, accent, neutral, warn, contraste mínimo 4.5:1, paleta enxuta <5 cores.

O que é:

Duas famílias tipográficas — uma para headlines (pode ser display/serif) e uma para body (sans-serif legível). Nunca mais que duas.

Por que aprender:

Três fontes viram ruído. Duas criam hierarquia limpa e reconhecível em estático e vídeo.

Conceitos-chave:

Headline typeface, body typeface, Google Fonts, font-display: swap, pairing serif+sans, geometric vs humanist.

O que é:

Conjunto de diretivas sobre como elementos da sua marca se animam: duração padrão, easing, quais transições usar, quais evitar.

Por que aprender:

Marca não é só cor e fonte — é ritmo também. Infinite usa motion blur em whip transitions; outras marcas usam fade limpo. É decisão de identidade.

Conceitos-chave:

Duration (ms), easing (expo, power, back), signature transition, what to avoid, "hand drawn" vs "precisely mechanical".

O que é:

Arquivo CSS com todas as custom properties da marca (--brand-primary, --brand-accent, --brand-font-headline) importado por cada composição.

Por que aprender:

Um ponto de mudança. Trocar --brand-primary propaga para todos os projetos que importam o arquivo. É o antídoto contra hardcoding.

Conceitos-chave:

CSS custom properties, :root, var(), cascata, import por composição, prefixo consistente.

O que é:

Comando grep/ripgrep para varrer o repo e achar hex codes, strings de marca e handles sociais deixados hardcoded em composições.

Por que aprender:

Mesmo com tokens, composições herdadas vêm com valores hardcoded. Sem varredura, você entrega o vídeo com handle do antigo dono.

Conceitos-chave:

grep -rEn, regex de hex, busca de strings de marca, substituição batch, auditoria pré-deploy.

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1.4 ~45 min

📜 MOTION_PHILOSOPHY: a estética do movimento

As 10 Leis, regra dos três, callback narrativo, outro breathing. O que separa "renderizou" de "está bom".

O que é:

Os 10 princípios da seção 0 do MOTION_PHILOSOPHY.md — valem como guardrails para toda composição de motion no workspace.

Por que aprender:

São as regras que diferenciam vídeo amador de vídeo profissional. Sem elas, seu vídeo vira genérico mesmo com render caprichado.

Conceitos-chave:

Uma ideia por beat, 1.5s média de cena, fundo texturizado, motion-blur em transições, ≤5 cores simbólicas.

O que é:

Tendência a compor em trios — três beats, três cortes, três variações, três cores simbólicas. O cérebro lê trios como intencionais.

Por que aprender:

Dois parece coincidência, quatro parece excessivo, três parece design. É um atalho ritmico que funciona em qualquer mídia.

Conceitos-chave:

Rule of thirds, trio de beats, três variações, três cortes, ritmo ternário.

O que é:

Técnica em que o último beat espelha o primeiro (mesma palavra, mesma cor, mesma posição) fechando o arco narrativo.

Por que aprender:

Dá sensação de conclusão e design intencional. Espectador lê "isso tá terminado" subconscientemente.

Conceitos-chave:

Narrative arc, opening motif, closing beat, visual rhyme, intenção de design.

O que é:

Hold no final do vídeo com logo + URL, por 4 a 6 segundos, sem movimento. Respiro antes do fade.

Por que aprender:

Vídeo sem outro breathing parece cortado. Com respiro, o espectador tem tempo de absorver o CTA e o logo graba na memória.

Conceitos-chave:

Outro hold, logo reveal, CTA, URL on screen, cognitive dwell time, fade out suave.

O que é:

Checklist de ~15 itens para rodar antes de declarar qualquer vídeo finalizado. Chrome type? Motion blur? 1.5s médio?

Por que aprender:

Você se engana sozinho. O checklist força auto-crítica honesta em itens que você esquece no calor da autoria.

Conceitos-chave:

Pre-flight, self-review, itens binários (sim/não), auditoria estética.

O que é:

Gut check final da seção 5 do MOTION_PHILOSOPHY: 10 perguntas que simulam "o que o time do Infinite faria aqui?"

Por que aprender:

Força comparação com o gold standard. Se sua resposta a qualquer pergunta é "eu fiz diferente", defenda a razão ou corrija.

Conceitos-chave:

Gold standard, 10-question test, design heuristic, defender decisões, Infinite Payments 30s.

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1.5 ~35 min

🧰 Ecossistema: Remotion, Playwright, FFmpeg, Hyperframes e Skills

Mapear as camadas do pipeline: encoder, browser headless, frameworks de vídeo-como-código e skills. Saber em qual camada está trabalhando quando algo quebra.

O que é:

CLI clássica que corta, mixa, converte e encoda áudio/vídeo. Não sabe nada de HTML — só recebe frames + trilhas e monta o container final.

Por que aprender:

Todos os frameworks de render (Hyperframes, Remotion) usam FFmpeg no fim. Erros de codec/container vêm dele.

Conceitos-chave:

libx264, CRF, AAC, container MP4/MOV/WebM, faststart, filter_complex, re-encode, extração de frame.

O que é:

Duas bibliotecas pra controlar Chromium via código. Playwright é da Microsoft, focada em testes. Puppeteer é do Google, é o que os frameworks de render usam por baixo.

Por que aprender:

Playwright é útil pra screenshotar uma cena do Studio rodando sem pagar render inteiro. Puppeteer você nunca chama direto — o Hyperframes cuida.

Conceitos-chave:

Chromium headless, seletores, auto-waiting, screenshot, virtual time, diferença entre "gravar vídeo" e "render determinístico".

O que é:

Framework vídeo-como-código em React/TSX. Usa hooks como useCurrentFrame() e renderiza frame a frame via Chromium + FFmpeg.

Por que aprender:

Mesmo paradigma do Hyperframes, mas em React. Se seu time vive em Next.js, faz mais sentido do que aprender HTML + GSAP.

Conceitos-chave:

useCurrentFrame, interpolate, Composition, Sequence, Lambda, paywall comercial, ecossistema React maduro.

O que é:

Vídeo-como-código em HTML puro com atributos data-* e uma timeline GSAP por composição. Traz TTS (Kokoro) e transcrição (Whisper) embutidos no CLI.

Por que aprender:

É o menor atrito entre "tenho uma ideia" e "estou renderizando frames". Sem build step, sem paywall, Studio com hot reload.

Conceitos-chave:

data-start, data-duration, data-track-index, window.__timelines, sub-compositions via template, blocks do registry, MOTION_PHILOSOPHY.

O que é:

Markdown + frontmatter que ensinam o Claude a usar as ferramentas com convenções do framework, armadilhas conhecidas e receitas copy-pasteáveis.

Por que aprender:

Uma skill bem invocada economiza horas. Sem a ferramenta por baixo a skill é só texto — por isso o doctor vem antes.

Conceitos-chave:

/hyperframes, /gsap, /short-form-video, /website-to-hyperframes, /frontend-design, /theme-factory, /brand-guidelines, /remotion.

O que é:

Tabela de decisão rápida: pra cada tipo de entregável (landing, promo 30s, corte de MP4, screenshot de cena, etc.) qual ferramenta usar.

Por que aprender:

Evita reinventar a roda. Se é estático, Claude Design. Se é vídeo declarativo, Hyperframes. Se é só cortar um MP4, FFmpeg. Saber disso economiza dias.

Conceitos-chave:

Regra geral, entregável estático vs temporal, camada correta para o problema, quando skill é suficiente vs quando precisa da ferramenta direta.

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