TRILHA 1

🟢 Fundamentos & Glossário

A base conceitual e a linguagem. Sai daqui entendendo o que é cada coisa e como as peças se encaixam — sem jargão órfão. A mentalidade do vibe coding, o ecossistema (assistente, n8n, MCP, skills, agentes) e um glossário A–Z que define cada termo com exemplo concreto.

4
Módulos
26
Tópicos
~3h
Duração
Básico
Nível
Progresso da trilha 0% · 0 de 26
Banner da trilha de fundamentos: blocos de construção luminosos e um livro de glossário, a base conceitual em verde esmeralda
Módulo 1.1 A mentalidade Módulo 1.2 O ecossistema · as peças Módulo 1.3 Glossário · pt.1 Módulo 1.4 Glossário · pt.2

O caminho da trilha 1: da mentalidade ao mapa do ecossistema, terminando no glossário que ancora todo o resto do curso.

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

Ilustração do módulo 1.1
1.1 ~45 min · 7 tópicos

🧠 A Mentalidade do Vibe Coding

A virada de chave: construir descrevendo o resultado em linguagem natural. Determinismo vs não-determinismo, "trust but verify", iterar em camadas, a IA como ferramenta de aprendizado e quem faz o quê (você gerencia, a IA desenvolve).

Progresso do módulo 0% · 0 de 7
O que é:

Construir software e automações conversando com a IA em linguagem natural — você descreve o resultado, a IA cuida da implementação.

Por que aprender:

Remove o overhead técnico; foca no problema, não na mecânica de cada nó. Velocidade e iteração rápida.

Conceitos-chave:

Linguagem natural dirige o build; a IA faz o "trabalho pesado"; iterar é só pedir.

O que é:

Dizer o que deve acontecer ("identifique perguntas técnicas") em vez de ditar o como ("use um nó IF com regex").

Por que aprender:

Deixa a IA escolher o melhor caminho; você não precisa conhecer os nós.

Conceitos-chave:

Outcome > instrução; especificar a saída; deixar a IA propor a estrutura.

O que é:

A automação tradicional é previsível; a IA generativa é não-determinística — a mesma instrução pode gerar nomes, estrutura e layout diferentes.

Por que aprender:

Evita confundir variação normal com erro; você não compara tela a tela.

Conceitos-chave:

"Boring is beautiful" no tradicional; variação é esperada na IA; foque no resultado.

O que é:

A IA comete erros — sempre teste o que foi criado e cheque a saída contra a expectativa, mesmo sem erro aparente.

Por que aprender:

Um workflow "verde" pode estar errado; verificar é parte do trabalho.

Conceitos-chave:

Confiar e verificar; green ≠ correto; testar como usuário real.

O que é:

Evoluir em degraus (stair-step): uma melhoria por vez, testando após cada mudança.

Por que aprender:

Mudanças isoladas são fáceis de testar, reverter e diagnosticar.

Conceitos-chave:

Camadas; incremento; medir antes/depois; backup antes de mudar.

O que é:

Pedir à IA que explique por que escolheu um nó ou configuração, para que o conhecimento fique.

Por que aprender:

Você sai de "set it and forget it" e ganha intuição sobre o sistema.

Conceitos-chave:

Perguntar o porquê; assistir o build cedo; aprender enquanto constrói.

O que é:

Tratar a IA como um especialista: você define o objetivo e aprova; ela executa, como um desenvolvedor experiente.

Por que aprender:

A divisão de papéis evita microgerenciar e libera a IA para resolver.

Conceitos-chave:

Gerente vs desenvolvedor; delegar; feedback em vez de correção.

Ilustração do módulo 1.2
1.2 ~40 min · 6 tópicos

🧩 O Ecossistema: Como as Peças se Encaixam

O mapa do território: o assistente de código, o n8n (construtor visual), o MCP (ferramentas externas), skills & workflows, agentes e a diferença entre rodar local e hospedado.

Progresso do módulo 0% · 0 de 6
O que é:

O motor que transforma a sua conversa em ações: lê arquivos do projeto, escreve/edita código, roda comandos e conecta ferramentas via MCP.

Por que aprender:

É a peça central — entender o que ele faz (e não faz) orienta tudo.

Conceitos-chave:

Roda no editor; quatro capacidades; uma pasta por projeto.

O que é:

Um construtor visual de workflows, baseado em nós, que conecta apps, dados, IA e APIs externas.

Por que aprender:

É onde as automações "vivem"; o assistente constrói nele por você.

Conceitos-chave:

Nós; gatilho → lógica → ação; visual e low/no-code.

O que é:

O protocolo (Model Context Protocol) que expõe um conjunto de ferramentas externas para o agente usar sozinho.

Por que aprender:

É como a IA ganha "braços" — falar com n8n, raspar a web, ler bancos.

Conceitos-chave:

Uma conexão, muitas ferramentas; o agente decide quando usar cada uma.

O que é:

Arquivos markdown com instruções reutilizáveis — uma "SOP" que o agente segue, chamável sob demanda.

Por que aprender:

Param de reexplicar tarefas; trazem consistência e economia de contexto.

