TRILHA 3

🎨 Design e Frontend com IA

A trilha onde o InboxAI começa a ser construído: 5 direções de UI antes de codar, inbox unificado omnichannel, kanban de CRM e iteração visual no browser embutido. Da ideia ao frontend pronto.

4
Módulos
24
Tópicos
~4h
Duração
Inter
Nível
CONVERSAS THREAD ATIVA CONTATO InboxAI — inbox unificado omnichannel

Módulos desta Trilha

Conteúdo Detalhado

3.1 ~60 min

🎨 Image Gen 2: 5 Direções de UI Antes de Codar

UI errada custa horas pra refatorar; imagem custa segundos pra trocar. O fluxo de gerar 5 mockups, escolher a direção e só então transformar em código Next.js + Tailwind.

O que é:

Em vez de pedir "construa o frontend" direto, você pede 5 mockups visuais primeiro. Avalia, escolhe a direção, e só então transforma em código.

Por que aprender:

UI errada vira refactor de 4 horas. Imagem errada vira regenerar em 30 segundos. Iterar barato no estágio onde ainda dá pra trocar é a regra de ouro do design com IA.

Conceitos-chave:

Custo de iteração, decisão visual antecipada, low-fidelity to high-fidelity, princípio "barato falha, caro acerta".

O que é:

Template autoral de prompt que pede ao Image Gen 5 variações com hierarquia visual, paleta e densidade de informação radicalmente diferentes — não 5 versões da mesma coisa.

Por que aprender:

Pedir "5 opções" sem instrução produz 5 quase-clones. O template força diversidade real, e é dela que sai a melhor escolha.

Conceitos-chave:

Diversidade forçada, exploração de espaço de design, instrução por eixo, prompt template reutilizável.

O que é:

Checklist objetivo: densidade de informação, hierarquia visual, consistência interna, clareza de CTA, escalabilidade pra dark mode e mobile.

Por que aprender:

Sem critério, escolher entre 5 mockups vira "qual é mais bonito". Com critério, vira decisão técnica defensável que sobrevive ao primeiro contato com o cliente.

Conceitos-chave:

Heurísticas de UI, hierarquia visual, lei de Hick, contraste, escalabilidade de tema, mobile-first.

O que é:

Tour pelas referências do mercado: Intercom (densidade alta), Crisp (limpeza), Drift (CTAs agressivos), HelpScout (foco no humano). Cada uma tem uma decisão a inspirar.

Por que aprender:

Você não inventa do zero. Copia o que funciona, mistura, adapta. Saber quais referências valem o estudo poupa semanas de tentativa e erro.

Conceitos-chave:

Benchmark visual, anatomia comparada, padrões consagrados, remix de UI, inspiração ética.

O que é:

Prompt estruturado que entrega a imagem escolhida ao Codex e pede frontend Next.js + Tailwind correspondente, com componentes nomeados e estrutura de pastas.

Por que aprender:

A tradução imagem→código é onde mais se perde fidelidade. Prompt bem feito mantém 90% da intenção visual; mal feito, joga 50% fora.

Conceitos-chave:

Image-to-code, fidelidade visual, decomposição em componentes, naming, file structure prompt.

O que é:

Variações sobre a UI escolhida: dark mode, mobile responsivo, paleta alternativa para white-label. Sempre na imagem antes de mexer no código.

Por que aprender:

Mudar paleta no código é fácil; mudar layout não. Saber o que tentar na imagem e o que já está bom pra implementar evita iteração infinita.

Conceitos-chave:

Dark mode, mobile breakpoints, paleta semântica, variações de tema, white-label, design tokens.

3.2 ~60 min

📨 Construindo o Inbox Unificado (InboxAI)

A primeira tela do projeto-âncora: três colunas, multi-canal, real-time mockado, atalhos de operador. WhatsApp, Instagram, email e web chat numa caixa única.

O que é:

Layout consagrado de inbox profissional: lista de conversas à esquerda, thread ativa no centro, painel do contato à direita. Wireframe e proporções.

Por que aprender:

Esse padrão existe porque funciona — Slack, Linear, Intercom usam variações dele. Reinventar a roda aqui custa caro e o cliente estranha.

