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TRILHA 3

🧠 Controle e personalização

Você decide quanto o Codex gasta e quanto ele faz sozinho. Escolha modelo e esforço, ajuste as permissões e ensine receitas com skills, organizadas na pasta .agents, e conexões com seus aplicativos por plugins.

6
Módulos
36
Tópicos
~3h
Duração
Intermediário
Nível
0 de 360%
painel de controle modelo LunaAstra esforço lowultra permissão acesso total skillsSKILL.md .agents/projeto · usuário pluginsseus aplicativos

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

Ilustração: três motores lado a lado, do pequeno e rápido ao grande e potente, com medidores de consumo acima de cada um.
3.1~30 min

🧠 Modelos: força e custo

A família de modelos do Codex, o que são tokens de entrada e de saída e por que a assinatura rende mais que a API.

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O que é:

Modelos mais inteligentes resolvem problemas mais difíceis e consomem mais da sua cota.

Por que aprender:

Usar o modelo mais forte em tudo esgota a cota sem melhorar o resultado das tarefas simples.

Conceitos-chave:

Modelo, força, cota, consumo.

O que é:

GPT-6-Astra (mais forte), GPT-6.1-Sol (dia a dia) e GPT-6-Luna (rápido e econômico), além de gerações anteriores.

Por que aprender:

Os nomes mudam com o tempo, mas a lógica de forte, médio e rápido fica.

Conceitos-chave:

GPT-6-Astra, GPT-6.1-Sol, GPT-6-Luna, catálogo.

O que é:

Token é um pedaço de texto; entrada é o que entra no modelo, saída é o que ele produz, incluindo o raciocínio.

Por que aprender:

A saída custa mais: saber disso explica por que respostas longas pesam na cota.

Conceitos-chave:

Token, entrada, saída, raciocínio.

O que é:

A API cobra por milhão de tokens e serve para programas; no Codex você usa a assinatura com cota semanal.

Por que aprender:

Para uso pessoal, a assinatura sai muito mais barata que pagar a mesma quantidade pela API.

Conceitos-chave:

Assinatura, API, cota semanal, créditos extras.

O que é:

Escolher o modelo ao começar e trocar entre mensagens no seletor, ou abrir com codex -m no terminal.

Por que aprender:

Você usa o forte só no trecho difícil e volta ao econômico depois.

Conceitos-chave:

Seletor de modelo, troca, codex -m.

O que é:

Um critério simples: e-mail e resumo no modelo rápido, trabalho do dia no intermediário, problema difícil no mais forte.

Por que aprender:

Escolher pela tarefa economiza cota sem perder qualidade.

Conceitos-chave:

Critério, tarefa simples, tarefa difícil.

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Ilustração: um controle deslizante com seis marcas, de low a ultra, e ao lado um botão de velocidade com o símbolo de raio.
3.2~30 min

🎚️ Esforço e modo rápido

Os níveis de esforço de low a ultra, o modo rápido e como montar a sua tabela de modelo e esforço por tarefa.

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O que é:

Dentro de cada modelo você escolhe quanto ele raciocina antes de agir.

Por que aprender:

É um segundo botão de qualidade e custo, independente do modelo.

Conceitos-chave:

Esforço, raciocínio, qualidade.

O que é:

low, medium, high, xhigh, max e ultra; ultra é o máximo, com delegação automática de tarefas.

Por que aprender:

Saber o que cada degrau faz evita subir sem necessidade.

Conceitos-chave:

low, medium, high, xhigh, max, ultra.

O que é:

Mais esforço significa mais raciocínio, ou seja, mais tokens de saída e mais cota gasta.

Por que aprender:

Explica por que o mesmo modelo aparece em comparativos com resultados e custos diferentes.

Conceitos-chave:

Custo do raciocínio, tokens de saída, comparativos.

O que é:

O modo rápido responde duas vezes mais rápido e consome mais cota.

Por que aprender:

Vale quando o tempo importa mais que a cota, não como padrão.

Conceitos-chave:

Modo rápido, velocidade, consumo.

O que é:

Juntar modelo e esforço: o modelo do dia a dia em medium resolve quase todo trabalho de escritório.

Por que aprender:

A combinação certa entrega qualidade sem desperdiçar cota.

