TRILHA 1

🧠 Fundamentos

Antes de rodar qualquer script: por que o seu "cérebro" de trabalho não pode ficar preso ao Claude, o vocabulário que volta o curso inteiro (runtime, harness, skill, MCP, hook, handoff), os três níveis de migração, a anatomia de um workspace portátil, quem é dono de cada informação — e por que tudo começa em modo audit.

Cérebro portátil (Markdown) context/ skills/ handoffs/ decisions/ AGENTS.md · tasks/current.md Claude Code Codex CLI modelo local executa executa executa o modelo muda · a estrutura fica

Olhe o meio primeiro: contexto, skills, handoffs e decisões vivem em Markdown comum. As setas saem dali para Claude, Codex ou um modelo local, que só executam. Trocar de executor não mexe no centro.

6
Módulos
36
Tópicos
~3h
Duração
Básico
Nível
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Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

1.1~30 min

🧠 Por que separar o cérebro do modelo

O lock-in que ninguém vê: regras em CLAUDE.md, memória e sessões que só o Claude lê. O que é durável, o que é descartável, e o princípio que sustenta o curso inteiro.

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O que é:

"Lock-in" é ficar preso a um fornecedor. Nesta máquina ele tem forma concreta: 165 projetos com regras em CLAUDE.md, 869 arquivos de memória e 2,3 GB de sessões que só o Claude Code sabe ler.

Por que aprender:

Você só percebe o lock-in no dia em que abre o Codex e ele começa do zero. Enxergar isso antes é o que motiva a separação.

Conceitos-chave:

Lock-in, memória nativa, sessão JSONL, "o Codex entra cego".

O que é:

Durável é o que sobrevive à troca de modelo: contexto do projeto, playbooks, decisões, handoffs, documentação. Descartável é o estado nativo: cache, histórico bruto, configuração do harness.

Por que aprender:

Migrar tudo transporta ruído. Migrar só o durável cabe em Markdown e funciona em qualquer runtime.

Conceitos-chave:

Camada durável, estado nativo, Markdown portátil, "arquive por padrão".

O que é:

Claude, Codex, Gemini ou um modelo local viram apenas executores. O que precisa sobreviver é a sua estrutura de trabalho, não o provedor da vez.

Por que aprender:

Cada versão nova de modelo pode melhorar uma skill e quebrar outra. Estrutura estável absorve essas mudanças sem reconstrução.

Conceitos-chave:

Executor, camada portátil, independência de provedor.

O que é:

Pense em dois clientes, North Star e Harbor. O que os dois têm em comum vai para o centro, compartilhado; só o que é exclusivo fica em pasta própria. O mesmo vale para runtimes: o comum ao Claude e ao Codex vai para o centro.

Por que aprender:

Quanto maior a área do meio, mais reutilizável o sistema e menos manutenção duplicada.

Conceitos-chave:

Interseção, centralizar o comum, pastas específicas só para o exclusivo.

O que é:

Sem a separação, um segundo runtime fica subutilizado: no diagnóstico real, 2.424 sessões no Claude contra 64 no Codex em 14 dias, e o Codex sem AGENTS.md global, sem MCP e com um quarto das skills.

Por que aprender:

O custo não é só dinheiro: é retrabalho, contexto perdido e dependência de um único fornecedor em momentos de bloqueio.

Conceitos-chave:

Subutilização, retrabalho, risco de fornecedor único.

O que é:

O que deve sobreviver à troca de modelo é a camada de contexto + conhecimento + Markdown + processos + handoffs + memória + ferramentas. Em uma frase: não migre seu cérebro de Claude para Codex; separe o cérebro do modelo.

Por que aprender:

É a régua para toda decisão do curso: se algo não cabe numa dessas sete camadas, provavelmente é estado nativo e fica no resíduo.

Conceitos-chave:

As sete camadas, resíduo do runtime, a frase-resumo.

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1.2~30 min

🗣️ O vocabulário: runtime, harness, skill, MCP, hook, handoff

As palavras que voltam em todos os módulos, definidas do zero e com o lugar exato onde cada runtime procura cada coisa.

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O que é:

Modelo é o cérebro de IA (Claude Fable, GPT-6 Astra, um Qwen local). Runtime é o programa que você roda no terminal (Claude Code, Codex CLI). Harness é a "carroceria" em volta do modelo: ferramentas, loop de execução, permissões, memória.

Por que aprender:

Quase tudo que "prende" você está no harness, não no modelo. Separar os três nomes mostra onde mexer.

Conceitos-chave:

Modelo, runtime, harness, loop agentic.

O que é:

Arquivo de instruções é o texto que o runtime lê antes de trabalhar. O Claude lê CLAUDE.md; Codex, Gemini e OpenCode leem AGENTS.md. É o único ponto realmente preso ao provedor.

