Mapa da trilha
Conteúdo detalhado
🤝 Claude usa o Codex
A receita R1: a ponte codex-exec.sh deixa o Claude pedir ao Codex uma segunda opinião ou uma tarefa, sem sair do Claude Code.
Um script do kit, runtime/pontes/codex-exec.sh, que embrulha o codex exec: manda um pedido ao Codex e devolve a resposta.
É a via oficial (CLI, nível 3) para o que os vídeos de mods faziam por dentro do app.
Ponte, CLI, codex exec, segunda opinião.
Dar permissão de execução ao script e pedir ao Codex que responda só PONG.
Testar a ponte fora do agente separa problema de ponte de problema de pedido.
chmod +x, prova, PONG.
O prompt da R1: o Claude usa a ponte para o Codex revisar o README.md e depois compara com a opinião dele.
Dois modelos diferentes erram em lugares diferentes; a comparação mostra o que um sozinho deixaria passar.
Revisão cruzada, ler (N4), combinar respostas.
Passar a pasta e o modo workspace-write para o Codex criar notas.txt com a palavra OK.
Alterar arquivos é N3: só quando você pede, e a prova é o cat notas.txt mostrar OK.
Sandbox, read-only, workspace-write, N3.
A ponte só aceita read-only e workspace-write; pedir danger-full-access dá "sandbox recusado pela POLITICA".
Ver a recusa acontecer dá confiança de que a regra está no código, não só no papel.
POLITICA.md, recusa, saída 2, teto por ação.
As variáveis da ponte (modelo padrão gpt-6-luna, tempo padrão de 600 segundos) e a seção "Se der erro" da R1.
Ponte parada, recusa de sandbox e rede bloqueada têm causa conhecida e conserto de uma linha.
Variável de ambiente, timeout, stdin, LIMITES.md.
🔌 Sua primeira ponte MCP
A receita R3: um servidor MCP sem dependências transforma a agenda da Clara e o CSV de vendas da Sônia em ferramentas do agente.
Um jeito padrão de um programa oferecer ferramentas com nome e regras a qualquer agente compatível.
A mesma ponte serve ao Claude Code e ao Codex: ponte local (nível 6) exposta por MCP (nível 2).
MCP, servidor, ferramenta (tool), stdio.
listar_horarios_livres lê agenda.csv; resumo_vendas lê erp-vendas.csv e soma por cliente ou produto.
São os dois casos mais comuns de sistema sem API: agenda em planilha e ERP que só exporta.
agenda.csv, erp-vendas.csv, só leitura (N4).
Rodar o server.mjs com --selftest e ver tools: 2, os horários livres de 06/10 e TOTAL: R$ 856.00.
Prova a ponte sem agente nenhum e sem gastar cota.
Selftest, prova, conta conferida na mão.
O .mcp.json da raiz já registra a ponte e o .claude/settings.json já a libera; claude mcp list confirma.
Saber onde a ponte é registrada é o que permite trocá-la depois pelo seu sistema.
.mcp.json, enabledMcpjsonServers, Pending approval.
Pedir ao claude os horários livres de 2026-10-07 e receber 08:00 (Dra. Ana) e 16:00 (Dr. Bruno).
É a Clara consultando a agenda sem abrir a planilha, e a resposta bate com as linhas livre do CSV.
claude -p, chamada de ferramenta, prova pela fonte.
Um comando registra a ponte-modelo no Codex, com o caminho completo do server.mjs.
Uma ponte, dois agentes: você escreve a ferramenta uma vez e usa nos dois.
codex mcp add, caminho absoluto, $PWD.
🏗️ A ponte do seu sistema
O passo 4 da R3: apontar a ponte-modelo para a exportação do seu sistema, trocar as colunas e manter tudo só de leitura.
Achar no menu do sistema o arquivo que ele exporta, com cabeçalho e numa pasta fixa.
Sem API, a exportação é a matéria-prima da ponte; o formato dela decide quanto ajuste será preciso.
Exportação, cabeçalho, separador, pasta fixa.
A variável PONTE_DADOS no campo env do .mcp.json, que faz a ponte ler a sua pasta no lugar dos exemplos.
Muda a fonte dos dados sem tocar no código da ponte.
Variável de ambiente, .mcp.json, campo env.
Um prompt que manda o agente trocar só os nomes de colunas usados em run(), mostrando o antes e o depois.
Você adapta a ponte sem programar, e a regra da conta continua a mesma.
run(), nome de coluna, limite escrito no pedido.
A regra da R3: ferramenta que lê é N4; ferramenta que escreve vira "alterar" na POLITICA.md e pede antes.
Erro de leitura dá resposta errada; erro de escrita estraga o dado que outras pessoas usam.
N4, N2, readFileSync, ferramenta separada.
Refazer com calculadora o total que a ponte calcula, linha por linha e por cliente.
Coluna trocada errado não dá erro: dá número errado com cara de certo.
Conta de conferência, prova, comando → saída esperada.
Uma linha no mapa com via, nível 6, a ferramenta, a política ler (N4) e a data do teste.
Sistema sem linha não é usado pelo agente; a linha com data é o que libera o uso.
CAPACIDADES.md, testado em, linha pendente.
🌐 Navegador com política
A receita R5: o agent-browser para sistemas que só existem como site, com regra escrita do que o agente lê, preenche e nunca faz.
O uso do computador é o degrau 5 da escada, o único com estabilidade baixa: o site muda e a automação se perde.
Se existe API, MCP, CLI ou exportação, ela ganha do navegador.
Uso do computador, estabilidade, seletor.
Dois comandos: instalar o agent-browser pelo npm e baixar o Chromium que ele usa.
Um navegador separado, sem os seus logins, é a forma mais segura de começar.
npm, Chromium, Claude in Chrome.
Abrir example.com, ler o título e fechar; a prova é a saída Example Domain.
Você prova o navegador sem clicar em nada nem enviar nada.
open, get title, close, prova da R5.
O pedido da R5: ler a tabela de preços de um site e devolver em CSV, sem clicar em envio ou compra.
Ler é N4, preencher ou enviar é N2 e pagar é N1; o pedido já diz onde parar.
Limite no pedido, N4, N2, N1.
O bloco "Navegador:" da R5 colado no AGENTS.md, que o Codex lê e o CLAUDE.md aponta.
A regra passa a valer em todo pedido, até no que você esqueceu de limitar.
AGENTS.md, @AGENTS.md, regra permanente.
Você faz o login; o agente não pede nem guarda senha, e credencial não passa de uma ferramenta para outra.
Num navegador logado, o agente alcança tudo o que você alcança.
Credencial, navegador logado, POLITICA.md.