TRILHA 4

🟡 Skills & Agentes

Parar de reexplicar. Aqui você aprende a empacotar workflows em skills reutilizáveis (markdown chamável como slash command) e a construir agentes — locais sob demanda, agendados por cron e disparados por evento (webhook). Trilha fortemente prática: cada conceito vem com um bloco copy-run real (construir uma skill, escrever um SKILL.md, invocar um slash command, montar um agente).

3
Módulos
22
Tópicos
~3h
Duração
Prático
Nível
Progresso da trilha 0% · 0 de 22
Banner da trilha de skills e agentes: blocos modulares e uma rede de agentes autônomos em âmbar
Módulo 4.1 Skills · conceito & anatomia Módulo 4.2 Construindo skills na prática Módulo 4.3 Agentes · local · agendado · evento

O caminho da trilha 4: do conceito de skill (markdown chamável) ao build na prática, terminando nos agentes que decidem sozinhos e rodam sem você presente.

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

Ilustração do módulo 4.1
4.1 ~50 min · 7 tópicos

📦 Skills: Conceito & Anatomia

A skill é um workflow em markdown que você chama como slash command. Aqui: o que é, onde mora (.claude/skills), a anatomia do SKILL.md, como skills chamam tools, quando usar skill vs digitar, skills vs CLAUDE.md e como compartilhar/versionar.

Progresso do módulo 0% · 0 de 7
O que é:

Um arquivo markdown de instruções — conceitualmente a mesma coisa que um "workflow" (a camada W do WAT), só que guardado num diretório especial e exposto como slash command.

Por que aprender:

Para de reexplicar a mesma tarefa: o processo vira chamável e consistente.

Conceitos-chave:

Skill = workflow chamável; markdown; mesmo processo toda vez.

O que é:

Cada skill vive em sua própria pasta dentro de .claude/skills, com um arquivo markdown que a define; aí ela aparece como um slash command (ex.: /draft-email).

Por que aprender:

É como o agente "descobre" a skill e a expõe para você invocar.

Conceitos-chave:

Uma pasta por skill; slash commands viraram skills; descoberta automática.

O que é:

O SKILL.md define nome, descrição (quando acionar), argumentos esperados e instruções passo a passo.

Por que aprender:

A descrição é o que faz o agente saber QUANDO usar a skill; os argumentos são o que ele pede.

Conceitos-chave:

Nome; descrição-gatilho; argumentos; passos.

O que é:

Uma skill ainda pode acionar tools (scripts Python: busca na web, raspagem, geração de documento) — o framework WAT permanece intacto por baixo.

Por que aprender:

Skill não é só texto: é um processo que executa trabalho real via tools.

Conceitos-chave:

Skill ≈ W; tools ≈ T; o agente decide quando rodar cada tool.

O que é:

Use skill para workflows repetidos, quando a consistência importa, ou para instruções complexas/fáceis de esquecer. Para tarefa de uma frase ou experimento único, só digite — skill seria exagero.

Por que aprender:

Saber a hora de empacotar evita tanto o caos quanto o over-engineering.

Conceitos-chave:

Repetição → skill; one-off → digitar; consistência; compartilhar.

O que é:

CLAUDE.md guarda só as regras de toda sessão (propósito, objetivo, framework); instruções por tarefa vão em skills, que carregam sob demanda só quando invocadas.

Por que aprender:

Jogar tudo no CLAUDE.md estoura a janela de contexto; skills economizam tokens.

Conceitos-chave:

Toda sessão vs sob demanda; 20-50 skills não incham; janela de contexto.

O que é:

Como a skill é um arquivo na pasta do projeto, ela pode ser versionada no Git e compartilhada com o time — todo mundo ganha o mesmo processo confiável.

Por que aprender:

Skill battle-tested vira ativo da equipe, não conhecimento preso numa cabeça.

Conceitos-chave:

Arquivo = versionável; compartilhável; delegar-e-esquecer.

Ilustração do módulo 4.2
4.2 ~50 min · 7 tópicos

🔨 Construindo Skills na Prática

Mão na massa: pedir uma skill no formato oficial, construir e testar a skill "rascunhar e-mail" (/draft-email), invocar sem argumentos, reusar com contexto limpo, montar a skill "documento → slides", plugar uma skill de design pronta e montar a sua biblioteca de skills.

Progresso do módulo 0% · 0 de 7
O que é:

Você não precisa saber escrever skills: descreve o workflow (entradas, comportamento, onde salvar) e pede para o agente transformar num slash command seguindo o formato oficial.

Por que aprender:

Mesma mentalidade vibe coding: descreva o resultado, a IA gera a skill.

Conceitos-chave:

Formato oficial; Plan Mode; descrever entradas/saída.

O que é:

O primeiro build: uma skill que recebe bullets, destinatário e tom e escreve um e-mail polido, conciso e sem enrolação, salvando na pasta temporária. Vira o slash command /draft-email.

Por que aprender:

É o exemplo canônico de skill reutilizável de ponta a ponta.

