TRILHA 2

🔵 Domínio do Agente de Código

Sair do "construir um workflow" para "estruturar sistemas agênticos reutilizáveis" — entender o framework WAT, estender o agente com MCP, empacotar tudo em skills e gerir o orçamento de tokens.

3
Módulos
25
Tópicos
~3h30
Duração
Inter.
Nível
Progresso da trilha 0% · 0 de 25
Banner: domínio do agente de código — um cérebro coordenando workflows, tools e skills, em azul
Módulo 2.1 Framework WAT Módulo 2.2 MCP · Pesquisa · Firecrawl Módulo 2.3 Skills · Artefatos · Tokens

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

2.1 ~70 min

🧠 Workflows Agênticos & o Framework WAT

A mentalidade e a arquitetura por trás de toda automação agêntica: o assistente sob demanda, determinístico vs não-determinístico, as três camadas do WAT, o loop de auto-melhoria, o CLAUDE.md profissional e o primeiro workflow agêntico.

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O que é:

Usar o assistente de código como ajudante pessoal sob demanda: pesquisa, constrói arquivos e fica mais inteligente a cada uso — tudo rodando localmente.

Por que aprender:

Ver o agente trabalhar localmente primeiro constrói intuição antes de adicionar complexidade (deploy vem depois).

Conceitos-chave:

Assistente de pesquisa e build; nada de hospedagem nesta fase; dois projetos-exemplo (pesquisa e slides).

O que é:

Em vez de ligar e configurar cada passo, você diz ao agente o resultado que quer; ele raciocina, adapta e descobre os passos.

Por que aprender:

É a mudança de mentalidade central — pedir o prato pronto em vez de seguir a receita.

Conceitos-chave:

Descrever o fim; o agente raciocina/adapta/se auto-cura; analogia do desenvolvedor experiente.

O que é:

Automação tradicional é previsível ("boring is beautiful"); IA generativa é não-determinística por natureza — a mesma entrada pode gerar saídas diferentes.

Por que aprender:

Aceitar a variação evita interpretá-la como erro; você foca em especificar resultados.

Conceitos-chave:

Previsibilidade vs criatividade; o agente raciocina entre alternativas; variação é normal.

O que é:

Workflows são arquivos markdown em linguagem natural (cabeçalhos, bullets, negrito) que agem como descrição de cargo ou SOP, dizendo ao agente o que fazer.

Por que aprender:

É a primeira camada do framework — instruções reutilizáveis que persistem entre tarefas.

Conceitos-chave:

Markdown como SOP; objetivo, entrada, saída e passos; persistente e reutilizável.

O que é:

O agente é o assistente de código em si: o cérebro/coordenador que lê os workflows, vê as ferramentas disponíveis e decide qual usar e quando.

Por que aprender:

Entender que o agente delega como um gerente de projeto esclarece quem faz o quê no WAT.

Conceitos-chave:

Coordenador/cérebro; lê workflows + vê ferramentas; decide a rota.

O que é:

As ferramentas são scripts Python que fazem o trabalho real, idealmente um trabalho cada (raspar um site, gerar um PDF, analisar dados); a IA escreve e conserta.

Por que aprender:

Você não precisa programar — basta saber que as ferramentas existem e o que cada uma faz.

Conceitos-chave:

Um trabalho por ferramenta; geradas e reparadas pela IA; sem conhecimento de código.

O que é:

O agente roda um workflow, encontra um erro, diagnostica, conserta a ferramenta e atualiza o arquivo de workflow para que o erro não se repita.

Por que aprender:

É o que torna runs mais suaves e rápidos com o tempo — o sistema melhora sozinho.

Conceitos-chave:

Diagnosticar → consertar → registrar; correção persiste no workflow; melhora contínua.

O que é:

Um CLAUDE.md de onboarding que declara o framework WAT, regras de operação, estrutura de pastas (workflows/tools/temporary/.env) e estilo.

Por que aprender:

É o documento que dirige workflows totalmente automatizados; mantê-lo enxuto evita que regras se percam.

Conceitos-chave:

Onboarding do WAT; pastas-padrão; manter sob ~500 linhas; mover detalhes para skills.

O que é:

Pôr o WAT em ação: transformar um arquivo de notas brutas em um documento limpo e estruturado, passando pelo loop de iteração.

Por que aprender:

É o primeiro build completo — gera workflows + tools, roda, revisa e itera.

Conceitos-chave:

Plan Mode; separar build de execução; feedback que atualiza workflow + tool; limpar contexto.

2.2 ~55 min

🔗 Estendendo o Agente: MCP & Pesquisa

Dar superpoderes ao agente conectando ferramentas externas: o que é MCP, onde encontrar servers, instalar e diagnosticar, e um workflow de pesquisa de ponta a ponta com Firecrawl, do pipeline de saída à iteração e auto-cura.

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O que é:

O MCP é um protocolo que deixa uma única conexão expor muitas ferramentas/ações; o agente descobre qual chamar, quando e com quais parâmetros.

Por que aprender:

É a forma padrão de dar novas capacidades ao agente sem reescrever nada.

Conceitos-chave:

Conexão única expõe ações; o agente decide sozinho; analogia do Gmail (enviar/rascunhar/ler).

O que é:

Servers MCP vivem em diretórios (como mcp.so) e na busca do GitHub por "MCP server" + nome do serviço.

Por que aprender:

Saber onde procurar acelera a escolha da ferramenta certa para a tarefa.

Conceitos-chave:

Categorias: scraping (Firecrawl), bancos (Postgres/Supabase), documentos (Drive/Notion), comunicação (Slack/Gmail).

