TRILHA 2 • INTERMEDIÁRIO

🔵 Produtividade Diária

Transforme o jeito de escrever prompts. Framework ICCA, calibração de effort, adaptive thinking, frases-gatilho e as 5 portas de gestão de sessão. Em ~5h você para de ter sessões fora de controle.

7
Módulos
49
Tópicos
~5h
Duração
Inter.
Nível
2.1 ~45 min

📐 O Briefing ICCA (Framework)

Intent, Constraints, Criteria, Arquivos — o esqueleto de todo prompt moderno.

O que é:

Declaração curta do objetivo da tarefa e do motivo de negócio. Sem intenção, sem autonomia.

Por que aprender:

Define a fronteira entre "fazer certo" e "fazer o certo".

Conceitos-chave:

1–3 linhas. Evite verbos fracos como "melhorar".

O que é:

Lista das invariantes — APIs públicas, testes, contratos, perfis de segurança que não podem mudar.

Por que aprender:

Evita refactor "por iniciativa própria" que quebra produção.

Conceitos-chave:

Imperativos claros, nunca vagos.

O que é:

Critério objetivo de aceitação — testes passando, regex batendo, output com formato X.

Por que aprender:

Sem critério, o modelo para quando "sente" que terminou.

Conceitos-chave:

Mensurável, binário quando possível.

O que é:

Caminhos absolutos dos arquivos a ler, modificar e testar.

Por que aprender:

Economiza ~5k tokens de busca inicial.

Conceitos-chave:

Liste sempre que souber; deixe pesquisar só no que não souber.

O que é:

Intent → Arquivos → Constraints → Criteria tende a render melhor que outras permutações.

Por que aprender:

O contexto amarrado cedo reduz especulação.

Conceitos-chave:

Use headings claros.

O que é:

Bug fix: 8–20 linhas. Feature: 20–60 linhas. Migração: 60–120 linhas.

Por que aprender:

Briefing curto demais drip-feed. Longo demais dilui intent.

Conceitos-chave:

Densidade > quantidade.

O que é:

Verbos vagos, "use boas práticas", "melhore o código".

Por que aprender:

Convidam o modelo a over-engineering silencioso.

Conceitos-chave:

Troque por critério verificável.

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2.2 ~40 min

📋 Templates ICCA Prontos

6 templates copy/paste — bug, feature, debug, refactor, migração, integração.

O que é:

Estrutura: sintoma, reprodução, escopo, critério (teste passando).

Por que aprender:

Bugs são 40% das tarefas diárias.

Conceitos-chave:

Nunca peça "cleanup adjacente".

O que é:

Intent de negócio, user story, arquivos tocados, teste esperado.

Por que aprender:

Feature bem briefada sai em 1 turno.

Conceitos-chave:

Escopo explícito evita mission creep.

O que é:

"Encontre a causa, não corrija ainda" — separar diagnóstico de correção.

Por que aprender:

Correções precoces escondem a raiz.

Conceitos-chave:

Peça hipóteses ranqueadas.

O que é:

Padrão antes, padrão depois, diff aceito, teste de não-regressão.

Por que aprender:

Refactors sem escopo são o maior buraco de tokens.

Conceitos-chave:

Liste todos os call-sites.

O que é:

Snapshot do comportamento atual + equivalência com o novo.

Por que aprender:

Legado sem spec escrita = alucinação garantida.

Conceitos-chave:

Testes caracterizadores primeiro.

O que é:

Endpoint, auth, response shape, retry/idempotency, rate limit.

Por que aprender:

Integrações falham mais por premissa oculta que por código.

Conceitos-chave:

Nunca deixe o modelo inferir auth.

O que é:

Templates no VSCode (snippets.json), Alfred, Raycast ou Claude Code commands.

Por que aprender:

Atalho > memória.

Conceitos-chave:

1 gatilho por template (icca-bug, icca-feat, etc).

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2.3 ~45 min

🎛️ Níveis de Effort

low, medium, high, xhigh, max — qual escolher e por quê.

