TRILHA 4 • EXPERT

🟡 Migração e Produção

Audite sua biblioteca inteira, aposente 6 scaffolds legados, quebre o default terracota e entregue um projeto integrador ponta-a-ponta com métricas.

7
Módulos
49
Tópicos
~6h
Duração
Expert
Nível
4.1 ~40 min

📚 Inventário da Biblioteca

Mapeando prompts em produção, categorizando, priorizando por risco.

O que é:

Listagem de todos os prompts rodando em produção — system prompts, Claude.md, harnesses, code.

Por que aprender:

Você não pode migrar o que não conhece. Muitos prompts antigos rodam silenciosamente.

Conceitos-chave:

Git grep + docs + rubber duck com stakeholders.

O que é:

Taxonomia: system prompts, scaffolds/harnesses, snippets reusáveis, documentação.

Por que aprender:

Cada categoria tem risco e custo de migração diferentes.

Conceitos-chave:

System prompt antigo = impacto mais amplo.

O que é:

Frases como "double-check", "MUST use tool X", "if in doubt" — sinal de prompt 4.6.

Por que aprender:

No 4.7 ativamente prejudicam performance.

Conceitos-chave:

Regex simples encontra 80% deles.

O que é:

Fórmula: Impacto (users × frequência) × Dívida técnica (anti-patterns encontrados).

Por que aprender:

Evita migrar o barato antes do perigoso.

Conceitos-chave:

Score alto = migre esta semana.

O que é:

Ficha: nome, local, última edição, owner, usuários/dia, anti-patterns detectados, ação.

Por que aprender:

Sem template, auditoria vira chaos.

Conceitos-chave:

Markdown simples basta.

O que é:

Todo prompt em arquivo versionado, com commits descritivos e diffs revisáveis.

Por que aprender:

Permite rollback instantâneo se migração quebrar.

Conceitos-chave:

Um prompt por arquivo facilita diff.

O que é:

Produção atinge usuários reais. Staging atinge equipe. Local atinge só você.

Por que aprender:

Urgência escala com blast radius.

Conceitos-chave:

Não toque no local antes de produção limpa.

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4.2 ~50 min

🚮 Os 6 Scaffolds para Aposentar

Seis padrões do 4.6 que no 4.7 atrapalham — e como substituir cada um.

O que é:

Frase que forçava 4.6 a revisar — no 4.7 gera loops redundantes e over-thinking.

Por que aprender:

4.7 já verifica naturalmente em xhigh.

Conceitos-chave:

Remova e confie no effort.

O que é:

Scaffold de progress-check periódico — 4.7 gerencia contexto melhor sozinho.

Por que aprender:

Causa interrupções desnecessárias e drip-feed.

Conceitos-chave:

Deixe o 4.7 decidir quando resumir.

O que é:

CAPS LOCK + imperativo para forçar tool use — gera over-trigger no 4.7.

Por que aprender:

4.7 segue instruções literalmente; CRITICAL amplifica demais.

Conceitos-chave:

Substitua por "Use tool X when [condição específica]".

O que é:

Regra de fallback que no 4.7 dispara mesmo quando não há dúvida real.

Por que aprender:

4.7 tem "dúvida" calibrada — fallback externo atrapalha.

Conceitos-chave:

Especifique condições concretas, não emoção.

O que é:

Truque antigo de colocar texto na resposta do assistente para guiar saída.

Por que aprender:

Quebra extended thinking e structured output moderno.

Conceitos-chave:

Use structured output ou tools.

O que é:

Campo que fixava budget de thinking — substituído por adaptive + effort.

Por que aprender:

Código legado precisa migrar para thinking: {type: "adaptive"}.

Conceitos-chave:

Remover campo + configurar effort no cliente.

O que é:

Lista de 10 itens de grep/revisão manual para rodar em toda a biblioteca.

Por que aprender:

Transforma auditoria em processo repetível.

Conceitos-chave:

Cole no seu runbook.

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4.3 ~45 min

🏗️ Anti-overengineering + Anti-hardcoding

Os dois snippets canônicos que controlam a tendência de over-engineer e "teaching to the test".

O que é:

Treinamento privilegia "solução robusta" — então adiciona validação, error handling, abstrações sem necessidade.

Por que aprender:

Sem contrapeso, PRs ficam inchados e difíceis de revisar.

Conceitos-chave:

O snippet canônico resolve.

