TRILHA 2

🛠️ Passo a passo prático

Do zero ao vault, com cada comando pronto pra copiar e rodar. Você instala o Graphify, baixa uma fonte, gera o grafo, exporta pro Obsidian e decide como integrar ao seu cérebro principal.

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Módulos
36
Tópicos
~4h
Duração
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Seu
progresso
Pipeline: do corpus ao vault pasta-fonte docs / código graphify extrai o grafo graphify-out/ graph.json · html --obsidian exporta md vault Obsidian você escolhe você roda saída gerada flag da skill seu cérebro

↑ O fluxo inteiro da trilha numa imagem: você aponta uma pasta-fonte, roda o graphify (sai a pasta graphify-out/), exporta com a flag --obsidian e abre o vault no Obsidian — cada caixa é um módulo desta trilha.

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

2.1~45 min

🧰 Pré-requisitos e instalação

Instale a CLI do Graphify, registre a skill no Claude Code e abra o Obsidian. Tudo copy-run.

O que é:

O Graphify é escrito em Python (precisa de 3.10+) e o uv é um instalador de ferramentas Python rápido. Confira sua versão com python --version antes de seguir.

Por que aprender:

A base certa garante que o graphify instale limpo, sem conflito de versões. É o pré-requisito que evita a maioria dos erros de instalação.

Conceitos-chave:

python --version · uv · PATH.

O que é:

Rode uv tool install graphifyy (o pacote tem dois 'y'); como alternativa, pipx install graphifyy ou pip install graphifyy. Isso instala o binário graphify que você vai chamar.

Por que aprender:

É o programa central do curso — sem ele, nada roda. Um único comando deixa o graphify disponível no terminal.

Conceitos-chave:

graphifyy · uv tool · uv tool update-shell.

O que é:

graphify install escreve ~/.claude/skills/graphify/SKILL.md; com --project ele grava dentro do repositório atual. É o que ensina o Claude Code a usar o Graphify.

Por que aprender:

É esse passo que ativa o comando /graphify dentro do Claude Code. Sem registrar a skill, só existe a CLI headless.

Conceitos-chave:

skill · SKILL.md · --project.

O que é:

Baixe o Obsidian em obsidian.md, instale e abra — é gratuito e roda no desktop. Ainda não precisa criar nada, só deixá-lo pronto.

Por que aprender:

É onde o vault gerado vai morar e ser navegado. Tê-lo aberto agora encurta o caminho quando o markdown chegar.

Conceitos-chave:

Obsidian · vault · desktop.

O que é:

Rodando via /graphify dentro do Claude Code você NÃO precisa de chave; só o modo headless (terminal puro sobre documentos) pede a ANTHROPIC_API_KEY. Extração de código por AST não usa chave nenhuma.

Por que aprender:

Evita travar achando que falta configurar uma chave. Saber quando ela entra poupa tempo e confusão.

Conceitos-chave:

ANTHROPIC_API_KEY · skill vs headless · tree-sitter sem chave.

O que é:

Rode graphify --help e confira que existe ~/.claude/skills/graphify/SKILL.md. Se os dois respondem, o ambiente está pronto.

Por que aprender:

Pegar um problema agora é muito mais barato que descobrir no meio da extração. É o sanity check que fecha a instalação.

Conceitos-chave:

--help · checklist · sanity check.

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2.2~35 min

📥 Escolher e preparar a fonte

Decida entre código e documentos, baixe o corpus e organize a pasta que o Graphify vai ler.

O que é:

O Graphify aceita um code base OU um corpus de documentos (PDF, markdown). A escolha define o tipo de fonte que ele vai ler.

Por que aprender:

Muda como ele extrai — código vira grafo pela AST (sem chave), documentos passam por um LLM. Decidir cedo evita retrabalho.

Conceitos-chave:

code base · corpus · escolha.

