TRILHA 1

🌱 Fundamentos de Ruflo

Entenda o quê, por quê e como Ruflo funciona. Sai sabendo rodar swarms simples, usar memória semântica e configurar hooks. Base sólida para as trilhas seguintes.

6
Módulos
36
Tópicos
~10h
Duração
Básico
Nível

Navegação rápida

CONTEÚDO DETALHADO
1.1~30 min

🎯 O que é Ruflo?

O problema do single-agent, a solução do enxame coordenado e o ecossistema completo.

O que é:

Tarefas complexas que exigem múltiplas perspectivas (arquitetura, código, testes, segurança) acabam serializadas e gargaladas em um único agente.

Por que aprender:

Entender o problema é o primeiro passo. Sem isso, você não vê o valor de coordenar agentes especializados.

Conceitos-chave:

Sequenciamento, perda de contexto entre tarefas, ausência de memória persistente, sem cross-validation.

O que é:

Ruflo é um framework de orquestração que coordena enxames de agentes especializados (architect, coder, tester, reviewer) com memória compartilhada e consenso distribuído.

Por que aprender:

Múltiplos agentes paralelos resolvem mais rápido, com cross-validation embutida e aprendizado contínuo.

Conceitos-chave:

Topologia, consenso, memória semântica, named agents, SendMessage, hooks de aprendizado.

O que é:

SONA aprende com cada execução em <0.05ms. AgentDB+HNSW dá busca 150x-12.500x mais rápida. Federation conecta agentes de máquinas diferentes em zero-trust.

Por que aprender:

São features únicas do Ruflo. Saber o que existe é o que te faz escolher Ruflo em vez de soluções genéricas.

Conceitos-chave:

Self-Optimizing Neural Architecture, HNSW vector index, mTLS+ed25519, EWC++ anti-forgetting.

O que é:

Use Ruflo para tarefas multi-arquivo (3+), features novas, refatorações cross-module, mudanças de schema, reviews de segurança e otimizações de performance.

Por que aprender:

Ruflo é overkill para edits simples. Saber quando usar economiza tempo e foco do agente.

Conceitos-chave:

Complexity detection, swarm vs solo, anti-drift, topologia hierarchical para 6-8 agentes.

O que é:

Ruflo distribui responsabilidades em 27 pacotes (cli, mcp, swarm, memory, hooks, security, etc.), 60+ tipos de agentes e 33 plugins nativos no marketplace IPFS.

Por que aprender:

Saber o que está disponível evita reinventar a roda. Você instala plugin em vez de codar do zero.

Conceitos-chave:

Monorepo, separação de responsabilidades, plugin marketplace, IPFS/Pinata distribution.

O que é:

Comando único: npx claude-flow@v3alpha init --wizard. Em 5 min você tem swarm rodando, memória ativa e hooks instalados.

Por que aprender:

Sentir o produto na mão é o melhor jeito de entender. Teoria sem prática esquece.

Conceitos-chave:

CLI wizard, daemon, MCP server, doctor health check, primeiros comandos.

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1.2~45 min

🏗️ Arquitetura em Camadas

27 pacotes organizados por responsabilidade. Como tudo se conecta da CLI até os agentes.

O que é:

Ruflo se organiza em 4 camadas: Interface (CLI/MCP), Orquestração (swarm/hooks), Inteligência (neural/memory) e Infraestrutura (security/guidance).

Por que aprender:

Saber em qual camada cada problema vive te faz debugar mais rápido e estender com confiança.

Conceitos-chave:

Domain-Driven Design, bounded contexts, monorepo, separation of concerns.

O que é:

@claude-flow/cli (entry point), @claude-flow/mcp (servidor MCP), @claude-flow/swarm (orquestração), @claude-flow/memory (AgentDB+HNSW), @claude-flow/hooks (lifecycle + 12 workers).

Por que aprender:

São os 5 pacotes que você usa todos os dias. Entender cada um abre o caminho para o resto.

Conceitos-chave:

Entry point, MCP transport (stdio/http/ws), topology, vector index, lifecycle hooks.

O que é:

@claude-flow/security (validação, CVE), @claude-flow/guidance (control plane de policies), @claude-flow/neural (SONA), @claude-flow/embeddings (ONNX 75x).

Por que aprender:

Estes pacotes potencializam o core. Você raramente importa direto, mas eles são chamados o tempo todo.

Conceitos-chave:

Zod validation, WASM kernel, SONA adaptation, ONNX runtime, vector embeddings.

O que é:

Comando CLI vira request MCP, que inicializa swarm, que spawna agentes via Task tool, que executam e gravam memória, que dispara hooks de aprendizado.

Por que aprender:

Saber o caminho do dado é essencial para debugar, otimizar e estender o sistema.

Conceitos-chave:

Request lifecycle, MCP protocol, Task tool, agent spawn, post-task hook.

