TRILHA 2

⚡ Uso Prático de Ruflo

Workflows reais. SendMessage, dual-mode Claude+Codex, plugins, segurança e performance no dia a dia. Tornar Ruflo parte da sua rotina de desenvolvimento.

7
Módulos
42
Tópicos
~15h
Duração
Intermediário
Nível

Navegação rápida

CONTEÚDO DETALHADO
2.1~60 min

💬 SendMessage & Agent Teams

Comms-first coordination entre agentes nomeados. Pipelines, fan-out/fan-in e supervisor patterns.

O que é:

SendMessage é o canal de comunicação real-time entre agentes. Em vez de gravar em memória e esperar o outro ler, você manda direto. Memória vira histórico, não canal.

Por que aprender:

Polling em memória é lento e propenso a race conditions. Comms-first é o padrão moderno e elimina latência.

Conceitos-chave:

Real-time messaging, push vs pull, race conditions, message bus, async coordination.

O que é:

Ao spawnar via Task tool, sempre passar name: "architect". Esse nome é o endereço para SendMessage. Sem nome, não tem como mensagear.

Por que aprender:

É a base de tudo. Spawnar sem nome é o erro mais comum em times multi-agente.

Conceitos-chave:

Agent identity, name parameter, addressable units, role naming convention.

O que é:

Cada agente recebe no prompt instrução de para quem mensagear ao terminar: researcher → architect → coder → tester → reviewer. O lead só dispara o primeiro.

Por que aprender:

É o padrão mais usado e mais simples. Cobre 80% dos workflows de feature.

Conceitos-chave:

Sequential coordination, handoff prompts, kick-off message, chain of responsibility.

O que é:

Lead spawna N pesquisadores em paralelo (fan-out), espera todos terminarem (fan-in) e sintetiza. Bom para exploração de soluções múltiplas.

Por que aprender:

Paraleliza pesquisa exploratória sem perder controle. Resultado vem mais rico em menos tempo.

Conceitos-chave:

Parallel spawn, run_in_background, synchronization barrier, result aggregation.

O que é:

Lead mantém pool de workers e dispara tarefas via SendMessage conforme necessário. Workers respondem com resultado e ficam ociosos esperando próximo.

Por que aprender:

Padrão certo para tarefas heterogêneas e backlog dinâmico. Reuso de agentes ao longo de uma sessão.

Conceitos-chave:

Worker pool, task queue, dispatcher, idle workers, TeammateIdle hook.

O que é:

Antes de matar um agente, mande SendMessage({ to, message: { type: 'shutdown_request' } }). O agente finaliza tasks pendentes e libera recursos.

Por que aprender:

Mata bruta perde estado, leaks recursos e causa erros. Shutdown gracioso evita isso.

Conceitos-chave:

Graceful termination, cleanup hooks, drain mode, message protocol type.

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2.2~50 min

🎬 Templates de Colaboração

4 templates pré-built (feature, security, refactor, bugfix) e como criar custom.

O que é:

Templates são pipelines pré-definidos de agentes com roles, ordem e dependências já configurados. Roda com claude-flow-codex dual run feature.

Por que aprender:

Em vez de spawnar 4 agentes na mão toda vez, um comando dispara o pipeline inteiro. Reuso e consistência.

Conceitos-chave:

Pre-built pipelines, dependency levels, role composition, command-driven execution.

O que é:

🔵 Architect → 🟢 Coder → 🔵 Tester → 🟢 Reviewer. Pipeline completo de feature em dual-mode com cross-validation.

Por que aprender:

É o template mais usado. Garante que toda feature tem design, código, teste e review antes de fechar.

Conceitos-chave:

4-stage pipeline, dual-mode collaboration, design-first, mandatory review.

O que é:

🔵 Analyst (threat model) → 🟢 Scanner (CVE/SAST) → 🔵 Reporter (síntese). Auditoria de segurança em 3 etapas com Claude+Codex.

Por que aprender:

Auditar segurança é trabalhoso. Template entrega checklist + scan + relatório em uma execução.

