TRILHA 3

🟣 Hospedagem & Deploy

Tirar a automação do "rodar quando eu mando" e colocá-la rodando sozinha na internet — por agenda ou por evento — com retries, logs e alertas. Do GitHub e do Trigger.dev a dois builds reais em produção.

2
Módulos
16
Tópicos
~2h
Duração
Inter.
Nível
Progresso da trilha 0% · 0 de 16
Banner: hospedagem e deploy na nuvem com cron e webhooks, em roxo
GitHub código na nuvem deploy Trigger.dev retries · logs · alertas Cron (agenda) 0 7 * * * → 7h todo dia Webhook (evento) URL escuta o payload

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

3.1 ~55 min

🛰️ Do Local ao Sempre-Ligado: GitHub & Trigger.dev

A infraestrutura para automações que rodam sem ninguém olhando: automações hospedadas, o "agentic gap", cron, GitHub como armazenamento de código, gh CLI & .gitignore, Trigger.dev, inicialização do projeto e secrets management.

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O que é:

Scripts que rodam na internet por conta própria, por agenda (cron) ou disparados por evento (webhook), sem um humano presente para iniciar ou observar.

Por que aprender:

Automação disparada por humano só escala na velocidade em que alguém aparece para clicar; hospedar é o salto para a autonomia.

Conceitos-chave:

Local → hospedado; cron vs webhook; Trigger.dev como motor; GitHub como armazenamento.

O que é:

A lacuna que surge quando a tarefa roda sozinha: a IA não está mais ali para ler o erro e se auto-curar, então o sistema executa mas não se adapta.

Por que aprender:

Em produção, uma falha pode passar despercebida; é preciso fechar a lacuna com recursos da plataforma e prompts melhores.

Conceitos-chave:

Fim do loop de auto-cura; entradas fixas, saídas estruturadas; erro e log embutidos desde o início.

O que é:

Um padrão de temporização de 5 campos (minuto, hora, dia-do-mês, mês, dia-da-semana). Exemplo: 0 7 * * * = 7h todo dia.

Por que aprender:

É a linguagem universal de agendamento; saber lê-la deixa você no controle de quando a automação dispara.

Conceitos-chave:

Cinco campos; * = qualquer; agenda recorrente; o palavra-chave "roda sozinho".

O que é:

GitHub é armazenamento de código na nuvem: o deploy puxa de lá (não de uma máquina local), com histórico de versões para rollback e troubleshooting.

Por que aprender:

É a fonte única do código que vai para produção, acessível de qualquer computador.

Conceitos-chave:

Repositório = pasta do projeto; commit (snapshot) e push (envio); repo privado + README.

O que é:

A ferramenta de linha de comando (gh) autentica e conecta o projeto local ao repositório; o .gitignore lista o que nunca deve subir.

Por que aprender:

A regra de ouro: o arquivo .env com as chaves NUNCA vai para o GitHub.

Conceitos-chave:

gh auth login; .gitignore automático; segredos fora do controle de versão.

O que é:

O motor de execução na nuvem: sem timeouts, retries automáticos, traces completos de cada passo, suporte a agendas e webhooks, e alertas de falha.

Por que aprender:

É o que torna a automação confiável — como um assistente firme, não um lembrete colado na geladeira.

Conceitos-chave:

TypeScript (a IA escreve); MCP oficial; dashboard como janela da produção.

O que é:

Instalar o MCP do Trigger.dev, rodar o init (cria trigger.config.ts e a pasta de tasks), subir o worker de dev e conhecer a anatomia do dashboard.

Por que aprender:

Sem o projeto inicializado e o worker rodando, as tarefas não se registram nem executam.

Conceitos-chave:

Project ID; init interativo; dev vs produção; runs, traces, payload e output.

O que é:

Variáveis de ambiente armazenadas no dashboard do Trigger.dev e injetadas em runtime, com um .env.example seguro de versionar.

Por que aprender:

O Trigger.dev não lê o .env local; sem secrets na nuvem, a tarefa quebra em produção.

Conceitos-chave:

Injeção em runtime; nunca colar chave no chat; checar dev e prod separadamente.

3.2 ~65 min

⚙️ Agentes em Produção: Agendados & Webhooks

Dois builds reais de ponta a ponta, com erro tratado e debug em produção: agente de pesquisa agendado, OAuth refresh token, debug que só aparece em prod, relatório por webhook, autenticação Bearer, pipeline GitHub → Trigger.dev, error handling em camadas e o loop humano de debug.

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O que é:

Uma tarefa agendada que roda toda manhã: cron dispara, Firecrawl pesquisa um tópico fixo, a IA sintetiza e uma linha é escrita no Google Sheets.

Por que aprender:

É o build agendado completo, do prompt ao deploy, rodando sem ninguém olhando.

Conceitos-chave:

Tarefa não-supervisionada; tópico hard-coded; arquivo único; trigger de teste no dashboard.

O que é:

A configuração única do refresh token do Google (OAuth); quando o Playground falha ("access blocked"), o fallback é um script no terminal que imprime a URL e devolve o token.

Por que aprender:

Sem o refresh token a tarefa não consegue escrever no Sheets de forma autônoma.

Conceitos-chave:

Client ID + secret; refresh token; OAuth (não service account); .env + env vars da nuvem.

O que é:

Uma falha real: a API retorna um formato inesperado (resultados em web, não em data); copia-se o trace para a IA diagnosticar e corrigir o parsing.

Por que aprender:

Alguns erros só aparecem com dados reais em produção — saber lê-los e devolvê-los à IA é a habilidade central.

Conceitos-chave:

Shape de resposta diferente; trace vermelho; redeploy + retrigger; erro como insumo.

O que é:

Uma tarefa disparada por webhook: um payload JSON com campos (empresa, setor, meta, desafio) gera um relatório .docx salvo no Google Drive.

Por que aprender:

É o build orientado a evento — o complemento do agendado, disparado por dados que chegam.

Conceitos-chave:

Normalizar campos do formulário; folder ID opcional; teste local antes do formulário.

O que é:

Um webhook é uma URL que escuta dados que chegam e acorda a tarefa, passando o payload adiante — uma "campainha digital".

Por que aprender:

Sem autenticação, qualquer um chama sua tarefa; o header Authorization: Bearer protege o endpoint.

Conceitos-chave:

URL com o ID da task; corpo JSON; Bearer + chave da API; URL compartilhável.

O que é:

Iterar no editor empurra o código pro GitHub, que faz o deploy automático no Trigger.dev — os arquivos mais recentes estão sempre no ar.

Por que aprender:

Fecha o ciclo de iteração: você muda, dá push, e a produção se atualiza sozinha.

Conceitos-chave:

Repository Secret (TRIGGER_ACCESS_TOKEN); GitHub Actions; commit → push → deploy.

O que é:

Uma abordagem em camadas: log significativo em cada passo, try/catch em volta de cada chamada externa, retries com backoff e alertas por e-mail/Slack.

Por que aprender:

Sem auto-cura em produção, o tratamento de erro é o que fecha o agentic gap.

Conceitos-chave:

Log específico (não "task failed"); retries para falhas transitórias, não bugs; alertas configurados.

O que é:

O ciclo em produção: abrir o trace vermelho no dashboard, copiar o erro, colar na IA, deixá-la diagnosticar, corrigir e redeployar.

Por que aprender:

A IA ainda depura, mas não mais sozinha — um humano precisa levar o erro até ela.

Conceitos-chave:

Trace + IA = diagnóstico rápido; humano como ponte; iterar até passar.

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