MÓDULO 3.3

📚 Biblioteca de Prompts Prontos (copy-run)

Oito prompts reais, completos e prontos para colar, cobrindo o caminho inteiro: do setup do projeto à auditoria de segurança de um app. Cada tópico é uma receita — objetivo, o prompt em si (com partes variáveis entre <assim>) e como verificar. Troque as variáveis pelo seu caso e rode.

8
Tópicos
~60
Minutos
Prático
Nível
Biblioteca
Tipo
Progresso do módulo 0% · 0 de 8

📋 Como usar a biblioteca

Cada prompt é independente — use o que precisar, na ordem que fizer sentido. As partes entre <assim> são variáveis: troque pelo seu caso. Regra de ouro: chaves e segredos vão sempre no arquivo de ambiente (.env), nunca colados no chat. Comece os builds em Plan Mode (veja o módulo 3.2).

Os oito prompts cobrem o ciclo de vida de um projeto: você prepara o terreno (1-2), constrói e conserta (3-4), melhora (5), empacota o reuso (6) e leva para produção (7-8). É a biblioteca que você volta a consultar a cada novo build.

Preparar 1 setup · 2 MCP Construir & consertar 3 workflow · 4 debug Melhorar 5 enhancements Empacotar 6 skill Produção 7 agente · 8 app

Diagrama ilustrativo — o ciclo de vida coberto pelos oito prompts, do terreno à produção.

1

📄 Setup & CLAUDE.md

O que é

O primeiro prompt de todo projeto: gerar o CLAUDE.md, o system prompt persistente que define quem a IA é, o que você está construindo e como ela deve te ajudar. É escrito em markdown e fica na raiz da pasta do projeto.

O que é?CLAUDE.md — um arquivo de texto que a IA lê toda sessão; funciona como uma "ficha de onboarding" com papel, contexto, regras e estilo. Mantenha-o enxuto (poucas centenas de linhas).

Por que aprender

Sem CLAUDE.md, você reexplica o contexto a cada conversa. Com ele, a IA já sabe o objetivo do projeto e suas preferências desde a primeira mensagem — e você pode iterar o arquivo só conversando.

🎯 Objetivo: criar o CLAUDE.md inicial do projeto.

prompt (copie e rode em Plan Mode, na pasta vazia do projeto)
Crie um arquivo CLAUDE.md na raiz deste projeto. Ele é o system prompt
persistente que você vai ler em toda sessão. Inclua estas seções:

- Papel: você é <ex.: um assistente de automações n8n>.
- Contexto: estou construindo <ex.: workflows de IA para uma agência>.
- Como ajudar: me ajude a planejar, construir, depurar e otimizar.
- Preferências: explicações concisas e diretas; português; descreva o resultado
  e me pergunte quando faltar informação.
- Regras: procure uma ferramenta existente antes de criar uma nova; quando algo
  falhar, diagnostique e aprenda; mantenha este arquivo atualizado; nunca peça
  para eu colar chaves no chat (use o .env).

Mantenha enxuto (poucas centenas de linhas). Depois, me mostre o arquivo.

✅ Como verificar: o arquivo CLAUDE.md existe na raiz, com as seções pedidas e tamanho razoável. Abra e leia para confirmar que o papel e o contexto estão certos; peça ajustes conversando se quiser.

Conceitos-chave

Pasta dedicada

Um projeto por pasta.

System prompt

Lido toda sessão.

Enxuto

Só o essencial.

Iterável

Edite conversando.

2

🔌 Conectar uma ferramenta via MCP

O que é

O prompt para dar "braços" à IA: instalar um MCP server que expõe um conjunto de ferramentas externas (raspar a web, ler bancos, falar com apps). A configuração fica em .mcp.json no nível do projeto, e a chave de API vai no .env — você cola manualmente, nunca no chat.

O que é?MCP (Model Context Protocol) — um protocolo em que uma conexão expõe várias ferramentas; a IA decide qual usar e quando. .mcp.json — o arquivo de configuração do server. /mcp — o comando que lista os servers conectados.

