TRILHA 1

🟢 Fundamentos & Primeiro Workflow

Entender o que é "vibe coding", montar o ambiente completo e percorrer o ciclo Plan → Build → Troubleshoot → Optimize construindo um agente de suporte por e-mail de verdade.

3
Módulos
22
Tópicos
~3h
Duração
Básico
Nível
Progresso da trilha 0% · 0 de 22
Banner: montagem do primeiro workflow de automação, nó a nó, em verde esmeralda
Módulo 1.1 Ambiente conectado Módulo 1.2 Plan · Build · Troubleshoot · Optimize Módulo 1.3 De "funciona" a "funciona bem"

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

1.1 ~45 min

🧩 Fundamentos & Ambiente

Do conceito ao ambiente conectado e verificado: o que é vibe coding, o assistente de código no editor, o CLAUDE.md, o n8n via MCP, as skills e a verificação das 4 conexões.

Progresso do módulo 0% · 0 de 6
O que é:

Construir software e automações conversando com a IA em linguagem natural — você descreve o resultado e ela cuida da implementação.

Por que aprender:

Remove o overhead técnico: dá foco ao problema, não à mecânica de cada nó. Velocidade e iteração rápida.

Conceitos-chave:

Linguagem natural dirige o build; a IA faz o "trabalho pesado"; iterar é só pedir a mudança.

O que é:

Um assistente que roda dentro do editor: lê arquivos, escreve/edita, roda comandos e conecta ferramentas via MCP.

Por que aprender:

Entender assinatura (taxa fixa, baseada em chat) vs API (por uso/token) evita surpresas de custo.

Conceitos-chave:

A IA relê toda a conversa a cada mensagem; sessões focadas custam menos; "uma pasta por projeto".

O que é:

Uma pasta por projeto + um arquivo CLAUDE.md em markdown que funciona como system prompt persistente (papel, contexto, preferências).

Por que aprender:

Define quem a IA é e como deve ajudar em todo o projeto, sem repetir contexto a cada conversa.

Conceitos-chave:

Gerar via pedido em linguagem natural; editável a qualquer momento; comece com pasta vazia.

O que é:

O n8n é um construtor visual de workflows; um MCP server o conecta à IA, que passa a ler/criar/testar/depurar workflows.

Por que aprender:

É a ponte que permite construir automações conversando, sem montar nó a nó na mão.

Conceitos-chave:

Clonar manualmente (não NPX); config no nível do projeto; API key + URL da instância só no .env.

O que é:

Documentação que ensina a IA os tipos de nós, parâmetros, estruturas e padrões do n8n.

Por que aprender:

Com as skills a IA monta workflows corretos — você não precisa conhecer cada nó.

Conceitos-chave:

Instalação igual à do MCP (muda só o repo); atualizar o CLAUDE.md; reiniciar para registrar.

O que é:

Uma sequência de 4 testes antes de construir: diretório do projeto, conexão MCP, leitura de workflows e documentação dos nós.

Por que aprender:

Garante que o ambiente está 100% pronto — evita perder tempo depurando setup no meio de um build.

Conceitos-chave:

Quatro testes; erros comuns (API key parcial, MCP não conecta, auth falha); deixar a IA diagnosticar.

1.2 ~60 min

🔁 O Ciclo Completo: Plan → Build → Troubleshoot → Optimize

O ciclo de quatro fases, demonstrado em um agente de suporte por e-mail com RAG: modos de permissão, plano, build, credenciais OAuth, troubleshoot, optimize, projeto-guia e testes.

Progresso do módulo 0% · 0 de 8
O que é:

Os modos que controlam quanto a IA pode fazer sozinha: pedir antes, editar automático, plano, auto, bypass.

Por que aprender:

Equilibrar velocidade e segurança — saber quando deixar a IA agir e quando aprovar passo a passo.

Conceitos-chave:

Plan Mode planeja sem agir; bypass pula aprovações (perigoso); escolher o modo por contexto.

O que é:

A IA pesquisa nós, faz perguntas de esclarecimento e propõe um plano para você aprovar antes de construir.

Por que aprender:

Alinhar expectativas antes de gastar tokens construindo a coisa errada.

Conceitos-chave:

Perguntas (colunas, ações extras); plano aprovável; pesquisa de padrões.

