TRILHA 5

🟦 Projetos Práticos (End-to-End)

Aqui tudo vira build. Três projetos completos, do prompt de abertura à verificação final: um agente de suporte por e-mail com RAG, dois agentes hospedados (agendado por cron e disparado por webhook) e um app full-stack (Lead Qualifier) com autenticação, segurança e pagamento — mais um frontend para um workflow n8n. Cada passo traz o prompt real que você copia, roda e verifica.

3
Módulos
24
Tópicos
~4h
Duração
Prático
Nível
Progresso da trilha 0% · 0 de 24
Banner da trilha de projetos: uma ideia fluindo por etapas em verde-azulado até virar um app no ar
Módulo 5.1 · roda local Agente de suporte por e-mail + RAG PDF → classificar → rascunhar Módulo 5.2 · na nuvem Agentes hospedados cron (agenda) + webhook (evento) Módulo 5.3 · em produção App full-stack (Lead Qualifier) frontend · auth · segurança · pagamento

O caminho da trilha 5: do agente que roda na sua máquina, para agentes que vivem na nuvem, até um produto completo que outras pessoas usam e pagam.

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

Ilustração do módulo 5.1
5.1 ~75 min · 8 tópicos

📧 Projeto: Agente de Suporte por E-mail com RAG

Um agente que lê as políticas da empresa (PDFs) para uma base de conhecimento, classifica cada e-mail recebido e rascunha a resposta apoiada nos documentos — recusando inventar quando o assunto está fora de escopo. Você constrói dois workflows (indexador + agente), conecta credenciais, testa casos reais e aplica os 6 enhancements.

Progresso do módulo 0% · 0 de 8
O que é:

Um agente que transforma documentos de política (devolução, garantia, prazos) numa base de conhecimento e usa isso para responder e-mails de suporte com fundamento.

Por que aprender:

É o "olá mundo" dos agentes úteis: junta RAG, classificação e geração de texto num caso de negócio real.

Conceitos-chave:

Escopo claro; rascunho (não envio automático); humano no loop para aprovar.

O que é:

Separar quem "aprende" (o indexador, que lê PDFs e popula o vector store) de quem "responde" (o agente, disparado por e-mail novo).

Por que aprender:

Separar indexação de consulta deixa cada parte simples de testar e barata de rodar.

Conceitos-chave:

Indexador (manual) vs agente (trigger); vector store compartilhado; embeddings.

O que é:

Um único prompt em Plan Mode que descreve o resultado completo (gatilho, base de conhecimento, classificação, rascunho, fallback) e deixa a IA propor o plano.

Por que aprender:

Um bom prompt de abertura economiza horas — a IA pergunta o que falta antes de construir.

Conceitos-chave:

Plan Mode primeiro; descrever resultado; responder às perguntas de esclarecimento.

O que é:

A IA monta o indexador (document loader → text splitter → embeddings → vector store) e o agente (Gmail trigger → classifier → retrieval → rascunho).

Por que aprender:

Ver os nós sendo criados ensina a anatomia de um pipeline RAG real.

Conceitos-chave:

Rodar o indexador uma vez; agente lê do vector store; testar passo a passo.

O que é:

Conectar a conta de e-mail (OAuth) e a chave da IA — algo que VOCÊ faz com as mãos, porque a IA não tem (nem deve ter) acesso aos seus segredos.

Por que aprender:

É a fronteira clara entre o trabalho da IA e o seu; segredo nunca vai pro chat.

Conceitos-chave:

OAuth = autorizar sem dar senha; chave de API; credencial fica na ferramenta.

O que é:

Mandar e-mails de teste para cada cenário: um sobre devolução, um sobre garantia, e um fora de escopo (que o agente deve recusar, não inventar).

Por que aprender:

Verde ≠ correto: só o teste com casos reais revela se o RAG está ancorando as respostas.

Conceitos-chave:

Casos de borda; recusar inventar; conferir números contra a política.

O que é:

Seis melhorias incrementais em linguagem natural: fallback de confiança, filtro de tempo, ignorar e-mails automáticos, ajustar o tom, assinar com seu nome e usar score de confiança.

Por que aprender:

Mostra a iteração em camadas na prática — uma melhoria por vez, testando a cada uma.

Conceitos-chave:

Iterar; pedir mudança em PT; uma camada por vez; confidence score.

O que é:

Uma checklist objetiva: indexa? classifica certo? ancora no documento? recusa fora de escopo? assina? respeita o filtro de tempo?

Por que aprender:

Definir "pronto" evita o loop infinito de "mais uma melhoria".

Conceitos-chave:

Definição de pronto; backup (export JSON); humano aprova o rascunho.

Ilustração do módulo 5.2
5.2 ~75 min · 8 tópicos

⏰ Projeto: Agentes Hospedados (Agendado + Webhook)

Tirar o agente da sua máquina e colocá-lo na nuvem, rodando sozinho. Você constrói dois: um agendado (cron → busca na web com Firecrawl → síntese → Google Sheets) e um por evento (webhook recebe um payload → gera um .docx → salva no Drive). Pelo caminho: OAuth refresh token, debug que só aparece em produção, auth Bearer, form no-code e deploy automático via GitHub.

Progresso do módulo 0% · 0 de 8
O que é:

Um agente que acorda por agenda (cron), busca conteúdo na web (Firecrawl), resume e grava cada linha numa planilha — sem você presente.

Por que aprender:

É o primeiro agente que "vive sozinho" — fecha o agentic gap entre local e produção.

Conceitos-chave:

Cron (5 campos); scraping; síntese; saída estruturada em Sheets.

