TRILHA 1 • BÁSICO

🟢 Fundamentos do Opus 4.7

Entenda o que mudou do 4.6 para o 4.7, descarte hábitos velhos e execute seu primeiro briefing moderno. Em ~4h você sai com mentalidade nova e plano de desaprendizagem em 7 dias.

7
Módulos
45
Tópicos
~4h
Duração
Básico
Nível
1.1 ~20 min

👋 Bem-vindo ao Opus 4.7

Apresentação do curso, pré-requisitos e como as 4 trilhas se conectam.

O que é:

Curso prático em 4 trilhas para dominar o Claude Opus 4.7 no Claude Code, baseado em três referências oficiais da Anthropic de abril/2026.

Por que aprender:

O 4.7 não é "o 4.6 mais inteligente" — é um novo contrato. Quem não se atualizar vai piorar a performance com prompts antigos.

Conceitos-chave:

4 trilhas progressivas, ~20h totais, foco em prática imediata.

O que é:

Lançamento em abril/2026 com três docs oficiais: Best Practices, Session Management e Prompting Best Practices.

Por que aprender:

Saber o contexto evita confundir quirks do modelo com bugs do seu código.

Conceitos-chave:

Tokenizer novo + tendência a pensar mais = mais tokens. Mas ganho em coerência, bug finding e ambiguidade.

O que é:

T1 Básico (fundamentos), T2 Intermediário (produtividade), T3 Avançado (orquestração), T4 Expert (migração e produção).

Por que aprender:

Cada trilha é independente. Você pode pular se o nível já é compatível, mas a T1 calibra o vocabulário comum.

Conceitos-chave:

7 módulos por trilha, 6–8 tópicos por módulo, projeto final na T4.

O que é:

Claude Code instalado, terminal, git básico, experiência mínima com 4.6.

Por que aprender:

Sem esses fundamentos, os exemplos práticos não rodam.

Conceitos-chave:

Não precisa Max para T1/T2. Auto mode exige Max na T3.

O que é:

T1: reconhece diferenças. T2: escreve bons briefings. T3: orquestra autonomia. T4: audita produção.

Por que aprender:

Esperar o que não é da trilha gera frustração. Calibre expectativa.

Conceitos-chave:

Cada trilha tem um self-check final.

O que é:

Claude Code atualizado, modelo claude-opus-4-7, effort default xhigh.

Por que aprender:

Usuários existentes são upgradeados automaticamente para xhigh se nunca setaram effort.

Conceitos-chave:

Verifique com /usage se está no 4.7.

O que é:

Quick-check de 5 perguntas ao fim da T1 antes de abrir a T2.

Por que aprender:

Evita avançar com hábitos velhos ainda ativos.

Conceitos-chave:

Se erra 2+, releia a T1.

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1.2 ~30 min

⚡ Os 5 Fatos Não-Negociáveis

xhigh default, adaptive thinking, menos tools, literal, mais tokens por design.

O que é:

Novo nível de effort entre high e max, recomendado para 80% dos casos de coding agêntico.

Por que aprender:

Usuários que nunca configuraram effort foram upgradeados automaticamente para xhigh — entender é essencial.

Conceitos-chave:

Forte autonomia sem consumo descontrolado que max produz em runs longos.

O que é:

O modelo decide dinamicamente quando e quanto pensar a cada passo, baseado em effort + complexidade.

Por que aprender:

budget_tokens fixo está deprecated. Código antigo precisa migrar.

Conceitos-chave:

thinking: {type: "adaptive"} é a única opção agora.

O que é:

O 4.7 prefere raciocinar mais e delegar menos. Dispara menos tools e subagentes que o 4.6.

Por que aprender:

Se seu workflow dependia de busca agressiva, agora parece "preguiçoso" — precisa pedir explicitamente.

Conceitos-chave:

Na maioria dos casos, essa economia produz melhor resultado.

O que é:

Se você diz "aplicar na seção 1", ele aplica só na seção 1 — não infere que queria em todas.

Por que aprender:

Upside: mais precisão. Downside: se quer amplitude, declare escopo explicitamente.

Conceitos-chave:

"Apply this to every section, not just the first one."

O que é:

Tokenizer atualizado + tendência a pensar mais = consumo maior que 4.6 no mesmo prompt.

Por que aprender:

Não é bug, é design. Calibre orçamento.

Conceitos-chave:

A qualidade extra compensa na maioria dos casos.

O que é:

Lida melhor com ambiguidade, +11pp de recall em bug finding, carrega contexto entre sessões com mais confiança.

Por que aprender:

São as áreas onde delegar vale mais a pena.

Conceitos-chave:

Tarefas com supervisão como gargalo agora rodam mais sozinhas.