Conceitos-chave:

Workflow = instrução; skill = workflow chamável; markdown.

O que é:

Um sistema que raciocina, adapta e decide os passos sozinho a partir do resultado que você pediu.

Por que aprender:

É o salto do "wire tudo na mão" para o "diga o resultado".

Conceitos-chave:

Raciocina e adapta; descreve o resultado; não-determinístico.

O que é:

Rodar na sua máquina (você dispara) vs rodar sozinho na nuvem (por agenda ou evento, sem você presente).

Por que aprender:

Define o arco do curso: começa local e termina em produção.

Conceitos-chave:

Disparo manual vs automático; escala; o "agentic gap".

Ilustração do módulo 1.3
1.3 ~45 min · 7 tópicos

📖 Glossário Essencial — Parte 1 (IA, Claude Code, n8n)

Sete clusters de termos definidos com exemplo concreto: conceitos de IA, modos do assistente, arquivos-chave, MCP, n8n básico, n8n com IA e dados (vector store, embeddings).

Progresso do módulo 0% · 0 de 7
O que é:

O vocabulário-base: LLM, prompt, system prompt, context window, token e context rot.

Por que aprender:

Sem esses termos, todo o resto vira jargão órfão.

Conceitos-chave:

Cada termo com exemplo concreto; janela de contexto; custo por token.

O que é:

Os modos e comandos: plan mode, bypass permissions, permission modes, /clear e /compact.

Por que aprender:

Controlam quanto a IA faz sozinha e como você gerencia a sessão.

Conceitos-chave:

Planejar antes de agir; limpar vs compactar; equilíbrio velocidade/segurança.

O que é:

Os arquivos que estruturam um projeto: CLAUDE.md, .env, .gitignore, .mcp.json e SKILL.md.

Por que aprender:

Saber o papel de cada um evita vazar segredo e perder configuração.

Conceitos-chave:

System prompt; segredos; o que sobe e o que não sobe pro repositório.

O que é:

Os termos do MCP: o protocolo, o MCP server, a tool/ferramenta e a descoberta de servers.

Por que aprender:

É como você dá novas capacidades ao agente.

Conceitos-chave:

Protocolo; server; ferramenta; onde achar servers.

O que é:

Os blocos do n8n: nó (node), trigger, workflow, credential e OAuth2.

Por que aprender:

Permite ler o que a IA construiu e conversar sobre ajustes.

Conceitos-chave:

Gatilho dispara o fluxo; credenciais conectam apps; OAuth2 autoriza.

O que é:

Os nós de IA do n8n: AI agent node, text classifier, code node e IF node.

Por que aprender:

São as peças dos projetos práticos (suporte, classificação, ramos).

Conceitos-chave:

Classificar antes de agir; ramificar com IF; lógica custom no code node.

O que é:

Os termos de dados/RAG: vector store, embeddings, document loader e text splitter.

Por que aprender:

São a base para a IA responder a partir dos seus documentos.

Conceitos-chave:

Indexar docs; buscar por significado; fatiar texto em pedaços.

Ilustração do módulo 1.4
1.4 ~40 min · 6 tópicos

📖 Glossário Essencial — Parte 2 (Agêntico, RAG, Deploy, Segurança)

A segunda metade do glossário: termos agênticos (WAT, loop de auto-melhoria, agentic gap), RAG, versionamento/cloud, execução hospedada, app/frontend e segurança & pagamento.

Progresso do módulo 0% · 0 de 6
O que é:

Os termos agênticos: agente, agêntico, WAT (Workflows/Agent/Tools), loop de auto-melhoria e agentic gap.

Por que aprender:

São a espinha dorsal das trilhas 2 e 4.

Conceitos-chave:

Decide sozinho; se auto-cura; o que falta em produção (gap).

O que é:

RAG (geração aumentada por recuperação): knowledge base, retrieval e confidence score.

Por que aprender:

É como a IA responde a partir dos seus dados, sem inventar.

Conceitos-chave:

Buscar antes de responder; base de conhecimento; pontuar a confiança.

O que é:

O básico de Git/cloud: GitHub, repo, commit, push e a gh CLI.

Por que aprender:

É onde o código mora na nuvem e de onde o deploy puxa.

Conceitos-chave:

Snapshot (commit); enviar (push); histórico/rollback.

O que é:

Os termos de produção: Trigger.dev, cron, webhook, payload, dev vs prod, trace, retry e alert.

Por que aprender:

São o vocabulário da trilha 6 (hospedar e dar confiabilidade).

Conceitos-chave:

Agenda vs evento; trace = passo a passo; retry vs bug.

O que é:

O modelo de app: frontend, backend, ciclo request/response, Vercel e env var.

Por que aprender:

Fundamento para construir interfaces que outras pessoas usam.

Conceitos-chave:

O que o usuário vê vs o servidor; pedido → resposta; segredo em env var.

O que é:

Os termos de segurança/monetização: Supabase, RLS, migration, Stripe, checkout, price ID, webhook secret e freemium.

Por que aprender:

É o que transforma um app aberto e arriscado em um produto seguro e pago.

Conceitos-chave:

Isolar dados (RLS); migração de banco; checkout; modelo freemium.

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