Conceitos-chave:

Three-column layout, proporções 1:2:1, conversation list, thread view, context panel, breakpoints.

O que é:

Decomposição em componentes React reutilizáveis e estrutura de pastas. ConversationItem (lista), MessageBubble (cada balão), ContactPanel (lateral direita).

Por que aprender:

Componentização clara é o que destrava reuso, testes e iteração rápida. Sem ela, mudar o estilo de uma mensagem vira mudar 12 arquivos.

Conceitos-chave:

Atomic design, props tipadas, componente apresentacional vs container, estrutura de pastas Next.js.

O que é:

Modelagem do estado: lista de conversas, mensagens dentro de cada conversa, status (lida, não-lida, atribuída). Comparação Zustand (simples) vs Convex (real-time).

Por que aprender:

Estado mal modelado é a origem da maioria dos bugs em frontend complexo. Decidir certo aqui evita reescrita de 60% do projeto na Trilha 4.

Conceitos-chave:

State shape, Zustand store, Convex query, normalização, optimistic update, status enum.

O que é:

Simulação de chegada de mensagens com setInterval injetando dados fake no estado. Visual já parece real-time, sem precisar do backend ainda.

Por que aprender:

Mockar o real-time desde o início destrava UX (animação de chegada, badge de unread, scroll automático) sem bloquear no backend.

Conceitos-chave:

Mock-first development, setInterval, fake data factory, animação de entrada, decoupling frontend/backend.

O que é:

Cada conversa traz um badge identificando o canal de origem. WhatsApp verde, Instagram rosa, email azul, web chat roxo. Visual claro e instantâneo.

Por que aprender:

Multi-canal é o diferencial do InboxAI. Sem badge claro, o operador responde "oi" no WhatsApp como se fosse email — e perde o tom.

Conceitos-chave:

Channel badge, semantic color, ícone identificador, omnichannel UX, contexto por canal.

O que é:

Padrão Linear/Slack/Superhuman: atalhos de teclado para operador power-user. j/k navega lista, r responde, a atribui, e arquiva.

Por que aprender:

Operador profissional atende 200+ conversas/dia. Cada clique a menos é minutos por dia. Atalhos transformam o produto de "ok" em "indispensável".

Conceitos-chave:

Keyboard-first UX, hotkeys, command palette, mnemônica, listener global, foco visual.

3.3 ~60 min

📊 CRM Kanban + Dashboard de Métricas

Pipeline de vendas com drag-and-drop entre estágios, métricas que importam (tempo de resposta, conversão, valor pipeline) e charts com Recharts.

O que é:

Modelagem dos estados do funil: Lead, Qualificado, Proposta enviada, Negociação, Fechado/Perdido. Variações por nicho (clínica, imobiliária, SaaS).

Por que aprender:

Pipeline genérico não serve ninguém. Adaptar os estados ao nicho do cliente é o que faz o CRM virar ferramenta usada, não tela parada.

Conceitos-chave:

Funil de vendas, estados terminais, transição entre estágios, customização por vertical.

O que é:

Implementação de arrastar e soltar cards entre colunas usando @hello-pangea/dnd (fork mantido do react-beautiful-dnd). Animação suave, acessível.

Por que aprender:

DnD próprio dá mais trabalho que vale; biblioteca testada economiza dias e tem acessibilidade já resolvida. Saber qual escolher é mais valioso que saber implementar.

Conceitos-chave:

@hello-pangea/dnd, DragDropContext, Droppable, Draggable, onDragEnd, optimistic UI.

O que é:

Anatomia do card: nome do contato, valor estimado, probabilidade %, dias parado no estágio (alerta após 7 dias), tags. Hierarquia visual clara.

Por que aprender:

Cards bem desenhados são lidos em 2 segundos. Mal desenhados, o vendedor abre cada um pra entender — e aí o kanban deixa de ter graça.

Conceitos-chave:

Hierarquia tipográfica, sinal de risco visual, density vs clarity, decay temporal, tags coloridas.

O que é:

Quatro métricas que importam de verdade: tempo médio de primeira resposta, taxa de conversão por estágio, valor total no pipeline, custo de aquisição por canal.