Por que aprender

Sem MCP, a IA só lê e escreve arquivos. Com MCP, ela age no mundo. Configurar no nível do projeto (não global) evita avisos de segurança a cada reinício, e ler a chave do .env mantém o segredo fora do código.

🎯 Objetivo: instalar e conectar um MCP server com a chave no .env.

prompt (copie e rode)
Instale o MCP server de <ex.: Firecrawl, para busca/scraping na web> neste
projeto, com a configuração no NÍVEL DO PROJETO (não global).

Passos:
1. Use o comando de instalação para Claude Code da documentação oficial:
   <cole aqui o comando de instalação do provedor>
2. Gere/atualize o .mcp.json com a entrada do server e um placeholder de API key.
3. Garanta que a chave seja lida do arquivo .env — NÃO me peça para colar a
   chave aqui no chat. Apenas me diga o nome da variável a preencher no .env.
4. Ao final, faça uma verificação de conexão (status do server).

Se o server não aparecer, me lembre de reiniciar o Claude Code.

✅ Como verificar: rode /mcp e confirme o server na lista com status saudável. A chave está no .env (que está no .gitignore), não no chat nem no .mcp.json.

🎯 Dica prática

Se o server não aparecer depois de instalar, reinicie o Claude Code antes de qualquer outra coisa — é o que resolve na maioria das vezes.

Conceitos-chave

.mcp.json

Config do server.

Project-level

Não global.

Chave no .env

Nunca no chat.

/mcp

Verificar conexão.

3

🧱 Criar um workflow do zero

O que é

O prompt de abertura abrangente: um único pedido que descreve o resultado, a fonte de dados e o destino, deixando a IA decidir a arquitetura (inclusive como armazenar/buscar documentos). É o "um prompt para reger todos" — começar certo aqui economiza muitas idas e vindas.

Por que aprender

Em vez de ditar "use um vector store", você descreve o problema e deixa a IA propor a melhor abordagem (system prompt para docs pequenos; vector store para escala). Ela pergunta o que faltar — e você aprova o plano antes do build.

🎯 Objetivo: abrir um build completo com um prompt só (exemplo: agente de suporte por e-mail).

prompt de abertura (Plan Mode)
Entre em plan mode. Quero o resultado a seguir, e você decide a arquitetura.

Objetivo: um agente que lê os e-mails recebidos, identifica perguntas de suporte
técnico e rascunha uma resposta baseada nas nossas políticas. Anexei os documentos
<ex.: politicas.pdf e faq.pdf> na pasta do projeto.

Requisitos:
- Use as informações dos documentos como fonte da verdade; não invente.
- E-mails que não forem de suporte devem ser ignorados.
- Quando não houver resposta nos documentos, NÃO invente: avise que vamos
  pesquisar e retornar.

Antes de construir: leia os documentos, decida como armazená-los e buscá-los
(system prompt vs. vector store, escolha e justifique), me faça as perguntas de
esclarecimento e proponha o plano com a lista de credenciais. Não construa até
eu aprovar.

✅ Como verificar: a IA leu os docs, propôs uma arquitetura justificada (ex.: vector store por escalabilidade), perguntou o que faltava e listou as credenciais. Você só aprova depois de o plano fazer sentido.

Conceitos-chave

Abrangente

Resultado + fonte + destino.

IA decide

A arquitetura.

Não inventar

Fonte da verdade.

Aprovar

Antes do build.

4

🐞 Debugar um erro

O que é

O template de troubleshooting pronto: cole a mensagem de erro literal, diga onde ocorreu e o que você esperava, e peça causa + correção pontual. Funciona tanto para erros locais quanto para falhas que só aparecem em produção (em traces de execução).

Por que aprender

A IA conserta rápido quando recebe contexto, e devagar (ou erra) quando recebe só "deu erro". Este template padroniza o que ela precisa: o erro exato, o local e a expectativa.

