TRILHA 1

🍳 O framework WAT

Workflow, Agent, Tools: a receita, o cozinheiro e os ingredientes. Esta trilha fixa o modelo mental que explica por que um agente sem receita é caro e errático, por que uma ferramenta sem receita é inútil, e por que "auto-correção" não significa o que o marketing às vezes promete. Fecha com um build de ponta a ponta.

Cozinha profissional futurista com uma receita brilhando em holograma verde esmeralda e um cozinheiro robótico de mãos ciano manipulando ingredientes que são ícones de ferramentas digitais, representando o framework WAT
W + A + T = uma receita executada de verdade 📋 Workflow a receita 👨‍🍳 Agent lê, decide, corrige o cozinheiro 🥕 Tools ingredientes ✅ Pronto resultado real o ciclo se repete até a receita terminar

Legenda: a receita (Workflow) entra pela esquerda, o cozinheiro (Agent) interpreta e aciona os ingredientes (Tools) à direita, e o resultado volta em ciclo até a tarefa estar completa.

5
Módulos
30
Tópicos
~2h30
Duração
Iniciante
Nível
0 de 30 0%

Mapa da trilha

Conteúdo detalhado

1.1 ~22 min

🍳 Os três pedaços

A diferença entre receita, cozinheiro e ingredientes — e por que ela sustenta todo o resto.

O que é:

WAT é o nome do curso: Workflow (receita), Agent (cozinheiro) e Tools (ingredientes/eletrodomésticos).

Por que aprender:

Fixa o modelo mental que sustenta o curso inteiro — sem ele, cada trilha seguinte fica solta.

Conceitos-chave:

Workflow, Agent, Tools, papéis distintos.

O que é:

Uma sequência de passos em texto simples (markdown) dizendo o que fazer e em que ordem.

Por que aprender:

É a peça que guarda a intenção — sem ela, o agente reinventa o processo a cada pedido.

Conceitos-chave:

Markdown, passo a passo, não é código.

O que é:

O Claude Code: lê o workflow, escolhe a ferramenta certa, executa e ajusta se algo sair diferente.

Por que aprender:

É a peça que dá julgamento ao processo — interpreta a receita em vez de só repeti-la.

Conceitos-chave:

Interpretação, escolha de tool, correção.

O que é:

As ações concretas que o agente aciona: ler arquivo, rodar comando, enviar e-mail, chamar uma API.

Por que aprender:

Sem ferramentas, o agente só teria opinião — as trilhas 2 e 4 tratam de dar e conectar tools.

Conceitos-chave:

Ferramenta, API, execução real.

O que é:

Cada peça guarda um papel diferente: intenção (workflow), julgamento (agente) e capacidade (tools).

Por que aprender:

Separar é o que torna o sistema previsível e flexível ao mesmo tempo.

Conceitos-chave:

Separação de responsabilidades.

O que é:

Agente sem receita fica caro e errático; tool sem receita nem cozinheiro fica parada, inútil.

Por que aprender:

Entender essas duas falhas evita pedir automação sem preparar a receita primeiro.

Conceitos-chave:

Custo, imprevisibilidade, ferramenta parada.

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1.2 ~22 min

🔄 O ciclo real de execução

Ler, decidir, executar, observar, repetir — o laço passo a passo por dentro do agente.

O que é:

Ler o passo, escolher a tool, executar, observar o resultado, decidir o próximo passo.

Por que aprender:

É esse laço, repetido, que transforma a receita escrita em trabalho de verdade feito.

Conceitos-chave:

Ciclo, laço, repetição até terminar.

O que é:

O agente identifica em que ponto da receita está, usando a conversa e os arquivos já existentes.

Por que aprender:

Sem saber 'onde está', o agente não consegue decidir o próximo passo corretamente.

Conceitos-chave:

Estado, contexto, memória da sessão.

O que é:

Dado o passo e o menu de ferramentas disponíveis, o agente escolhe a mais adequada.

Por que aprender:

Quanto mais claras as ferramentas disponíveis, melhor a escolha — tema das Trilhas 2 e 3.

Conceitos-chave:

Escolha de ferramenta, menu de opções.

O que é:

Depois de executar, o agente lê o que voltou: deu certo, deu erro, ou saiu diferente do esperado.

Por que aprender:

Essa leitura é o que dispara a correção — sem ela, erros passariam despercebidos.

Conceitos-chave:

Observação, verificação de resultado.

O que é:

Repetir corrigindo um erro temporário é normal; repetir sem mudar de estratégia é travamento.

Por que aprender:

Reconhecer a diferença evita ficar preso num loop caro sem perceber.

Conceitos-chave:

Loop saudável, loop travado, custo.

O que é:

Sucesso, pausa para perguntar algo que só você sabe, ou travamento pedindo intervenção.

Por que aprender:

Saber reconhecer qual dos três está acontecendo é uma habilidade que se desenvolve com a prática.

Conceitos-chave:

Sucesso, pausa, travamento.

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1.3 ~24 min

🎭 Auto-correção: verdade e marketing

Ele tenta, erra e corrige — mas só enquanto você constrói. Depois de publicado, vira automação fixa.

