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TRILHA 5

๐Ÿ› ๏ธ Mao na massa

A trilha onde voce constroi. Migra um caso real de loop para grafo com criterio (e sabe quando NAO migrar), modela o grafo do seu proprio negocio e do seu backlog, e sai com uma biblioteca de prompts prontos para desenhar, gerar e auditar grafos.

um loop ainda da conta? sim acerte o loop primeiro nao precisa rodar em paralelo, ou precisa de revisor com contexto limpo? monte o grafo melhore o verificador

O que olhar: a primeira pergunta ja elimina a maioria dos casos โ€” se um loop ainda da conta, a resposta certa e melhorar o loop, nao migrar. "Monte o grafo" e a folha mais rara dessa arvore: e a excecao, nao a regra. Boa parte dos problemas que parecem exigir grafo se resolve com um verificador melhor, que e mais barato e mais rapido de construir.

3
Modulos
18
Topicos
~2h
Duracao
Pratico
Nivel
Progresso da trilha
0%0 de 18

Mapa da trilha

Conteudo detalhado

5.1~40 min

๐Ÿ”€ Do loop ao grafo

A migracao passo a passo do resumo diario, com os sinais que autorizam migrar e o que medir antes e depois.

O que e:

Tres sinais legitimos pra migrar: voce precisa rodar partes ao mesmo tempo; voce precisa de um revisor que nao veja como o trabalho foi feito; o contexto esta virando pantano e o agente perde a instrucao original.

Por que aprender:

Se nenhum dos tres esta presente, melhore o loop. Migrar sem um desses sinais e comprar complexidade de graca.

Conceitos-chave:

Os tres sinais resumem tudo que as trilhas 2 e 3 ja mostraram: paralelismo, contexto limpo e pantano de contexto.

O que e:

Anote custo por execucao, tempo total, e uma medida de qualidade que voce consiga verificar โ€” antes de tocar em qualquer coisa.

Por que aprender:

Migracao sem linha de base e fe, nao engenharia. Sem numero de antes, nunca vai saber se o grafo valeu.

Conceitos-chave:

As tres medidas โ€” custo, tempo, qualidade โ€” sao as mesmas que voce vai comparar de novo la no topico 6.

O que e:

Quebre o loop onde muda a responsabilidade, a ferramenta ou o contexto necessario. No resumo diario isso da tres nos naturais: quem busca, quem escreve, quem confere.

Por que aprender:

Cortar no lugar errado te da um grafo com nos artificiais que so complicam. Cortar no lugar certo te da nos que ja existiam escondidos no loop.

Conceitos-chave:

Mudanca de responsabilidade, de ferramenta ou de contexto โ€” qualquer uma das tres ja justifica um corte.

O que e:

Antes de codar, defina o que cada aresta carrega: o pesquisador entrega notas (nao HTML bruto), o escritor entrega rascunho, o revisor devolve aprovado mais criticas.

Por que aprender:

Sem contrato explicito, cada no acaba mandando o que sobrou no proprio contexto โ€” e o pantano volta pela porta dos fundos.

Conceitos-chave:

Isso e o state schema em miniatura: nome do campo, formato, obrigatorio ou nao.

O que e:

O revisor reprovando devolve pro escritor, com no maximo N voltas e um criterio de progresso.

Por que aprender:

Sem teto, a fatura e infinita โ€” o mesmo problema de loop sem condicao de parada, agora dentro de um no do grafo.

Conceitos-chave:

Teto de voltas + criterio de progresso, nao so teto de voltas. Sem progresso medido, N voltas gastam N vezes o mesmo erro.

O que e:

Rode os dois em paralelo por alguns dias com as mesmas entradas e compare contra a linha de base do topico 2.

Por que aprender:

Se o grafo nao melhorou nenhuma das tres medidas, volte pro loop: voce comprou complexidade sem retorno.

Conceitos-chave:

Admitir que nao valeu e parte do trabalho, nao fracasso. Migracao e uma hipotese testada, nao uma crenca.

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5.2~40 min

๐Ÿ“Š Grafos de negocio e de tarefas

Modelar o que voce ja tem. O funil do negocio com varias metricas e o backlog com dependencia e bloqueio โ€” dois grafos que ja existem na sua empresa sem ninguem ter desenhado.

O que e:

Campanha, trafego, landing, signup, ativacao, retencao, LTV, churn; nos sao estados do cliente e arestas sao taxas de conversao.

Por que aprender:

O funil ja e um grafo โ€” so ninguem costuma desenha-lo assim. Desenhar deixa visivel onde o cliente realmente perde.

Conceitos-chave:

Cada aresta e uma taxa de conversao mensuravel, nao uma seta decorativa.

O que e:

Churn e custo de aquisicao voltam pro comeco do funil, fechando um ciclo dentro do grafo de negocio.

