Mapa da trilha
Conteúdo detalhado
🧭 Engenharia reversa não é produto
O que os vídeos de mods mostraram, por que a gambiarra só serve de descoberta e quais vias oficiais fazem o mesmo hoje.
Vídeos mostraram o Claude Code usando o uso do computador do app do Codex e várias sessões em paralelo, quase tudo por engenharia reversa.
Saber o que foi feito e como foi feito separa a ideia (boa) do caminho (frágil).
Claude Code, Codex, mod, uso do computador, engenharia reversa.
A regra do curso: engenharia reversa prova que algo é possível; o sistema do dia a dia usa a via oficial.
O que depende de fio improvisado quebra na próxima atualização e só você sabe consertar.
Descoberta, produto, contrato, etiqueta de frágil.
A tabela de troca: codex exec, claude --bg e claude agents, plugins oficiais e permissões escritas no lugar dos truques.
Cada linha da tabela vira um módulo do curso que você roda na sua máquina.
Via oficial, CLI, sessão em segundo plano, plugin.
O INEMA Agent Runtime: pasta runtime/ com quatro arquivos de regras, scripts, pontes, guarda e sete receitas testadas.
Funciona pela assinatura do Claude Code e do Codex, sem API paga e sem servidor para manter.
Kit copiável, assinatura, cota, API, receita.
Descobrir, conectar, rotear, executar, observar, verificar e aprender, com um arquivo do kit para cada etapa.
O ciclo é a ordem do curso e a ordem em que você liga agentes no trabalho.
Ciclo, política, prova, comando → saída esperada.
A dona de clínica com agenda em planilha e a contadora com ERP sem API, cujos dados vêm no próprio kit.
Com os mesmos arquivos de exemplo, o que você roda bate com o que a aula mostra.
ERP, CSV, arquivos de exemplo, projeto final.
🩺 Instalar e diagnosticar
Do zero ao "PRONTO": pré-requisitos, clone do kit, o diagnóstico doctor.mjs e o primeiro pedido ao agente.
Node 18 ou mais novo, Claude Code e/ou Codex logados pela assinatura, Linux ou Mac (Windows pelo WSL).
Sem esses três itens nenhuma receita roda; com eles, todas rodam.
Terminal, Node, WSL, login pela assinatura.
Baixar o repositório do kit para uma pasta sua com um comando.
A pasta clonada vira o seu projeto: regras, pontes e receitas já no lugar.
Git, repositório, clone, pasta do projeto.
Um script que confere Node, Claude Code, Codex e Ollama e termina com PRONTO ou FALTA.
Ele só lê versões e status: não chama modelo nem gasta cota.
Diagnóstico, saída 0, PRONTO, FALTA.
O significado de cada estado e o comando que o próprio doctor sugere para resolver.
Você conserta sozinho o que falta, sem adivinhar.
ok, ausente, sem login, velho, opcional.
O Codex lê o AGENTS.md; o CLAUDE.md do kit aponta para ele. As mesmas regras valem para os dois.
Você escreve a regra uma vez e não precisa manter duas versões.
AGENTS.md, CLAUDE.md, @AGENTS.md, .claude/settings.json.
Abrir o claude na pasta do kit e pedir que ele leia o LEIA-ME e ajude a preencher o CAPACIDADES.md.
É o primeiro uso real: o agente lendo as regras do kit antes de agir.
Sessão interativa, pasta confiável, primeiro prompt.
🪜 A escada das vias
Sete níveis, de API a engenharia reversa: como escolher a via mais estável e exigir teste antes de aceitar um "não dá".
A tabela do LEIA-ME: API, MCP, CLI, SDK, uso do computador, ponte local e engenharia reversa, com exemplo e estabilidade.
É a regra de decisão mais útil do kit e cabe numa página.
Via, nível, API, MCP, CLI, SDK, ponte local.
Cada degrau tem uma estabilidade: o quanto ele continua funcionando quando o outro lado muda.
A via que quebra menos é a que custa menos manter, mesmo que dê mais trabalho no primeiro dia.
Estabilidade, manutenção, contrato, frágil.
A regra do LEIA-ME e do AGENTS.md: antes de concluir que é impossível, o agente testa cada nível com um comando.
Muitas vezes a via existe e só não estava documentada.
Impossível prematuro, teste concreto, evidência.
O ERP sem API passa degrau por degrau até a exportação CSV, a ponte local.
É o caso mais comum em escritório pequeno: sistema antigo que só exporta arquivo.
Exportação, CSV, ponte local, só leitura.
A agenda em planilha também cai na ponte local; ler é tranquilo, escrever pede aprovação.
Mostra que a mesma via pode ter políticas diferentes para ler e para alterar.
Planilha, agenda.csv, ler × alterar, N2.
Um prompt para o agente percorrer a escada com você, testando cada nível no seu sistema.
Você sai sabendo qual via usar no projeto final.
Diagnóstico de via, evidência por nível, escolha.
🗺️ O mapa de capacidades
O CAPACIDADES.md: uma linha por sistema, com via, nível, como chamar, política e data do teste.
Sistema, via, nível, como o agente chama, política e testado em.
Cada coluna responde uma pergunta que você faria antes de deixar alguém usar seu sistema.
Mapa de capacidades, via, política, data do teste.
Codex CLI pela ponte codex-exec.sh e Claude Code em modo de planejamento, ambos com política de leitura.
São o modelo de como uma linha boa fica escrita.
Nível 3, ler (N4), linha testada.
As quatro linhas de exemplo do arquivo, todas marcadas como pendentes até o teste.
Começar de um exemplo parecido com o seu caso economiza a metade do trabalho.
Pendente, ponte local, uso do computador, N2.
O prompt do README para o agente preencher o mapa com você, sistema por sistema.
O agente conhece a escada; você conhece o seu trabalho. Juntos, o mapa sai em minutos.
Entrevista guiada, uma pergunta por vez, revisão humana.
A regra do arquivo: sistema sem linha não é usado, e linha sem teste fica pendente.
Impede o agente de inventar acesso a um sistema que ninguém conferiu.
Lista branca, teste, data, pendente.
Observar o que o programa já oferece (exportar, integrações, linha de comando) antes de pensar em atalhos.
Olhar é o lado bom da engenharia reversa: descobre a via sem depender de gambiarra.
Observar, exportação, integração, LIMITES.md.