Por que aprender:

Com um AGENTS.md portátil e um CLAUDE.md que começa com "@AGENTS.md", os dois runtimes leem a mesma fonte.

Conceitos-chave:

CLAUDE.md, AGENTS.md, import @AGENTS.md, ordem de leitura explícita.

O que é:

Skill é uma pasta com um SKILL.md (instruções de como fazer uma tarefa) e, às vezes, scripts. O Claude procura em ~/.claude/skills; o Codex em ~/.codex/skills e ~/.agents/skills; o projeto pode ter .agents/skills.

Por que aprender:

O formato é quase o mesmo. O que muda é o caminho de descoberta e as ferramentas que a skill assume existir.

Conceitos-chave:

SKILL.md, caminhos de descoberta, skill canônica, adaptador por runtime.

O que é:

MCP (Model Context Protocol) é um padrão para o runtime acessar ferramentas e dados externos, como o Magnific ou o Metricool. Ele dá acesso; não funde históricos de chat, não resolve conflito de memória, não separa clientes.

Por que aprender:

Muita gente trata MCP como memória portátil. Ele é encanamento. Registrar um MCP no Codex é o que destrava as skills que dependem dele.

Conceitos-chave:

MCP, servidor de ferramentas, credenciais referenciadas (nunca copiadas).

O que é:

Hook é um script que o runtime dispara num evento (início de sessão, depois de editar). Plugin é uma extensão instalada no runtime. Subagente é um papel com prompt próprio. Os eventos e formatos não são iguais entre Claude e Codex.

Por que aprender:

Esses três são o "resíduo" que não migra. Saber isso evita tentar portar o que não tem equivalente.

Conceitos-chave:

SessionStart vs PostToolUse, plugin, subagente, nativo-only.

O que é:

Handoff é um resumo estruturado do fim da sessão: decisões, pendências, próximos passos, caminhos de arquivo, salvo em Markdown. Prime é a leitura desse resumo no começo da sessão seguinte, em qualquer runtime.

Por que aprender:

É o mecanismo que substitui a dependência dos históricos JSONL nativos. Sessão → handoff → Markdown → prime → nova sessão.

Conceitos-chave:

Handoff, prime, handoffs/latest.md, continuidade cross-runtime.

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1.3~30 min

🗺️ Os três níveis de migração

Um clique no app, um comando no terminal, ou a camada pessoal que importa de verdade. Mais a grande faxina e a pergunta de quando vale um harness próprio.

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O que é:

O app desktop do Codex tem um botão Importar que traz skills, comandos, plugins, projetos e sessões do Claude Code. O Codex CLI 0.154 não tem esse comando: o "um clique" só existe na interface gráfica.

Por que aprender:

Evita procurar um comando que não existe e mostra que o import nativo é parte da solução, não a solução.

Conceitos-chave:

Import nativo, app vs CLI, itens pulados no import.

O que é:

O texto-base imagina um "npx migrate to codex". Aqui esse comando é o kit agente-claude-codex: doctor, audit, adapt-instructions, init-core, sync-skills e readback-test, sempre em modo audit antes de alterar algo.

Por que aprender:

Um agente audita o setup inteiro antes de migrar, para nenhum detalhe se perder. Esse é o nível que a Trilha 2 executa passo a passo.

Conceitos-chave:

Kit, auditoria por agente, scripts reversíveis.

O que é:

Conhecimento privado, contexto dos projetos, overview.md, sources.md, playbooks, handoffs e documentação. É a camada que não fica presa a nenhum modelo.

Por que aprender:

Para a maioria das pessoas é o único nível que muda o resultado. Os outros dois são logística.

Conceitos-chave:

Camada durável, playbooks, overview.md, sources.md.

O que é:

A maior parte da migração é limpeza: arquivos mortos, coisas antigas, documentos arquivados, informação irrelevante. Arquive por padrão e traga de volta só quando precisar. CLAUDE.md de 1.391 linhas é ruído nos dois runtimes.

Por que aprender:

É o mesmo tipo de organização que você faria no computador mesmo sem IA. Migrar sujeira só muda a sujeira de lugar.

Conceitos-chave:

Arquivar por padrão, contexto sob demanda, segundo cérebro limpo.

O que é:

Basicamente só o arquivo de instruções é preso ao provedor. O Gemini também usa AGENTS.md; um modelo local pode ser orientado a respeitá-lo. CLAUDE.md é a exceção específica do Claude. Praticamente todo o resto é Markdown portátil.

Por que aprender:

Reduz o medo: a parte que precisa de adaptador é pequena e conhecida.

Conceitos-chave:

Instruções específicas, Markdown portátil, adaptador mínimo.

