TRILHA 3

🚀 Projetos

Seis projetos passo a passo sobre um sistema real (o diagnóstico de 2026-09-14 desta máquina): migrar o primeiro projeto, levar MCP e hooks entre Claude e Codex, curar a memória, ligar um terceiro executor, isolar um workspace de cliente — e fechar com a mentalidade que faz tudo isso durar. Cada projeto tem objetivo, comandos, critério de aceite e riscos.

Núcleo portátil AGENTS.md context/ skills/ handoffs/ Markdown comum · não depende de nenhum modelo Claude Codelê @AGENTS.md Codex CLIlê AGENTS.md dsh localcontainer · modo local openpcbotv3vault curado · tiers leem ↔ devolvem handoff leem ↔ devolvem handoff

Leia do centro para fora: o núcleo portátil é um só; os quatro executores (Claude, Codex, dsh local, openpcbotv3) leem o mesmo AGENTS.md e context/ e devolvem trabalho em forma de handoff. Trocar de modelo não move o centro.

6
Projetos
36
Tópicos
~4h
Duração
Interm.
Nível
Progresso da trilha0%
0 de 36 tópicos

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

3.1~40 min

🚀 Projeto 1: migrar seu primeiro projeto real

As Fases 0 e 2 do plano de migração aplicadas a um projeto de verdade: escolher o piloto entre os 13 projetos que o Codex já confia mas onde entra "cego", criar o AGENTS.md global, fazer a faxina, rodar os cinco scripts e provar com readback nos dois runtimes.

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O que é:

O diagnóstico achou 55 projetos marcados como trusted no Codex; 13 deles têm CLAUDE.md mas nenhum AGENTS.md (wifi, portal, inemapro-mono, timesmkt2, timesmkt3, inemacert, promoavatar2, skool-roast, imkt4, iccmonit, ATIA, claude-session-kit, agentes-fronteiros). Nesses, cada sessão do Codex começa do zero.

Por que aprender:

O piloto certo é pequeno, usado toda semana e com CLAUDE.md próprio — assim o readback mede algo real, não um exemplo de brinquedo.

Conceitos-chave:

Trusted no Codex, projeto "cego", ordem por uso, tarefa representativa.

O que é:

A Fase 0: rodar adapt-instructions.sh ~/.claude, revisar as 71 linhas portáteis, gravar ~/.codex/AGENTS.md e deixar o CLAUDE.md global começando com @AGENTS.md mais as 7 linhas de resíduo.

Por que aprender:

Sem base global, regras como autor do commit e onde ficam as keys não chegam ao Codex em nenhum projeto.

Conceitos-chave:

Instrução global vs por projeto, @AGENTS.md, resíduo Claude, .proposto.md.

O que é:

Arquivos como o CLAUDE.md do ruflo (1.391 linhas) ou do timesmkt2 (427) viram ruído em qualquer runtime. Regras estáveis ficam no AGENTS.md; decisões, fontes e runbooks vão para context/.

Por que aprender:

Migrar cru só transporta ruído. A faxina é o passo que o texto-fonte chama de "Marie Kondo para as suas pastas".

Conceitos-chave:

Arquivar por padrão, trazer de volta só quando preciso, instrução curta e contexto separado.

O que é:

A sequência do kit aplicada ao piloto: diagnóstico, inventário, adaptação das instruções, núcleo portátil sem sobrescrever nada e a skill session-handoff portada via polyskill.

Por que aprender:

Cada script é reversível e produz evidência; pular um deles é exatamente onde a migração vira "achismo".

Conceitos-chave:

Ordem fixa, saída em relatorios/, backup ao lado, drift zero.

O que é:

readback-test.sh <projeto> both abre sessão nova no Claude e no Codex e pergunta objetivo, regra com fonte, última decisão, próxima ação e conflitos. A resposta bruta fica em relatorios/.

Por que aprender:

É a única prova de que o agente encontrou, leu, entendeu e usou o contexto — arquivo existir não conta.

