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TRILHA 1

🧭 Descobrir

Antes de ligar qualquer coisa, saiba o que existe. Entenda por que engenharia reversa não é produto, instale o kit, rode o diagnóstico e monte o mapa das ferramentas que seus agentes podem usar.

4
Módulos
24
Tópicos
~2h20
Duração
Básico
Nível
0 de 240%
1 · API 2 · MCP 3 · CLI 4 · SDK 5 · computador 6 · ponte local 7 · eng. reversa qual via? só laboratório

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

1.1~35 min

🧭 Engenharia reversa não é produto

O que os vídeos de mods mostraram, por que a gambiarra só serve de descoberta e quais vias oficiais fazem o mesmo hoje.

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O que é:

Vídeos mostraram o Claude Code usando o uso do computador do app do Codex e várias sessões em paralelo, quase tudo por engenharia reversa.

Por que aprender:

Saber o que foi feito e como foi feito separa a ideia (boa) do caminho (frágil).

Conceitos-chave:

Claude Code, Codex, mod, uso do computador, engenharia reversa.

O que é:

A regra do curso: engenharia reversa prova que algo é possível; o sistema do dia a dia usa a via oficial.

Por que aprender:

O que depende de fio improvisado quebra na próxima atualização e só você sabe consertar.

Conceitos-chave:

Descoberta, produto, contrato, etiqueta de frágil.

O que é:

A tabela de troca: codex exec, claude --bg e claude agents, plugins oficiais e permissões escritas no lugar dos truques.

Por que aprender:

Cada linha da tabela vira um módulo do curso que você roda na sua máquina.

Conceitos-chave:

Via oficial, CLI, sessão em segundo plano, plugin.

O que é:

O INEMA Agent Runtime: pasta runtime/ com quatro arquivos de regras, scripts, pontes, guarda e sete receitas testadas.

Por que aprender:

Funciona pela assinatura do Claude Code e do Codex, sem API paga e sem servidor para manter.

Conceitos-chave:

Kit copiável, assinatura, cota, API, receita.

O que é:

Descobrir, conectar, rotear, executar, observar, verificar e aprender, com um arquivo do kit para cada etapa.

Por que aprender:

O ciclo é a ordem do curso e a ordem em que você liga agentes no trabalho.

Conceitos-chave:

Ciclo, política, prova, comando → saída esperada.

O que é:

A dona de clínica com agenda em planilha e a contadora com ERP sem API, cujos dados vêm no próprio kit.

Por que aprender:

Com os mesmos arquivos de exemplo, o que você roda bate com o que a aula mostra.

Conceitos-chave:

ERP, CSV, arquivos de exemplo, projeto final.

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1.2~35 min

🩺 Instalar e diagnosticar

Do zero ao "PRONTO": pré-requisitos, clone do kit, o diagnóstico doctor.mjs e o primeiro pedido ao agente.

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O que é:

Node 18 ou mais novo, Claude Code e/ou Codex logados pela assinatura, Linux ou Mac (Windows pelo WSL).

Por que aprender:

Sem esses três itens nenhuma receita roda; com eles, todas rodam.

Conceitos-chave:

Terminal, Node, WSL, login pela assinatura.

O que é:

Baixar o repositório do kit para uma pasta sua com um comando.

Por que aprender:

A pasta clonada vira o seu projeto: regras, pontes e receitas já no lugar.

Conceitos-chave:

Git, repositório, clone, pasta do projeto.

O que é:

Um script que confere Node, Claude Code, Codex e Ollama e termina com PRONTO ou FALTA.

Por que aprender:

Ele só lê versões e status: não chama modelo nem gasta cota.

Conceitos-chave:

Diagnóstico, saída 0, PRONTO, FALTA.

O que é:

O significado de cada estado e o comando que o próprio doctor sugere para resolver.

Por que aprender:

Você conserta sozinho o que falta, sem adivinhar.

Conceitos-chave:

ok, ausente, sem login, velho, opcional.

O que é:

O Codex lê o AGENTS.md; o CLAUDE.md do kit aponta para ele. As mesmas regras valem para os dois.

Por que aprender:

Você escreve a regra uma vez e não precisa manter duas versões.