O que é:

A IA cria e valida os nós no n8n a partir do plano aprovado.

Por que aprender:

Saber os limites: credenciais, planilhas e mapeamento ficam com você.

Conceitos-chave:

Criação + validação automática; fronteiras claras entre IA e humano.

O que é:

Conectar Gmail/Google Sheets (OAuth2) e OpenAI (chave de API) de forma segura.

Por que aprender:

É a parte que só você pode fazer; entender o fluxo evita erros de permissão.

Conceitos-chave:

OAuth2 para Google; chave de API para OpenAI; segredos nunca no chat.

O que é:

Copiar a mensagem de erro de volta para a IA diagnosticar e corrigir.

Por que aprender:

O loop humano de debug é a habilidade central — erro vira correção rapidamente.

Conceitos-chave:

Erro como insumo; iteração; a IA lê, entende e propõe a correção.

O que é:

Pedir melhorias conversando — por exemplo, mudar o intervalo de polling.

Por que aprender:

Refinar sem reabrir o build; o workflow evolui por conversa.

Conceitos-chave:

Mudanças incrementais; linguagem natural; ajustes pequenos e seguros.

O que é:

Um agente que classifica e-mails, busca em PDFs de política (vector store) e rascunha respostas.

Por que aprender:

É o projeto que amarra todo o ciclo num caso real e útil.

Conceitos-chave:

RAG; classificador de texto; respostas a partir da base de conhecimento.

O que é:

Checklist visual + testar cenários reais; "verde" no editor não significa resposta correta.

Por que aprender:

Evitar que o agente invente o que não sabe — qualidade real, não só execução sem erro.

Conceitos-chave:

Testar como usuário; a IA deve recusar inventar; verde ≠ correto.

1.3 ~55 min

✨ De "Funciona" a "Funciona Bem": Enhancement

Transformar um workflow que "passa nos testes" em um pronto para o mundo real: filosofia em camadas, ordem de prioridade, fallback, filtros, voz da marca, personalização e indicador de confiança.

Progresso do módulo 0% · 0 de 8
O que é:

Iterar uma melhoria por vez, distinguindo "funciona" de "funciona bem".

Por que aprender:

Mudanças isoladas são fáceis de testar e reverter.

Conceitos-chave:

Camadas; incremento; medir antes/depois de cada mudança.

O que é:

A sequência recomendada de melhorias: tratar erro, depois lógica, depois qualidade da saída, depois performance.

Por que aprender:

Resolver o que mais importa primeiro evita otimizar o que ainda quebra.

Conceitos-chave:

Robustez antes de polimento; performance por último.

O que é:

Marcador de confiança + nó de código + IF + rascunho "vamos pesquisar e retornar" quando não há resposta na base.

Por que aprender:

Garante uma resposta digna mesmo quando o agente não sabe.

Conceitos-chave:

Score de confiança; ramo IF; rascunho de fallback.

O que é:

Processar só e-mails mais novos que X minutos, com a sintaxe "newer than" no gatilho.

Por que aprender:

Evita reprocessar histórico antigo a cada execução.

Conceitos-chave:

Janela temporal; filtro no gatilho; eficiência.

O que é:

Detectar e ignorar no-reply, out-of-office e newsletters.

Por que aprender:

Não desperdiçar processamento (e tokens) com mensagens que não precisam de resposta.

Conceitos-chave:

Padrões de remetente; cuidado com maiúsculas/minúsculas (case sensitivity).

O que é:

Atualizar o system prompt do agente e o rascunho de fallback para soarem como a marca.

Por que aprender:

Consistência de voz transmite profissionalismo.

Conceitos-chave:

Tom definido no prompt; fallback alinhado; revisão de exemplos.

O que é:

Extrair o nome da assinatura do e-mail; usar "Olá" como fallback quando não houver nome.

Por que aprender:

Personalização aumenta a qualidade percebida da resposta.

Conceitos-chave:

Extração de nome; fallback gracioso; saudação dinâmica.

O que é:

Um badge alto/médio/baixo derivado do score do vector store, para revisão interna.

Por que aprender:

Sinaliza quais rascunhos precisam de olho humano antes de enviar.

Conceitos-chave:

Score → faixa; badge de confiança; triagem para revisão.

← Início do curso Trilha 2: Domínio do Agente →