O que é:

Peça ao próprio Claude Code para baixar a documentação oficial numa pasta local, por exemplo ./claude-code-docs. É o corpus usado no exemplo do vídeo.

Por que aprender:

Ter um corpus real e conhecido facilita comparar seu resultado com o do vídeo (lá deram ~145 documentos). Bom ponto de partida antes de usar fontes próprias.

Conceitos-chave:

pasta local · docs · 145 docs (exemplo).

O que é:

Junte os arquivos numa pasta dedicada e sem lixo (rascunhos, temporários). Essa pasta é exatamente o que o Graphify vai varrer.

Por que aprender:

Uma raiz limpa gera um grafo mais limpo, com menos ruído. O que entra na pasta vira nó no grafo.

Conceitos-chave:

pasta dedicada · estrutura · ruído.

O que é:

Comece apontando para um subconjunto dos arquivos, não o corpus inteiro de uma vez. Você amplia o escopo depois que o fluxo funcionar.

Por que aprender:

Extração menor é mais rápida e barata para testar e ajustar. Iterar pequeno evita esperar (e pagar) por um grafo que talvez não sirva.

Conceitos-chave:

escopo · subconjunto · iterar.

O que é:

Tire binários, builds, duplicatas e tudo que não carrega significado. Deixe só os arquivos que descrevem o conhecimento.

Por que aprender:

Cada arquivo a mais é ruído potencial no grafo. Menos lixo significa nós e relações mais relevantes.

Conceitos-chave:

exclusões · estilo .gitignore · sinal/ruído.

O que é:

Rode o Graphify na raiz do projeto; a saída vai para uma pasta graphify-out/ ali mesmo. O diretório atual (cwd) define onde os arquivos aparecem.

Por que aprender:

Saber de onde rodar dá previsibilidade aos caminhos das saídas. Você sempre sabe onde achar o graph.json depois.

Conceitos-chave:

cwd · graphify-out/ · raiz do projeto.

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2.3~50 min

🗺️ Rodar o Graphify e ler o grafo

Gere o grafo de conhecimento e aprenda a ler o que ele produziu — visual e relatório.

O que é:

Dentro do Claude Code use /graphify ./claude-code-docs; no terminal puro use graphify extract ./claude-code-docs. Os dois geram o mesmo grafo por caminhos diferentes.

Por que aprender:

É o comando que dá o pontapé na extração. Saber os dois modos deixa você escolher o que cabe no momento.

Conceitos-chave:

skill vs headless · extract.

O que é:

Ele lê os arquivos, extrai entidades e relações e detecta comunidades com o algoritmo Leiden. O resultado é cacheado para não refazer tudo a cada vez.

Por que aprender:

Entender a espera e o cache evita ansiedade e re-execuções desnecessárias. Você sabe que o tempo está virando nós e arestas.

Conceitos-chave:

extração · comunidades · cache.

O que é:

Abra graphify-out/graph.html no navegador — é um arquivo self-contained, sem servidor. Mostra os nós, conexões e comunidades de forma interativa.

Por que aprender:

É a primeira vez que você vê o seu grafo de verdade. Explorar o visual cria a intuição que o resto do curso usa.

Conceitos-chave:

graph.html · navegador · interativo.

O que é:

O graphify-out/GRAPH_REPORT.md é uma auditoria em texto que lista os god nodes e sugere perguntas. Funciona como um índice do que o grafo sabe.

Por que aprender:

Ele te diz por onde explorar sem adivinhar — os hubs e as boas perguntas já vêm prontos. Ótimo ponto de entrada num grafo grande.

Conceitos-chave:

GRAPH_REPORT.md · god nodes · perguntas sugeridas.

O que é:

Use graphify explain "Context Window", graphify path "Hooks" "Subagents" e graphify query "..." para interrogar o grafo. São respostas direto da estrutura, sem abrir o vault.

Por que aprender:

Dá respostas rápidas sobre conceitos e caminhos entre eles. É a forma mais leve de usar o conhecimento já extraído.