O que é:

3 sinais no output: respostas calibradas à complexidade, menos tool calls desnecessárias, seguimento literal.

Por que aprender:

Valida visualmente que está usando 4.7.

Conceitos-chave:

Se está verboso demais, provavelmente é 4.6.

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1.3 ~30 min

💸 Tokenizer e Custo Real

Por que sessões longas consomem mais, como medir e orçar com `/usage`.

O que é:

Tokenizer atualizado no 4.7 — mesma string pode ter contagem diferente que no 4.6.

Por que aprender:

Comparações de token 4.6 vs 4.7 precisam contar a nova métrica.

Conceitos-chave:

Não é percentagem fixa — varia por conteúdo.

O que é:

4.7 tende a pensar mais em turnos posteriores de sessões longas — melhora coerência mas consome mais.

Por que aprender:

Sessões curtas bem briefadas são mais eficientes em tokens que sessões longas drip-fed.

Conceitos-chave:

Compactar proativamente ajuda.

O que é:

Slash command que mostra consumo da sessão atual e histórico.

Por que aprender:

Sem medição, não há calibração.

Conceitos-chave:

Rode antes e depois de mudar prompts.

O que é:

4.7 consome mais mas entrega mais valor por turno. Em tarefas complexas, o custo total cai.

Por que aprender:

Olhar só tokens/sessão engana. Olhe tokens/tarefa concluída.

Conceitos-chave:

Unidade correta: tokens por feature entregue, não por turno.

O que é:

Tabela-base: bug fix ~5–15k tokens, feature ~30–80k, refactor multi-arquivo 100k+.

Por que aprender:

Detectar consumo anormal cedo.

Conceitos-chave:

Consumo 3× acima da baseline = briefing ruim.

O que é:

Sessões drip-fed, scaffolds antigos ("every N calls"), leituras repetidas de mesmo arquivo.

Por que aprender:

Esses padrões multiplicam consumo silenciosamente.

Conceitos-chave:

Auditoria periódica de prompts evita.

O que é:

Effort calibrado por tarefa, briefing completo, compactação proativa.

Por que aprender:

Economia vem de combinar várias pequenas decisões, não de um único truque.

Conceitos-chave:

Rodar em low quando apropriado é legítimo.

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1.4 ~40 min

🧑‍💼 De Pair Programmer a Engineering Manager

A mudança de contrato — delegação em vez de condução linha a linha.

O que é:

No 4.6, guiava linha a linha funcionava — "olha isso, faz aquilo, ajusta isso".

Por que aprender:

Reconhecer esse estilo é o primeiro passo para aposentá-lo.

Conceitos-chave:

Muitos turnos, cada um curto — o oposto do novo contrato.

O que é:

Briefing completo + autonomia calibrada. Você vira "gerente", o Claude vira "sênior delegado".

Por que aprender:

Extrai 2–3× mais valor por hora com menos tokens.

Conceitos-chave:

Menos turnos, cada um denso.

O que é:

Drip-feed: 4 turnos curtos. Briefing: 1 turno com intent+constraints+critério+arquivos.

Por que aprender:

Ver lado a lado dissolve a tentação de voltar ao drip.

Conceitos-chave:

Menos turnos ≠ menos detalhe. É mesmo detalhe condensado.

O que é:

"Olha isso", "double-check", "MUST use", "every N calls", "be conservative", budget_tokens.

Por que aprender:

Cada um hoje ativamente atrapalha.

Conceitos-chave:

Audite e aposente.

O que é:

ICCA no turno 1, effort calibrado, adaptive thinking com frases-gatilho, rewind em vez de corrigir, subagente explícito, safety prompt.

Por que aprender:

São os 6 eixos do resto do curso.

Conceitos-chave:

Adote progressivamente, 1 por semana.

O que é:

Pegue seu último prompt real, diagnostique qual contrato estava em jogo e reescreva no novo.

Por que aprender:

Teoria sem prática não muda hábito.

Conceitos-chave:

Execute ambos e compare turnos + tokens.

O que é:

Exploração aberta, aprendizado de domínio novo, decisão de arquitetura em aberto.

Por que aprender:

A regra não é absoluta — há casos reais em que diálogo iterativo ganha.

Conceitos-chave:

Minoria dos casos, mas existem.

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1.5 ~45 min

🎮 Primeiro Contato Prático

Hands-on: rode seu primeiro briefing ICCA e observe o 4.7 trabalhando.

O que é:

Claude Code atualizado, modelo 4.7, effort xhigh (default).

Por que aprender:

Ambiente pronto = exercício flui.

Conceitos-chave:

Verifique com /usage.

O que é:

Template ICCA aplicado a um bug fix real do seu backlog.

Por que aprender:

Primeira vitória curta gera confiança.