O que é:

Bloco de instrução: "Avoid over-engineering" cobrindo Scope, Documentation, Defensive coding, Abstractions.

Por que aprender:

É o antídoto padrão recomendado pela Anthropic.

Conceitos-chave:

Cola em Claude.md ou system prompt.

O que é:

Viés de satisfazer os testes literais — hardcoded returns só para passar nos asserts visíveis.

Por que aprender:

Testes passam, produção quebra.

Conceitos-chave:

Sinais: returns mágicos, casos específicos, lógica ad-hoc.

O que é:

Bloco "Please write a high-quality, general-purpose solution..." — impede gaming dos testes.

Por que aprender:

Sem esse snippet, o 4.7 às vezes faz cheat silencioso.

Conceitos-chave:

Obrigatório em todo harness agêntico com testes.

O que é:

Princípio: se framework/tipagem já garante invariante, não revalide no middle of the code.

Por que aprender:

Corta 30–50% do código defensivo redundante.

Conceitos-chave:

Validação só em boundaries (input público).

O que é:

Declarar explicitamente o que NÃO deve ser feito, não só o que deve.

Por que aprender:

Sem explicit no-scope, 4.7 "ajuda demais".

Conceitos-chave:

"Don't refactor adjacent files" é ouro.

O que é:

Bug fix de 3 linhas que o 4.7 tentou "melhorar" reformatando 200 linhas adjacentes.

Por que aprender:

Ilustra a necessidade do escopo explícito.

Conceitos-chave:

Frase de bloqueio: "Do not change unrelated code".

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4.4 ~45 min

🔎 Anti-alucinação + Code Review

Investigate before answering, coverage não conservadorismo, e harness de review pronto.

O que é:

Bloco <investigate_before_answering> que força Claude a ler antes de afirmar.

Por que aprender:

Reduz alucinações sobre código que ele nunca leu.

Conceitos-chave:

Padrão para system prompts de code review.

O que é:

Instrução explícita: se não leu o arquivo, leia antes de opinar; não palpite.

Por que aprender:

Palpite vira alucinação confiante.

Conceitos-chave:

Anti-speculation é anti-hallucination.

O que é:

"Be conservative" suprime findings legítimos; coverage pede para achar todos e depois filtrar.

Por que aprender:

4.7 acha +11pp mais bugs reais quando rodado em coverage mode.

Conceitos-chave:

Separar geração de ranking.

O que é:

Prompt canônico "Report every issue you find..." + campos confidence (0–1) e severity (low/med/high).

Por que aprender:

Permite pipeline downstream que filtra sem perder sinal.

Conceitos-chave:

Incluir exemplos no prompt aumenta recall.

O que é:

Arquitetura: 1ª chamada gera, 2ª chamada rankeia/filtra. Evita auto-censura.

Por que aprender:

Mesmo modelo, dois papéis = melhor sinal/ruído.

Conceitos-chave:

Pode usar modelo menor no filter.

O que é:

4.7 em coverage mode acha 11pp mais bugs reais que 4.6 em mesma suite.

Por que aprender:

Justificativa empírica para migrar code review para 4.7.

Conceitos-chave:

Ganho vem do framing, não só do modelo.

O que é:

System prompt + user template + JSON schema de resposta para code review em PR.

Por que aprender:

Acelera adoção — só adapte bordas do seu repo.

Conceitos-chave:

Cole e use amanhã.

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4.5 ~45 min

🏜️ O Default Terracota

Por que o 4.7 gera creme + âmbar + Fraunces por padrão, e por que "não use" não resolve.

O que é:

Paleta: cream #F4F1EA, tipografia serifada editorial (Fraunces/Playfair), acento âmbar.

Por que aprender:

É o estilo que 4.7 gera por default quando pedir "landing moderna".

Conceitos-chave:

Herdado do training — não é bug, é viés estatístico.

O que é:

Sites de livros, revistas, hotéis boutique, cafés artesanais, wellness.

Por que aprender:

Reconhecer quando pode deixar o default rodar.

Conceitos-chave:

Estética terracota é legítima nestes domínios.

O que é:

SaaS B2B, fintech, healthcare, cybersecurity, dashboards, enterprise.

Por que aprender:

Terracota comunica "cozy" — errado para confiança técnica.

Conceitos-chave:

Aqui você PRECISA quebrar o default.

O que é:

Modelo processa conceitos, não negações. "Não use creme" ativa "creme" no contexto.