O que é:

Lookups simples, diff pequeno, format code. Modelo para cedo.

Por que aprender:

4.7 respeita mais rígido — under-thinking é real em tarefas complexas.

Conceitos-chave:

Se precisar "explique antes", não é low.

O que é:

Tarefas com < 3 decisões, volume alto, pipeline automatizado.

Por que aprender:

Onde o trade-off qualidade/custo é favorável.

Conceitos-chave:

Scripts de triagem, sumarização.

O que é:

Features de média complexidade, quando muitas rodam em paralelo.

Por que aprender:

Economia sem perder qualidade em fan-out.

Conceitos-chave:

Degrade gradual comparado a xhigh.

O que é:

O default recomendado. Autonomia forte, consumo previsível.

Por que aprender:

80% dos casos de coding agêntico.

Conceitos-chave:

Não precisa configurar — é o default.

O que é:

Problemas com grande espaço de decisão, arquitetura aberta, research.

Por que aprender:

Em tarefas simples, gera overthinking e custo elevado.

Conceitos-chave:

Use pontualmente, não por default.

O que é:

4.7 respeita mais estritamente effort=low — para mesmo quando 4.6 continuaria.

Por que aprender:

Pode parecer regressão se não souber.

Conceitos-chave:

Suba o effort se o output é raso.

O que é:

Tabela: tipo de tarefa × effort — preencha com seus próprios casos.

Por que aprender:

Automatiza a escolha.

Conceitos-chave:

Revise a cada 30 dias.

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2.4 ~35 min

🔀 Alternando Effort + Output Tokens

Padrão desenho→aplicação→revisão e max_output_tokens=64000.

O que é:

Arquitetura em xhigh, aplicação em medium, revisão em xhigh.

Por que aprender:

Padrão que combina qualidade e custo.

Conceitos-chave:

Economia real em features médias.

O que é:

Limite novo do 4.7 — 64k tokens de output por resposta.

Por que aprender:

Sem configurar, truncamento silencioso em respostas grandes.

Conceitos-chave:

Defina no client antes de sessions grandes.

O que é:

/effort medium no Claude Code, troca viva.

Por que aprender:

Calibra por fase do trabalho.

Conceitos-chave:

Anuncie a troca no prompt seguinte.

O que é:

Experimento: medium vs xhigh, mesmo briefing, mede tempo+tokens+qualidade.

Por que aprender:

Calibração com dados pessoais > intuição.

Conceitos-chave:

Documente 5 experimentos/mês.

O que é:

Anexar ao briefing: "effort usado", "trocas que fiz" — útil ao repetir.

Por que aprender:

Sem registro, reaprender sempre.

Conceitos-chave:

Bloco "Execution notes" no final do briefing.

O que é:

Trocar effort em sessão longa pode expor context rot que não aparecia.

Por que aprender:

Ao cair para medium, o modelo pode confundir itens antigos.

Conceitos-chave:

Considere /compact ao trocar.

O que é:

Defaults em ~/.claude/settings.json — modelo, effort, max_output.

Por que aprender:

Consistência entre máquinas.

Conceitos-chave:

Versione no git.

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2.5 ~40 min

🧠 Adaptive Thinking (Migração)

Extended thinking deprecated — migração de budget_tokens para adaptive.

O que é:

Mecanismo antigo com budget fixo — não é mais suportado no 4.7.

Por que aprender:

Código antigo falha ou ignora config silenciosamente.

Conceitos-chave:

Substitua antes de migrar modelo.

O que é:

Troque {type:"enabled", budget_tokens:N} por {type:"adaptive"}.

Por que aprender:

Única forma oficial no 4.7.

Conceitos-chave:

Tire todos os budget_tokens do código.

O que é:

Effort controla intensidade, adaptive controla alocação passo a passo.

Por que aprender:

A combinação substitui budget integralmente.

Conceitos-chave:

Não tente replicar budget com max_tokens.

O que é:

Adaptive decide thinking por tool-call, por passo, por complexidade detectada.

Por que aprender:

Entendendo, você deixa de "economizar" forçando budget.