Conceitos-chave:

Threat modeling, static analysis, CVE database, structured reports.

O que é:

🔵 Architect (target design) → 🟢 Refactorer (transformação bulk) → 🔵 Tester (regressão). Para modernização ou cleanup de código legado.

Por que aprender:

Refactor sem testes é receita de bug. Este template garante design + execução + validação.

Conceitos-chave:

Target architecture, bulk transformation, regression testing, codex strengths.

O que é:

🔵 Researcher (root cause) → 🟢 Coder (fix) → 🔵 Tester (reprodução + regressão). Bug investigation completa.

Por que aprender:

Pular o root cause causa o famoso "fix que não fixa". Researcher dedicado evita isso.

Conceitos-chave:

Root cause analysis, reproduction tests, regression suite, fix validation.

O que é:

Você define um array de workers (claude/codex + role + prompt) e versiona como JSON. Roda com --worker repetido na CLI.

Por que aprender:

Cada time tem fluxos próprios. Templates custom encapsulam know-how do time.

Conceitos-chave:

CollaborationTemplates API, worker definitions, dependency levels, JSON versioning.

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2.3~70 min

🤝 Dual-Mode (Claude + Codex)

Combinar Claude (reasoning) + Codex (code generation) com shared memory.

O que é:

Em vez de um único modelo fazer tudo, Claude raciocina (arquitetura, segurança) e Codex executa (código, refactor). Cross-validation embutida.

Por que aprender:

Single-platform tem viés único. Dual-mode dá segunda opinião sem custo extra de coordenação.

Conceitos-chave:

Multi-platform orchestration, cross-validation, complementary strengths, parallel execution.

O que é:

Claude brilha em raciocínio sistêmico, threat modeling, análise de cobertura de testes e review crítico de código.

Por que aprender:

Saber onde Claude vence te faz alocar a tarefa certa. Architect Claude rende mais que coder Claude.

Conceitos-chave:

System thinking, threat modeling, edge case analysis, structured reasoning.

O que é:

Codex é veloz em geração de código, otimizações pontuais e transformações em massa (refactor). Throughput alto.

Por que aprender:

Para tarefas mecânicas e código repetitivo, Codex entrega mais rápido com menos tokens.

Conceitos-chave:

Code generation throughput, bulk transformations, micro-optimizations.

O que é:

Ambas plataformas leem e escrevem no mesmo namespace AgentDB. Architect Claude grava design, Coder Codex lê e implementa.

Por que aprender:

Sem memória compartilhada, plataformas reinventam a roda. Namespace dedicado evita perda de contexto.

Conceitos-chave:

Shared namespace, cross-platform reads, design persistence, collaboration scope.

O que é:

Level 0: Architect (sem deps). Level 1: Coder + Tester (deps em Architect). Level 2: Reviewer (deps em Coder+Tester). Level 3: Optimizer.

Por que aprender:

Levels garantem ordem correta sem race conditions. Workers do mesmo level rodam em paralelo.

Conceitos-chave:

Topological order, parallel within level, dependency graph, sequential between levels.

O que é:

npx claude-flow-codex dual run feature --task "Add OAuth". Comandos: feature, security, refactor, bugfix, ou custom com --worker.

Por que aprender:

É o comando que dispara tudo. Saber a sintaxe destrava todos os templates.

Conceitos-chave:

CLI subcommands, --task, --target, --namespace, --worker flag.

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2.4~50 min

💾 Memory-Driven Development

Pattern: search ANTES, store DEPOIS. Como aproveitar memória para crescer com cada execução.

O que é:

Antes de implementar qualquer coisa, faça memory search --query "tema" --namespace patterns. Reuso evita reinventar.

Por que aprender:

Times sem search-first repetem soluções e bugs. 1 minuto de busca economiza horas de debug.

Conceitos-chave:

Pre-flight search, semantic match, pattern reuse, ReasoningBank retrieval.

O que é:

Pós-execução: hooks post-task --task-id X --success true --train-neural true. Trajetória vai pra ReasoningBank.