O que é:

Auto-correção é real, mas é vendida como maior do que é: uma IA pensando sozinha para sempre.

Por que aprender:

Confundir as duas fases é a origem da maioria das expectativas quebradas sobre IA.

Conceitos-chave:

Auto-correção, exagero de marketing.

O que é:

No Claude Code, o agente tenta um passo, lê o erro, ajusta e tenta de novo, várias vezes.

Por que aprender:

É a fase que sustenta a fama de 'IA que se corrige sozinha' — e é verdade, aqui.

Conceitos-chave:

Tentativa-erro-correção, supervisão.

O que é:

Publicado e agendado, o agente executa o workflow fixado, como qualquer automação tradicional.

Por que aprender:

É previsibilidade que você quer numa automação rodando sozinha todo dia.

Conceitos-chave:

Determinismo, workflow fixado.

O que é:

Dentro do Claude Code interativo: flexível. Publicado e agendado: fixo.

Por que aprender:

Não é sobre 'quão esperto' o agente é — é sobre onde ele está rodando.

Conceitos-chave:

Publicação como linha divisória.

O que é:

Demonstrações mostram a fase de construção e deixam implícito que continua para sempre.

Por que aprender:

Entender isso evita duas frustrações: esperar demais, ou desconfiar do curso inteiro.

Conceitos-chave:

Generalização, expectativa quebrada.

O que é:

Use a construção para deixar o workflow robusto; monitore em produção, sem esperar autocorreção.

Por que aprender:

Ajuda a planejar o tempo certo de teste antes de publicar algo de verdade.

Conceitos-chave:

Monitoramento, manutenção manual.

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1.4 ~26 min

🚧 Onde o WAT falha

Receita vaga, tool sem chave, agente sem contexto, workflow ambíguo — e como perceber cada um.

O que é:

Workflow que não diz o suficiente para o agente decidir sem adivinhar.

Por que aprender:

Não é o agente que 'não entendeu' — é a receita que não disse o bastante.

Conceitos-chave:

Vaguidão, suposição errada.

O que é:

Ferramentas exigem chave de API ou permissão — sem isso, o passo não pode ser executado.

Por que aprender:

A solução nunca é reescrever o workflow, é configurar a credencial que falta.

Conceitos-chave:

Chave de API, permissão, credencial.

O que é:

O agente erra a decisão por faltar contexto — exemplos e regras do CLAUDE.md.

Por que aprender:

O CLAUDE.md existe justamente para carregar esse contexto de forma persistente.

Conceitos-chave:

Contexto, CLAUDE.md, exemplos.

O que é:

Instruções que competem entre si permitem mais de uma leitura razoável.

Por que aprender:

Diferente de vago, ambíguo tem excesso de regra conflitante.

Conceitos-chave:

Ambiguidade, prioridade não definida.

O que é:

Resultado diferente, pedido de senha, foge do padrão, ou oscila entre sessões.

Por que aprender:

Aprender a ler as pistas evita 'brigar' com o agente sem entender por quê.

Conceitos-chave:

Diagnóstico pelo comportamento.

O que é:

Receita clara? Chave configurada? Contexto suficiente? Sem instruções competindo?

Por que aprender:

Percorrer o checklist resolve a maioria das falhas antes de reescrever tudo do zero.

Conceitos-chave:

Checklist, diagnóstico rápido.

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1.5 ~35 min

📰 Build: automação de newsletter

Pesquisa, redação e envio, ponta a ponta — o primeiro build completo do curso.

O que é:

Uma automação de newsletter: pesquisa um assunto, redige um rascunho, prepara o envio.

Por que aprender:

Pequena o bastante para caber numa sessão, completa o bastante para exercitar tudo.

Conceitos-chave:

Pesquisa, redação, envio.

O que é:

Escrever a receita em 5 passos, evitando o erro de receita vaga.

Por que aprender:

É o investimento que mais economiza tempo e tokens no resto do build.

Conceitos-chave:

Workflow escrito, freio de segurança.

O que é:

Um prompt completo, pronto para colar, com as partes variáveis marcadas.

Por que aprender:

Copiar e rodar de verdade é o que fixa o aprendizado — não só ler sobre.

Conceitos-chave:

Prompt copy-run, variáveis marcadas.

O que é:

Ler o rascunho, dar feedback específico, pedir para refazer só a parte que falhou.

Por que aprender:

Exercita a fase de construção do módulo 1.3 na prática.

Conceitos-chave:

Feedback específico, correção pontual.

O que é:

Os três erros do módulo 1.4 aparecem quase sempre na primeira tentativa deste build.

Por que aprender:

Reconhecer os erros comuns acelera o conserto na primeira tentativa.

Conceitos-chave:

Erros recorrentes, diagnóstico rápido.

O que é:

Dar a ferramenta de e-mail real (Trilha 2) e publicar/agendar (Trilhas 4 e 6).

Por que aprender:

Fecha o círculo mostrando aonde este build chega quando as próximas trilhas entram.

Conceitos-chave:

Deploy, agendamento, próximos passos.

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