Conceitos-chave:

Sessão nova, cita AGENTS.md / tasks / handoffs, passou / falhou / não rodado.

O que é:

Critérios do plano: readback aprovado nos dois runtimes, drift zero, clone isolado passa o check.sh, setup Claude intacto. Tudo registrado em tasks/current.md e handoffs/latest.md.

Por que aprender:

O handoff é o que permite a próxima sessão — em qualquer runtime — continuar do ponto certo sem reler JSONL.

Conceitos-chave:

Critério de pronto verificável, handoff com checks rodados, próxima ação exata.

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3.2~40 min

🔌 Projeto 2: MCP e hooks entre Claude e Codex

Ferramentas viajam, eventos não. O Claude tem magnific e metricool registrados; o Codex tem zero MCP. Hooks de SessionStart não existem no Codex. Este projeto registra o que dá, traduz o que não dá e destrava as 15 skills marcadas como "adaptador".

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O que é:

O ~/.claude.json tem magnific e metricool globais, mais klingai (wifi) e cerebro-vip (2cerebrox) por projeto. O config.toml do Codex não tem nenhum bloco [mcp_servers].

Por que aprender:

MCP dá acesso a ferramenta e dado; não migra histórico nem resolve memória. Saber exatamente o que cada runtime enxerga evita esperar do Codex algo que ele não tem.

Conceitos-chave:

MCP global vs por projeto, .mcp.json, config.toml, escopo de conta.

O que é:

Registrar o servidor no Codex apontando para a mesma key que já vive em ~/projetos/openpcbotv2/.env, carregada em runtime — nunca colada no config nem no repo.

Por que aprender:

O Prompt A é explícito: traduzir MCP retendo escopo de conta e referência de credencial, sem copiar o valor.

Conceitos-chave:

Referência vs valor, carregar em runtime, segredos fora do portátil.

O que é:

As 15 skills classificadas como "adaptador" (avatar-heygen-nei, heygen-cli, heygen-mcp, espiona-ads, ugc-seedance25, website-intelligence, comfy-relay e as 8 printing-press) só funcionam no Codex depois do MCP correspondente estar registrado.

Por que aprender:

O bloqueio real da portabilidade é MCP, não o formato do SKILL.md — 72 das 89 skills migram sem tocar em nada.

Conceitos-chave:

Reutilizável vs adaptador, dependência de ferramenta, portar depois do MCP.

O que é:

O Claude dispara 2 hooks em SessionStart (context-mode, fable-mindset). O ~/.codex/hooks.json conhece PostToolUse e Stop (usados pelo impeccable), mas não tem evento de início de sessão.

Por que aprender:

Nunca assuma que hooks com nome parecido têm a mesma semântica. A lógica reutilizável vai para um script comum; cada evento nativo é validado separado.

Conceitos-chave:

Evento, payload, trust hash, script comum + gatilho nativo.

O que é:

O hook que injeta a "regra de ritmo" no Claude não tem equivalente no Codex; a solução portátil é transformar o playbook numa seção do AGENTS.md global, lida por instrução.

Por que aprender:

Quando o mecanismo nativo não existe, o conteúdo ainda pode viajar — como Markdown comum. O mesmo vale para silver-platter.

Conceitos-chave:

Nativo → texto, instrução em vez de injeção, resíduo Claude.

O que é:

Os 7 subagentes do Claude (conselho, advogado-do-diabo, analista-neutro, diretor-ecossistema…) não têm equivalente 1:1 no Codex. Cada papel vira uma skill com prompt próprio — o mesmo desenho que o openpcbotv3 usa em agents/ e personalidades/.

Por que aprender:

Papel é conteúdo; orquestração é mecanismo. O conteúdo é portátil, o mecanismo fica fora do núcleo durável.

Conceitos-chave:

Skill de papel, prompt de persona, orquestração fora do núcleo.