Por que aprender:

Sem store-after, todo aprendizado é perdido. Cada execução vira input para a próxima.

Conceitos-chave:

Trajectory recording, success/fail labeling, neural training trigger, post-task hook.

O que é:

patterns = soluções genéricas. tasks = histórico operacional. solutions = código específico. feedback = reviews humanos.

Por que aprender:

Misturar namespaces polui busca. Disciplina nesta separação eleva qualidade dos resultados.

Conceitos-chave:

Logical separation, search filtering, namespace conventions, scope discipline.

O que é:

Cada trajetória tem 4 campos: state (contexto), action (o que foi feito), reward (sinal de sucesso), outcome (resultado real).

Por que aprender:

Estrutura permite RL em cima de execuções reais. SONA usa para melhorar routing.

Conceitos-chave:

RL trajectory schema, state/action/reward/outcome, replay buffer, online learning.

O que é:

Hook session-start importa memórias de ~/.claude/projects/*/memory/*.md para AgentDB com embeddings 384-dim. memory_search_unified busca em tudo.

Por que aprender:

Memórias do Claude Code ganham busca semântica de graça. Search funciona em todos os projetos.

Conceitos-chave:

Auto-import, allProjects flag, source attribution, ONNX embeddings, unified search.

O que é:

Padrão genérico ("auth flow OAuth") é guardado em patterns sem PII. Pode ser usado em múltiplos projetos com sumário sintético.

Por que aprender:

Conhecimento da equipe vira ativo. Novos projetos começam com biblioteca de soluções testadas.

Conceitos-chave:

Pattern abstraction, PII stripping, generalization, knowledge transfer.

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2.5~80 min

🔌 Plugin Ecosystem

33 plugins via IPFS. Quais valem a pena, como instalar, configurar e gerenciar.

O que é:

Registry vive em IPFS via Pinata. Cada plugin tem um CID imutável. Discovery via gateway gateway.pinata.cloud/ipfs/{CID}.

Por que aprender:

Distribuição descentralizada elimina single point of failure. Quem controla o CID controla a versão.

Conceitos-chave:

Content-addressable storage, IPFS gateway, Pinata pinning, immutable releases.

O que é:

Plugins são organizados por função: Core (cli/mcp/swarm), Memory (agentdb/rag), Intelligence (neural/cognitive), Code Quality, Security, DevOps.

Por que aprender:

Saber a categoria reduz tempo de busca e ajuda priorização do que instalar.

Conceitos-chave:

Plugin taxonomy, category browsing, discovery filters.

O que é:

Top 10 essenciais: agentdb, rag-memory, security-audit, test-intelligence, jujutsu, api-docs, federation, observability, sparc, plugin-creator.

Por que aprender:

Estes 10 cobrem 90% dos casos. Comece por eles antes de explorar long tail.

Conceitos-chave:

Curated baseline, must-have plugins, common workflows coverage.

O que é:

plugins install @claude-flow/plugin-X, plugins enable, plugins disable, plugins list.

Por que aprender:

Workflow básico de plugin management. Saber habilitar/desabilitar é debug essencial.

Conceitos-chave:

Plugin lifecycle, enable/disable separation, version pinning.

O que é:

RAG-memory para contextos longos com PDFs/docs. Federation para times distribuídos. IoT-cognitum para devices conectados.

Por que aprender:

Casos de uso reais ajudam a entender o valor. Cada plugin resolve um problema concreto.

Conceitos-chave:

RAG pipelines, distributed agents, IoT integration, plugin composition.

O que é:

Versionamento via dist-tags (alpha/latest). Troubleshoot com doctor --fix e plugins disable para isolar problemas.

Por que aprender:

Plugin quebrado pode travar tudo. Saber isolar é essencial em produção.

Conceitos-chave:

SemVer, dist-tags, isolation debugging, rollback strategy.

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2.6~45 min

🤖 Background Workers em Ação

12 workers que rodam em background fazendo aprendizado, audit, optimization.

O que é:

ultralearn, optimize, consolidate, predict, audit, map, preload, deepdive, document, refactor, benchmark, testgaps. Cada um especializado em um aspecto.