Por que aprender:

E essa volta que faz o sistema ter comportamento proprio โ€” e o que um agente miope, olhando so pra frente, nao ve.

Conceitos-chave:

Um funil sem a aresta de volta e uma foto; com ela, e um sistema dinamico.

O que e:

"LTV sobre CAC precisa ser maior que 3" e uma relacao entre duas metricas, nao uma metrica isolada.

Por que aprender:

Um loop com objetivo unico nao consegue nem expressar essa relacao โ€” ele so enxerga a metrica que voce deu pra ele.

Conceitos-chave:

Restricao entre nos e outra forma de aresta โ€” invisivel pra quem pensa em metrica unica.

O que e:

No backlog sao tres tipos de aresta: decomposicao (epico contem historia contem tarefa), dependencia (precisa terminar antes) e bloqueio (impede o inicio).

Por que aprender:

Confundir os tres faz o backlog virar uma arvore mentirosa. So a primeira e hierarquia; as outras duas transformam a arvore em grafo de verdade.

Conceitos-chave:

Decompor โ‰  depender โ‰  bloquear. Ferramenta de backlog que trata os tres iguais esconde informacao.

O que e:

Conte quantas tarefas estao prontas ao mesmo tempo โ€” a largura do nivel do grafo de backlog.

Por que aprender:

E assim que voce dimensiona pessoas ou agentes de verdade, em vez de chutar quantos "cabem" no sprint.

Conceitos-chave:

Largura de nivel e a mesma ideia de fan-out โ€” quantos nos independentes existem nesse ponto do grafo.

O que e:

Com o grafo do negocio ou do backlog escrito, um agente consegue propor alocacao, apontar o gargalo e simular o efeito colateral de uma mudanca.

Por que aprender:

Sem o grafo, o agente so opina sobre a metrica que voce citou โ€” ele nao enxerga o sistema, so o ponto que voce apontou.

Conceitos-chave:

O grafo escrito e o que transforma "pergunte pro agente" em "de o grafo pro agente". A diferenca e enorme.

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5.3~40 min

๐Ÿ“‹ Biblioteca de prompts

Seis prompts prontos, testados no formato objetivo + bloco copiavel + como verificar. O modulo que voce volta pra consultar.

O que e:

Voce descreve um processo em texto corrido e o agente devolve nos, arestas condicionais e o que passa em cada aresta, em JSON.

Por que aprender:

E o ponto de partida mais rapido pra sair de "processo na cabeca" pra "processo desenhado".

Conceitos-chave:

JSON de nos e arestas e o formato comum que os proximos prompts desta lista assumem como entrada.

O que e:

O segundo passo do metodo de duas etapas: desenhe qualquer grafo, depois peca pro agente gerar o script que o executa.

Por que aprender:

E assim que se sai do diagrama pro codigo sem escrever orquestracao na mao โ€” o agente traduz, voce revisa.

Conceitos-chave:

Desenhar e gerar sao duas etapas separadas de proposito: desenhar e pensamento humano, gerar e trabalho mecanico.

O que e:

Procura ciclo sem saida, aresta sem condicao, no sem teto de custo, juncao que nao confere cardinalidade e estado que vaza entre nos.

Por que aprender:

Sao os mesmos defeitos que a trilha 4 ensinou a reconhecer โ€” agora automatizados num unico prompt de checagem.

Conceitos-chave:

Auditoria de grafo e verificador de grafo โ€” o mesmo principio do modulo 2.2 aplicado a estrutura, nao ao resultado.

O que e:

Dado um conjunto de objetivos automatizados, aponta quais se pressionam mutuamente e qual metrica de um e efeito colateral do outro.

Por que aprender:

Colisao entre loops (trilha 2, falha 3) so aparece quando alguem โ€” ou algo โ€” olha o conjunto. Esse prompt automatiza esse olhar.

Conceitos-chave:

Colisao vira visivel quando voce desenha a aresta entre dois loops โ€” e e essa aresta que o prompt procura.

O que e:

Dado dois nos vizinhos, define o contrato da aresta entre eles: nome dos campos, formato, o que e obrigatorio e o que explicitamente NAO deve passar.

Por que aprender:

O que NAO deve passar e a parte que todo mundo esquece โ€” e a que evita o contexto virar sopa de novo dentro do grafo.

Conceitos-chave:

State schema formaliza o contrato que o topico 4 do modulo 5.1 ja pedia pra voce escrever a mao.

O que e:

Inverte a ordem: primeiro como voce vai saber que deu certo, com um caso ruim de teste; so depois o prompt do agente.

Por que aprender:

E o fechamento do curso inteiro num unico habito: verificador primeiro, sempre โ€” loop, no ou grafo inteiro.

Conceitos-chave:

O mesmo principio do modulo 2.2, agora empacotado como prompt pronto pra usar em qualquer no novo que voce criar.

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