TRILHA 3 · 4 MÓDULOS

Construir e avaliar

Construir uma requisição e lidar com erros mantendo credenciais no servidor.

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0/72 etapas · 0%

Mapa da trilha

09. Integrar sem misturar responsabilidades10. Medir qualidade de verdade11. Operar e observar12. Projeto final
Módulo 09 · 3 aulas · 6 etapas

Integrar sem misturar responsabilidades

Construir uma requisição e lidar com erros mantendo credenciais no servidor.

0/72 etapas · 0%
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  1. Preparar o estado

    O que é: O estado enviado ao modelo deve conter a informação necessária para a pergunta. Mais conteúdo não significa automaticamente mais qualidade. Documentos irrelevantes podem dificultar a decisão e aumentar o custo. Comece identificando quais campos sustentam o julgamento.

    Por que aprender: Construir uma requisição e lidar com erros mantendo credenciais no servidor.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 9.1.

  2. Entender uma requisição

    O que é: A API recebe model, state e questions. Cada pergunta possui uma chave escolhida pela aplicação, um tipo e instruções. Choice acrescenta um mapa de alternativas; Score, uma lista de níveis ordenados; Noul pode incluir critérios para verdadeiro e falso. O laboratório exporta um JSON de exemplo sem credenciais.

    Por que aprender: Construir uma requisição e lidar com erros mantendo credenciais no servidor.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 9.2.

  3. Tratar falhas operacionais

    O que é: Uma integração deve prever falha antes de receber a primeira resposta. Credencial inválida, contrato rejeitado, limite de requisições e indisponibilidade não são a mesma situação. Repetir um erro de autenticação várias vezes normalmente só desperdiça tempo; sobrecarga temporária pode permitir nova tentativa controlada.

    Por que aprender: Construir uma requisição e lidar com erros mantendo credenciais no servidor.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 9.3.

Módulo 10 · 3 aulas · 6 etapas

Medir qualidade de verdade

Comparar métodos sem confundir exemplos ajustados com evidência independente.

0/72 etapas · 0%
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  1. Construir referência humana

    O que é: Uma avaliação começa com a definição do que é correto. Se os rótulos mudam de pessoa para pessoa, a métrica pode estar medindo desacordo de processo. Crie um guia de rotulagem, revise exemplos e documente os casos que não se encaixam bem.

    Por que aprender: Comparar métodos sem confundir exemplos ajustados com evidência independente.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 10.1.

  2. Comparar alternativas

    O que é: Use a mesma tarefa e os mesmos dados para comparar regras, Jev, um modelo generativo com saída estruturada e um fluxo híbrido. Registre configurações e versões. Diferenças de entrada ou de critérios tornam a comparação difícil de interpretar.

    Por que aprender: Comparar métodos sem confundir exemplos ajustados com evidência independente.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 10.2.

  3. Escolher e congelar limiares

    O que é: Ao aumentar um limiar, normalmente menos respostas passam para a sugestão automática. Isso pode reduzir alguns erros, mas aumenta a revisão e pode deixar passar os erros mais confiantes. Precisamos medir duas coisas juntas: qualidade dos casos aceitos e cobertura, a fração de casos que a política aceita.

    Por que aprender: Comparar métodos sem confundir exemplos ajustados com evidência independente.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 10.3.

Módulo 11 · 3 aulas · 6 etapas

Operar e observar

Preparar logs, acompanhamento e retorno sem perder controle da operação.

0/72 etapas · 0%
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  1. Observar antes de automatizar

    O que é: Modo de observação significa que a nova etapa calcula uma sugestão, mas o fluxo anterior continua responsável pela decisão. Assim podemos comparar o comportamento com a operação real sem aplicar automaticamente os erros do piloto.

    Por que aprender: Preparar logs, acompanhamento e retorno sem perder controle da operação.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 11.1.

  2. Registrar e entender falhas

    O que é: Um log útil liga o evento à versão da pergunta, à política e ao modelo usado. Também registra tempo, tokens, resultado e eventual correção. Sem essas informações, é difícil saber se uma mudança de comportamento veio do modelo, do contexto ou de uma alteração no código.

    Por que aprender: Preparar logs, acompanhamento e retorno sem perder controle da operação.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 11.2.

  3. Atualizar ou voltar atrás

    O que é: Um alias de modelo pode apontar para uma nova versão sem mudar a sua requisição. Isso facilita atualizações, mas dificulta atribuir variação quando limiares foram ajustados para uma versão anterior. Registre o identificador resolvido e fixe versões nos experimentos que precisam ser reproduzidos.

    Por que aprender: Preparar logs, acompanhamento e retorno sem perder controle da operação.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 11.3.

Módulo 12 · 3 aulas · 6 etapas

Projeto final

Entregar uma decisão de adoção fundamentada, inclusive quando a resposta for não automatizar.

0/72 etapas · 0%
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  1. Especificar a triagem

    O que é: Seu projeto final é uma triagem de atendimento em português. Comece descrevendo quem recebe os tickets, quais filas existem e qual problema deseja reduzir. Evite prometer automação total. A primeira entrega é uma especificação que outra pessoa consegue revisar.

    Por que aprender: Entregar uma decisão de adoção fundamentada, inclusive quando a resposta for não automatizar.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 12.1.

  2. Avaliar a proposta

    O que é: Apresente sua avaliação de modo que outra pessoa possa repeti-la. Identifique o dataset, sua origem, as partições e as configurações. Mostre a quantidade de casos por classe, os erros importantes e as limitações. Um gráfico de acurácia sem contexto não é suficiente.

    Por que aprender: Entregar uma decisão de adoção fundamentada, inclusive quando a resposta for não automatizar.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 12.2.

  3. Decidir adoção

    O que é: A última etapa é uma decisão de projeto. Há três saídas legítimas: continuar com uma implantação limitada, coletar mais dados ou não adotar. A escolha depende de qualidade, custo, cobertura, esforço de revisão e capacidade operacional, não da popularidade do modelo.

    Por que aprender: Entregar uma decisão de adoção fundamentada, inclusive quando a resposta for não automatizar.

    Conceitos-chave: contexto, critérios e evidência aplicados à aula 12.3.