Por que aprender:

Saber quais existem te dá repertório para resolver problemas sem virar tudo na unha.

Conceitos-chave:

Worker registry, specialization, async background execution, daemon pool.

O que é:

audit é o único worker com prioridade critical. Roda automaticamente em mudanças sensíveis e bloqueia merge se detectar issue grave.

Por que aprender:

Segurança não é opcional. Critical garante que audit nunca seja preemptado.

Conceitos-chave:

Critical scheduling, security gating, blocking checks.

O que é:

optimize roda com prioridade high após mudanças que afetam hot paths. Sugere refactors com base em benchmarks reais.

Por que aprender:

Performance vai degradando silenciosamente. Worker pega cedo antes de virar problema.

Conceitos-chave:

Hot path detection, regression alerts, optimization suggestions.

O que é:

ultralearn (deep knowledge), predict (preload), deepdive (análise), document (auto-docs), refactor (sugestões), benchmark (perf), testgaps (cobertura), map (codebase).

Por que aprender:

São o "cérebro" do sistema. Auto-aprendizado, auto-documentação e auto-mapping vêm daqui.

Conceitos-chave:

Knowledge acquisition, predictive preload, code intelligence, coverage gaps.

O que é:

consolidate (compaction de memória) e preload (carregamento antecipado de recursos). Rodam quando há espaço ocioso na CPU.

Por que aprender:

São "background do background". Otimizam o sistema sem competir com workers críticos.

Conceitos-chave:

Idle scheduling, memory consolidation, resource preloading.

O que é:

hooks worker list mostra todos. status mostra estado. dispatch --trigger audit força execução.

Por que aprender:

Saber rodar workers manualmente é essencial para debug e CI/CD.

Conceitos-chave:

CLI worker management, manual dispatch, status inspection, queue monitoring.

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2.7~60 min

🛡️ Segurança & Performance no Dia a Dia

AIDefence, security scan, CVE remediation, benchmarks e Token Optimizer.

O que é:

Camada de defesa que detecta 14 tipos de PII (SSN, email, telefone, etc.), tentativas de prompt injection e jailbreak antes de cair em modelo.

Por que aprender:

Sem defesa, agentes vazam dados sensíveis. AIDefence é o cinto de segurança.

Conceitos-chave:

PII detection, prompt injection patterns, jailbreak signatures, runtime guardrails.

O que é:

security scan --depth full roda SAST, lista CVEs, detecta secrets hardcoded e gera relatório priorizado.

Por que aprender:

Pré-deploy obrigatório. Detecta cedo o que demoraria semanas em produção.

Conceitos-chave:

SAST, dependency scan, secret detection, severity prioritization.

O que é:

@claude-flow/security oferece InputValidator (Zod), PathValidator, SafeExecutor, PasswordHasher (bcrypt) e TokenGenerator. Aplicar em fronteiras.

Por que aprender:

São defesas testadas. Reusar evita escrever validação custom propensa a falhas.

Conceitos-chave:

Boundary validation, path traversal, command injection, secure hashing.

O que é:

performance benchmark --suite all mede CLI startup, MCP response, memory ops. profile grava flame graph.

Por que aprender:

Sem números, otimização vira chute. Benchmark dá baseline e detecção de regressão.

Conceitos-chave:

Benchmark suites, flame graphs, regression detection, baseline metrics.

O que é:

Agent Booster (WASM) faz transforms determinísticas (var→const, add types) em <1ms sem chamar LLM. Reduz tokens em 30-50%.

Por que aprender:

É dinheiro na mesa. Cada token economizado é custo direto reduzido.

Conceitos-chave:

WASM transforms, deterministic ops, intent types, ReasoningBank cache.

O que é:

Antes de deploy: doctor --fix, security scan --depth full, performance benchmark, audit worker dispatch, smoke tests, rollback plan.

Por que aprender:

Checklist sólido evita 90% dos incidentes. Discipline ships better than heroics.

Conceitos-chave:

Pre-deploy gates, smoke tests, rollback plan, production readiness.

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