Conceitos-chave:

Confie — é melhor que budget manual.

O que é:

Campo effort no output config do SDK — low/medium/high/xhigh/max.

Por que aprender:

Interface oficial de calibração.

Conceitos-chave:

Settar effort=null reverte ao default.

O que é:

Mesmo prompt 3×: budget fixo (falha), adaptive alone, adaptive+effort.

Por que aprender:

Ver a diferença remove dúvida.

Conceitos-chave:

Thinking tokens variam — é o esperado.

O que é:

Grep budget_tokens → remove → adaptive → effort → testa.

Por que aprender:

Checklist evita esquecer call-sites.

Conceitos-chave:

Faça um PR só de migração primeiro.

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2.6 ~35 min

✍️ Biblioteca de Frases-Gatilho

Frases para mais/menos thinking, commit to approach, auto-check.

O que é:

"Think carefully and step-by-step", "This task involves multi-step reasoning", "Before you finish, verify your answer".

Por que aprender:

Sobem adaptive thinking sem mudar effort.

Conceitos-chave:

Escolha a que melhor encaixa na tarefa.

O que é:

"Prioritize responding quickly", "Thinking adds latency — when in doubt, respond directly".

Por que aprender:

Útil em UX com resposta em streaming.

Conceitos-chave:

Não compensa em tarefas críticas.

O que é:

"Commit to an approach and execute it without revisiting decisions mid-flight."

Por que aprender:

4.7 tende a revisitar — útil cortar quando arquitetura já decidiu.

Conceitos-chave:

Use quando já brainstormou antes.

O que é:

"Verify your solution against the criteria before returning."

Por que aprender:

Detecta auto-erros sem você relê-los.

Conceitos-chave:

NÃO use "double-check" (anti-pattern 4.6).

O que é:

"Every N tool calls, summarize", "think step by step every time".

Por que aprender:

Rouba context e sobreescreve adaptive.

Conceitos-chave:

Aposente do sistema inteiro.

O que é:

"Be thorough but fast", "apply best practices", "use common sense".

Por que aprender:

4.7 tenta cumprir literalmente e falha.

Conceitos-chave:

Substitua por critério mensurável.

O que é:

Monte um arquivo com 10 frases que você usa mais — cada uma com caso de uso.

Por que aprender:

Reduz decisão em hot-path.

Conceitos-chave:

Versione no repo dotfiles.

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2.7 ~50 min

🚪 Gestão de Sessão: 5 Portas

Continue, /rewind, /clear, /compact, subagente — o mapa de decisão.

O que é:

Todo turno é uma escolha entre 5 portas, não só "continuar".

Por que aprender:

Sem consciência, você sempre escolhe porta 1 — que nem sempre é a melhor.

Conceitos-chave:

Pause 3s antes de enter.

O que é:

Segue a sessão quando o contexto acumulado ajuda a próxima tarefa.

Por que aprender:

Default saudável em pipeline incremental.

Conceitos-chave:

Cuidado com sessões > 2h.

O que é:

Volta a um turno anterior e tenta nova direção com handoff message.

Por que aprender:

Melhor que corrigir por baixo — não acumula context corrompido.

Conceitos-chave:

Sempre escreva o motivo do rewind.

O que é:

Limpa tudo e recomeça com briefing destilado — zero context rot.

Por que aprender:

Tarefa nova merece sessão nova.

Conceitos-chave:

Invista 2 min no briefing destilado.

O que é:

Comprime sessão mantendo o que importa. Use com hint direcionado.

Por que aprender:

Proativo é melhor que esperar autocompact.

Conceitos-chave:

Hint: "mantém decisões de arquitetura".

O que é:

"Preciso do output intermediário ou só da conclusão?" — se só conclusão, dispare subagente.

Por que aprender:

Preserva context principal.

Conceitos-chave:

Pré-visualização da T3.

O que é:

10 situações reais — escolha a porta e justifique.

Por que aprender:

Decisão virou hábito, não reflexão.

Conceitos-chave:

Meta: acertar 9/10.

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