TRILHA 2

⚙️ Instalação & Setup

Do zero ao Claude Code rodando: instale, autentique, configure permissões e conecte ferramentas MCP. Em menos de uma hora você tem um ambiente profissional pronto.

Node.js v18+ npm install -g @anthropic-ai $ claude login & auth settings.json permissões MCP pronto ✓ passo 1 passo 2 passo 3 passo 4 resultado
4
Módulos
24
Tópicos
~3h
Duração
Básico
Nível

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Conteúdo detalhado

2.1 ~45 min

⚙️ Instalando Claude Code

Requisitos, instalação via npm/bun, verificação, atualização e solução dos erros mais comuns em qualquer OS.

O que é:

Node.js v18+ (ou Bun), terminal com suporte a cores e acesso à internet para autenticação inicial.

Por que aprender:

Sem o ambiente certo, a instalação falha silenciosamente. Checar antes economiza 30 min de depuração.

Conceitos-chave:

Node.js LTS, verificar com node -v, npm v9+ ou Bun v1+, suporte a macOS/Linux/WSL2.

O que é:

Um único comando instala o Claude Code globalmente: npm install -g @anthropic-ai/claude-code.

Por que aprender:

Instalação global torna o comando claude disponível em qualquer diretório do sistema.

Conceitos-chave:

Flag -g (global), permissões de pasta npm, alternativa via Bun: bun install -g.

O que é:

Rodar claude --version e claude --help para confirmar que o binário está no PATH.

Por que aprender:

Detecta erros de PATH antes de perder tempo na autenticação. "command not found" tem solução simples.

Conceitos-chave:

PATH do sistema, which claude, output esperado com número de versão.

O que é:

Claude Code lança atualizações frequentes com novos modelos e features. O mesmo comando de instalação com npm update -g atualiza.

Por que aprender:

Versões antigas não suportam modelos novos. Atualização leva 30 segundos e traz melhorias significativas.

Conceitos-chave:

npm update -g @anthropic-ai/claude-code, verificar changelog no GitHub, breaking changes raros.

O que é:

Claude Code roda nativamente em macOS e Linux. No Windows, use WSL2 (Windows Subsystem for Linux) para melhor compatibilidade.

Por que aprender:

Cada OS tem gotchas de permissão e PATH diferentes. Conhecer as diferenças evita horas de frustração.

Conceitos-chave:

WSL2 no Windows, Homebrew no macOS para Node.js, distros Linux recomendadas (Ubuntu 22+).

O que é:

Os 5 erros mais frequentes: EACCES (permissão npm), command not found (PATH), ENOENT (Node versão antiga), network timeout, e conflito de versão.

Por que aprender:

Erros de instalação bloqueiam 30% dos iniciantes. Ter o diagnóstico em mente resolve em minutos.

Conceitos-chave:

sudo npm install -g (solução EACCES), nvm para múltiplas versões Node, verificar npm cache com npm cache clean --force.

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2.2 ~40 min

🔑 Autenticação e primeiro uso

Login, API key vs assinatura, o prompt interativo, primeiros comandos reais e como sair/retomar sessão.

O que é:

Digitar claude no terminal abre o REPL interativo. Na primeira execução, redireciona para autenticação.

Por que aprender:

Entender o fluxo de primeiro boot evita confusão com os prompts de login e términal interativo.

Conceitos-chave:

REPL (Read-Eval-Print Loop), terminal interativo, fluxo de onboarding automático.

O que é:

O Claude Code autentica via browser OAuth com sua conta Anthropic ou via API key. Credenciais ficam em ~/.claude/.

Por que aprender:

Escolher entre conta vs API key determina billing, limites e modelo disponível.

Conceitos-chave:

OAuth2 browser flow, pasta ~/.claude/, token de sessão, reautenticação quando expira.

O que é:

API key = pague por uso (tokens). Claude Max = assinatura mensal com limite generoso. Para uso pesado, assinatura costuma valer mais.

Por que aprender:

Escolha errada pode gerar custos surpresa ou limitar projetos que precisam de muitas chamadas diárias.

Conceitos-chave:

Token pricing, rate limits, Claude Pro vs Max, variável de ambiente ANTHROPIC_API_KEY.

O que é:

O prompt > aceita linguagem natural, comandos slash (/help, /clear) e referências a arquivos com @.

Por que aprender:

Dominar os atalhos do REPL multiplica produtividade — sem precisar reescrever contexto a cada mensagem.

Conceitos-chave:

Comandos /help, /clear, /status, referência a arquivos com @, multiline com Enter vs Shift+Enter.

O que é:

Pedir ao Claude para criar um arquivo, ler um projeto, explicar código existente — as primeiras tarefas práticas.

Por que aprender:

Colocar a mão na massa imediatamente consolida o aprendizado e desmistifica o uso da ferramenta.

Conceitos-chave:

Prompt de task, confirmação de ação, diferença entre leitura (segura) e escrita (requer permissão).

O que é:

Sair com Ctrl+C ou /exit. Retomar o contexto anterior com claude --resume ou abrindo o mesmo diretório.

Por que aprender:

Sessões longas são normais em projetos reais. Saber retomar sem perder contexto é essencial.

Conceitos-chave:

Contexto persistido no diretório, .claude/ local, claude --resume, histórico de conversas.