Conceitos-chave:

AGENTS.md, CLAUDE.md, @AGENTS.md, .claude/settings.json.

O que é:

Abrir o claude na pasta do kit e pedir que ele leia o LEIA-ME e ajude a preencher o CAPACIDADES.md.

Por que aprender:

É o primeiro uso real: o agente lendo as regras do kit antes de agir.

Conceitos-chave:

Sessão interativa, pasta confiável, primeiro prompt.

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1.3~35 min

🪜 A escada das vias

Sete níveis, de API a engenharia reversa: como escolher a via mais estável e exigir teste antes de aceitar um "não dá".

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O que é:

A tabela do LEIA-ME: API, MCP, CLI, SDK, uso do computador, ponte local e engenharia reversa, com exemplo e estabilidade.

Por que aprender:

É a regra de decisão mais útil do kit e cabe numa página.

Conceitos-chave:

Via, nível, API, MCP, CLI, SDK, ponte local.

O que é:

Cada degrau tem uma estabilidade: o quanto ele continua funcionando quando o outro lado muda.

Por que aprender:

A via que quebra menos é a que custa menos manter, mesmo que dê mais trabalho no primeiro dia.

Conceitos-chave:

Estabilidade, manutenção, contrato, frágil.

O que é:

A regra do LEIA-ME e do AGENTS.md: antes de concluir que é impossível, o agente testa cada nível com um comando.

Por que aprender:

Muitas vezes a via existe e só não estava documentada.

Conceitos-chave:

Impossível prematuro, teste concreto, evidência.

O que é:

O ERP sem API passa degrau por degrau até a exportação CSV, a ponte local.

Por que aprender:

É o caso mais comum em escritório pequeno: sistema antigo que só exporta arquivo.

Conceitos-chave:

Exportação, CSV, ponte local, só leitura.

O que é:

A agenda em planilha também cai na ponte local; ler é tranquilo, escrever pede aprovação.

Por que aprender:

Mostra que a mesma via pode ter políticas diferentes para ler e para alterar.

Conceitos-chave:

Planilha, agenda.csv, ler × alterar, N2.

O que é:

Um prompt para o agente percorrer a escada com você, testando cada nível no seu sistema.

Por que aprender:

Você sai sabendo qual via usar no projeto final.

Conceitos-chave:

Diagnóstico de via, evidência por nível, escolha.

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1.4~35 min

🗺️ O mapa de capacidades

O CAPACIDADES.md: uma linha por sistema, com via, nível, como chamar, política e data do teste.

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O que é:

Sistema, via, nível, como o agente chama, política e testado em.

Por que aprender:

Cada coluna responde uma pergunta que você faria antes de deixar alguém usar seu sistema.

Conceitos-chave:

Mapa de capacidades, via, política, data do teste.

O que é:

Codex CLI pela ponte codex-exec.sh e Claude Code em modo de planejamento, ambos com política de leitura.

Por que aprender:

São o modelo de como uma linha boa fica escrita.

Conceitos-chave:

Nível 3, ler (N4), linha testada.

O que é:

As quatro linhas de exemplo do arquivo, todas marcadas como pendentes até o teste.

Por que aprender:

Começar de um exemplo parecido com o seu caso economiza a metade do trabalho.

Conceitos-chave:

Pendente, ponte local, uso do computador, N2.

O que é:

O prompt do README para o agente preencher o mapa com você, sistema por sistema.

Por que aprender:

O agente conhece a escada; você conhece o seu trabalho. Juntos, o mapa sai em minutos.

Conceitos-chave:

Entrevista guiada, uma pergunta por vez, revisão humana.

O que é:

A regra do arquivo: sistema sem linha não é usado, e linha sem teste fica pendente.

Por que aprender:

Impede o agente de inventar acesso a um sistema que ninguém conferiu.

Conceitos-chave:

Lista branca, teste, data, pendente.

O que é:

Observar o que o programa já oferece (exportar, integrações, linha de comando) antes de pensar em atalhos.

Por que aprender:

Olhar é o lado bom da engenharia reversa: descobre a via sem depender de gambiarra.

Conceitos-chave:

Observar, exportação, integração, LIMITES.md.

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