O que é:

Para Claude e Codex, não perca tempo construindo um "super-harness": os fornecedores já otimizam e adaptam os deles a cada modelo novo. Para modelos locais, o harness padrão é fraco e aí vale evoluir o seu, usando sessões excelentes como referência.

Por que aprender:

Direciona o esforço: contexto portátil para todos, harness próprio só onde faz diferença.

Conceitos-chave:

OmniAgent, super-harness, harness para modelo local, dsh-sandbox.

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1.4~30 min

📁 Anatomia de um workspace portátil

A árvore concreta que transforma a ideia em arquivos: README, AGENTS.md, context/, tasks/, handoffs/, skills e scripts. E o aviso: nomes são convenção, nada carrega sozinho.

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O que é:

README.md é o onboarding de gente: como rodar, como testar, estrutura. AGENTS.md é curto, direto ao agente, e começa com a ordem de leitura dos outros arquivos.

Por que aprender:

Misturar os dois faz o agente ler tutorial e o humano ler regra de máquina. Separar deixa cada um enxuto.

Conceitos-chave:

Público de cada arquivo, ordem de leitura, instrução concisa.

O que é:

overview.md guarda o que o projeto é, fatos verificados com fonte e data, preferências e hipóteses. current-state.md diz o que funciona e o que está pendente hoje.

Por que aprender:

Uma sessão nova responde "qual é o objetivo?" lendo esses dois arquivos, sem vasculhar histórico.

Conceitos-chave:

Overview, estado atual, fato datado, briefing de partida.

O que é:

sources.md lista cada fonte com tipo (arquivo local, export datado, conexão viva), data, escopo e regra de refresh. decisions/ tem um arquivo por decisão aceita, com contexto e consequências.

Por que aprender:

Quando duas versões de uma informação brigam, a fonte e a decisão aceita resolvem. Sem isso, vence o arquivo mais recente, que nem sempre está certo.

Conceitos-chave:

Fonte, snapshot datado, decisão aceita, provenance.

O que é:

O arquivo do trabalho atual: objetivo, quem é o dono, critério de pronto verificável, próxima ação concreta e bloqueios.

Por que aprender:

O agente passa a entender não só o histórico, mas o que está sendo feito agora e quando pode dizer "pronto".

Conceitos-chave:

Tarefa atual, dono, critério de aceite, próxima ação.

O que é:

O handoff mais recente, sempre no mesmo caminho: projeto e escopo, objetivo, estado aceito, arquivos alterados, checks rodados com resultado, perguntas abertas e próxima ação exata.

Por que aprender:

Um caminho fixo ("latest") é o que permite ao Codex retomar o que o Claude deixou, e vice-versa.

Conceitos-chave:

latest.md, estado aceito, checks com evidência, próxima ação.

O que é:

Skills reutilizáveis ficam em .agents/skills/ (onde o Codex procura) e comandos comuns em scripts/. Mas context/, tasks/ e handoffs/ são convenção sua: nenhum runtime os carrega sozinho. O AGENTS.md precisa mandar ler.

Por que aprender:

Uma estrutura bonita que o agente ignora não vale nada. A ordem de leitura explícita é o que a torna real.

Conceitos-chave:

Convenção vs auto-load, .agents/skills, scripts reproduzíveis.

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1.5~30 min

🏷️ Donos da informação

Fato, preferência, hipótese e decisão não são a mesma coisa. Quem atualiza cada tipo, como registrar origem e data, e por que provenance vence timestamp.

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O que é:

Fato é o que foi verificado (versão do Codex é 0.154). Preferência é gosto do dono (autor de commit inematds). Hipótese é o que se supõe sem checar. Decisão é o que foi aceito depois de discutir.

Por que aprender:

Uma hipótese anotada como fato vira regra errada que o agente segue com confiança. Separar os tipos corta esse erro na origem.

Conceitos-chave:

Fato, preferência, hipótese, decisão.

O que é:

Toda nota durável leva um ID, o escopo (projeto, máquina, cliente), a fonte, a data de observação, o status (rascunho, aceito, revogado) e quando revisar ou expirar.

Por que aprender:

Responde a pergunta clássica: "qual das várias versões dessa informação é a correta?".

Conceitos-chave:

Metadados da nota, data de observação, expiração, dono por tipo.

O que é:

Provenance é a origem rastreável de uma informação. Em conflito, vence a fonte mais confiável e a decisão aceita, não o arquivo mais novo. O openpcbotv3 faz isso marcando a versão antiga com superseded_by em vez de apagar.

Por que aprender:

Timestamp premia quem escreveu por último, inclusive um agente que chutou. Provenance premia quem verificou.

Conceitos-chave:

Provenance, conflito, superseded_by, nunca apagar, só esconder.