🎯 Objetivo: um template reutilizável que faz a IA diagnosticar e corrigir.

template de debug (copie e rode)
Deu erro. Contexto completo:

- Onde: <nó/passo/arquivo, ex.: "trace do passo 3, chamada à API X">
- O que eu esperava: <ex.: "que retornasse a lista de resultados">
- O que aconteceu: <sintoma observado>
- Mensagem de erro (literal):
"""
<cole o erro / trecho do trace EXATAMENTE como apareceu>
"""

Diagnostique a causa raiz, explique POR QUE aconteceu, e aplique a correção
mínima necessária. Não mude mais nada além disso. Depois, me diga exatamente
como reproduzir o teste para confirmar que foi resolvido.

✅ Como verificar: a IA aponta a causa (ex.: formato de resposta da API diferente do esperado), aplica uma correção focada e te dá o passo de teste. Reexecute; se aparecer um erro novo, repita o template com a nova mensagem.

Conceitos-chave

Erro literal

Cole exatamente.

Local + esperado

Dê o contexto.

Causa raiz

Peça o porquê.

Correção mínima

Sem mexer no resto.

5

🎚️ Os 6 enhancements

O que é

Seis prompts de melhoria que transformam um agente de "funciona" em "funciona bem". Três são de erro/lógica (fallback sem match, filtro por tempo, filtro de automáticos) e três de qualidade da saída (tom de marca, nome do cliente, indicador de confiança). Aplique um por vez, ancorando o pedido no workflow existente, e teste cada um.

Por que aprender

Esses seis cobrem os casos de borda mais comuns de um agente real. Sempre nomeie o workflow no pedido — sem isso, a IA pode criar um workflow novo em vez de editar o seu. E para testar um filtro, você precisa enviar exatamente o tipo de entrada que ele deve pegar.

🎯 Objetivo: enhancements 1-3 (erro/lógica), um por vez.

prompts (cole um de cada vez)
No workflow existente "<nome exato>", aplique UMA melhoria por vez:

[1] Fallback sem match: quando a busca na base não encontrar resposta, em vez de
    inventar, gere um rascunho educado dizendo que vamos pesquisar e retornar.
    Use um marcador de "encontrou/não encontrou" para decidir o caminho.

[2] Filtro por tempo: processe apenas entradas mais recentes que <ex.: 10 minutos>.

[3] Filtro de automáticos: ignore mensagens automáticas (no-reply, postmaster,
    ausência/out-of-office, newsletters, notificações de entrega). Marque com um
    sinalizador e desvie para "ignorar".

Edite ESTE workflow (não crie outro). Me explique o que muda antes de aplicar.

✅ Como verificar: para [1], envie uma pergunta fora da base e confira que veio o rascunho de "vamos pesquisar" (não uma resposta inventada). Para [2]/[3], envie exatamente o tipo de entrada que o filtro deve pegar e confirme o desvio.

🎯 Objetivo: enhancements 4-6 (qualidade da saída), um por vez.

prompts (cole um de cada vez)
No workflow existente "<nome exato>", aplique UMA melhoria por vez:

[4] Tom de marca: ajuste o tom das respostas para <ex.: amigável, prestativo,
    informal, entusiasmado>. Atualize tanto a resposta principal quanto o
    rascunho de fallback.

[5] Nome do cliente: extraia o nome da assinatura/fechamento da mensagem
    (padrões como "Abraços, João") e use na saudação; se não houver, use uma
    saudação genérica como "Olá".

[6] Indicador de confiança: classifique a resposta como alta/média/baixa pela
    qualidade do match na base, e anexe um selo discreto (verde/amarelo/vermelho)
    no rascunho, só para revisão interna.

Edite ESTE workflow. Teste cada um com a entrada apropriada.

✅ Como verificar: [4] o rascunho soa no tom pedido; [5] a saudação usa o nome certo (e cai no genérico quando não há assinatura); [6] o selo aparece coerente com o quão bem a base respondeu.

Conceitos-chave

Um por vez

Camada a camada.

Nomeie o workflow

Para editar, não criar.

Erro vs qualidade

Trate erro primeiro.

Testar o tipo certo

Envie a entrada exata.

