Crie atalhos reutilizáveis e pipelines determinísticos que orquestram múltiplos agentes com um único comando.
Slash commands são atalhos de texto que expandem para prompts completos. Ao digitar /review no Claude Code, o harness expande para um prompt de revisão de código configurado.
Comandos nativos incluem /help, /clear, /config, /compact, /doctor. Skills adicionam seus próprios comandos como /code-review, /security-review, /schedule.
/help → lista todos os comandos disponíveis /clear → limpa o histórico da sessão atual /compact → comprime o contexto (reduz tokens usados) /config → abre configurações interativas /doctor → diagnóstico do ambiente /status → estado atual do agente // Skills instaladas adicionam comandos: /code-review → revisão de código do diff atual /security-review → análise de segurança /schedule → agendamento de tarefas recorrentes /loop → repete comando em intervalo
Comandos customizados são arquivos .md dentro de .claude/commands/. O nome do arquivo (sem extensão) vira o comando. O conteúdo do arquivo é o prompt expandido.
Você pode usar variáveis especiais: $ARGUMENTS (argumentos passados após o comando), $FILE (arquivo atual), $SELECTION (texto selecionado).
Crie um componente React TypeScript chamado $ARGUMENTS. Requisitos: - Arquivo em src/components/$ARGUMENTS/$ARGUMENTS.tsx - Props interface tipada - Export default - Storybook em $ARGUMENTS.stories.tsx - Teste em $ARGUMENTS.test.tsx Siga os padrões do projeto (verifique componentes existentes). Use a paleta de cores do design system em src/tokens.
Específico do projeto. Commitado no repositório. Toda a equipe tem os mesmos comandos. Ideal para padrões do projeto.
Vale para todos os projetos. Bom para preferências pessoais. Não compartilhado com a equipe.
/fix, /test, /deploy/code-review, /add-featureUm workflow determinístico é uma sequência pré-definida de steps onde cada passo tem entrada, saída e comportamento determinísticos. Rodar o mesmo workflow com os mesmos inputs produz sempre o mesmo resultado.
Isso contrasta com o uso livre do agente, onde cada execução pode seguir um caminho diferente. Workflows trocam flexibilidade por previsibilidade — essencial em CI/CD e processos críticos.
Roda test suite completo. Se falhar, workflow para e notifica.
Incrementa versão no package.json segundo o tipo (patch/minor/major)
Analisa commits desde a última tag e gera entradas no CHANGELOG.md
Cria branch release/vX.Y.Z, abre PR com changelog, cria tag git
Steps encadeados: saída de A é entrada de B. Use quando há dependência de dados entre steps.
Steps simultâneos sem dependência. Use quando as tarefas são independentes.
## Workflow de release — versão $ARGUMENTS FASE 1 (paralelo): Execute simultaneamente: - Verificar testes: npm test - Verificar lint: npm run lint - Verificar tipos: npm run typecheck Aguarde todos completarem. Se qualquer um falhar, PARE e reporte. FASE 2 (pipeline): 1. Bump version para $ARGUMENTS em package.json 2. Gere CHANGELOG com commits desde a última tag 3. Commit: "chore: release $ARGUMENTS" 4. Crie tag: git tag v$ARGUMENTS 5. Abra PR com título "Release $ARGUMENTS" Reporte ao final: versão, commits incluídos, link do PR.
Se você vai fazer a mesma tarefa mais de 5 vezes, vale a pena criar um slash command. Se vai fazer mais de 20 vezes, vale criar um workflow completo com pipeline e subagents.
Um meta-agente pode invocar workflows inteiros como sub-tarefas. Isso cria uma hierarquia: meta-agente → workflows → subagents. Cada nível tem responsabilidades bem delimitadas.
4.4 — ⏰ Cron e tarefas recorrentes: agentes que não dormem