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3.3~40 min

🗃️ Projeto 3: memória curada

O agente propõe, você aprova. A memória do Claude (869 arquivos, 227 pastas) é matéria-prima sem aprovação; o vault do openpcbotv3 (MEMORY.md e USER.md) já tem o fluxo certo. Este projeto faz do vault o overview global de fatos que Claude, Codex e dsh leem.

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O que é:

Os arquivos em ~/.claude/projects/*/memory foram escritos pelo modelo, sem revisão humana, e nenhum outro runtime os enxerga. Copiá-los em massa transporta erro junto com acerto.

Por que aprender:

O plano é claro: promover fato a fato, deliberadamente, quando o projeto for tocado — nunca cópia em massa.

Conceitos-chave:

Memória nativa vs fonte, promoção deliberada, evidência bruta separada.

O que é:

Em ~/vault/, o bot v3 mantém MEMORY.md e USER.md curados: ele propõe entradas e você aprova pelo Telegram. USER.md entra em todo prompt do bot.

Por que aprender:

É o único lugar da máquina com fatos pessoais aprovados por humano — exatamente o que o Prompt B chama de "promover fatos verificados".

Conceitos-chave:

Vault curado, overview global, fato verificado com aprovação.

O que é:

O agente classifica a frase (semântica ou episódica), propõe a entrada, e só /memoria aprovar <id> grava no vault. Perguntas nunca viram fato.

Por que aprender:

Separa fato de preferência, hipótese e decisão na entrada — o problema que a Trilha 1 chamou de "qual das versões é a correta?".

Conceitos-chave:

Proposta, aprovação humana, semântico vs episódico, dedupe.

O que é:

A consolidação noturna do v3 detecta contradições por data e marca a entrada antiga com superseded_by. A antiga sai do contexto, mas continua no banco.

Por que aprender:

É a regra de conflito do plano na prática: provenance e decisão aceita vencem timestamp, e nada se perde por engano.

Conceitos-chave:

Contradição por data, esconder vs apagar, backup antes da rodada.

O que é:

O v3 já injeta USER.md em todo prompt. Claude e Codex fazem o mesmo por instrução de leitura no AGENTS.md global; o dsh, via skill de prime. Um fato pessoal, uma fonte, três executores.

Por que aprender:

Critério de aceite do sistema: em sessão nova, cada runtime cita USER.md como fonte de um fato pessoal.

Conceitos-chave:

Fonte única, leitura por instrução, sem auto-load, readback com fonte.

O que é:

6.859 sessões do Claude (2,3 GB) e 209 do Codex (601 MB) são histórico, não fonte. Com handoff/prime rodando, sessões com mais de 90 dias podem ser arquivadas.

Por que aprender:

Só depois do ciclo estar de pé: o handoff substitui a dependência dos JSONL, não o contrário.

Conceitos-chave:

Histórico vs fonte, arquivar por padrão, ordem de operações.

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3.4~40 min

🐳 Projeto 4: terceiro executor

O dsh-sandbox (DeepSeek em container) já roda nesta máquina há 12 dias, com 3 skills copiadas à mão e sem camada de contexto. Este projeto o transforma em executor de segunda linha: mesmo núcleo, skills geradas pela fonte canônica, e segurança preservada.

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O que é:

@deepseek-ai/dsh em Docker, painel em 127.0.0.1:9080. ./dsh local monta ~/projetos e usa só Ollama; remoto usa OpenRouter sem projetos; remoto-projetos exige digitar CONFIRMO.

Por que aprender:

É um terceiro runtime real, com harness mais fraco — o caso em que o texto-fonte diz que vale a pena cuidar do próprio harness.

Conceitos-chave:

Container, provedor trocável, montagem amarrada ao provedor, modelo local.

O que é:

formato-curso-v2, formato-curso-v5 e capa-inema foram copiadas para ~/projetos/dsh-skills. Quando o original em formato-curso-inema muda, a cópia não acompanha.

Por que aprender:

Com quatro consumidores de skills (Claude 117, Codex 27, dsh 3, openpcbotv3 16), sem fonte canônica cada um diverge sozinho.

