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Conteúdo detalhado
🔑 As cinco chaves
O agente como funcionário novo: o que ele lê, o que muda e envia, o que espera o seu sim, onde fica o registro e quem desliga. Sai daqui com a ficha do agente preenchida.
Dar ao agente só o acesso que a tarefa pede, como se faz com quem acabou de chegar. A Renata ia ligar quatro ferramentas e ficou com duas.
Cada acesso a mais é estrago possível a mais. O lembrete funciona igual sem a maquininha.
Menor acesso possível, peça por peça, confiança que se ganha.
A primeira chave: o que o agente pode ver para fazer a tarefa — e só isso. Uma pasta, uma aba, uma agenda.
O que ele lê pode ter dados de clientes e texto de fora com ordens escondidas.
Recorte, dados de clientes, precisa × não precisa ler.
A segunda chave: o que ele pode alterar dentro de casa e o que pode mandar para fora, escrito com "só" e "apenas".
Mudança interna costuma ter volta. Mensagem que chegou ao cliente, não.
Mudar, enviar, degrau de poder, escrito estreito.
A terceira chave fica com você: o agente para, mostra o que vai fazer e espera um "sim" antes de agir.
Três tipos de ação não têm botão de desfazer. Para eles, o portão é obrigatório.
Aprovação, portão, dinheiro, exclusão, publicação.
Onde conferir o que o agente fez, com dia e hora, e quem o faz parar em um minuto — como a Júlia no escritório do Marcos.
Quando algo dá errado, sem registro ninguém sabe o que corrigir, e sem botão o erro continua.
Registro, botão de desligar, segunda pessoa, teste do minuto.
Um molde pronto — a FICHA DO AGENTE — com as cinco linhas, o dono e o que fica fora de alcance, mais a ficha da Renata como exemplo.
A ficha decide o tamanho do agente antes de ele existir, e volta na planilha final do curso.
Ficha do agente, dono, fora de alcance, revisão.
🧯 Três regras e casos reais
Comece só lendo, peça rascunho e deixe dinheiro, exclusão e publicação com uma pessoa. Três casos dos nossos projetos e o bloco de regras da casa para colar no agente.
Nas primeiras semanas, o agente só lê e relata o que faria. Depois rascunha. Só depois age no pequeno.
É o único jeito de ver como ele pensa sem pagar pelos erros.
Modo só leitura, relatório, fases, "acertou?".
Uma regra de envio que obriga o agente a mostrar texto, destinatários e canal e esperar o seu "sim". A promoção da clínica com e sem trava.
No rascunho, o "R$ 19" que devia ser "R$ 190" é corrigido antes de chegar a 312 pacientes.
Rascunho, trava, instrução fixa, silêncio não é "sim".
A regra que não muda com o tempo: essas três ações sempre esperam uma pessoa, com um nome definido para cada tipo.
O perigo entra por pedidos que parecem pequenos, como "limpe os duplicados".
Sem desfazer, porta dos fundos, quem aprova, tirar o acesso.
Aconteceu num projeto nosso: um agente usou um serviço pago sem perguntar. Desligar o computador não devolveu o crédito.
O que sai do seu computador continua do outro lado. Controle de dinheiro vem antes, não depois.
Do outro lado, cobrança feita, aprovação antes.
Uma ferramenta sem limite de memória travou o servidor duas vezes; um "pare tudo com tal nome" derrubou o próprio terminal.
Sem dinheiro envolvido, os dois pararam o trabalho. Teto e escopo estreito evitam isso.
Teto, escopo estreito, alvo largo, efeito bumerangue.
Um bloco pronto de regras fixas para colar nas instruções do agente: chave não é permissão, rascunho, aprovação, escopo, teto, dúvida e registro.
Regra escrita uma vez vale para todo pedido — e o teste de três mostra se o agente respeita.
Regras da casa, autorização explícita, API, teste de três.