Conceitos-chave:

Combinação, padrão, codex -c model_reasoning_effort.

O que é:

Uma tabela com as suas tarefas frequentes e o modelo e esforço de cada uma.

Por que aprender:

Você para de decidir toda vez e acerta de primeira.

Conceitos-chave:

Tabela pessoal, tarefas frequentes, padrão.

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Ilustração: um semáforo com três luzes, verde para pedir aprovação, amarela para aprovar por mim e laranja para acesso total.
3.3~30 min

🚦 Permissões: quanto ele faz sozinho

Os três modos de permissão, quando subir de um para o outro e como bloquear ações específicas na configuração.

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O que é:

O agente mexe em arquivos, roda comandos e usa a internet; a permissão define o que ele faz sem perguntar.

Por que aprender:

Quem age de verdade precisa de limites claros.

Conceitos-chave:

Permissão, ação real, sandbox.

O que é:

Pedir aprovação, Aprovar por mim (só pergunta em ação arriscada) e Acesso total (não pergunta nada).

Por que aprender:

Cada modo serve a um momento; conhecer os três evita ficar preso no errado.

Conceitos-chave:

Pedir aprovação, Aprovar por mim, Acesso total.

O que é:

Usar o modo que pergunta antes de mexer fora da pasta e antes de usar a internet.

Por que aprender:

É o melhor jeito de aprender o que o agente faz, passo a passo.

Conceitos-chave:

Modo seguro, aprendizado, aprovação manual.

O que é:

Quando já confia, trocar para o modo que só pergunta quando a ação parece arriscada, como apagar ou chamar serviço externo.

Por que aprender:

Você ganha velocidade sem abrir mão do freio nas ações perigosas.

Conceitos-chave:

Aprovar por mim, --approve-for-me, ação arriscada.

O que é:

O modo sem freio: não pergunta nada. Só faz sentido numa pasta que você pode perder sem dor.

Por que aprender:

Usado no lugar errado, um erro do agente vira prejuízo real.

Conceitos-chave:

Acesso total, danger-full-access, pasta descartável.

O que é:

Pedir ao Codex que registre regras na configuração, como nunca apagar arquivos de clientes ou nunca enviar e-mail sem mostrar antes.

Por que aprender:

Bloqueios específicos protegem o que importa em qualquer modo.

Conceitos-chave:

Regra de bloqueio, configuração, proteção.

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Ilustração: um livro de receitas aberto com cartões de passos, e uma frigideira ao lado com uma panqueca no ponto.
3.4~30 min

🍳 Skills: receitas reutilizáveis

Como transformar uma tarefa que deu certo numa receita que o Codex segue igual, melhora com feedback e encadeia com outras.

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O que é:

Skill é uma receita reutilizável: você faz bem uma vez e ensina o Codex a fazer igual sempre.

Por que aprender:

Tarefa repetida vira um pedido de uma linha.

Conceitos-chave:

Skill, receita, repetição, padrão.

O que é:

No topo, nome e quando usar (é isso que o Codex lê para decidir); embaixo, as instruções passo a passo.

Por que aprender:

Saber a anatomia permite ler, corrigir e escrever skills.

Conceitos-chave:

SKILL.md, metadados, descrição, instruções.

O que é:

Pedir ao Codex que transforme a tarefa que acabou de dar certo numa skill.

Por que aprender:

A melhor skill nasce de um resultado aprovado, não de uma ideia no vácuo.

Conceitos-chave:

Criar skill, tarefa aprovada, pasta da skill.

O que é:

Pedir em linguagem natural ("faça a descrição deste vídeo") ou chamar direto por /nome-da-skill.

Por que aprender:

Os dois jeitos funcionam; a barra garante que é aquela skill.

Conceitos-chave:

Chamada natural, barra, nome da skill.

O que é:

Depois do resultado, dizer o que gostou e o que não, e pedir que ele atualize a skill.

Por que aprender:

Cada uso deixa a receita melhor, como a anotação na margem do caderno.

Conceitos-chave:

Feedback, atualizar skill, melhoria contínua.

O que é:

Uma skill puxando a outra: descrição do vídeo, depois post do LinkedIn, depois artigo com imagens.