O que é:

Claude Code adiciona Ruflo via claude mcp add ruflo. Daí Claude Code chama tools do Ruflo (314 disponíveis) por MCP, recebe resultados, age.

Por que aprender:

Sem MCP, Claude Code não vê Ruflo. Configurar certo destrava todo o ecossistema.

Conceitos-chave:

MCP server, stdio transport, tools/resources/prompts, Claude Code integration.

O que é:

Diagrama mental do projeto: pontos de entrada, fluxos típicos e dependências entre pacotes. Claude Code → MCP → CLI → Swarm → Memory + Hooks.

Por que aprender:

Modelo mental claro acelera tudo. Você para de adivinhar onde editar quando algo quebra.

Conceitos-chave:

Entry points, data flow, dependency graph, mental model.

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1.3~60 min

🤖 Agentes & Topologias

60+ tipos de agentes especializados. 4 topologias para diferentes cenários. Anti-drift hierarchical.

O que é:

Um agente é um especialista IA com prompt e role definidos (architect, coder, tester, etc.). Roda via Task tool, pode rodar em background, comunica via SendMessage.

Por que aprender:

Agentes são a unidade básica de trabalho. Saber escolher o tipo certo aumenta a qualidade e reduz custo.

Conceitos-chave:

subagent_type, named agents, prompt isolation, run_in_background, lifecycle.

O que é:

Categorias: Core (coder, reviewer, tester, planner, researcher), Especializados (security, memory, performance), Coordenação (hierarchical-coord, mesh-coord), GitHub (pr-manager, release-manager), SPARC, Testing.

Por que aprender:

Tipo errado = resultado ruim. Ex: usar coder para review é pedir para passar bug.

Conceitos-chave:

Especialização, coordenação, distribuição de responsabilidades, anti-drift via roles.

O que é:

Uma rainha (coordinator) controla os workers diretamente. 6-8 agentes max. Strategy "specialized" para clareza de roles.

Por que aprender:

É a topologia padrão para coding swarms. Previne drift e mantém foco.

Conceitos-chave:

Centralized control, anti-drift, specialized strategy, raft consensus.

O que é:

Todos os agentes podem falar com todos. Mais flexível, mais propenso a drift. Bom para pesquisa exploratória.

Por que aprender:

Em fases criativas, mesh dá mais caminhos. Evite para coding sério.

Conceitos-chave:

Peer-to-peer, distributed decision-making, byzantine consensus, gossip protocol.

O que é:

Hierarchical-mesh combina rainha + comms peer. Adaptive muda topologia conforme carga e tipo de tarefa.

Por que aprender:

Para 10+ agentes ou cargas variáveis, hybrid/adaptive são as escolhas certas.

Conceitos-chave:

Hybrid topology, dynamic reconfiguration, load-aware routing.

O que é:

Coding 6-8 agentes: hierarchical. Pesquisa/criação: mesh. 10+ agentes: hybrid. Carga variável: adaptive.

Por que aprender:

Decisão errada custa retrabalho. Esta heurística cobre 90% dos casos.

Conceitos-chave:

Heuristic selection, anti-drift, scalability tradeoffs.

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1.4~60 min

🧠 Memória Semântica

AgentDB + HNSW para busca vetorial 150x-12.500x mais rápida. Memória que persiste entre sessões.

O que é:

Embeddings transformam texto em vetores 384-dim. Buscas semânticas (significado) em vez de keyword match. "auth" encontra "login", "credentials", "session".

Por que aprender:

Memória semântica é o que faz agentes lembrarem padrões e reusarem soluções.

Conceitos-chave:

Vector embeddings, semantic search, dimensions, similarity (cosine).

O que é:

Vector database baseado em sql.js (SQLite via WASM). Roda em qualquer plataforma sem compilação nativa. Persiste em disco.

Por que aprender:

É a fundação da memória do Ruflo. Sem AgentDB, não tem persistência cross-session.

Conceitos-chave:

sql.js, WASM, vector_indexes table, persistent storage, namespaces.

O que é:

Hierarchical Navigable Small World. Estrutura de grafo que aproxima nearest-neighbor em logarítmico em vez de linear.

Por que aprender:

Em grandes bases (10k+ itens), busca linear mata performance. HNSW resolve.

Conceitos-chave:

Approximate nearest neighbor (ANN), graph traversal, recall vs latency tradeoff.

O que é:

Buckets lógicos: patterns, tasks, solutions, feedback, claude-memories.

Por que aprender:

Sem namespaces, busca retorna lixo. Separar por contexto melhora qualidade.

Conceitos-chave:

Logical separation, scope, multi-tenant memory, search filtering.

O que é:

Modelo all-MiniLM-L6-v2 rodando em ONNX runtime. 384 dimensões, <5ms latência por embedding. Local, sem API call.