O que é:

Na nuvem não há janela de login: o agente usa um refresh token para renovar o acesso sozinho — e quando a interface falha, você o obtém pelo terminal.

Por que aprender:

É o atrito clássico de hospedar; saber o fallback destrava o deploy.

Conceitos-chave:

Access vs refresh token; renovação automática; fallback de terminal.

O que é:

Erros que não acontecem localmente (timeout, env var ausente, formato de data) e como achá-los lendo o trace e devolvendo o erro com contexto pra IA.

Por que aprender:

Produção tem realidade própria; o loop humano de debug é a habilidade central.

Conceitos-chave:

Trace = passo a passo; devolver o erro; redeploy; logs significativos.

O que é:

O segundo agente: recebe um payload via webhook, monta um documento .docx formatado e salva no Google Drive, devolvendo o link.

Por que aprender:

Ensina o disparo por evento — o agente reage a um pedido externo, não a um relógio.

Conceitos-chave:

Payload = dados do pedido; gerar arquivo; salvar e devolver link.

O que é:

Um webhook é uma URL que, ao ser "tocada", dispara o agente. Como é pública, você a protege com um token Bearer no cabeçalho.

Por que aprender:

Sem auth, qualquer um toca a campainha; o Bearer é o cadeado básico.

Conceitos-chave:

URL de gatilho; header Authorization: Bearer; rejeitar sem token.

O que é:

Um formulário simples (no-code) que, ao ser enviado, faz a requisição ao webhook com o payload — dando uma interface humana ao agente.

Por que aprender:

Conecta uma pessoa real ao agente sem você escrever frontend ainda.

Conceitos-chave:

Form → POST; mapear campos no payload; passar o token.

O que é:

Conectar o repositório GitHub à plataforma de hospedagem para que cada push faça o deploy sozinho.

Por que aprender:

Tira o deploy manual do caminho; o código no repo é a fonte da verdade.

Conceitos-chave:

commit/push; deploy on push; .gitignore protege o .env.

O que é:

Ler o painel: cada run (execução), seu trace (passo a passo), o schedule ativo e a separação dev vs prod.

Por que aprender:

Sem você presente, o dashboard é como você sabe que o agente está saudável.

Conceitos-chave:

Runs; traces; schedules; dev vs prod; alertas em falha.

Ilustração do módulo 5.3
5.3 ~90 min · 8 tópicos

🚀 Projeto: App Full-Stack (Lead Qualifier) + Frontend pra n8n

O projeto mais ambicioso: um app que outras pessoas usam. Backend que qualifica leads (Trigger.dev) + frontend (Vercel), conectados por env vars. Depois você adiciona autenticação (Supabase + RLS), faz uma auditoria de segurança, cobra com Stripe (freemium) e ainda constrói um frontend para um workflow n8n (form → webhook). Tudo em iteração incremental: design → auth → pagamento.

Progresso do módulo 0% · 0 de 8
O que é:

O modelo de duas pontas: o frontend (o que o usuário vê, na Vercel) chama o backend (a lógica do agente, no Trigger.dev) que faz o trabalho pesado.

Por que aprender:

Entender a divisão front/back é o que destrava construir produtos, não só automações.

Conceitos-chave:

Frontend vs backend; request/response; dois deploys separados.

O que é:

Um app que recebe os dados de um lead, pontua/qualifica com IA e devolve a classificação — construído de um prompt de abertura abrangente.

Por que aprender:

Repete o padrão "descreva o resultado completo" agora num contexto full-stack.

Conceitos-chave:

Inputs fixos; saída estruturada; lógica de qualificação.

O que é:

O frontend descobre onde está o backend (e a chave de acesso) por variáveis de ambiente — nunca por valor escrito no código.

Por que aprender:

É a costura que faz as duas pontas conversarem com segurança.

Conceitos-chave:

Env var; URL do backend; chave em runtime, não no código.

O que é:

Adicionar login (Supabase) e Row Level Security (RLS), que garante no próprio banco que cada usuário só vê os próprios dados.

Por que aprender:

Sem RLS, um login certo ainda pode ler dados de outro; RLS é a defesa no nível dos dados.

Conceitos-chave:

Auth; RLS; migration; cada linha pertence a um usuário.

O que é:

Pedir à IA uma varredura: rotas desprotegidas, chaves expostas, env vars vazando para o cliente, RLS ausente.

Por que aprender:

Um app aberto = risco: alguém pode gastar seus tokens ou ler dados alheios.

Conceitos-chave:

Superfície de ataque; chave no servidor; nada de segredo no cliente.

O que é:

Adicionar checkout do Stripe e um modelo freemium: uso grátis até um limite, depois plano pago liberado por webhook.

Por que aprender:

Transforma um app em produto — receita real com fluxo testável.

Conceitos-chave:

Checkout; price ID; webhook secret; freemium; limite de uso.

O que é:

Dar uma cara amigável a um workflow n8n: uma página com formulário que envia os dados para o webhook do fluxo e mostra o resultado.

Por que aprender:

Junta os dois mundos do curso — automação n8n com interface de app.

Conceitos-chave:

Form → POST webhook; CORS; exibir a resposta; URL do webhook em env var.

O que é:

A ordem que funciona: primeiro o app feio mas funcional, depois o design, depois auth, depois pagamento — uma camada de cada vez.

Por que aprender:

Iterar em camadas mantém cada passo testável e reversível.

Conceitos-chave:

MVP primeiro; uma camada por vez; backup antes de mudar; testar a cada passo.

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