Conceitos-chave:

Drift, fonte canônica, quatro consumidores, cópia gerada vs manual.

O que é:

O dsh aceita o mesmo SKILL.md do Claude, então o destino novo copia dist/claude/<skill> para ~/projetos/dsh-skills/<skill> e o drift check passa a cobrir os 4 destinos (claude, codex, dsh, v3).

Por que aprender:

As 3 cópias manuais de hoje passam a ser geradas — o critério de aceite é drift sem DRIFT em todos os destinos.

Conceitos-chave:

Adaptador de destino, mesmo formato, drift em 4 lugares.

O que é:

O dsh escaneia $DSH_HOME/skills, mas não lê AGENTS.md sozinho. Uma skill de prime instrui a ler AGENTS.md, context/ e handoffs/latest.md do projeto montado no modo local.

Por que aprender:

Nomes de arquivo são convenção; nenhum runtime auto-carrega. Quem não tem mecanismo nativo ganha a leitura por skill.

Conceitos-chave:

Prime como skill, pontes de caminho em work/, leitura explícita.

O que é:

~/projetos tem 269 arquivos de segredo (inclui wifi/.env e openpcbotv2/.env). Montar isso com provedor remoto mandaria tudo para fora; por isso montagem e provedor são amarrados e o dsh recusa expor a rede.

Por que aprender:

Segurança do plano: readback no dsh só em modo local. Pasta é organização; permissão, montagem e credencial é o que impõe acesso.

Conceitos-chave:

Modos exclusivos, network_mode host, versão congelada, túnel SSH.

O que é:

Readback no dsh pelo painel, com as mesmas 5 perguntas. O critério é citar AGENTS.md, tasks e handoffs — não a qualidade da redação. Modelo local rende menos; isso é limite do modelo, não da portabilidade.

Por que aprender:

Comparar no modo remoto antes de concluir que a estrutura falhou. Skills escritas para o Claude podem ficar aquém num modelo pequeno.

Conceitos-chave:

Critério de aceite ajustado, limite do modelo vs limite da estrutura, comparação controlada.

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3.5~40 min

👥 Projeto 5: workspace de cliente

Venn, escopo e canários. Dois clientes imaginários (North Star e Harbor), o que eles têm em comum vai para o centro; o que é exclusivo fica em repo privado por cliente, com snapshot de contexto datado. O add-on de cliente do Prompt B, passo a passo — e o teste que prova o isolamento.

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O que é:

Descubra o que os dois clientes têm em comum (padrões de entrega, skills, processos), centralize essa parte, e mantenha pastas específicas só para o que é exclusivo de cada um.

Por que aprender:

Quanto maior a área do meio, mais reutilizável o sistema — e menos você reescreve por cliente.

Conceitos-chave:

Compartilhado vs exclusivo, template genérico, área comum grande.

O que é:

Cada projeto de cliente ganha seu repositório privado (ou fronteira equivalente) e começa com um snapshot aprovado de contexto que registra ID do cliente, fonte, data e regra de refresh. Fontes de outro cliente são rejeitadas.

Por que aprender:

Uma pasta chamada "harbor" descreve organização; só permissão de repo, montagem e credencial impõem acesso.

Conceitos-chave:

Fronteira imposta, snapshot datado, client ID, refresh deliberado.

O que é:

Fatos, credenciais, registros e logs de cliente nunca entram no CLAUDE.md/AGENTS.md global nem no vault pessoal. Trabalho misto roda em pilotos separados, com raízes separadas.

Por que aprender:

Memória universal vaza contexto de um cliente para outro sem que ninguém perceba — é o erro mais caro do modelo agnóstico.

Conceitos-chave:

Escopo global vs de cliente, raízes separadas, pilotos separados.

O que é:

O bloco "Client workspace" que se acrescenta ao Prompt B: um cliente nomeado, um piloto, padrões genéricos reutilizados, verificação de acesso a repo, montagens, conectores, permissões de retrieval e backups.