O que é:

Dar ao agente o comando de instalação da documentação do provedor; ele gera o .mcp.json com a entrada do server e um placeholder de chave.

Por que aprender:

A instalação é simples, mas a chave precisa ser inserida com cuidado para não vazar.

Conceitos-chave:

Comando do provedor; .mcp.json gerado; inserir a chave manualmente, nunca no chat.

O que é:

O comando /mcp mostra os servers instalados e seu status; se um não aparecer, reiniciar o assistente costuma resolver.

Por que aprender:

Saber verificar evita horas perdidas achando que a instalação falhou.

Conceitos-chave:

/mcp lista status; reiniciar registra novos servers; causa comum de "não aparece".

O que é:

Um workflow de ponta a ponta: dar um tema, pesquisar a web com Firecrawl, sintetizar achados e gerar um documento estruturado (plan → build → run).

Por que aprender:

É o build que mostra o MCP em uso real reaproveitando o framework WAT.

Conceitos-chave:

Plan Mode; alvo de fontes (3-5); CLAUDE.md WAT como config; Firecrawl raspa múltiplas fontes.

O que é:

Produzir markdown e convertê-lo para um arquivo de documento por meio de uma ferramenta gerada de conversão.

Por que aprender:

Separar conteúdo (markdown) de formato (documento) torna a saída flexível e reusável.

Conceitos-chave:

Markdown primeiro; ferramenta de conversão; atualizar markdown nem sempre atualiza o documento.

O que é:

Dar feedback específico ("gostei disso, mude aquilo") e, se algo quebra, pedir para a própria IA se consertar (loop de auto-cura).

Por que aprender:

O primeiro run raramente é perfeito; o loop é o que leva à qualidade.

Conceitos-chave:

Feedback estruturado; quanto mais específico, melhor; pedir para se consertar.

2.3 ~65 min

🧰 Skills, Geração de Artefatos & Tokens

Empacotar workflows como comandos reutilizáveis e dominar o orçamento de contexto: o que são skills, skill vs digitar, skill na prática, gerador de slides, 5 padrões de prompting, context rot, /clear vs /compact, economia de tokens e 12 dicas finais.

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O que é:

Skills são instruções em markdown numa pasta especial de skills, conceitualmente idênticas aos workflows, mas invocáveis como slash command.

Por que aprender:

É como você torna um workflow reutilizável, consistente e econômico em tokens.

Conceitos-chave:

Pasta .claude/skills; uma pasta por skill; slash command; carregadas sob demanda.

O que é:

Empacotar uma skill quando há repetição, necessidade de consistência, complexidade ou compartilhamento em time; digitar quando é tarefa única ou simples.

Por que aprender:

Evita criar skills demais (overkill) ou repetir instruções complexas à toa.

Conceitos-chave:

Repetição/consistência/complexidade/time → skill; one-off/experimento/simples → digitar.

O que é:

Construir uma skill de "rascunhar e-mail" no formato oficial, com SKILL.md (nome, descrição, argumentos, passos) e invocá-la como /draft-email.

Por que aprender:

Mostra como uma skill fica instantaneamente reutilizável com as mesmas regras a cada chamada.

Conceitos-chave:

SKILL.md; argumentos (bullets, destinatário, tom); invocar sem argumentos pede o que falta.

O que é:

Outro build WAT: um workflow que lê um documento, extrai os pontos-chave e gera uma apresentação profissional.

Por que aprender:

Reforça o fluxo CLAUDE.md (WAT) → workflow + tools → run → iterar em outro artefato.

Conceitos-chave:

Extrair pontos-chave; estilo; iterar cores/fontes; sobrepor uma skill de design.

O que é:

Cinco padrões para resultados consistentes: objetivo (não passos), saída específica, Plan Mode primeiro, feedback (não correção) e tratar a IA como especialista.

Por que aprender:

São hábitos que elevam a qualidade de qualquer build agêntico.

Conceitos-chave:

Você é o gerente, a IA é a desenvolvedora; feedback em vez de "está errado".

O que é:

Context rot: a qualidade degrada quanto mais longa a sessão; erros aparecem mais após ~60% de uso, quando o histórico ruidoso afoga as regras centrais.

Por que aprender:

Reconhecer as zonas evita perda silenciosa de qualidade.

Conceitos-chave:

Zonas 0-50 (ok), 50-70 (amarelo), 70-85 (laranja), 85%+ (limpar).

O que é:

/clear reseta toda a conversa; /compact faz um resumo inteligente que mantém o essencial e comprime o resto.

Por que aprender:

Escolher a ferramenta certa preserva contexto útil sem carregar lixo.

Conceitos-chave:

Clear ao trocar de tarefa / degradou; compact no meio quando o contexto sobe.

O que é:

Estratégias para gastar menos: uma tarefa por sessão e limpar; definir "pronto"; usar skills em vez de CLAUDE.md gigante; desligar MCPs não usados.

Por que aprender:

Sem um fim definido, o agente pode buscar demais e desperdiçar tokens.

Conceitos-chave:

Definição de "pronto"; skills economizam contexto; cada MCP ativo custa contexto.

O que é:

Um checklist de 12 boas práticas para construir workflows agênticos com qualidade, do Plan Mode ao gerenciamento de contexto.

Por que aprender:

Consolida tudo da trilha num guia rápido de consulta.

Conceitos-chave:

Plan Mode sempre; objetivo claro; definir "pronto"; testar com várias entradas; assistir cedo.

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