6

🧩 Criar uma skill / slash command

O que é

O prompt para empacotar uma tarefa repetida como skill: um arquivo markdown (SKILL.md) com nome, descrição, argumentos e passos, que vive em .claude/skills e vira um slash command chamável (ex.: /draft-email).

O que é?Skill — um workflow em markdown, chamável sob demanda. Slash command — o atalho que dispara a skill. Skills carregam só quando invocadas, então não pesam o contexto como um CLAUDE.md gigante.

Por que aprender

Skill é o fim do "reexplicar": consistência (o mesmo processo toda vez), economia de contexto (carrega só quando chamada) e reuso (limpe a conversa e chame de novo com inputs novos). Se você invocar sem argumentos, a skill pergunta o que falta.

🎯 Objetivo: criar uma skill no formato oficial (exemplo: rascunhar e-mail).

prompt (Plan Mode)
Crie uma skill no formato oficial do Claude Code, chamável como slash command.

Nome: <ex.: draft-email>
O que faz: <ex.: escrever um e-mail polido, conciso e sem enrolação>.
Argumentos esperados: <ex.: bullets com os pontos-chave, destinatário, tom>.
Comportamento: se eu invocar sem argumentos, pergunte o que faltar antes de
gerar. Salve a saída em <ex.: temporary/>.

Crie a estrutura .claude/skills/<nome>/SKILL.md com nome, descrição, argumentos
e passos. Depois me diga como invocá-la.

✅ Como verificar: existe .claude/skills/<nome>/SKILL.md. Limpe o contexto, invoque o slash command (ex.: /draft-email) e confirme que ela pede os inputs e produz a saída no local certo.

Conceitos-chave

SKILL.md

Nome, args, passos.

.claude/skills

Onde vivem.

Slash command

Como invocar.

Sob demanda

Economiza contexto.

7

⏰ Criar um agente agendado

O que é

O prompt para um agente que roda sozinho, por agenda (cron): a cada manhã pesquisa um tópico fixo, sintetiza e escreve uma linha numa planilha. Como ninguém estará olhando, o prompt precisa endereçar o agentic gap desde o início: inputs fixos, saída estruturada, tratamento de erro e log em cada passo.

O que é?Cron — um padrão de 5 campos (minuto, hora, dia do mês, mês, dia da semana) que define quando rodar; 0 7 * * * = 7h todo dia. Agentic gap — em produção a IA não está observando para se auto-curar, então erro e log precisam estar previstos.

Por que aprender

Um agente que roda sem você só é confiável se foi pensado para falhar com elegância: registrar cada passo (para você diagnosticar depois), tratar erros sem derrubar tudo, e produzir uma saída previsível. Pedir isso no primeiro prompt é mais barato que remendar depois.

🎯 Objetivo: construir uma tarefa agendada não-supervisionada (pesquisa diária → planilha).

prompt (Plan Mode)
Entre em plan mode. Construa uma tarefa AGENDADA que roda sozinha, sem humano
presente, todo dia às <ex.: 8h> (cron).

O que ela faz a cada execução:
1. Pesquisa na web o tópico fixo "<ex.: novidades em automação com IA>"
   (definido no topo do arquivo, fácil de trocar).
2. Sintetiza os achados em um resumo curto.
3. Escreve uma linha na planilha <ex.: "Daily Research", aba Sheet1> com as
   colunas: data, tópico, resumo, fontes, status.

Requisitos para rodar sem supervisão (agentic gap):
- Inputs FIXOS (sem me fazer perguntas no meio da execução).
- Saída ESTRUTURADA e previsível.
- Trate erros sem derrubar a tarefa; se uma etapa falhar, registre e siga,
  gravando ao menos uma linha parcial com status de erro.
- Faça LOG claro em cada passo (mensagens específicas, não "falhou").
- Segredos vêm do ambiente, nunca do código nem do chat.

Antes de construir, planeje, me pergunte o que faltar e liste as credenciais.

✅ Como verificar: depois de deployar, dispare manualmente (não espere o horário) e veja o trace passo a passo. Confirme a linha na planilha e o agendamento (cron + próxima execução) no painel. Force uma falha e confirme que a tarefa não derruba e ainda grava o status de erro.