Conceitos-chave:

Se não tem bug real, use um do repo opus47.

O que é:

Envie o briefing e não interrompa — observe o 4.7 executar sozinho.

Por que aprender:

Interromper cedo é o hábito mais difícil de largar.

Conceitos-chave:

Só fale se ele perguntar ou terminar.

O que é:

Marque: quantas tool calls, quantos arquivos lidos, se pediu confirmação.

Por que aprender:

Entender o padrão do 4.7 calibra expectativas.

Conceitos-chave:

Documente para comparar depois.

O que é:

Rode o mesmo prompt 2 vezes: uma em low, outra em xhigh.

Por que aprender:

Sentir a diferença na pele vale mais que ler sobre ela.

Conceitos-chave:

Em low, 4.7 pode parar mais cedo — é respeito a effort.

O que é:

"Play a sound when you finish this task" — o Claude cria seus próprios hooks.

Por que aprender:

Libera você para outras coisas enquanto ele trabalha.

Conceitos-chave:

Especialmente útil em tarefas de 5+ minutos.

O que é:

Pergunte ao Claude: "o que você decidiu sozinho que eu poderia ter especificado?".

Por que aprender:

Ele te ajuda a melhorar seus próximos briefings.

Conceitos-chave:

Loop de feedback rápido.

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1.6 ~35 min

🎬 Comparativo em Ação

A mesma tarefa no 4.6 vs 4.7 — o que medir e onde o 4.7 vence.

O que é:

Prepare um briefing ICCA e rode em 4.6 e 4.7 com configs equivalentes.

Por que aprender:

Comparar estilos e decisões nativas dos dois.

Conceitos-chave:

Congele tudo menos o modelo.

O que é:

Turnos humanos, tokens totais, tempo até concluir, tamanho do diff final.

Por que aprender:

Sem métricas, "parece melhor" é ilusão.

Conceitos-chave:

Anote antes de rodar.

O que é:

Em xhigh, a primeira resposta demora mais — mas entrega mais sem precisar de turnos extras.

Por que aprender:

Trocar latência por conclusão sem drip é ganho.

Conceitos-chave:

Medir por tarefa, não por resposta.

O que é:

Ambiguidade alta, bug finding, refactor multi-arquivo, code review profundo.

Por que aprender:

Esses são os casos onde o upgrade se paga.

Conceitos-chave:

Priorize 4.7 nessas tarefas.

O que é:

Usar prompt antigo (4.6) no 4.7 e chamar de "regressão" — o prompt é o problema, não o modelo.

Por que aprender:

Evita conclusões erradas.

Conceitos-chave:

Refatore o prompt antes de comparar.

O que é:

Tabela: modelo, turnos, tokens, tempo, qualidade percebida, surpresas.

Por que aprender:

Um relatório = consolidação do aprendizado.

Conceitos-chave:

Guarde para revisitar em 3 meses.

O que é:

3 mudanças que você fará no seu próximo prompt real, direto do experimento.

Por que aprender:

Experimento sem ação = tempo perdido.

Conceitos-chave:

Sempre saia com 3 ações.

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1.7 ~30 min

🗓️ Autodiagnóstico + Plano de 7 Dias

Questionário, sinais vermelhos, plano de desaprendizagem e self-check para T2.

O que é:

10 perguntas objetivas sobre seu workflow atual.

Por que aprender:

Mapeia exatamente onde você está em relação ao 4.7.

Conceitos-chave:

Mais de 4 "sim" = dívida técnica de prompts.

O que é:

Você manda arquivos "conforme Claude pede" em vez de listar no turno 1.

Por que aprender:

Dobra ou triplica tokens por tarefa.

Conceitos-chave:

Cura: seção "A" do ICCA.

O que é:

Seus prompts têm linguagem agressiva herdada do 4.6.

Por que aprender:

Hoje causa over-trigger e over-thinking.

Conceitos-chave:

Cura: linguagem normal ("Use tool X when…").

O que é:

Código que ainda usa extended thinking com budget fixo.

Por que aprender:

Deprecated — precisa migrar.

Conceitos-chave:

Cura: thinking: adaptive + effort.

O que é:

1 hábito novo por dia, cumulativo. Dia 7 = todos ativos.

Por que aprender:

Mudança gradual sustenta.

Conceitos-chave:

Marcador diário simples.

O que é:

Turnos por tarefa (↓), tokens por tarefa (↓), tempo de supervisão (↓).

Por que aprender:

Dashboard pessoal = motor de melhoria contínua.

Conceitos-chave:

Baseline vem da T1. Compare após T2.

O que é:

5 perguntas rápidas sobre conceitos-chave da T1.

Por que aprender:

Valida entendimento antes de avançar.

Conceitos-chave:

Errou 2+? Revisite antes de ir para T2.

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