TRILHA 1

🧭 Fundamentos da Linguagem

A gramática que sustenta os 100 comandos: sintaxe, regras, cadeias e presets — e a família de verdade e verificação que separa fato de palpite antes de qualquer decisão.

Ao fim da trilha você escreve comandos compostos com parâmetros, encadeia protocolos com /chain e audita qualquer afirmação com o núcleo de verdade.

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Módulos
15
Tópicos
~2h20
Duração
Básico
Nível
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Seu objetivo em linguagem natural /truth /research /analyze /rank /decide … Execução controlada + confiança

A promessa da linguagem: transformar intenção vaga em execução com protocolo, registro e confiança declarada.

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

1.1 ~65 min

⌨️ A linguagem /inema

Da primeira barra ao runtime completo: como um comando declara trabalho, recebe parâmetros e se combina em cadeias.

O que é:

Uma DSL curta para controlar como modelos e agentes pesquisam, verificam, decidem e executam. Cada comando carrega um protocolo de trabalho.

Por que aprender:

Sem uma linguagem, você reaproveita prompts soltos. Com ela, o mesmo pedido produz saída padronizada e verificável.

Conceitos-chave:

DSL · comando declarativo · protocolo · reprodutibilidade.

O que é:

Barra + nome curto, com parâmetros opcionais na forma chave=valor: /rank criteria=impact,cost,risk.

Por que aprender:

A sintaxe é o único mecanismo que você precisa decorar — todo o resto é vocabulário de comandos.

Conceitos-chave:

prefixo / · parâmetro chave=valor · composição por espaço.

O que é:

As regras oficiais: comandos são instruções declarativas; ordem importa em cadeia explícita; em conflito vence a regra mais específica, depois a mais recente.

Por que aprender:

É o que impede comportamento imprevisível quando dois pedidos colidem.

Conceitos-chave:

declaratividade · precedência específica > recente · runtime registra tudo.

O que é:

Vários comandos numa mesma linha formam um pacote de instruções executado junto.

Por que aprender:

Composição cobre 80% do uso diário sem precisar de /chain explícito.

Conceitos-chave:

pacote de instruções · sinergia entre famílias · parcimônia.

O que é:

/chain(/research -> /truth -> /rank -> /decide) fixa a ordem e passa a saída relevante de um comando ao próximo.

Por que aprender:

Cadeias produzem fluxos repetíveis — a base dos presets do módulo 6.2.

Conceitos-chave:

ordem explícita · passagem de saída · pipeline.

O que é:

/mode ativa um perfil persistente de comportamento (conservador, exploratório, executivo). /preset expande um nome curto numa cadeia predefinida.

Por que aprender:

São os controles de nível mais alto: mudam o "como" de tudo que vem depois.

Conceitos-chave:

perfil global · macro expansão · consistência entre sessões.

O que é:

Todo comando pode ter critérios de aceitação e fallback; o runtime registra entradas, saídas, ferramentas usadas, confiança e falhas.

Por que aprender:

É o que torna a linguagem auditável — você sabe o que rodou, com quanta confiança e o que fazer quando falha.

Conceitos-chave:

log operacional · confiança declarada · fallback seguro.

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1.2 ~75 min

🔍 Verdade e verificação

Os 10 comandos da família 01: de /truth a /freshness — o antídoto contra alucinação e falsa certeza.

O que é:

Separa fato verificado, inferência, hipótese e desconhecido; informa nível de confiança.

Por que aprender:

É o comando mais usado da linguagem — a higiene básica de qualquer resposta.

Conceitos-chave:

fato vs inferência · premissa verificada · confiança informada.

O que é:

/verify procura evidência suficiente para confirmar, corrigir ou rejeitar uma afirmação específica; /evidence mostra quais provas sustentam cada conclusão.

Por que aprender:

Transformam "confie em mim" em "confira você mesmo".

Conceitos-chave:

afirmação-alvo · base probatória · lacuna de dados.

O que é:

Organiza fontes por autoridade, atualidade, proximidade do fato e independência.

Por que aprender:

Três fontes independentes valem mais que dez citando a mesma origem.

Conceitos-chave:

hierarquia de fontes · dependência entre citações.

O que é:

Quebra conteúdo em alegações verificáveis e classifica cada uma: confirmada, imprecisa, falsa, inconclusiva ou opinativa.

Por que aprender:

É a auditoria padrão antes de publicar ou decidir com base num texto.

Conceitos-chave:

claim verificável · taxonomia de veredito.

O que é:

Atribui nível de confiança às conclusões e explica quais fatores aumentariam ou reduziriam essa confiança.

Por que aprender:

Decisões boas usam confiança calibrada, não tom de voz confiante.

Conceitos-chave:

calibração · sensibilidade da conclusão.

O que é:

/uncertainty expõe dados faltantes e interpretações plausíveis; /assumptions lista premissas marcadas como verificadas, razoáveis ou frágeis.

Por que aprender:

Premissa frágil não declarada é a causa nº 1 de análise bonita e errada.

Conceitos-chave:

inventário de incerteza · status de premissa.

O que é:

Mostra de onde veio cada informação crítica: dado primário, secundário, inferido ou fornecido pelo usuário.

Por que aprender:

Diferencia "eu medi" de "alguém me disse" — e isso muda o peso da evidência.

Conceitos-chave:

cadeia de custódia da informação.

O que é:

/freshness identifica o que pode ter mudado e exige atualização antes de usar dados sensíveis ao tempo. Fecha o módulo com o fluxo completo de auditoria.

Por que aprender:

Estatística velha apresentada como atual é o erro mais fácil de cometer — e de detectar com o comando certo.

Conceitos-chave:

validade temporal · gatilho de atualização · auditoria em camadas.

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