Por que aprender:

Dashboard com 30 métricas é dashboard que ninguém olha. Foco em 4 que conectam com receita é o que faz dono de negócio abrir todo dia.

Conceitos-chave:

North star metric, vanity vs actionable, SLA de resposta, conversion funnel, CAC, MRR pipeline.

O que é:

Snippets de configuração para os 3 charts mais usados em dashboard de vendas: LineChart (tendência), BarChart (comparação), Donut (proporção por canal).

Por que aprender:

Recharts é a biblioteca de fato pra Next.js. Saber configurar bem cada chart (cores, tooltip, eixos) diferencia dashboard amador de profissional.

Conceitos-chave:

Recharts API, ResponsiveContainer, Tooltip customizado, paleta consistente, animação on-mount.

O que é:

UX de filtros que aparecem quando precisam, somem quando não precisam. Filtro por canal, atendente, faixa de valor, tag. Salvos como views.

Por que aprender:

Filtro mal feito ocupa metade da tela e ninguém usa. Filtro bem feito (tipo Linear) destrava produtividade sem custo visual.

Conceitos-chave:

Filter UX, saved views, popover progressivo, query params, multi-select, clear all.

3.4 ~60 min

🎯 Browser Embutido + Iteração Visual

Recurso exclusivo do Codex App: clicar no que está errado e descrever, e o agente aplica direto. Como cortar ciclos de minutos para segundos.

O que é:

Browser nativo dentro da janela do Codex App, lado a lado com o código. O agente vê o que você vê — clique, scroll, formulário, console.

Por que aprender:

Esse recurso não existe no Claude Code nem no Cursor. É o que torna iteração visual viável sem trocar de janela e perder contexto.

Conceitos-chave:

Browser embutido, dev tools acoplado, side-by-side workflow, contexto compartilhado código+UI.

O que é:

Modo de anotação que permite clicar em qualquer elemento da página e adicionar comentário. O Codex recebe anotação + screenshot + DOM e aplica o fix.

Por que aprender:

Descrever um bug visual em texto leva 5 frases. Apontar e dizer "esse botão tá grande demais" leva 2 segundos. É o "select to fix" do design.

Conceitos-chave:

Visual annotation, screenshot + DOM context, point-and-fix, redução de ambiguidade verbal.

O que é:

Loop apertado: anota, agente edita, hot-reload, você confere visual. Tempo de feedback cai de 2 minutos (alt-tab + reload + olhar) para 10 segundos.

Por que aprender:

Compressão de tempo de feedback é multiplicador direto de qualidade. 12 iterações em 1 hora batem 3 iterações em 1 hora — sempre.

Conceitos-chave:

Tight feedback loop, hot module reload, iteration velocity, polishing pass, perception of speed.

O que é:

Botões de viewport dentro do browser embutido: mobile (375px), tablet (768px), desktop (1280px). Trocar e ver o ajuste em tempo real.

Por que aprender:

Responsivo testado depois é responsivo quebrado. Testar viewport durante a construção pega 80% dos bugs antes deles existirem.

Conceitos-chave:

Viewport switching, breakpoints Tailwind, mobile-first iteration, touch targets, safe areas.

O que é:

Captura de screenshot direto do browser embutido, com setas, círculos e textos sobrepostos. Salvo no projeto e exportável pra Slack/Linear.

Por que aprender:

Bug descrito em texto vira ping-pong de 6 mensagens. Bug descrito em screenshot anotado é fechado na primeira resposta. Vale ouro com cliente.

Conceitos-chave:

Screenshot anotado, comunicação assíncrona, repro visual, bug report, async-first team.

O que é:

Sinais claros: 3 fixes seguidos no mesmo arquivo, escopo do problema mudando, refatoração emergindo. Hora de pausar e voltar pro plan mode.

Por que aprender:

Iteração visual é poderosa pra polir; péssima pra arquitetar. Saber a hora de parar e replanejar evita acumular 15 fixes em código que precisava de reescrita.

Conceitos-chave:

Polish vs refactor, sinais de descontrole, custo afundado, plan mode reentry, escopo emergente.