Conceitos-chave:

explain · path · query.

O que é:

graphify update . reprocessa apenas os arquivos alterados; --watch refaz automaticamente ao salvar. Os dois evitam reprocessar o corpus inteiro.

Por que aprender:

Mantém o grafo vivo conforme a fonte muda, sem pagar o custo total toda vez. Atualização incremental é o que torna o stack sustentável.

Conceitos-chave:

update · watch · incremental.

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2.4~40 min

📦 Gerar o vault Obsidian

Transforme o graph.json num vault de markdown com um arquivo por nó e um canvas de comunidades.

O que é:

Dentro do Claude Code rode /graphify ./claude-code-docs --obsidian --obsidian-dir ~/vault/graphify/claude-code. O --obsidian liga o export de vault.

Por que aprender:

Esse flag só existe na skill, não no modo headless — é o detalhe que muita gente erra. É o que transforma o grafo em notas.

Conceitos-chave:

--obsidian · --obsidian-dir · skill-only.

O que é:

O --obsidian-dir define a pasta de saída; sem ele, a skill cria um diretório próprio (uma espécie de quarentena). Você controla onde os arquivos caem.

Por que aprender:

Apontar o destino evita espalhar markdown em lugar errado. O default isolado é seguro, mas escolher dá organização.

Conceitos-chave:

destino · pasta dedicada · default isolado.

O que é:

Sai um arquivo .md por nó, com [[wikilinks]] para os relacionados, mais um graph.canvas com as comunidades agrupadas. É o vault navegável.

Por que aprender:

Entender o que cada arquivo é tira o mistério do export. Um nó igual a uma nota é o modelo mental do vault inteiro.

Conceitos-chave:

md por nó · wikilink · graph.canvas.

O que é:

O export é regenerado do zero a cada execução, sempre a partir do graph.json. Não há merge manual — o grafo é a fonte de verdade.

Por que aprender:

Significa que o vault sempre reflete o grafo atual, sem estados intermediários. Você pode re-rodar à vontade sem medo de inconsistência.

Conceitos-chave:

regeneração · idempotente · fonte de verdade.

O que é:

/graphify ./docs --wiki gera artigos por comunidade com um index.md de entrada. É outro formato de export, voltado a leitura.

Por que aprender:

É uma alternativa navegável por texto, boa para humanos e agentes que preferem ler artigos. Vale conhecer antes de decidir entre vault e wiki.

Conceitos-chave:

--wiki · index.md · artigo por comunidade.

O que é:

Olhe a pasta de destino — conte os arquivos .md e veja se o graph.canvas está lá. É uma checagem rápida no sistema de arquivos.

Por que aprender:

Confirma que o export funcionou antes de você investir tempo no Obsidian. Pega exportações vazias ou truncadas cedo.

Conceitos-chave:

contagem de notas · canvas · verificação.

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2.5~40 min

🔗 Abrir no Obsidian e conectar as fontes

Aponte o Obsidian para o vault, navegue os nós e ligue cada conceito ao seu documento de origem.

O que é:

No Obsidian, no canto inferior esquerdo, abra Manage vaultsOpen folder as vault e escolha a pasta gerada. O Obsidian passa a tratar aquela pasta como um vault.

Por que aprender:

O Obsidian precisa ser apontado ao diretório — ele não acha sozinho. É o passo que liga o markdown gerado à interface.

Conceitos-chave:

manage vault · open folder as vault · reconhecer.

O que é:

Abra uma nota-nó e siga os [[backlinks]] para os conceitos ligados a ela. Cada clique te leva de uma ideia à sua vizinha.

Por que aprender:

É o segundo cérebro em ação — você percorre o conhecimento pelas relações, não por busca. Treinar essa navegação é o objetivo do módulo.

Conceitos-chave:

nota-nó · backlink · navegação.

