Curso · 8 aulas · prompt, contexto e papel
Pare de caçar o prompt perfeito: defina o papel
Primeiro a gente escrevia o pedido palavra por palavra. Depois aprendeu a dar contexto. Agora a IA trabalha como alguém da equipe, e a habilidade que vale é gerenciar. Em oito aulas você vê o que mudou em cada era, monta a ficha de função de um agente, dá um objetivo que ele consegue conferir, treina em ciclo e cuida do custo.

- 3eras: prompt, contexto, papel
- 3passos para delegar
- 5–10rodadas para treinar
- 8aulas com prática
As aulas
Das três eras à ficha de função, do objetivo medível ao treino em ciclo e ao custo. Cada aula tem diagrama, modelo para copiar, prática com "pronto quando" e teste comentado.
Aula 1 · 12 minTrês eras: do prompt ao papelEm poucos anos, o jeito de trabalhar com a IA mudou três vezes. Primeiro, o pedido escrito palavra por palavra. Depois, o contexto que a IA recebe antes do pedido. Agora, o papel: a IA trabalha como alguém da equipe e você gerencia. Saber em que era está cada pedido seu mostra o que falta.
Aula 2 · 14 minA era do prompt: o que morreu e o que ficouBoa parte das técnicas de prompt nasceu para compensar modelos fracos: mandar pensar passo a passo, inventar uma persona de 30 linhas, listar tudo o que não pode. Os modelos de hoje fazem isso sozinhos. Outras técnicas continuam valendo, mas só em certas condições. E algumas nunca envelhecem. Separar uma coisa da outra deixa o seu pedido menor e melhor.
Aula 3 · 15 minA era do contexto: a IA sabe antes de você pedirQuando a IA já sabe quem você é, quais são as regras da casa e o que deu errado da última vez, o pedido cabe numa linha. Essa base não se monta a cada conversa: fica num lugar que a IA lê sozinha antes de começar. É o que separa repetir tudo toda vez de ter alguém que já conhece o trabalho.
Aula 4 · 16 minA era do papel: brilhante, mas novo na empresaA Anthropic, a empresa que faz o Claude, recomenda tratar o Claude como um funcionário brilhante, mas novo, que ainda não conhece as suas normas. Quem já contratou gente sabe o que isso pede: objetivo claro, o contexto de onde ele veio e um exemplo de trabalho bem feito. Nesta aula você junta as três coisas numa ficha de função e confere a sua ficha na própria página.
Aula 5 · 15 minObjetivo que dá para medir: o M do SMARTGerente delega com o SMART há meio século: específico, mensurável, atingível, relevante e com prazo. Para um agente, a letra que mais pesa é o M. Sem medida, ele não consegue conferir o próprio trabalho e não sabe quando acabou. "Melhora o meu site" não é objetivo. "A página inicial abre em menos de dois segundos no celular" é.
Aula 6 · 16 minTreinar em ciclo: cinco, dez rodadas e uma listaQuando o agente já faz o trabalho, vem a parte que quase ninguém faz: treinar. Não peça uma vez só. Peça cinco, dez vezes, avalie como avaliaria um funcionário, junte as correções numa lista e rode em ciclo até ele corrigir tudo. Gasta mais tempo e mais uso, mas no fim você tem um procedimento padrão escrito que serve para qualquer agente.
Aula 7 · 13 minO lado ruim: a conta, e como cuidar delaCom agente rodando o dia inteiro, o uso cresce rápido: na assinatura você bate no limite; pagando por uso, vira uma conta grande. No meu caso (Nei, do INEMA), quase tudo roda pela assinatura. Como com qualquer funcionário, é preciso auditar e cuidar do custo. Primeiro o que vale para todos: o modelo certo e a conta acompanhada. Depois, para quem paga por uso, cache e lote.
Aula 8 · 14 minA mesma tarefa nas três eras, e o seu planoA melhor prova de que a forma de trabalhar mudou é fazer a mesma tarefa três vezes: só com o prompt, com prompt e contexto, e com o papel completo. Você vê com os seus olhos o que cada era entrega. Depois, monta o plano com datas para colocar o seu primeiro agente para trabalhar, um degrau de cada vez.
Para quem é
- 1Quem já usa ChatGPT, Claude ou Gemini e sente que vive reescrevendo pedidos.
- 2Quem fez curso de prompt e quer entender o que ainda vale com os modelos de hoje.
- 3Quem começou a usar agentes e quer delegar como delega para uma pessoa.
O que você sai fazendo
- 1Cortando de um prompt antigo o que o modelo já faz sozinho.
- 2Escrevendo a ficha de função de um agente, com objetivo que dá para medir.
- 3Treinando o agente em ciclo até ter um procedimento padrão escrito.
- 4Escolhendo o modelo certo para cada tarefa e acompanhando a conta.
Onde fazer
- 1No chat (ChatGPT, Claude ou Gemini), com um projeto de instruções fixas: é o caminho principal do curso.
- 2No terminal, com Claude Code ou Codex, para quem já usa: as aulas 3, 4 e 6 mostram também esse caminho.
Quem fala no curso
- 1Nei Maldaner, do INEMA.CLUB: 40 anos de tecnologia, de programador a fundador de empresas.
- 2Quando o texto diz "eu" ou "no meu caso", é ele contando como trabalha hoje com agentes de IA.