Conceitos-chave:

Argumentos (bullets/destinatário/tom); SKILL.md; pasta temporária.

O que é:

Chamar o slash command sem passar dados faz o agente perguntar pelas entradas que faltam (destinatário, tom, bullets) antes de rodar.

Por que aprender:

A skill é robusta: nunca roda "no escuro"; coleta o necessário.

Conceitos-chave:

Coleta de inputs; argumentos faltantes; experiência guiada.

O que é:

Para reusar, você limpa a conversa (/clear) e chama o slash command de novo com novas entradas — saída fresca e consistente, seguindo sempre as mesmas regras.

Por que aprender:

Contexto limpo = runs previsíveis; a skill garante o mesmo padrão.

Conceitos-chave:

Limpar entre usos; consistência; modificar é só pedir.

O que é:

Uma segunda skill que lê um documento, extrai os pontos-chave e cria uma apresentação profissional — usando tools Python por baixo.

Por que aprender:

Mostra a skill resumindo conteúdo longo num deck estruturado, reusável.

Conceitos-chave:

Resumir → estruturar; tools de geração; iterar design.

O que é:

Plugar uma skill de design já existente faz a qualidade visual subir sem você precisar descrever cada detalhe de design manualmente.

Por que aprender:

Skills se compõem: você empilha uma skill de design por cima do seu workflow.

Conceitos-chave:

Composição de skills; design skill; reuso de conhecimento pronto.

O que é:

Um catálogo de ideias de skill prontas para você montar: notas → ações, dados → PDF, e-mail, resumo de reunião, brief de pesquisa.

Por que aprender:

Te dá pontos de partida concretos para construir a sua própria biblioteca.

Conceitos-chave:

Catálogo; skills battle-tested; salvar o que funciona.

Ilustração do módulo 4.3
4.3 ~55 min · 8 tópicos

🤖 Agentes: Locais, Agendados & por Evento

O salto para sistemas que decidem sozinhos: o que é um agente (raciocina, adapta, se auto-cura), agente local sob demanda, o loop de auto-melhoria, agente agendado (cron), agente por evento (webhook), o agentic gap, projetar para produção desde o 1º prompt, e quando um "agente" é só um script.

Progresso do módulo 0% · 0 de 8
O que é:

Diferente da automação tradicional (você liga cada passo), um agente recebe o resultado desejado e raciocina, adapta, faz perguntas e se auto-cura quando algo quebra.

Por que aprender:

É a fronteira entre "wire tudo na mão" e "diga o resultado".

Conceitos-chave:

Raciocina; adapta; auto-cura; não-determinístico.

O que é:

O assistente como agente pessoal: pesquisa, monta arquivos, itera na saída e fica mais esperto a cada uso — tudo rodando local, sem deploy.

Por que aprender:

É a forma mais simples de agente; constrói intuição antes da nuvem.

Conceitos-chave:

Local; sob demanda; você assiste e aprende.

O que é:

O agente roda um workflow, bate num erro, diagnostica, conserta a tool e atualiza o workflow para o erro não voltar — runs ficam mais suaves e rápidos.

Por que aprender:

É o superpoder dos agentes locais — e exatamente o que some em produção.

Conceitos-chave:

Errar → consertar → atualizar; aprender com a falha; persistir o fix.

O que é:

Um agente que roda sozinho na hora marcada por um padrão cron (5 campos; ex.: 0 7 * * * = 7h todo dia) — pesquisa, sintetiza e grava o resultado, sem você presente.

Por que aprender:

É a primeira forma de agente que escala além de "quando você aparece".

Conceitos-chave:

Cron (5 campos); roda unattended; agenda.

O que é:

Um agente que acorda quando um webhook (uma URL que escuta dados) é chamado, recebendo um payload — uma "campainha digital" que dispara o trabalho.

Por que aprender:

É como um formulário, um app ou outro sistema dispara o seu agente.

Conceitos-chave:

Webhook = campainha; payload; auth Bearer.

O que é:

Quando o agente roda na nuvem por agenda/evento, o assistente não está mais olhando para se auto-curar: o sistema roda mas não adapta sozinho — e uma falha pode passar despercebida.

Por que aprender:

É o risco central de produção; define como você projeta o agente.

Conceitos-chave:

Sem auto-cura; falha silenciosa; logs e alertas fecham o gap.

O que é:

As quatro exigências do build unattended: inputs fixos, saída estruturada/previsível, tratamento de erro embutido e log em cada passo — tudo desde o 1º prompt.

Por que aprender:

Como o agente não vai se auto-curar, você projeta a robustez de saída.

Conceitos-chave:

Inputs fixos; saída estruturada; try/catch; logar tudo.

O que é:

Nem todo automação precisa de raciocínio: se a tarefa é fixa e previsível, um script determinístico é mais barato e confiável que um agente — e isso é uma escolha válida.

Por que aprender:

Saber a diferença evita pagar por inteligência que você não precisa.

Conceitos-chave:

Determinístico vs agêntico; "boring is beautiful"; custo vs adaptação.

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