O que é:

Abra o graph.canvas no Obsidian e veja as comunidades como grupos nomeados num quadro. É a visão macro dos temas do corpus.

Por que aprender:

O canvas dá o panorama que as notas individuais não dão. Bom para escolher de qual tema começar a explorar.

Conceitos-chave:

canvas · comunidade · grupo nomeado.

O que é:

Cada nó guarda sua procedência no graph.json; traga os documentos-fonte para perto e ligue cada nó ao seu arquivo de origem (uma placa de sinalização). Assim o conceito aponta para o texto completo.

Por que aprender:

Permite que o agente vá do conceito ao documento inteiro quando precisar de detalhe. Fecha a lacuna entre resumo e fonte.

Conceitos-chave:

procedência · doc-fonte · link de origem.

O que é:

A graph view do Obsidian desenha os links entre as notas markdown — é um espelho, não o grafo do Graphify. Ela mostra ligações de notas, não as relações tipadas originais.

Por que aprender:

O vídeo alerta justamente para isso, para você não confundir uma coisa com a outra. Ajustar a expectativa evita frustração.

Conceitos-chave:

graph view · espelho · ≠ original.

O que é:

Há um prompt pronto: peça ao Claude Code para trazer os documentos-fonte e ligar cada nó à sua origem dentro da pasta do vault. Ele faz a etapa de linkar automaticamente.

Por que aprender:

Automatiza o trabalho manual do tópico 4, em um comando. É o atalho que torna a conexão das fontes prática.

Conceitos-chave:

prompt · wire · automação.

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2.6~35 min

🧩 As 4 estratégias de integração

Quanto desse conhecimento entra no seu vault principal? Quatro caminhos, do isolado ao totalmente integrado.

O que é:

Mantenha o vault gerado como um vault próprio e separado do seu principal. Ele vive sozinho, sem se misturar ao resto.

Por que aprender:

É bom para quem só quer o conhecimento dentro do ecossistema Obsidian, sem integrar. É o comportamento padrão e o mais seguro.

Conceitos-chave:

standalone · isolado · default.

O que é:

Jogue tudo numa subpasta do seu vault principal (ex.: graph-imports/claude-code-docs) que dá para apagar inteira. Fica no contexto, mas isolável.

Por que aprender:

Traz o conhecimento para perto sem risco — se não gostar, deleta a pasta e acabou. É o meio-termo entre isolado e integrado.

Conceitos-chave:

quarentena · subpasta · deletável.

O que é:

Peça ao Claude Code para trazer só as notas relevantes (ex.: as ~100 sobre subagents) e ignorar o resto. Você colhe um recorte, não o corpus inteiro.

Por que aprender:

Evita despejar 600 arquivos que você nunca vai usar. Curadoria mantém o vault principal enxuto.

Conceitos-chave:

harvest · seleção · curadoria.

O que é:

O Claude Code redistribui cada nota para a subpasta do seu vault que faz mais sentido. O conhecimento se dilui na sua estrutura existente.

Por que aprender:

Dá a máxima coerência com o que você já tem, mas é o mais difícil de reverter. É uma escolha consciente de trocar reversibilidade por integração.

Conceitos-chave:

redistribuição · coerência · risco.

O que é:

Prompt pronto: peça para mover a estrutura do vault gerado para dentro do principal, numa subpasta própria. Ele transfere os arquivos por você.

Por que aprender:

Integra o conteúdo em menos de um minuto, sem arrastar pasta a pasta. É a execução prática da estratégia de quarentena.

Conceitos-chave:

mover · subpasta · prompt.

O que é:

Regra prática — code base? pare no Graphify. Quer no Obsidian isolado? standalone. Integrar com segurança? quarentena. Curar? harvest. Coerência total? redistribuição.

Por que aprender:

Te dá um caminho de decisão para não travar na hora de integrar. Cada opção é um trade-off entre coerência e reversibilidade.

Conceitos-chave:

decisão · trade-off · reversibilidade.

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