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2.3 ~50 min

🛠️ Configuração: settings.json e permissões

Arquivo settings.json user vs project, sistema de permissões allow/ask/deny, o que liberar com segurança e CLAUDE.md básico.

O que é:

Arquivo JSON que controla permissões, ferramentas, hooks e comportamentos do Claude Code. Localizado em ~/.claude/settings.json (global) ou .claude/settings.json (projeto).

Por que aprender:

Sem conhecer settings.json você aceita todos os defaults — e recebe prompts de permissão para cada ação trivial.

Conceitos-chave:

Hierarquia user > project, chave permissions, tools, merge vs override.

O que é:

Cada ferramenta pode ser configurada com allow (executar sem perguntar), ask (pedir confirmação) ou deny (bloquear).

Por que aprender:

Permissões erradas travam o workflow ou expõem operações destrutivas. O balanço certo é produtivo e seguro.

Conceitos-chave:

Chave allow lista glob patterns, escopo por ferramenta (Bash, Read, Write, Edit), override por projeto.

O que é:

Regras gerais: leitura é segura (allow), escrita dentro do projeto é ok, comandos de sistema externos precisam de atenção, delete/drop requer ask.

Por que aprender:

Liberar tudo (allow *) é perigoso em máquinas de produção. Liberar pouco demais inutiliza a ferramenta.

Conceitos-chave:

Principle of least privilege, glob src/** para limitar escopo, deny para comandos destruidores.

O que é:

Modos pré-definidos: default (pede confirmação em tudo), --dangerously-skip-permissions (sem confirmação — apenas dev local), modo headless para CI/CD.

Por que aprender:

Em pipelines automatizados você precisa de modo não-interativo. Em produção, nunca use dangerously-skip.

Conceitos-chave:

Flag --print para saída não-interativa, variáveis de ambiente para CI, claude --no-tty.

O que é:

Arquivo Markdown que o Claude lê automaticamente a cada sessão. É o "briefing" do projeto — contexto, convenções, comandos especiais.

Por que aprender:

Sem CLAUDE.md você repete o contexto toda sessão. Com ele, o Claude já sabe o stack, estilo e regras do projeto.

Conceitos-chave:

Posição ./CLAUDE.md ou ~/.claude/CLAUDE.md, seções recomendadas, limite de tokens do contexto.

O que é:

Settings globais (~/.claude/settings.json) se aplicam a todos os projetos. Settings de projeto (.claude/settings.json) sobrescrevem para aquele repo.

Por que aprender:

Configurar corretamente a hierarquia evita conflitos entre projetos pessoais e profissionais.

Conceitos-chave:

Merge de objetos JSON, precedência project > user, versionar .claude/settings.json no git do projeto.

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2.4 ~45 min

🔌 MCP e seu primeiro projeto

Model Context Protocol: conectar servidores MCP, ferramentas externas, criar e abrir um projeto real do zero ao fim.

O que é:

Model Context Protocol (MCP) é um padrão aberto para conectar Claude a ferramentas externas: bancos de dados, APIs, filesystems, serviços cloud.

Por que aprender:

Com MCP o Claude deixa de ser um chatbot e vira um agente que acessa dados reais do seu ambiente.

Conceitos-chave:

Servidor MCP, cliente Claude Code, JSON-RPC, ferramentas expostas via MCP, repositório oficial de servidores.

O que é:

Adicionar um servidor MCP ao settings.json na chave mcpServers. O Claude inicializa e expõe as ferramentas automaticamente.

Por que aprender:

Conectar um MCP leva 2 minutos. Sem este conhecimento você usa apenas as ferramentas nativas do Claude.

Conceitos-chave:

Chave mcpServers no JSON, command e args, verificar com /mcp no REPL.

O que é:

Servidores MCP disponíveis: filesystem, GitHub, PostgreSQL, Slack, Google Drive, Puppeteer (browser), SQLite e dezenas mais.

Por que aprender:

Cada MCP expande drasticamente o que o Claude pode fazer. GitHub MCP + Claude = revisão de código automatizada.

Conceitos-chave:

Repositório modelcontextprotocol/servers, MCPs oficiais vs comunitários, segurança de servidores de terceiros.

O que é:

Abrir o Claude Code em um diretório existente ou criar um projeto do zero com estrutura de arquivos, CLAUDE.md e settings iniciais.

Por que aprender:

Começar um projeto corretamente (com CLAUDE.md e settings) garante consistência durante todo o desenvolvimento.

Conceitos-chave:

cd meu-projeto && claude, estrutura recomendada de diretório, /init para gerar CLAUDE.md automático.

O que é:

Criar projeto, escrever CLAUDE.md, fazer uma tarefa real (ex: criar API REST), revisar mudanças, commitar — tudo com Claude guiando.

Por que aprender:

Ver o ciclo completo (intenção → código → revisão → commit) solidifica o modelo mental de uso do Claude Code.

Conceitos-chave:

Loop de desenvolvimento, diff visual, confirmação de mudanças, integração com git, output de tarefas complexas.

O que é:

Com instalação, auth, settings e MCP configurados, você está pronto para explorar Skills (T3), Automação (T4) e Projetos reais (T5).

Por que aprender:

O setup é a base. Tudo que vem depois depende de ter o ambiente bem configurado.

Conceitos-chave:

Skills personalizadas, hooks de automação, worktrees, projetos multi-arquivo, CI/CD com Claude.

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