O que é:

A memória nativa (869 arquivos do Claude, conversas) é matéria-prima. Promover é escolher um fato verificado e escrevê-lo no overview.md com fonte e data, de forma deliberada. Nunca copiar em massa.

Por que aprender:

Copiar tudo transporta hipóteses e ruído. Promover fato a fato mantém o overview curto e confiável.

Conceitos-chave:

Promoção deliberada, matéria-prima vs fonte, vault curado.

O que é:

Qualquer índice de busca, cache ou banco vetorial deve poder ser reconstruído a partir dos registros que você possui. A fonte da verdade é o Markdown; o índice é derivado.

Por que aprender:

Se o índice é a única cópia, você tem lock-in de novo, só que numa ferramenta de busca.

Conceitos-chave:

Fonte vs derivado, rebuild, snapshot curado antes de retrieval.

O que é:

Chaves de API, estado nativo cru e material pessoal ou de cliente não entram no repositório portátil. Keys ficam em .env e são referenciadas; evidência bruta fica separada do que foi promovido.

Por que aprender:

Nesta máquina há 269 arquivos de segredo em ~/projetos. Um workspace portátil que os arrasta junto é um vazamento esperando acontecer.

Conceitos-chave:

Segredo referenciado, evidência bruta separada, escopo de cliente.

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1.6~30 min

🔍 Audit antes de implement

Por que os mega-prompts A e B começam em MODE: audit, o que cada um faz por dentro, a matriz de classificação e a regra de evidência: passou, falhou ou não rodado.

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O que é:

Os dois mega-prompts têm um campo MODE. Em audit, o agente inspeciona, classifica e devolve um plano com árvore proposta, mapeamentos e critérios de aceite, sem tocar em arquivo. Só depois você roda de novo com MODE: implement e escopo acordado.

Por que aprender:

Migração é difícil de reverter. Ler o plano antes custa minutos; desfazer uma cópia em massa custa dias.

Conceitos-chave:

MODE audit/implement, plano revisável, mudanças reversíveis, escopo declarado.

O que é:

"Aja como meu engenheiro de migração": confirma escopo e evidência, inventaria o sistema (instruções, skills, comandos, hooks, plugins, MCP, memória), checa o alvo antes de converter, produz o plano em tabela, implementa só em implement, separa lógica portátil de integração nativa, verifica continuidade e entrega com handoff.

Por que aprender:

É o roteiro completo de uma migração honesta, incluindo o que não transfere sem mudança.

Conceitos-chave:

WORKSPACE_ROOT, SOURCE_ROOTS, TARGETS, REPRESENTATIVE_TASK, KEEP_UNCHANGED.

O que é:

"Aja como meu arquiteto de workspace": inspeciona antes de desenhar, propõe o menor núcleo portátil, implementa README/AGENTS/context/tasks/handoffs, define donos da informação, adiciona adaptadores nativos pequenos, controla distribuição de contexto, prova portabilidade e entrega. Tem add-ons para uso pessoal, cliente ou misto.

Por que aprender:

Serve tanto para adaptar um projeto existente quanto para nascer portátil desde o primeiro commit.

Conceitos-chave:

PILOT_PROJECT, KNOWLEDGE_SOURCES, CLIENT_SCOPE, add-on pessoal/cliente.

O que é:

Cada ativo do setup recebe uma de quatro etiquetas: reutilizável como está, precisa de adaptador, só existe no runtime de origem, ou não resolvido. Nesta máquina: 72 skills reutilizáveis, 15 de adaptador, 2 nativas, 1 sem SKILL.md.

Por que aprender:

Transforma "migrar tudo" em uma lista com destino, rollback e teste por item.

Conceitos-chave:

Matriz origem → destino, classificação, rollback, critério de aceite por ativo.

O que é:

Todo check tem um de três estados. "Não rodado" é resposta válida e obrigatória quando faltou acesso ou tempo; vem com os passos para reproduzir. O próprio PDF admite que nenhuma migração real foi testada pelos autores.

Por que aprender:

Um relatório que distingue os três estados é o que separa migração feita de migração declarada.

Conceitos-chave:

Passou / falhou / não rodado, reprodução, relatório honesto.

O que é:

Uma árvore gerada, um import bem-sucedido ou uma configuração com sintaxe válida não provam comportamento equivalente. A prova é uma sessão nova que responde: objetivo atual, uma regra com o arquivo de origem, última decisão, próxima ação e conflitos.

Por que aprender:

É o teste de continuidade que a Trilha 2 executa de verdade, no Claude e no Codex. Encontrou? Leu? Entendeu? Usou?

Conceitos-chave:

Readback em sessão nova, as 5 perguntas, prova de uso.

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