Por que aprender:

Embeddings locais economizam tempo e custo. ONNX dá performance sem dor.

Conceitos-chave:

ONNX runtime, sentence transformers, dimensionality, local inference.

O que é:

RuVector Format: formato binário comprimido para salvar/restaurar memória entre sessões. Migração e backup simples.

Por que aprender:

Memória que sobrevive a restart. Sem RVF, agentes "esquecem" tudo a cada sessão.

Conceitos-chave:

Serialization, compression, RvfBackend, RvfMigrator, snapshot.

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1.5~45 min

⚡ CLI Essentials

26 comandos, 140+ subcomandos. Tour pelos comandos que você vai usar todo dia.

O que é:

npx claude-flow@v3alpha init --wizard cria estrutura, instala hooks, configura MCP, gera CLAUDE.md.

Por que aprender:

É o ponto de partida. Init bem feito economiza horas depois.

Conceitos-chave:

Wizard, presets, skills config, hooks bootstrap, CLAUDE.md generation.

O que é:

8 subcomandos: spawn (criar), list (listar), status (estado), stop (parar), metrics (performance), pool (compartilhamento), health (saúde), logs.

Por que aprender:

Controla ciclo de vida dos agentes. Saber listar e ver logs salva debug.

Conceitos-chave:

Lifecycle, agent pool, health checks, metrics export.

O que é:

swarm init --topology hierarchical --max-agents 8 configura coordenação. swarm status mostra estado.

Por que aprender:

Swarm é a unidade de coordenação. Iniciar certo determina sucesso.

Conceitos-chave:

Topology config, max agents, strategy, consensus type, monitoring.

O que é:

11 subcomandos. Principais: store --key X --value Y --namespace patterns e search --query "auth" --namespace patterns.

Por que aprender:

Operar memória manualmente é essencial para debug e ajustes.

Conceitos-chave:

Key-value, namespaces, semantic search, batch import/export.

O que é:

doctor --fix verifica Node 20+, npm 9+, git, config, daemon, memory DB, API keys, MCP servers, disco, TypeScript.

Por que aprender:

Primeiro comando quando algo dá errado. Detecta 10+ problemas comuns.

Conceitos-chave:

Health checks, auto-fix, dependency validation, environment scan.

O que é:

daemon start roda os 12 background workers (audit, optimize, ultralearn, etc.) em segundo plano.

Por que aprender:

Sem daemon, hooks de aprendizado não disparam. Daemon é o motor de auto-melhoria.

Conceitos-chave:

Background process, worker pool, trigger queue, async execution.

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1.6~60 min

🪝 Hooks Básicos

27 hooks de lifecycle, 12 background workers, auto-memory bridge e SONA learning.

O que é:

Hooks são funções executadas automaticamente em pontos específicos: antes/depois de edit, command, task, session. Configurados em settings.json.

Por que aprender:

Hooks injetam comportamento sem mudar código. Habilitam aprendizado, validação e logging automáticos.

Conceitos-chave:

Event-driven, lifecycle, settings.json, harness execution, automation.

O que é:

6 hooks core: pre-edit, post-edit, pre-command, post-command, pre-task, post-task. Disparam antes/depois de cada operação.

Por que aprender:

São os hooks mais usados. post-edit treina padrões. post-task armazena trajetórias de sucesso.

Conceitos-chave:

Pre/post pattern, hook handlers, train-patterns, train-neural flags.

O que é:

session-start importa memórias do projeto. session-end exporta métricas. session-restore continua de onde parou.

Por que aprender:

Mantém continuidade entre sessões. Importa contexto automaticamente.

Conceitos-chave:

Session ID, context import, metrics export, state persistence.

O que é:

ultralearn, optimize, consolidate, predict, audit (crítico), map, preload, deepdive, document, refactor, benchmark, testgaps. Cada um com prioridade.

Por que aprender:

Workers fazem o trabalho de fundo enquanto você codifica. Auto-melhoria gratuita.

Conceitos-chave:

Worker priority, dispatch trigger, async tasks, background daemon.

O que é:

Memórias do Claude Code (~/.claude/projects/.../memory/*.md) são importadas no AgentDB com embeddings 384-dim, busca semântica unificada.

Por que aprender:

Você ganha busca semântica nas memórias do Claude sem mudar nada do seu fluxo.

Conceitos-chave:

memory_import_claude, unified search, source attribution, ONNX embeddings.

O que é:

SONA registra trajetórias (estado, ação, recompensa) após cada task e adapta routing futuro em <0.05ms.

Por que aprender:

É a base do auto-aprendizado. Quanto mais você usa, melhor fica.

Conceitos-chave:

Trajectory storage, online learning, RETRIEVE→JUDGE→DISTILL→CONSOLIDATE pipeline.

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