Por que aprender:

Começa em MODE: audit, como tudo: o agente devolve árvore, donos e testes antes de tocar em qualquer arquivo.

Conceitos-chave:

CLIENT_SCOPE, audit primeiro, verificação de acesso, um cliente por vez.

O que é:

Plante um dado falso e único no cliente A; peça-o em sessão do cliente B. Se aparece, o backend vazou. Se o modelo "recusa educadamente", isso não prova nada sobre o backend.

Por que aprender:

Sem canário você só tem a palavra do modelo. Enforcement não verificado deve ser rotulado como tal.

Conceitos-chave:

Canário, dado sintético, prova de backend, rótulo "não verificado".

O que é:

O template só vai para o segundo cliente quando o primeiro passou em standalone, readback e canário. Para vários clientes, o add-on é repetido com um ID específico a cada vez.

Por que aprender:

Um dono e um worktree por mudança concorrente; pasta compartilhada não é lock e worktree não impõe isolamento de cliente.

Conceitos-chave:

Piloto passou, um ID por rodada, worktree ≠ isolamento.

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3.6~40 min

🧭 Projeto 6: a mentalidade

Tudo isso é iterativo. Cada mudança melhora um modelo e quebra outro; modelos fechados podem parar de precisar de skills; você passa a administrar contexto, estado, ferramentas, processos e validação — não prompts. Fecha com o changelog de falhas e o que fazer amanhã.

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O que é:

Uma edição numa skill pode deixá-la melhor para o Claude e pior para o Codex ou para um modelo local. Não existe versão final; existe a versão testada hoje.

Por que aprender:

Sem readback e drift por runtime, você não descobre a regressão até o dia em que precisa dela.

Conceitos-chave:

Iteração, regressão cruzada, teste por runtime.

O que é:

Caminhos de descoberta, formatos de config, eventos de hook e permissões mudam de versão para versão. Os prompts mandam verificar o comportamento instalado com --help e a documentação oficial, nunca inventar comando de import.

Por que aprender:

O Codex CLI 0.154 não tem import; o app tem. Esse tipo de detalhe só aparece quando você olha.

Conceitos-chave:

Verificar antes de converter, doc oficial, versão instalada.

O que é:

Se os modelos fechados forem treinados com as suas conversas e absorverem as capacidades, muitas skills viram desnecessárias. Modelos locais provavelmente continuam dependendo delas.

Por que aprender:

Construir agnóstico não é apostar contra ninguém: é manter a estrutura funcionando enquanto o que cada provedor exige muda.

Conceitos-chave:

Capacidade absorvida, skill como muleta temporária, estrutura que sobrevive.

O que é:

A mudança de trabalho: em vez de colecionar prompts, você mantém contexto, estado atual, ferramentas registradas, processos escritos e critérios de validação. O prompt vira consequência.

Por que aprender:

É o que o segundo texto-fonte chama de passar da filosofia para o processo: AUDITAR → ORGANIZAR → FONTE DA VERDADE → ADAPTAR → TESTAR → HANDOFF.

Conceitos-chave:

Gestão de agentes, seis verbos do processo, prompt como derivado.

O que é:

FALHAS.md: data, o que quebrou, a menor correção possível, e se foi problema de prompt ou de infra. O kit já tem duas linhas reais: o sandbox bwrap forçado e a contagem errada do audit.

Por que aprender:

Depois de umas dez linhas o padrão aparece — e você para de reconstruir coisas que só precisavam de uma proteção.

Conceitos-chave:

Menor correção, prompt vs infra, padrão em dez linhas.

O que é:

O resumo do curso em uma frase e a próxima ação concreta: Fase 0 com adapt-instructions.sh ~/.claude, gravar o AGENTS.md global e rodar o primeiro readback num projeto real.

Por que aprender:

Um curso que termina sem próxima ação exata vira teoria. O handoff vale para você também.

Conceitos-chave:

Executores sobre camada portátil, próxima ação exata, o menor passo restante.

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