Por que aprender:

Fluxos encadeados fazem em minutos o que levava uma tarde.

Conceitos-chave:

Encadeamento, fluxo, "que skills você usou?".

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Ilustração: uma mala aberta com pastas de skills dentro, saindo de uma casa e entrando em outra, mostrando a mudança entre ferramentas.
3.5~30 min

🧳 A pasta .agents e a vinda do Claude Code

Onde as skills moram, como separar as do projeto das globais e como trazer um projeto montado no Claude Code.

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O que é:

A pasta .agents guarda as skills, uma pasta por skill com o seu SKILL.md dentro.

Por que aprender:

Saber onde ficam permite revisar, copiar e organizar suas receitas.

Conceitos-chave:

.agents, skills, pasta oculta.

O que é:

Skill no .agents do projeto vale só ali; no ~/.agents da sua pasta de usuário vale em todos os projetos.

Por que aprender:

É a mesma lógica do .codex: decide onde cada receita deve valer.

Conceitos-chave:

Skill de projeto, skill global, escopo.

O que é:

A skill pode apontar para outros arquivos: guia de voz, modelo de documento, planilha.

Por que aprender:

Mantém o SKILL.md curto e reaproveita o material que você já tem.

Conceitos-chave:

Referência a arquivo, guia de estilo, modelo.

O que é:

Lá existem CLAUDE.md e .claude; aqui AGENTS.md, .agents e .codex. O mais simples é pedir ao Codex para adaptar o projeto.

Por que aprender:

Você não perde o que já construiu ao mudar de ferramenta.

Conceitos-chave:

Migração, CLAUDE.md, AGENTS.md, adaptação.

O que é:

Regras e skills em arquivos locais de texto, que qualquer agente consegue ler.

Por que aprender:

Seu trabalho fica independente de ferramenta e sobrevive às trocas.

Conceitos-chave:

Portabilidade, arquivos locais, independência.

O que é:

Nomes que dizem o que a skill faz, uma pasta por skill e revisão das que você não usa mais.

Por que aprender:

Biblioteca bagunçada faz o Codex escolher a skill errada.

Conceitos-chave:

Biblioteca, nomenclatura, limpeza.

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Ilustração: peças de quebra-cabeça com ícones de aplicativos se encaixando em volta de uma janela central do Codex.
3.6~30 min

🧩 Plugins: conecte seus aplicativos

Como conectar e-mail, drive e outros aplicativos ao Codex, o que fazer quando não há plugin e como cuidar da segurança.

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O que é:

Plugin é uma conexão pronta com um aplicativo, como e-mail, drive, agenda ou gerenciador de tarefas.

Por que aprender:

Com o plugin, o Codex usa o aplicativo direto, sem você copiar e colar.

Conceitos-chave:

Plugin, conexão, aplicativo.

O que é:

Abrir a área de Plugins, escolher o aplicativo e entrar com a sua conta uma vez.

Por que aprender:

Uma conexão bem feita já muda o tipo de pedido que você consegue fazer.

Conceitos-chave:

Área de Plugins, login, autorização.

O que é:

Procurar por categoria (criatividade, negócios, dados, comunicação) no app, ou listar com codex plugin list.

Por que aprender:

O catálogo cresce; saber procurar evita achar que não existe.

Conceitos-chave:

Catálogo, categorias, codex plugin list.

O que é:

Fazer um pedido que usa o aplicativo conectado, como buscar um e-mail ou salvar um arquivo no drive.

Por que aprender:

É aqui que a conexão vira trabalho poupado.

Conceitos-chave:

Uso do plugin, pedido, resultado.

O que é:

Sem plugin, conectar por chave de API num arquivo .env, por MCP (codex mcp add) ou pelo navegador.

Por que aprender:

Quase todo aplicativo tem algum caminho; o plugin é só o mais fácil.

Conceitos-chave:

Chave de API, .env, MCP, navegador.

O que é:

Conceder só o que precisa, revisar acessos, nunca pôr chave no AGENTS.md e remover o que não usa.

Por que aprender:

Cada conexão é uma porta para a sua conta; porta esquecida é risco.

Conceitos-chave:

Permissão mínima, revisão, codex plugin remove.

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