A ideia
De onde veio a ideia
Um vídeo de um criador de conteúdo mostra um workspace onde humanos e agentes trabalham juntos.
O que o vídeo mostra:
- Uma interface parecida com o Slack: canais à esquerda, conversa à direita.
- Humanos e agentes como membros do mesmo canal. No exemplo, três pessoas conversam com o mesmo agente ao mesmo tempo.
- Traga sua assinatura: cada pessoa conecta o Claude Code e o Codex que rodam na própria máquina. Isso não consome crédito da plataforma, mas o agente fica fora do ar quando a máquina desliga.
- Agente fala com agente: o Claude Code de uma pessoa pede algo ao agente líder, que responde, sem um humano no meio.
- Cada canal tem apps (dashboards e kanbans feitos pelos próprios agentes), automações (por exemplo, a cada 6 horas: pesquisar, criar, pedir aprovação, publicar e medir), arquivos e threads que podem ser fechados sem ser apagados.
- Perfis de cada membro com papel, objetivos e "voz"; uso de crédito visível por pessoa, por sala e por agente.
- Tese central: até agora a IA tem sido "single-player", cada um com seu sistema isolado. O próximo passo é "multiplayer", com pessoas e agentes de vários donos trabalhando no mesmo espaço.
O que queremos explorar: um sistema conceito onde chegam e ficam visíveis, num lugar só, as mensagens dos bots do Telegram, dos agentes e dos usuários, e pensar como isso serviria a empresas e a jogos.
A tese em discussão: single-player × multiplayer
A favor da tese - O mercado está indo nessa direção. A Block lançou o Buzz, um espaço aberto onde humanos e agentes dividem canais [1][2][3]. Um relato de campo da Anthropic descreve um Claude trabalhando com várias pessoas ao mesmo tempo no Slack, com credencial e memória próprias [5]. O mesmo resumo diz que o YC passou a pedir "sessões de agente compartilhadas" que o time assiste, redireciona e passa adiante [5]. - Evita trabalho duplicado: hoje cada pessoa constrói as próprias integrações e skills (argumento do vídeo e de [4]). - Torna visível o que hoje fica escondido em terminais e bots separados.
Contra a tese, ou cuidados - Pode virar "mais um Slack": barulho, mensagens demais, ninguém lê. - O próprio vídeo admite que tudo isso já dava para montar antes, só que com mais esforço técnico. - A categoria ainda está se formando [5]. O Buzz se declara inacabado [1][3].
Pergunta aberta: o ganho principal é colaborar (várias pessoas) ou observar (uma pessoa vendo vários agentes)? No caso INEMA, hoje o segundo parece pesar mais.