Por que aprender:

Explica por que tentativas intuitivas falham.

Conceitos-chave:

Prompt engineering aqui é contra-intuitivo.

O que é:

Testes reais: ao proibir cream, 4.7 usa #F0EDE5, #F5F2EC — aproxima o proibido.

Por que aprender:

Precisa positivamente afirmar outra estética.

Conceitos-chave:

"Use silver-gray #8C9A9E + blue #11171B" funciona.

O que é:

5 domínios (SaaS, fintech, healthcare, dashboard, ecommerce) em default × paleta apropriada.

Por que aprender:

Treina o olho.

Conceitos-chave:

Default é bonito mas errado.

O que é:

Checklist visual de 3 itens: paleta terrosa? Serifada editorial? Acento âmbar?

Por que aprender:

3 sim = é default.

Conceitos-chave:

Aplique a screenshots que você e colegas compartilham.

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4.6 ~45 min

🎨 Quebrando o Default

3 abordagens (paleta concreta, 4 direções, anti-slop) — e como aplicar.

O que é:

Fornecer hex codes explícitos: #E9ECEC, #C9D2D4, #8C9A9E, #44545B, #11171B.

Por que aprender:

Hex elimina ambiguidade e força a paleta fria.

Conceitos-chave:

5 tons do claro ao escuro = base completa.

O que é:

Prompt: "Before building, propose 4 distinct visual directions...". Força exploração.

Por que aprender:

Quebra o modo "pular para execução".

Conceitos-chave:

Escolhe 1 das 4 depois.

O que é:

Bloco <frontend_aesthetics> que proíbe defaults e exige escolhas concretas.

Por que aprender:

Cola em Claude.md do projeto de frontend.

Conceitos-chave:

Abordagem mais robusta das três.

O que é:

Construindo paletas frias: silver base + blue accent + near-black para texto.

Por que aprender:

Comunica precisão, confiança, tech.

Conceitos-chave:

Evite saturação alta em fintech.

O que é:

Alternativas: IBM Plex, Söhne, Neue Haas Grotesk, JetBrains Mono para code-heavy.

Por que aprender:

Inter virou cliché.

Conceitos-chave:

Especifique no prompt, senão 4.7 volta para Inter.

O que é:

Hover states, transições entre states, easing curves customizadas.

Por que aprender:

Diferencia produto de landing genérica.

Conceitos-chave:

Especifique cubic-bezier, duração, delay.

O que é:

Dashboard fintech construído com paleta fria + IBM Plex + micro-interações.

Por que aprender:

Ver as 3 abordagens aplicadas juntas.

Conceitos-chave:

Resultado transmite confiança técnica.

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4.7 ~2h+

🎓 Projeto Final Integrador

Entregue uma feature/refactor real usando tudo — briefing ICCA, scaffold agêntico, subagente, rewind, compact, code review, rubrica 100 pontos.

O que é:

Uma feature ou refactor que levaria 4–8h para você humanamente — seu benchmark.

Por que aprender:

Pequeno demais não exercita, grande demais vira projeto eterno.

Conceitos-chave:

Se for maior, divida em subprojetos.

O que é:

Intent, Context, Constraints, Artifacts — todos preenchidos.

Por que aprender:

Briefing fraco = execução fraca.

Conceitos-chave:

Revisite T2 se necessário.

O que é:

3 arquivos mínimos para rodar auto mode: init, testes, specificação.

Por que aprender:

Sem eles, auto mode é caos.

Conceitos-chave:

tests.json define success criteria objetivo.

O que é:

Execução em xhigh + Shift+Tab (auto mode) + hook de notificação sonora ao terminar.

Por que aprender:

Libera você para outras tarefas.

Conceitos-chave:

Claude cria seus próprios hooks ("play a sound when done").

O que é:

Exige exercício real das 3 ferramentas avançadas da T3.

Por que aprender:

Consolida na prática.

Conceitos-chave:

Documente cada uma no relatório.

O que é:

Aplicar o harness do 4.4 no PR do projeto.

Por que aprender:

Valida o próprio trabalho antes de aprovar.

Conceitos-chave:

Anote findings no relatório.

O que é:

Relatório final + tabela de 10 critérios (cada 5–15 pts) totalizando 100.

Por que aprender:

Auto-avaliação estruturada.

Conceitos-chave:

≥80 pts = certificação aprovada.

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