Conceitos-chave

Cron

5 campos = quando.

Inputs fixos

Sem perguntas no meio.

Erro + log

Desde o 1º prompt.

Saída estruturada

Previsível.

8

🛡️ Frontend + auditoria de segurança

O que é

Dois prompts que fecham o ciclo de produção: um para gerar um frontend com personalidade (usando a skill de design, para não ficar com cara de IA genérica) e outro para pedir uma auditoria de segurança rigorosa do app antes de abri-lo ao mundo.

Por que aprender

Um app aberto sem auditoria é risco real: qualquer um com a URL pode disparar seu workflow e gastar seus tokens (você paga pelo uso dos outros). A auditoria verifica rotas protegidas, chaves não expostas, segredos só em variáveis de ambiente e isolamento de dados por usuário (RLS).

🎯 Objetivo: gerar um frontend com personalidade (não genérico).

prompt (frontend)
Crie o frontend para <ex.: o app de qualificação de leads>. USE a skill de
design de frontend para que NÃO fique com a cara genérica de site gerado por IA.

Estrutura desejada: <ex.: cabeçalho fixo com logo à esquerda e CTA à direita;
hero com texto grande e direto; um formulário que envia os dados e mostra o
resultado retornado pelo backend>.

A URL do backend e quaisquer chaves devem vir de variáveis de ambiente
(placeholder por enquanto). Me mostre o resultado para eu dar feedback
específico depois.

✅ Como verificar: o frontend tem identidade visual própria (não o layout padrão de IA), o formulário funciona com um placeholder de backend, e nenhuma chave aparece no código do cliente.

🎯 Objetivo: auditar a segurança do app antes de abri-lo.

prompt (auditoria — rode com contexto limpo)
Aja como um especialista em segurança e faça uma auditoria detalhada deste app.
Verifique e me reporte achados + correções para cada item:

- Rotas protegidas: existe rota que dispara o backend sem autenticação?
- Chaves expostas: alguma chave/segredo aparece no código do frontend?
- Variáveis de ambiente: todos os segredos estão em env vars (e fora do git)?
- Isolamento de dados (RLS): um usuário consegue ver dados de outro mesmo com
  um bug no frontend?
- Abuso/custo: alguém com a URL consegue rodar o workflow e gastar meus tokens?

Liste os problemas por severidade e proponha a correção de cada um. Depois,
aplique as correções que eu aprovar.

✅ Como verificar: você recebe uma lista por severidade. Nenhuma chave no frontend; rotas que disparam o backend exigem autenticação; segredos só em env vars; RLS ativa isolando dados por usuário. Corrija o que falhar e reaudite.

✓ App seguro

  • Rotas que custam token exigem login.
  • Segredos só em variáveis de ambiente.
  • RLS isola os dados de cada usuário.

✗ App em risco

  • App aberto: qualquer um gasta seus tokens.
  • Chave de API no código do frontend.
  • Sem RLS: um bug expõe dados de outros.

Conceitos-chave

Skill de design

Frontend com cara própria.

Rotas protegidas

Exigem login.

Segredos em env

Nunca no frontend.

RLS

Isola dados.

Em qual desses lugares é seguro guardar a chave de API que o seu app usa?

📌 Resumo do Módulo

Setup & CLAUDE.md — o system prompt persistente que inicia todo projeto.
MCP — instala ferramentas externas; chave no .env, project-level, /mcp para verificar.
Workflow do zero — um prompt abrangente; a IA decide a arquitetura e você aprova.
Debug — erro literal + local + esperado → causa raiz + correção mínima.
6 enhancements — fallback, filtros, tom, nome, confiança; um por vez, ancorado no workflow.
Skill — empacota o reuso em SKILL.md chamável por slash command.
Agente agendado — cron + inputs fixos + erro/log desde o 1º prompt (agentic gap).
Frontend + auditoria — design com personalidade + auditoria de segurança antes de abrir.

Próxima trilha:

Trilha 4 — Skills & Agentes: empacotar workflows e construir agentes locais, agendados e por evento.