💻 Por que local não basta
O botão que só funciona com você por perto não é automação — é um atalho. Aqui você entende a diferença.
Se sua automação para de funcionar quando você fecha o laptop, ela ainda não é automação — é um script que você mesmo aciona.
É o teste mais rápido pra saber se algo já está pronto pra virar rotina de verdade ou ainda depende de você.
Execução local, dependência de presença, "rodar sozinho".
Nuvem é um computador de outra empresa, ligado o tempo todo, alugado por uso — sua automação roda lá, não no seu quarto.
Entender essa troca de "onde roda" é a base pra todo o resto da trilha fazer sentido.
Servidor remoto, disponibilidade 24/7, custo por uso.
Tarefas pontuais que você mesmo dispara ("organiza essa pasta agora") não precisam de deploy nenhum.
Publicar tudo na nuvem sem necessidade é trabalho extra e custo extra à toa.
Tarefa pontual vs. rotina recorrente.
O Claude Code escreve o código, o git leva pro repositório (GitHub), e uma plataforma de execução puxa e roda esse código na nuvem.
É o mapa completo que o módulo 4.2 vai detalhar passo a passo.
Repositório, plataforma de execução, pipeline.
O agente escreve o código; sua habilidade nesta trilha é ler o resultado e o log — não escrever TypeScript.
Tira o medo de "preciso virar programador" pra conseguir publicar automação de verdade.
Leitura de log, revisão, delegação de escrita de código.
Pipeline → dev/produção → segredos → retentativas → build prático → observabilidade.
Ver o caminho inteiro evita se perder no meio de um assunto novo e técnico.
Progressão da trilha, dependência entre módulos.